Ainda mais besteira sobre o PSP Vita

Se a besteira sem tamanho sobre os memory cards já não tiver deixado você completamente estéril pelo resto da sua vida, prepare-se para ter vários PSPs Vita na sua casa.

O Vita foi desenhado para ser usado por apenas um jogador. Isso evita senhas, reconhecimentos e outro problemas de segurança que poderiam atrasar ou atrapalhar o usuário. Suas redes sociais, canal de youtube, músicas favoritas, serão automaticamente ativados quando você iniciar seu PSP Vita.” informou a Sony.

Na prática isso significa que cada pessoa na sua casa terá que ter seu próprio VITA e todas as suas informações ficarão abertas para quem suar seu vita. “Se o usuário achar necessário o vita poderá ter um código de inicialização.” tentou tranquilizar a multinacional japonesa “Achamos que o público não está realmente preocupado com isso.” concluiu o porta voz.

Afinal por que o público ficaria preocupado de deixar as senhas de sua vida digital gravadas em uma máquina da Sony? Talvez porque o maior incidente da curta história da segurança digital nos videogames tenha ocorrido no PS3?

Meus vastos poderes mentais prevem uma queda imensa no número de PSP Vitas vendidos…. seguido do 3DS manter a liderança… seguido do Vita ser esquecido pelos produtores.

Ou seja, eu prevejo um repeteco do PSP! E vocês?

VGA 2011 – O Oscar do Videogame entregou seus prêmios

O Video Game Awards, um evento de premiação criado pela Spike TV, cresceu e ficou internacionalmente reconhecido como o Oscar dos Videogames. Menos cult que o prêmio Famitsu e mais sério que o Best of Best Videogames da Gamespot a comparação é bastante justa e o prêmio vem surpreendendo ano após ano com milhares de trailers, anúncios e aparições.

O VGA desse ano não foi diferente e embora eu não concorde com o jogo do ano (eu acho que Zelda Skyward Sword merecia mais) a única surpresa real foi a total ausência de Gears of War 3 em qualquer lugar da lista. Vamos a ela:

JOGO DO ANO: The Elder Scrolls V: Skyrim

ESTÚDIO DO ANO: Bethesda Game Studios

MELHOR JOGO de XBOX 360: Batman: Arkham City

MELHOR JOGO de PS3: Uncharted 3: Drake’s Deception

MELHOR JOGO de WII: The Legend of Zelda: Skyward Sword

MELHOR JOGO de PC: Portal 2

MELHOR JOGO para PORTÁTIL:  Super Mario 3D Land

MELHOR SHOOTER: Call of Duty: Modern Warfare 3

MELHOR JOGO AÇÃO/AVENTURA: Batman: Arkham City

MELHOR RPG:  The Elder Scrolls V: Skyrim

MELHOR MULTIJOGADOR: Portal 2

MELHOR JOGO DE ESPORTE INDIVIDUAL: Fight Night Champion

MELHOR JOGO DE ESPORTE COLETIVO:  NBA 2K12

MELHOR JOGO DE CORRIDA: Forza Motorsport 4

MELHOR JOGO DE LUTA: Mortal Kombat

MELHOR USO DE CONTROLE POR MOVIMENTO: The Legend of Zelda: Skyward Sword

MELHOR JOGO INDIE: Minecraft

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: Batman: Arkham City

MELHOR CANÇÃO NUM JOGO: “Setting Sail, Coming Home (End Theme)” por Darren Korb – Bastion

MELHOR TRILHA SONORA: Bastion

MELHORES GRÁFICOS: Uncharted 3: Drake’s Deception

MELHOR INTERPRETAÇÃO MASCULINA: Mark Hamil como Joker – Batman: Arkham City

MELHOR INTERPRETAÇÃO FEMININA: Ellen McLain como GLaDOS – Portal 2

MELHOR JOGO POR DOWNLOAD: Bastion

MELHOR DLC: Portal 2 Peer Review

JOGO MAIS AGUARDADO: Mass Effect 3

Houve ainda diversos trailers novos como a revelação do novo Alan Wake, do novo survival horror da Naughty Dog (a resposta da Sony ao Left 4 Dead) e dois trailers de cair o queixo: Mass Effect 3 e Metal Gear Rising.

E aí concordam com os vencedores? Discordam? Opiniões aí embaixo…

South Park vai ganhar um RPG

Sim… por mais estranho que isso possa soar. A Obsidian Entertainment, empresa responsável por KOTOR 2, o RPG do Sonic e Fallout: New Vegas, entre outros games está produzindo, para a distribuidora THQ, um game baseado no seriado South Park. Como os dois criadores do seriado estarão participando do desenvolvimento da história do game pode ser que o resultado final mantenha o humor que caracterizou a série por mais de 10 anos.

