Nintendo volta para a CES!

Depois de ficar 16 anos fora da Consumer Eletronic Show de Los Angeles, uma das mais conceituadas feiras de eletrodomésticos do mundo. Pode parecer estranho para uma empresa de videogames, mas antes da E3 existir esse era o lugar onde se iá para ver os lançamentos, mas a Tokyo Game Show, a Eletronic Entertainment Expo e Game Developers Conference mantiveram a big N ocupada mostrando fora da CES tudo desde o Nintendo 64.

A feira começa dia 06 de Janeiro e dura 3 dias. Serão 35 expositores incluindo, mas não limitados a Microsoft,  AMD, HP, Intel, Lenovo, LevelUp, Logitech, Microsoft, Nokia e Sony.

Tomara que a Nintendo tenha algo legal para mostrar… tipo o 3DS!!!!

 

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A Nintendo arregaçou… detonou… estuprou… o mercado… de novo!

A data de compra do ano americano é o fim de semana seguinte ao dia de ação de graças… uma sexta feira feriado que cria um fim de semana prolongado onde todo mundo compra seus presentes de natal e a economia americana gira milhões. Mas ninguém, nem mesma a super Microsoft que estava em seu terceiro mês vendendo mais 360 do que a Nintendo vendia Wiis podia esperar o resultado que houve:

É melhor você sentar! Foram 600 mil Wiis e 900 mil DSs!!! Isso mesmo, 1,5 milhões de consoles/portáteis vendidos no período que comporta o dia 26, 27 e 28 de Novembro de 2011.

Posso fazer uma conta com você? São aproximadamente 9000 consoles/portáteis por minuto em que as lojas estiveram abertas!!!!!

Acho que agora eu vou até ali dar uma olhada na estátisca de venda do Move e rir um pouco (não dá para tirar sarro do Kinect porque ele é bem legal!).

Jogando Donkey Kong Country Returns

Quando a guerra dos 16 bits estava no auge, quando o mega drive tinha o Sega cd e o Sega 32-X e os videogames de 32 bits estavam ali, virando o quarteirão, a Nintendo decidiu mostrar porque não estava preocupada em trazer ao mundo um videogame de 32 bits. Ela mostrou esse comercial:

Yes… Yes… Yes… eram os melhores gráficos que nós já tinhámos visto e estavam lá, para quem quisesse ver, em um super nes perto de você. E não só o gráfico de Donkey Kong Country era majestoso, mas os cenários eram super bem criados, a animação (seja dos inimigos, seja dos kongs, seja dos animais) era super bem feita e a música era animal.

14 anos depois, pela mão da Retro Studios, os mesmos anjos que trouxeram ao mundo a série Metroid Prime (ou seja, basicamente reinvetaram Samus para uma nova geração), reinventam para o mundo a dupla de Super macacos… and boy oh boy… que toque de Midas que a Retro tem. Donkey Kong Country Returns, ou DKCR, é como sentar num dia de chuva, na casa da mãe, para comer bolinho de chuva ou klustule. Tem gosto de passado. Tem gosto das coisas boas que não voltam mais. Tem gosto de querer mais e mais.

A retro seguiu o caminho certinho e não se deixou intimidar pelos galhofeiros no caminho: É 2D, é difícil como o inferno, é instigante, tem porcentagem de jogo completo e itens adquiridos e o controle é perfeito. Mas vamos por partes…

Graficamente o jogo é incrível. Não tendo um gráfico realista como o de 007 Goldeneye para ter que se preocupar, a Retro fez misérias com uma nova engine gráfica criada para o Wii. 3 ou 4 planos em paralaxe, com velocidades de movimento diferentes, e que por vezes fazem parte das ações de jogo, como quando os kongs tem que usar um barril para ir para um plano de fundo de tela e passar por trás de um penhasco, ou quando um chefão corre em um plano de fundo atirando no plano frontal da tela. Animações perfeitas, tanto dos inimigos quanto dos Kongs, juntam-se a um estilo de arte inovador, mas inumanamente simples e bem feito. Assim como o DKC original, daqui a 10 anos, esse game ainda vai ser lindo.

