Jogando: Halo: Combat Evolved – Anniversary Edition

Dez anos atrás o “Mestre Chefe” e seu game, Halo: Combat Evolved, destruíram a tanga da menina dos olhos de todo mundo e roubaram a virgindade da desgraçada. Literalmente bilhões de horas foram “investidas” por ávidos jogadores de XBOX (e mais tarde de PC) no game que mudou os games de tiro em primeira pessoa para sempre.

Agora a novata 343, empresa interna criada pela Microsoft, herdeira da saga Halo, quer lembrar a todos quão legal o Master Chief é e para onde ele levou aquela inteligência artificial, a Cortana, que você penou tanto para salvar nas últimas três fases de Halo:Reach. O game foi lançado oficialmente no mundo inteiro em preço promocional (em terras brazucas por R$ 99,00) e muitos se perguntaram se a magia de Halo:CE continuava viva 10 anos, e muitos FPS mais novos, depois.

Pois é! Halo:CE não só ainda é um ótimo FPS, mas chuta fácil a bunda de vários games bem mais novos que ele, como a franquia Fear, HomeFront, Brink, Serious Sam e basicamente tudo que não foi Halo, MW ou Battlefield. E enquanto a maior parte dos remakes HD são basicamente um Up-Scalling e uma “demão” de tinta, Halo:CE levanta o dedo do meio e traz um novo motor gráfico, muito mais sofisticado e leve, rodando redondo a 60 frames/segundo e com a habilidade de trocar do visual novo para o visual clássico com um botão (ou uma palavra… eu explico mais para baixo).

E já que tocamos no assunto do motor gráfico Halo:CE Anniversary é bem bonito. Bbbeeeemmmm bonito. Não é Uncharted 3 mas os gráficos são vibrantes, com tons de preto verdadeiros, iluminação fantástica e efeitos de partículas por todo o lugar. A animação dos inimigos ainda é a mesma de dez anos atrás – que ficou um pouco repetitiva se comparada com as modernas rotinas de movimentação – mas ainda é excelente e o conjunto de cenários, com trechos espetaculares de mata virgem seguidos de sépticas instalações dos predecessores, é um trabalho de tirar o folêgo.

O som, sempre majestoso em todos os games da franquia Halo, volta tão bom quanto em Reach. Músicas orquestradas, muito metal, muita percurssão e a sensação poderosa de que, na hora que a música acelera, Master Chief vai brilhar, a onça vai beber água, você vai despejar uma quantidade imensa de munição no ar e não vai sobrar pedra sobre pedra. É bom em um nível John Willians mesmo… sem brincadeira. E some a essa música “foderoza” um controle ímpar, que funciona tão bem que em alguns momentos você vai sentir que o jogo está lendo seus pensamentos – é simples, ágil, rápido, absurdo de tão sucinto e funciona com tanta perfeição que faz você pensar porque a gente precisa da massaroca de botões que é o controle de Battlefield: Bad Company 2.

O controle ainda recebe uma mãozinha do Kinect. Se você tiver um Kinect instalado no seu 360 você pode dar comandos vocais ao jogo. Isso mesmo que você está pensando! Você está correndo e pula numa caverna escura com a equipe de Marines, em vez de procurar o botão para acender a lanterna você diz “FLASHLIGHT” e a lanterna do Master Chief liga. Sem tempo para tocar o botão de granada enquanto luta para sobreviver em uma sala lotada trocando de pente a cada 15 segundos? Sem problemas! Diga “GRENADE” na hora que estiver olhando para a direção que quer a granada e o Master Chief manda ver para você. Além disso todos os controles de vídeo disponíveis no Kinect Zune funcionam durante os vídeos que são conquistados nos nodes/pedestais de informação espalhados pelo Halo, então você não precisa nem relar no controle para pausar, rebobinar ou continuar um vídeo. Além disso experimente dizer “CLASSIC” e ver o game retornar aos gráficos do XBOX clássico e então “REMASTERED” para que ele volte aos gráficos da nova engine. Quando essa moda pegar os games vão ficar ainda mais imersivos.

Halo:CE Anniversary não tem multiplayer. Calma, eu explico! O componente multiplayer presente no jogo é totalmente advindo, dependente e interconectado com Halo:Reach, usando, inclusive, o motor gráfico (engine) do último. Então, se você jogou Halo:Reach e era capitão, você continua capitão em Halo:CE com direito a todas as partes das armaduras que você já conquistou. O game vem acompanhado de um conjunto de mapas específicos mas se você não fizer questão do remake (seu anormal!) os mapas podem ser adquiridos na live por US$ 14,99 no pacote anniversary. Ou seja, o multiplayer de Halo:CE é o multiplayer de Halo:Reach com mais mapas… putz… a única forma de eu ficar mais feliz com essa notícia é se ela me for dada enquanto eu faço sexo selvagem com três virgens gêmeas japonesas!