E sim. É um RPG de South Park.

Quer pagar entre 4 a 7 dólares por giga de memory card… é só comprar um PS Vita.

A Sony surpreendeu o mundo quando confirmou o preço do Playstation Vita em US$ 250,00. Uma senhora configuração (basicamente um PS3 de mão) pelo preço atual do PS3 120 Gb. Parecia um negócio imperdível.

Até hoje…

… quando eles revelaram o preço dos memory cards!

Eu explico. O PS Vita vai exigir… exigir… o uso de memory cards. Os games não funcionaram sem eles e o sistema não possuirá NENHUMA memória interna. Então embora você possa downloadar filmes, música e jogos de PS1, PS2 e feitos especialmente para a PSN, você terá que comprar um memory card para isso.

Um detalhe: Os memory cards do vita são EXCLUSIVOS DO VITA. Eles não são os magic cards das filmadoras e máquinas fotográficas da Sony e nem os SD cards, basicamente o padrão do universo de memory cards.

Agora falta eu contar o preço para vocês que é oficial e já consta em vários sites americanos, como a Gamestop e a Target, em pré venda. O cartão de 4GB vai sair a U$24.99, o de 8GB U$39.99 , o de 16GB a U$69.99 e o de 32GB a míseros U$119.99 – QUASE A METADE DO PREÇO DO APARELHO!!!

Isso dá entre 4 a 7 dólares por GB, enquanto cartões de memória normais custam entre 1 a 1,75 dólares por GB. Deus, um HD externo de 500 Gb custa algo em torno de R$ 150,00 – são R$ 0,30 por giga!!!

De que parte do ânus infecto da Sony ela tirou essa precificação? Desculpem aos fãs… se existir algum… mas isso é ridículo. Isso sobre o preço mínimo do aparelho para US$ 274,99 – isso se você não comprar nenhum game ou acessório no lançamento e optar pelo mínimo de memória a ser utilizado. Como os jogos terão saves e DLCs… ops… 4GB rapidamente vão se tornar pouca coisa…

Eu estou pasmo!

A sony tem uma longa história de tentar forçar suas mídias proprietárias na boca coletiva da sociedade. Betamax, Mini discs, Super Audio CDs, UMDs – estão sentindo esse cheiro? É o cheiro do fracasso! Não queremos usar sua mídia Sony! Não importa quão legal você queira fazer ela parecer.

E muita gente que eu conheço virando para mim e falando “O Vita vai destruir o 3DS!” ou “O Vita vai acabar com o mercado dos Smartphones!” – é isso aí pessoal… fadas e doces para todos… eu ainda me lembro da última que a Sony ofereceu ao mercado um espantoso portátil por US$ 250,00.

Ele se chamava PSP … … … e falhou miseravelmente!

 

Jogando: The Legend of Zelda: The Skyward Sword

A Lenda de Zelda: Skyward Sword é o melhor jogo do Wii. Ele é o jogo que os donos de Wii ficaram esperando 5 anos para terem. A culminação da tecnologia e do paradigma da Nintendo de que controles por movimento podem, sim, mudar o mundo para sempre. Não só isso mas é o melhor Zelda já feito, destronando Ocarina of Time, Link’s Awakening e, meu favorito, Wind Waker.

Ouso dizer mais: Se Skyward tivesse sido o primeiro Zelda do Wii, ao invés de Twilight Princess, a biblioteca de jogos do Wii seria bem melhor. Eu explico: ao lançar um game adaptado do Game Cube, com poucas melhorias visuais e controle por movimento implementado de forma “encaixada” a Nintendo, acidentalmente, passou um recado ao mercado que isso era aceitável no Wii. E as produtoras entupiram o console de ports de jogos de PS2 e PSP, com pequenas melhorias visuais e quase nenhum aproveitamento dos controles por movimento.

Pronto. Agora que deixamos esse fatores em pratos limpos podemos começar a conversar sobre o game de um ponto de vista objetivo.