Ao lado do novo motor gráfico utilizado a Retro utilizou um sistema de física extremamente funcional. Água vai e volta com fluidez e em tempo real, objetos e colunas atingindos resistem ao impacto, tombam, caem ou se espatifam. O Kongs tem peso, assim como seus inimigos, e os barris, com diferenças de distâncias quando são arremessados, etc… Uma das fases que a nova física possibilitou é de tirar o fôlego, quando os Kongs devem passar por uma área carregada de meias-luas de terreno presas a tiras de couro que rodam e se movem conforme o momentum com o qual você atinge elas. Lindo e extremamente excitante.

O som do jogo é carregado de melodias bem feitas e extremamente carismáticas, você vai se pegar cantarolando elas em dois tempos. Os sons são bem feitos, mas nada que vá mudar o valor do pacote. O controle, no entanto beira a perfeição e torna muito mais simples você vencer a dificuldade insana do game. Por que? Porque como dizia nosso grande mestre e guru, Fabio Ortolan, vulgo Mahou, “Quando você erra, é culpa sua… e só sua!” ; se você errou o salto, não foi o controle, se você errou um barril não foi o controle… FOI você !!! E você vai querer tentar de novo e de novo.

Dificuldade perfeita, controle perfeito, gráficos excelentes e som encantador. O que diabos você está esperando… corra agora mesmo pegar o seu.

Jogando: Sonic Colors

Eu disse lá no review de Sonic 4 que tudo que eu queria da Sega é que ela me desse a velha jogabilidade em 2D do Sonic e tudo ficaria bem. Eu
disse que um bom Sonic só precisava dos robozinhos do Robotinick e do próprio e asqueroso super vilão no final. Eu disse que qualquer mudança na jogabilidade só estava vindo para estragar a franquia.

E eu… como o gamer crítico e ranziza que sou… aceito que eu estava errado.

As vezes, na medida certa e nas mãos certas, inovações podem ser legais para caramba.

E meu ano ficou completo com não um só bom jogo do Sonic… mas DOIS bons jogos do Sonic.

Tipo… é sério… muito sério. É como se alguém na Sega tivesse dito “Ok. Chega. Já fomos motivo de risadas por tempo suficiente. É hora de mostrar porque estamos aqui. É hora de mostrar o que manteve o Genesis vivo durante os anos de batalha com o Super Nes. Vão para suas mesas e só voltem quando tiverem um super game do Sonic em mãos.”. Sonic está tendo um renascimento em 2010. Começou com o jogável Sonic and Sega Racing, melhorou… muito muito muito… com Sonic 4 Episode 1 e, ao que parece, a Sega estava guardando o melhor para o final: Sonic Colors. O primeiro Sonic moderno que temos.

Graficamente o game brilha. Lembram quando eu falei no gráfico de Sonic 4 Episode 1 – é… é bem parecido. Sonic é bonito, bem desenhado e brilhantemente animado. Suas movimentações são suaves e os não há problemas nas detecções de colisão ou de queda de frame rate em lugar nenhum. Os inimigos receberam uma camada a mais de polimento e suas animações foram transformadas em mapas completos em 3D, e os vilões maiores, assim como os Wisps são muito muito bem feitos. Os cenário são lindos, tanto os em 3D quanto em 2D e as mudanças entre os trechos são feitos de uma maneira tão imperceptível que você leva alguns segundos para perceber que já se acostumou com a nova jogabilidade. Os trechos em 3D tiveram a velocidade reduzida e se tornaram mais simples e menos irritantes.

O departamento sonoro foi muito bem trabalhado com músicas bem ao “estilo Sonic”, gostosas e grudentas, que vão ficar presas em seu cérebro por muito muito tempo – o som dos inimigos, dos itens e do próprio Sonic parecem muito semelhantes aos de Sonic 4. Uma coisa que deve ser levada em conta aqui é que o número de personagens diminuiu drasticamente e com isso a Sega se deu ao trabalho de achar novos atores para as vozes de Sonic, Robotinick e Tails – a melhor manobra comercial que ela podia fazer – Sonic não soa mais como uma menininha metida de 13 anos que acabou de menstruar.