Finalizando, Halo:Combat Evolved Anniversary Edition é animal. Não é o melhor jogo da terra e, dependendo do seu gosto, nem mesmo o melhor Halo (na minha modesta opinião essa posição pertence a Halo:Reach), mas é um jogo de 10 anos de idade que prova que, se uma obra prima for uma obra prima, ela continua incrível com ou sem botox, face-lifiting e Yoga – sim, George Lucas, meu olhar de desaprovação foi para você!

Bom divertimento pessoal!

RetroReview – Lembrem-se de Reach…

Originalmente publicado no blog http://www.telometro.wordpress.com no dia 14/09/2010

No dia 15 de Novembro de 2001, sem muito alarde, a Microsoft, que de agora em diante vamos chamar de M$, colocou nas prateleiras dos EUA um game que imaginava que poderia trazer alguns dos fãs de FPS para seu console, o XBOX, que amargava um terceiro lugar xexelento na corrida de 3 consoles de 128 bits. Halo trazia uma história interessantíssima, ambientes vastos e abertos e um carinho especial com a música e com o Gameplay, um jogo excelente. A história single player estendia-se por umas 12 a 18 horas e o multiplayer era incansável… encantador…. e completamente viciante. Halo 1, ou só Halo, sozinho, colocou o XBOX no mapa e tornou a Live uma coisa legal.

Agora, no dia 09 de Setembro de 2010, quase 09 anos depois do fevereiro de 2002 quando eu, pela primeira vez, joguei Halo, pelo poder de escrever sobre videogame pude colocar as mãos em Halo: Reach, o prequel do Halo 1, e o último game da franquia a ser criado pelos originais idealizadores, a britânica Bungie. O lançamento oficial é dia 14 de Setembro e todo mundo está esperando por ele. Eu estava… você está… a Live tem um maldito cronometro para o lançamento a meia noite de hoje. Mas a pergunta que não quer calar é: É bom?

Porra… é bom pra !@#$%&*%$#@. É um dos melhores jogos de tiro já criados… e o multiplayer está de igual para igual com Modern Warfare 2 e Bad Company 2.

É improvável que você tenha conseguido se esconder tão bem que não tenha visto fotos e vídeos de Reach por aí, ainda mais com a mega-power-uber-nega campanha que a M$ está fazendo, mas acredite, controlar aqueles gráficos fazem eles ficarem ainda melhores. Não espere coisas de outro mundo, no entanto, os cenários ficaram líndissimos, os horizontes imensos, mas os personagens em si, embora tenham recebido um estilo de arte que demorará muito, muito mesmo, para envelhecer, é pouca coisa melhor do que em ODST, o último Halo, e os veículos antigos só receberam uma “demão” de novas texturas para torná-los mais belos e interessantes, nada muito novo. Impressionante… com alguns momentos pentelhados por quedas no frame rate… mas nada para se escrever para a mãe.

O som é fantástico e as explosões e conversas o trazem diretamente para dentro do game. Originalmente achei que só o Master Chief, por ser Spartan fodão e coisa e tal, tratava os assuntos com a frieza que sua voz relaxada demonstrava. Agora que andei com os Noble posso dizer… se você é um Spartan pouca coisa… muito pouca coisa… pode te meter medo. E ao contrário de ODST, onde você jogava com um bando de humanos que precisavam das duas mãos e esforço para segurar uma submetralhadora que o Master Chief carregava com a mão e bocejando, em Reach você terá um time inteiro de Spartans, com metralhadoras Vulcan sendo carregadas por aí que nem confete e pingue e pongue com lança foguetes. As vozes dos membros da equipe sugerem… até cerca de 60% do game, que eles estão se divertindo com tudo aquilo. A música é digna da série Halo e traz uma aura de misticismo e coragem, meio… nenhum homem, mulher, criança, peixinho dourado ou filhotinho de cachorro extra fofo fica para trás.

O controle é excepcional e deixou para trás algumas particularidades que Halo teimava em manter. Lembra aquela recarga de arma em RT, pois é, ela fez um supletivo, entrou para uma igreja, casou, tomou jeito e se mudou para o X onde toda a recarga de arma tem que ficar. O RT agora golpeia… no lugar do B, o que faz muito mais sentido, pois todo o uso de armas fica só num ponto do controle. A continua pulando o “salto lunar”… porque seu Spartan meio que flutua um pouco quando pula e clicar o direcional esquerdo continua agachando… o chato é ficar segurando o direcional clicado…. puta esquema bizarro. O mais legal é o LT: Quando a aventura começa você apenas corre com o LT, mas conforme a aventura prossegue pode trocar o Sprint (a habilidade de correr) por outras habilidades, como ficar invencível e completamente irremovível, ficar invísivel (ótimo para Snipers e Campers, suas balas também não fazem barulho) ou enviar uma holografia sua para a frente uns dez passos enquanto você corre em outro direção. O covenant mete fogo na holografia e você sai fora e recupera o escudo.

