Giro no Mini especial – Previsões 2014!

Hoje o Mini entrega mais um Giro no Mini… mas ao invés de notícias que você nunca acreditou que teria nós vamos trazer as previsões mais corretas e certeiras para o seu ano novo!

Feliz ano novo pessoal!

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O Stema termina 2013 com 7,6 milhões de usuários ao mesmo tempo!!!

Holy f@c&!!!

Isso é muita gente! Muita gente mesmo!

E veja bem… isso não é o número de contas (a Steam tem quase 70 milhões de usuários)… isso é o número de jogadores jogando ao mesmo tempo, em média, através do serviço, nas últimas semanas do ano!

Só para vocês terem uma ideia próxima: O Maracanã, maior estádio de futebol do país, tem lugar para quase 74 mil pessoas. O Steam tinha mais de 101 Maracanãs LOTADOS de gente jogando AO MESMO TEMPO!!!

Agora… quantos usuários será que estão na Origin?

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Vendas do Wii U continuam aumentando sem parar no Japão

Primeiro as vendas pularam de +/- 1200 unidades para mais de +/- 6500 unidades semanais, seguindo o lançamento de Wind Waker, conforme noticiamos aqui, depois veio Super Mario 3D World, que levou o número de unidades vendidas para algo próximo de 48 mil unidades semanais e, na semana anterior a do Natal e na do Natal…

… por volta de 74 mil unidades! E só no mercado japonês!

Isso é MUITO videogame!

O mercado foi DOMINADO pela Nintendo durante o mês de Dezembro, com o 3DS e 3DS XL dominando firme lá em cima, o Wii U em terceiro lugar e o DS em quarto, seguido, de pertinho, pelo PS Vita e pelo PS3.

Continue assim Big N! Força!

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Jogando: Nes Remix – Wii U

Demorei alguns dias para ter certeza absoluta do que eu iá escrever sobre Nes Remix. E a razão disso é que eu queria ter certeza que a nostalgia de todos os jogos que compuseram minha infância não estava influenciando meu julgamento. E, depois de colocar umas 40 horas nos mais de 200 desafios presentes no game, estou mais do que satisfeito com o resultado final dessa viagem de nostalgia da Nintendo.

E sim… depois de diversos testes… o jogo é muito divertido até para quem nunca teve contato com Nintendo 8 bits na vida.

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Nes Remix é, essencialmente, Wario Ware com jogos de 8 bits – o que, se você não faz a menor ideia do que é Wario Ware (e sua vida é muito muito muito muito menos divertida que a minha por isso), significa que é uma coleção enorme de mini games que tem ser terminados em períodos que vão de 10 a 120 segundos. A pegadinha? Todos, todos mesmo, os desafios são baseados em trechos ou conceitos de jogos da Nintendo, no NES/Famicom, incluindo, mas não limitados a Zelda, Mario Bros, Super Mario Bros, Super Mario Bros 3, Tênis, Metroid e Kid Icarus.

Os controles são sempre simples e limitados, mudando a cada novo desafio, mas nunca utilizando mais do que dois botões e um direcional (como era na época do NES). Não há qualquer uso da tela sensível ao toque fora dos menus e não há qualquer razão para que esse jogo não pudesse ter aparecido em um GameCube, Nintendo 64, GBA ou Nintendo DS (ou mesmo no iOS ou Android) muito tempo atrás. Os gráficos são exatamente iguais ao que você conseguiria em um Nintendo modificado para saída RGB ou S-Vídeo e o som é límpido e utiliza versões idênticas ou modernizadas das músicas clássicas dos games em si. Nes Remix definitivamente não vai te ganhar no departamento gráfico.