O controle é excelente… o melhor de qualquer Sonic que tenha alguma parte 3D. A jogabilidade, no entanto, é o que chama mais a atenção no novo título da Sega. Os Wisps que já citamos, são criaturinhas aprisionadas por Robotinick para a criação dos servos em seu Super Park temático (eu juro por deus que eu não estou inventando isso). Quando libertas elas dão ao Sonic poderes especiais, conforme a cor das mesmas. Por exemplo, o amarelo permite que Sonic vire uma broca amarela bem invocada e penetre solos macios, enquanto os rosas permitem que Sonic vire uma espécie de serra circular que pode cortar obstáculos, grudar no chão e destuir inimigos, entre outras coisas e o azul permite que Sonic vire uma espécie de laser e sai batendo e refletindo em paredes e inimigos até ficar físico de novo. Some a isso uma engine de física que realmente funciona, o super controle que já citamos e um desenho de estágio que paga um pau absurdo ao mais do que fantático Super Mario Galaxy e você terá o Sonic de uma vida!

Ah. Antes que eu me esqueça o jogo tem um Co-op… mas mantenha-se afastado dele. Ele não tem 1% da inspiração do single player e francamente consiste em uma série sem graça de competiçõezinhas entre dois Sonics.

Por qualquer outro ângulo que não o multiplayer esse Sonic é perfeito. É difícil como o cão, lembrando os games do Sonic do Mega Drive, rápido sem ser impossível e absurdamente bem desenhado. Super super recomendado. Eu estou jogando e você também deve.

The Last Story online!!!

Na lista das pequenas coisas que as vezes passam despercebidas quando muita gente está falando do mesmo game, uma pequena novidade sobre  The Last Story o próximo Uber RPG da produtora Mistwalker passou despercebida. Ele tem funções online. Mas calma galera… não entrem em modo de fúria ainda… esperem que a gente já explica.

O jogo “normal” single player tradicional, mas com algumas pequenas modificações, que vem sendo alardeado como o grande salvador dos RPGs japoneses está lá, como papai Hinoboru Sakagushi prometeu, mas também haverá um lobby para até seis jogares entrarem em modos coopera- tivos e competitivos online.  Sejam em batalhas de personagem vs personagem, em dois grupos de 3, ou de 3 a 6 personagens juntos em batalhas contra sequências de inimigos e chefões.

Ainda não foi dito se haverá algum modo de multiplayer local, mas já foi confirmado que o single player será afetado pelo multiplayer, provalvelmente no formato de uma arena ou itens únicos para aquelas que se aventurarem online.

Os japoneses pegam o game dia 27 de janeiro… o lançamento no ocidente, segundo a Nintendo, não deve acontecer antes do segundo semestre.

Quer um presente de natal que é o máximo… seja platinum no clube Nintendo!

O Nintendo Club, clube de vantagens americano para os usuários dos produtos Nintendo, explodiu todas as expectativas de presente para seus sócios platinum. Apenas como um adendo rápido, cada jogo que você comprar e colocar o registro dele no site (com o número único que vem no manual) , além de downloads e games do virtual console, valem pontos, e depois de juntar por um determinado tempo você pode trocar por posteres, camisetas, botons e os super cobiçados Gold e Platinum prizes…. e o platinum desse ano é:

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H.A.W.X. 2 está a caminho do Wii

Quase 6 meses depois do lançamento oficial do segundo game na franquia de simuladores de vôo do super escritor de ficção militar Tom Clancy para os consoles HD a Ubisoft, ensaduichada pelo seus diversos jogos para Kinect, achou tempo para construir uma versão para o Wii. O game sai amanhã (11/11/2010) no mundo inteiro e tem o valor de venda médio de US$ 29,99. O game trará modos de single player e multiplayer local, tanto cooperativo, competitivo e contra-operativo (onde um jogador tenta realizar as missões single player e o segundo jogador controla um inimigo por vez, respawnando em um novo inimigo quando morto e tentando derrubar o primeiro jogador).