 

Mas o que realmente vai ganhar você, porque foi o que me ganhou e também a minha linda esposa, é a história. Ela começa devagar, com um exercício de rotina, seguido de um conserto de uma antena… tudo vai ficando quieto… os lugares vão ficando sombrios… tensos… MEU DEUS O COVENANT… DEUS OH DEUS… FOGO… FOGO NELES!!!! É como Aliens, de James Cameron, quando você finalmente vê os aliens você já está com medo de toda a maldita-base-abandonada-cheia-de-coisas-que-fazem-barulho-e-parecem-inimigos-chegando-pelas-suas-costas. E quando o covenant aparece, eles não são o Covenant cansado de guerra de Halo 3, ou o covenant limitado pela capacidade do processador de Halo 1. Não senhor! Esse é o covenant no auge… preparado para batalhar… preparado para vencer. Seus líderes estão vivos… suas tropas motivadas… suas equipes preparadas. E os elites estão de volta. Melhor armados que os brutes e centenas de vezes mais rápidos e inteligentes, os Elites mostram porque nós tínhamos achado Halo 3 fácil demais. O Gameplay é rápido, decisivo, enorme, cheio de veículos, bases, estradinhas, entradas, batalhas maiores que a vida e veículos. E os veículos variam muito mais… dos já conhecidos Mongose e Warthog até os novos como as naves Sabre e Longsword, cada uma mais legal que a outra.

Em suma, se você já gostava de Halo, esse é o jogo que o fará encontrar sua cara metade, destruir o universo com ele e partir para o abraço. Se você, no entanto, não gostava de Halo, esse game fará um trabalho excelente de convertê-lo ou, pelo menos, diverti-lo. Super mega recomendado.

Reggie Fils-Aime promete um novo super sucesso com o Wii U

O cara, o homem, o mito, a lenda, o presidente da Nintendo da America Reggie Fils-Aimes avisou geral: A Big N vai repetir o sucesso do Wii no Wii U.

“O Wii U vai entregar uma experiência diferenciada, que só pode ser conquistada com duas relas. Se tudo que nós estivessemos oferecendo fossem jogos em HD, isso já foi feito milhares de vezes nos últimos anos. Nos vamos tirar vantagens das duas telas, da conectividade, dos controles por movimento e vamos repetir a mudança de paradigma de mercado que fizemos com o Wii e o DS.” disse o executivo claramente excitado com o prospecto de mudar o mercado de novo, e prossegue dizendo “Tenham certeza que mais jogos serão lançados para o Wii, principalmente depois de passada essa janela de lançamento do 3DS. Há milhões de unidades lá fora e nós não vamos deixar esses usuários de mãos vazias.”.

Lindas palavras Reggie… já estamos salivando!

Parte o escritor de Pac-Man Fever

De acordo com o site oficial da dupla Buckner e Garcia (sim… eu sei que você nunca ouviu falar) o Sr. Gary Garcia morreu hoje, em seu lar, em Englewood, Florida.

E daí?

Daí, seu inculto, que essa dupla fez um LP em 1982 com músicas baseadas em sucessos de arcade como Frogger (‘Froggy’s Lament’), Asteroids (‘Hyperspace’), Donkey Kong (‘Do the Donkey Kong’), Centipede(‘Centipede’) e, a mais famosa, Pac-Man (Pac-Man Fever). Sons dos jogos foram capturados em Arcades e misturados as letras das músicas e o centro do LP tinha um Pac-Man. O LP foi um sucesso na época chegando a ficar em 9º nas paradas de sucesso americanas.

Depois do single “E.T., I Love You” a banda caiu no ostracismo (Será que é porque eles fizeram uma música baseada no pior jogo de videogame já feito na história?). Mas vale a pena lembrar a dupla, principalmente agora que suas músicas forma disponibilizadas de graça em Rock Band. Uma palhinha…

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Papai Mario faz 59 anos!!!

Em uma nota mais feliz Shigeru Miyamoto, criador de Mario, Zelda e mais um porrada de games, fez 59 anos. E por que você deveria se importar?

Porque esse japonês sorridente não foi só responsável por Mario, Zelda, Pikmin, F-Zero, Pilotwings, Donkey Kong, Nintendogs, Wii Sport – tá… por isso também – mas principalmente porque ele mudou a indústria de videogame para sempre.

Parabéns Miyamoto Sama – você é um Deus entre os homens!

A Nintendo mostra Karts do Mario Kart em tamanho real!

Durante a Los Angeles Auto Show a Big N dá um show de publicidade e coloca réplicas FUNCIONAIS dos Karts de Super Mario Kart 7, o novo do 3DS, para todo mundo babar na feira.

Os veículos são o Kart padrão do Mario e o Bumble V do Luigi e forma feitos por uma empresa especializada em carros customizados, a West Coast Customs.

E o mais legal é que dois felizardos vão levar esses carts para casa! Depois que a L.A. Auto Show acabar, em 27 de novembro, os membros do plano especial de clientes da GameStop, o Power Up Rewards Program, vão receber cupons para cada compra que fizerem nas lojas da rede ou no site (www.gamestop.com) – um vencedor será sorteado em fevereiro.