E nem quer! Porque esse jogo é totalmente sobre diversão! E aquela diversão bizarra que vem de conseguir fazer coisas simples em condições adversas. Os desafios começam muito simples, pequenos exercícios de nostalgia, como retirar a espada mestra da pedra em A Lenda de Zelda ou colocar a bola no buraco em Golf em 5 tacadas. Depois passam por coisas mais complexas, mas ainda dentro do esperado, como fazer a primeira fase do Super Mario em menos de 90 segundos ou matar 10 Metroids em menos de 60 segundos utilizando o Ice Beam. Aí o jogo passa para os pedidos insanos, como conseguir 10 vidas em Super Mario, em 60 segundos, apenas pulando em cima de um casco de tartaruga preso no piso ou colocar a mesma bola no mesmo buraco de Golf citado aí em cima – EM UMA TACADA. E, por fim, o jogo modifica o esperado dos games, apresentando fases completamente no escuro (onde você tem que saber o layout de cor) ou colocando Link (de A Lenda de Zelda) no lugar de Mario em Donkey Kong, e forçando você a salvar Zelda do DK SEM PULAR (Link não pula) apenas temporizando a passagem dos barris e usando as escadas. Acredite em mim: se os primeiros desafios parecerem muito fáceis, a cada onda, não desanime. Eu alguns minutos você vai estar implorando por desafios mais fáceis de volta.

Todo o desafio completado abre novos desafios e ganha uma nota, indo de estrela bronze para prata para ouro, sendo agrupados em ondas de 3 desafios – se você conseguir ouro nos três suas estrelas ganham a classificação Golden Rainbow (literalmente Arco Íris Dourado), onde elas ficam rodeadas por diversas cores. E daí vem parte do vício do jogo. Depois de algumas ondas completadas em Golden Rainbow, você vai querer todas elas nessa condição, o que permite destravar mais extras dentro do jogo e ganhar mais medalhas (algo próximo de conquistas internas do Nes Remix) que acompanham a liberação de músicas, art works e outros itens.

Algumas ondas de Mario Bros

Nes Remix é bem divertido – principalmente se você considerar o preço dele que é de menos de 50 dilmas. Mas não vá jogá-lo pensando que será um revival de sua época de Nintendinho, ou que ele dará a seus filhos(as) a experiência que você e eu tivemos na infância. A ideia básica do game é outra completamente diferente: divertir, de forma simples e rápida, enquanto explora, com eficiência e de forma charmosa, o imenso e maravilhosamente carismático, catálogo de jogos que a Nintendo construiu. Não é perfeito sob nenhum ângulo e consigo imaginar que venderia MUITO MUITO MUITO MUITO mais se estivesse em uma play store/iOS store da vida do que como exclusivo do Wii U, mas é um senhor jogo sob todos os aspectos. E, numa época em que um jogo tem que ter zilhões de polígonos por segundo e música feita pela orquestra filarmônica de whatever, é um lembrete fantástico de que essa indústria já viveu, e muito bem, de coisas muito mais simples. Bom divertimento.

Nintendo mostra uma nova franquia! Conheçam “Hyrule Warriors”!

Todo mundo cobra, todo mundo reclama… e a Nintendo mostra um novo IP! Com o nome provisório de “Hylure Warriors”, o jogo será uma mistura curiosa entre um RPG Online, um Brawler Beat Up medieval e um jogo de caça a criaturas, se passando nas terras de Hyrule e arredores. A Nintendo confirma que haverá a possibilidade de costumização de personagens e capacidades e que o jogo utilizará “de forma inovadora” as capacidades online do Wii U – com direito a apps para celulares e tudo mais.

Deixa eu ver se eu entendi: É um jogo que é 1/3 Final Fantasy XI, 1/3 Dinasty Warriors e 1/3 Monster Hunter? Prevejo milhares de Orientais (e algumas centenas de Ocidentais) sendo encontrados mortos de desidratação em seus quartos!

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Nintendo mostra NES Remix!

Os títulos não são novos, mas só a Nintendo teria uma ideia assim tão inovadora! “NES Remix” trata-se de uma coleção de mini-jogos, baseados em versões modificadas de jogos de NES assim como desafios baseados em porções de jogos de NES, como conseguir 10 vidas pulando em um casco de Koopa Troopa ou jogar uma fase de Super Mario clássico onde os Gombas são controlados por outros jogadores na sala!

De fases no escuro (onde você tem que conhecer o trajeto de cor e salteado) a jogar fases em espelhos ou com personagens trocados (como Link tentando salvar Zelda do DK) NES Remix parece uma ideia muito bacana. Mas não tenho muita certeza se vai auxiliar a vender assim tantos Wii Us…

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