Uau… que incrível ubisoft!

Curta bastante Cod: Black Ops porque a franquia pode estar indo para o espaço…

E não… eu não estou tirando sarro com isso. A Activision, dona da franquia, registrou os nomes “Future Warfare,” “Advanced Warfare,” “Secret Warfare,” e “Space Warfare” a um tempo atrás. Mas informações da responsável pelo próximo game da franquia Call of Duty, a empresa americana Sledgehammer games, formado pelo pessoal despedido da visceral, antigo estúdio da Eletronic Arts, mostra que a empresa está criando um game mais Sci Fi, talvez até baseado em Sci Fi Hard (aquele tipo de ficção científica mais séria onde as pessoas morrem no vácuo e não existe a força). Não obstante a Activision não comentar o rumor os membros da Sledgehammer disseram que os fãs de halo devem segurar seus chapéus.

O novo game chegará no primeiro semestre de 2011 para o PS3, Xbox 360 e Wii.

Jogando – Goldeneye 007

Em 1997 o Nintendo 64 ganhou um dos melhores jogos de primeira pessoa do mundo. Goldeneye era uma reimaginação do filme lançado dois anos antes, e o primeiro com Pierce Brosnam, e trazia um dos single players mais completos e instigantes da história somado a um multiplayer cavalarmente bem executado e finamente equilibrado – a menos que você fosse um dos covardes sem culhões que jogava usando o Odd Job… nesse caso você, e sua genitora, não prestam.

Agora, mais de 13 anos depois, a Activision “recicla” o clássico game da Rare com exclusividade para o Wii. Uma reimaginação da reimaginação! Colocando Daniel Craig, o novo e muito muito mais legal Bond, no lugar de Brosnam e refazendo a história completamente para torná-la mais atual, o game traz os mesmos desafios de outrora mas com toda a modernidade que os jogos de primeira pessoa ganharam nos últimos anos. O resultado final?

O melhor FPS do Wii! Sem brincadeira!

Goldeneye 007 não é uma sequência feitas as pressas apenas para ganhar um troco fácil em cima da lenda da época do Nintendo 64. É um jogo feito desde o ínicio levando em consideração as capacidades e limitações do Wii e trazendo uma engine que faz miséria com representação de cenários enormes, com efeitos meteriológicos realistas (Sua arma vai ficando coberta de flocos de neves se você ficar parado por mais do que alguns instantes, nevascas diminuem sua capacidade de visão, vapor atrapalha e difunde a iluminação de ambientes internos). Graficamente o jogo é excelente, com sincronia labial bem trabalhado, animação excelente, efeitos de iluminação e de física geniais e cenários destrutíveis. E ainda mais legal se proteger em uma barricada de concreto que vai aos poucos se desfazendo e mostrando a estrutura de aço por baixo dela… ou matar vários inimigos atirando em enormes barris de combustível que arrancam e arremessam pedaços enormes de cenário por toda a parte.  Os estágios ficam ainda mais interessantes quando você jogou a versão do 64 anos atrás e vê como os gráficos avançaram e como o design de estágios era fantástico na época e se tornou ainda melhor com o tempo. Além do que Craig tem mais Bond no dedinho mindinho dele do que Brosnam tem em todo o corpanzil fora de forma dele.

O som é outra estrela do game. Desde a abertura refeita em gráficos poligonais do filme, com direito a música da musa Tina Turner, as refeitas músicas dos estágios e as constantes entradas da música tema de Bond, a parte sonora de Goldeneye é soberba. As vozes são bem realizadas, com o retorno de Judi Dench como a chefona de Bond, M, Izaabella Scorupco, como Natalya Simonova e Famke Janssen, como a deliciosa e mortal Zenia Onatopp (“Onatopp? Onatopp. Onatopp?! Always!!!” – se você não se lembra desse diálogo compre o filme agora… é a diferença no cinema entre ser sexy e ser vulgar) e os inimigos grunhem, gritam e se desesperam de forma muito realista. Som em 5.1 ajuda muito mesmo, mas mesmo um Home Theather com Dolby vai transformar esse game em um espetáculo.