O gráfico de Skyward Sword vai ser comentado e recomentado por anos a fio. Seu estilo gráfico quase como uma pintura impressionista, mesclando estouro esperados de polígonos com um efeito de borrão fazem com que os objetos distantes pareçam saídos de uma pintura feita a pinceladas fortes, enquanto os objetos mais próximos tem um estilo gráfico composto apenas pelas cores, sem linhas de definição marcadas, quase como uma graphic novel em aquarela – é lindo, inovador e se aproveita completamente das capacidades do Wii. A animação dos personagens é soberba, com movimentos realistas, olhos imensamente expressivos e linguagem corporal verdadeiramente convincente. Os monstros são incrivelmente bem feitos e realmente funcionam no ambiente deles, os cenários são perfeitos e favorecem a exploração e os personagens principais são tão incríveis que você vai rir e chorar com eles.
Se isso não fosse o suficiente Zelda entra de sola na música orquestrada e destrói. A melhor Saga de games do planeta, que já tinha uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos, implode o pavilhão auricular de todo mundo e invade o lugar com armas disparando músicas fantásticas. De músicas lúgubres e tenebrosas a melodias alegres e descontraídas, Skyward Sword é um trabalho de mestre, uma obra prima do sempre genial Koji Kondo e um complemento mais do que perfeito a nada modesta apresentação criada pelos gráficos do game.

O controle é absolutamente fantástico. A Nintendo finalmente conseguiu controle 1:1 e os movimentos exatos que você fizer com seus braços serão transferidos para sua espada. Você, é claro, não precisa fazer o movimento com força total e destruir o braço depois de algumas horas de jogo, um simples movimento mais rápido naquele ângulo e direção já farão o serviço. Tudo isso sem considerar que você voa, e controla diversos itens, usando o controle quase como uma avianhãozinho de brinquedo, subindo e descendo a mão em diversas direções. Link se move com perfeição, usar os itens é sempre divertido, voar com seu Wingloft é estarrecedor de tão bom e todos os aspectos do controle mostram que, se bem usado, os controles por movimento criam mais uma camada de imersão do gamer no game.

E se a história do game não te encantar….

… só posso concluir que substituiram seu coração por um forno de microondas!


Zelda sempre foi uma história sobre crescimento. Sobre deixar para trás uma vida ídilica ou conhecida e partir rumo ao novo, ao desconhecido. Se em Wind Waker você era forçado pelo amor fraternal em relação a sua irmã e em Ocarina of Time a descoberta que sua vida era uma plácida tela de mentiras cobrindo um batismo de sangue, Skyward Sword é sobre amor. A nova Zelda, que ainda não é realeza visto que o reino de Hyrule ainda não existe, ama Link – de uma forma terna, real e completamente humana. Eles estão apaixonados. É claro na maneira como eles se olham, na maneira como se tocam e na maneira como se comportam. Não é um namorico de pés arrastados e olhos no chão – é uma amizade que cresceu, virou amor e continua caminhando em direção a algo imenso e maravilhoso. E aí essa relação é violentamente rompida pela necessidade dos dois crescerem, em poucos dias, e aprisionarem um ser imensamente maligno que vai destruir tudo. A vida dos dois muda completamente em poucos dias e nessa bagunça criada por Gihahim (o vilão do game), muitas coisa serão explicadas: da origem da roupa verde a constituição de Hyrule, da razão da diferença entre Hylians e Hyruleans (Elfos e Humanos, respectivamente) a construção da espada mestre. Skyward Sword responde 25 anos de dúvidas e abre milhões de novas possibilidades para a série.

Pela primeira vez, de forma séria, é possível ver como os games se conectam e que realmente existe uma timeline. Pela primeira vez consegue-se entender certas partes do universo da franquia sem buscar explicações externas. A Nintendo fez o Silmarillion de seu Senhor dos Anéis e, embora mais solitário e com bem menos nomes, não é nenhum milímetro menos épico.

A lenda de Zelda: A espada voltada para o céu (sim… essa é a tradução de Skyward Sword) é um jogo que vai ser falado por anos. Ele mescla um estilo gráfico, que assim como em Wind Waker, jamais vai envelhecer com milhares de conquistas técnicas feitas ao longo do caminho de 5 anos do Wii no mercado. Ele também carrega uma dose enorme de carinho de sua equipe de desenvolvimento, de tradução e de localização, com uma apresentação que é, no mínimo, estelar. Esse game é a culminação do que a Nintendo vem pregando a anos, mesmo em um mercado que parece soterrado por sangue, soturnidade e gráficos em HD. Zelda não é Skyrim, Gears, Uncharted ou Mass Effect – e nem deve ser. É um game perfeito, com notas perfeitas (40/40 na famitsu – só isso já diz tudo) e que veio para a lembrar a todos nós.

Todo jogo tem uma história…

… só um é uma lenda!