O controle é sem igual, golpeie com o Nunchuck e atire com o Wiimote. Simples e direto. Se você golpeiar uma pessoa pelas costas (ou em algumas situações específicas, como se ela estiver pendurada na porta de um caminhão) você verá uma pequena animação, que tem centenas de variações, que mostram Bond liquidando de forma sorrateira e definitiva, aquela pessoa (ou chutando a porta do caminhão com força e fazendo a pessoa atingir a parede de um tunel e cair de costas no chão). As armas tem pesos e tempos de reação diferentes e o controle é simples e funcional com todas elas. A jogabilidade não deixa a peteca cair e mostra que a Activision realmente quis usar todo o apredenzido da série Call of Duty no novo game do 007 – as fases são longas sem serem chatas e ação é funcional e direta, sem ser imbecil e sem cansar. O jogo não é muito longo, no entanto, contanto com umas 6 a 8 horas na campanha normal do single player. Mais se você quiser terminar na dificuldade 007. E muito mais se quiser usar o novíssimo modo 007 classic. O que é o modo 007 classic? Lembram-se como era o mundo antes de energia que recarrega sozinha e pistola de munição infinita? Então… é isso. Você tem que coletar vestes para recarregar o life o tempo todo, quatro ou cinco tiros e você está morto, uma só explosão por perto (o míssel ou granada nem precisa te acertar) e você já era e quando a munição acaba você tem que se virar com as mãos. Awesome!!!!

Mas é no multiplayer que Goldeneye 64 explodia o barraco e todo mundo estava esperando para saber se a reimaginação iá  conseguir entregar os pontos necessários neste departamento. E entregou. Você pode jogar com até 4 pessoas em tela dividida no aconchego do seu lar, mas pode ir para até 8 jogadores online, seja em um deathmatch ou em uma competição de dois times de quatro gamers. Há os modos clássicos de jogo, como Deathmatch, modos cooperativos como capture de flag (pegue a bandeira do inimigos) e black box (mate quem está carregando a caixa e leve-a para o seu lado da arena, com sua equipe te protegendo) e novíssimo Legends, que faz com que, cada vez que você ressucite, após uma morte, você volte como um personagem diferente da galeria de heroís e vilões do Bond, como Odd Job, Ouromov, etc…

Embora não seja perfeito, algumas cenas com muitos objetos tem uma queda de frame rate considerável, o uso do tanque podia ter sido melhor explorado, entre outras coisas; Goldeneye 007 é, sem dúvida nenhuma o melhor FPS do Wii. Se a palavra do Mini vale alguma coisa corra agora mesmo até uma loja e consiga uma cópia para você – o final desse ano está ótimo para os donos do Wii.

Agora dá licença que eu tenho um multiplayer para jogar.

O Wii não vai ficar mais barato nesse natal

A Nintendo, apertada de um lado pelo Kinect e do outro pelo Move, deu uma demonstração enorme de confiança no taco do Wii. “Não haverá redução de preço do Wii neste natal” disse o presidente da Nintendo da America Reggie Fill-Aimes “Acreditamos que estamos no patamar correto de preço e de produtos para o mercado. A Nintendo vai focar, nesse natal, nos bundles e promoções para o comprador final.”. E ele não estava brincando, Goldeneye do Wii vem com controles dourados e tem uma versão do Wii que vem direto com o game,  a versão especial de 25 anos do Mario já chegou as lojas e tem feito estrago… aparentemente nem a perda de dinheiro com a queda do Yen amedrontou a gigante de Kyoto.

Apimentando mais ainda a conversa Reggie prosseguiu “Atingimos um patamar onde a plataforma está tão difundida que queria comprá-la já o fez ou está em vias de fazê-lo… agora é hora de fazê-los acreditar no que compraram.”. Considerando que o 3Ds já está na boca do forno… estamos com você Reggie.