A lenda de Zelda: The Skyward Sword destruiu o mercado…

Com mais de 535.000 unidades vendidas em uma semana de lançamento!!! 535.000 unidades!!! Se contar que o game saiu a meia noite do dia 20 e contar até a meia noite do dia 27 (ontem, domingo, último dia do feriado da black friday – a sexta feira louca onde os americanos normalmente compram como insanos) são 192 horas, ou seja, 11.520 minutos, ou ainda 691.200 segundos. São 535.000 unidades em 691.200 segundos… conseguem fazer a conta?

Eu faço para vocês. É um zelda vendido a cada 1,29 segundos. Aproximadamente 46 Zeldas vendidos a cada minuto! E isso considerando que as lojas tinham que fechar a noite, que lojistas tinham que comer, usar o banheiro e todas essas coisas não divertidas e que não dão XP.

Sem falar que Zelda fez explodir a venda do Wii, mesmo o videogame sendo o mais vendido dessa geração e basicamente todo mundo, e a Vó de todo mundo, já tendo um. O Wii vendeu mais de 495.000 unidades só no fim de semana da black friday. Eu nem vou fazer a conta disso… mas eles sumiram das lojas.

“Aparentemente os boatos da morte do Wii foram claramente exagerados.” foi tudo que disse o presidente da Nintendo da America, super Reggie Fill-Aimes, em um arroubo claramente Sherlockiano.

… e Super Mario 3D Land não deixou por menos!

O 3DS teve um aumento de venda, durante o fim de semana da black friday, de, meros, 325%. 325%!!! Trezentos e vinte e cinco por cento!!! Agora o sistema totaliza 1,65 milhões de unidades vendidas, só nos EUA. É claro que o lançamento de Super Mario 3D Land teve algo a ver com isso com o game vendendo, tendo sido lançado a menos de duas semanas, mais de 500.000 unidades – e se tornado o Mario portátil de venda mais rápida de todos os tempos… sim… mais rápido que The New Super Mario Bros!

“Isso tudo e Super Mario 7 ainda não chegou ao mercado e o grosso de fim de ano ainda estão por vir.” disse um animadíssimo Reggie Fill-Aimes, presidente da Nintendo da America “Afinal, em 8 meses o 3DS vendeu mais do que o primeiro ano inteiro do DS. Estamos confiantes que temos um novo super sucesso nas mãos!”.

Sim… eu sei que ainda não fiz o review desse… mas é que ainda não terminei… sabem como é… Skyward Sword…

Curioso para saber o que vem na caixa N7 de Mass Effect 3?

Nós também estávamos mas a EA foi gente fina e soltou esse super trailer (que de quebra ainda mostra 4 membros do seu grupo).

Em suma, a super caixa vem com:

  • O game, claro!
  • A caixa é feita de metal e tem acabamento polido, com uma foto do Shepard padrão masculino de um lado e feminino do outro;
  • Livro de arte do game com capa dura;
  • Quatro possíveis membros extras da equipe (possíveis porque ou você tem Alenko ou Willians);
  • 4 novas armas padrão N7;
  • Duas novas roupas para o Shepard quando ele(a) estiver sem armadura;
  • Um drone cachorro que te acompanha e funciona como bichinho virtual (só fica dentro da Normandy!);
  • Uma litografia da Normandy de 10 X 15 cm da primeira Normandy;
  • Um patch para roupa com o símbolo do N7;
  • A trilha sonora do game em disco separado;
  • Uma revista em quadrinhos, em edição limitada, da invasão;
  • Um monte de bônus para avatar;
  • + uma surpresa da Bioware (que eles não informam o que é)

Sim, um super game merece uma super caixa!

As cinco princesas que são mais legais que seus salvadores!

Não há nada mais clássico em videogame do que ir salvar alguém: seja seu irmão, sua namorada ou seu peixinho dourado. Videogames literalmente se construíram sob a imagem de que você atravessa dezenas de fases saltando, batendo ou dirigindo para salvar alguém de um destino pior que a morte (ou da morte – se o vilão for mais realista e tiver menos imaginação). Ao longo dos quase 40 anos de videogame, no entanto, uma classe de pessoas foi sequestrada mais do que todas as outras classes juntas: Princesas.

Não é só nos contos da Disney que a princesa tem a chance de ser sequestrada, mas as vezes, muito muito de vez em quando, uma princesa é mais legal e mais “macha” que seu suposto salvador. Essas são as princesas mais bad-ass fucking awesome que já vimos. E adoramos elas por isso.

Princesa Nina (Breath of Fire – Super Nes)

Durante a era de ouro dos JRpgs no SNES você podia contar que sempre haveria um Breath of Fire, a famosa série de RPG da Capcom, para te salvar da seca entre um lançamento da Square e outro. E em todo Breath of Fire você podia contar que o heroico e draconiano Ryu iria se encontrar com a fantástica princesa Nina. Diferente da maior parte dos JRpgs, no entanto, a jovem Nina não tinha nada disso de magia branca, curandeira e o escambau. A menina queria sangue! Ela controlava o vento e o fogo e usava magia negra a torto e a direito – e enquanto Ryu costumava acordar nu e sem memória após usar seus poderes Nina matava centauros, que tentaram sequestrá-la, com as mãos e magia, quando tinha 8 anos! Isso tudo sem falar que em Breath of Fire 4 ela se infiltra no território inimigo para salvar sua irmã, Princess Elina, o que faz dela não só uma princesa fantástica mas uma princesa-salvadora-de-princesas… Nina 1, Princesas da Disney 0.

Elika  (Prince of Persia – 360 e PS3)

A princesa Elika, do último príncipe da persia a merecer este nome, era atlética, acrobática e a jovem senhora de uma terra fantasiosa onde ela possuía o conhecimento e a magia para combater um DEUS maligno. Sim… eu disse D E U S. A menina combate um Deus, o ponto alto do seu personagem é que ele tem um a mula. Elika pode pular, rolar, subir, descer e fazer todas as peripécias que o príncipe faz tão bem quanto ele… e ela ainda voa… sim… A única razão para o seu personagem estar no jogo é participar daquelas lutas um a um segurando uma espada e considerando que um terço do seu arsenal de golpes consiste em jogar Elika no inimigo, para que ela faça algo e volte perfeita para o seu lado, tenho certeza que o nome do jogo deveria ser Princess of Persia and the random guy who lost a donkey (A Princesa da Pérsia e o cara qualquer que perdeu uma mula).

Zelda (A Lenda de Zelda – todos os videogames da Nintendo)

Diferente da princesa Peach, Zelda nunca foi uma menininha vestida de rosa. A jovem princesa, em todos os jogos, é mostrada como um “moleque”. Ela sabe lutar, sabe montar, é inventiva e sempre domina algum poder místico – nem que seja a habilidade de pedir ajuda telepaticamente. Além disso a desgraçada tem uma seita de ninjas que trabalham para ela (Os sheikas. O que? Eles não são ninjas? Então como você chama pessoas que entram e saem da onde querem, sem serem vistos e que conseguem lutar com batalhões de pessoas usando nada a não ser a mãos – essa é a definição de Ninja). Some a isso o conhecimento e o cérebro para administrar um reino e o fato de que ela é dona de um dos artefatos mais poderosos dos mundos de fantasia e a princesa se torna muito mais do que um rostinho bonito.

Marle (Chrono Trigger – Super Nes, DS e PS1)

Se você achava que princesa rebelde era a Princesa Léia, pense de novo! A Princesa Nadia do reino de Guardia foge de sua obrigações usando o nome falso de Marle para um dia de diversão escondida de seu pai, o excêntrico rei de Guardia, e por uma combinação de amizades estranhas, curiosidade, protótipos e uma pendente criado 12.000 anos atrás com material advindo de um meteoro que era na verdade um ser terrível que vai destruir a humanidade, a princesa vai parar na idade média. Enquanto a maior parte das pessoas iria ficar catatônica com tal experiência a princesa simplesmente se arma de uma besta e de muito entusiamo. Terra devastada pós-apocalíptica? Vamos lá dar uma olhada! Parasita espacial elditriano? Vamos socar as fuças dele! Rainha dos seres humanos pré-históricos? Vamos ser amigas! Marle é impulsiva e ansiosa, mas não porque ela não sabe o que é o perigo… e sim porque ela sabe que vai dar conta!

Sun Liam (Jade Empire – Xbox e Xbox Originals)

Eu tenho duas palavras para vocês: Batman feminino! Eu podia acabar isso aqui. Quando descobre que seu sábio e corajoso pai está tomando diversas decisões menos do que honradas no comando do império de Jade a jovem Sun Liam deixa para trás uma vida chata de pompa e cerimônia para fazer justiça durante a noite, vestida como uma sexy ninja roxa, chamada de Silk Fox (raposa de seda). Durante o dia uma princesa fofinha e toda cuidadosa com que o fala ela se transforma numa fêmea fatal durante a noite, atrapalhando os planos de Death Hand, o vilão do jogo, e soltando frases que fazem seu personagem ficar rubro de decoro. Além de linda, rica, extremamente competente em uma briga e cheia de bugigangas a desgraçada está certa que seu pai é inocente e fará de tudo para salvar o reino. Em suma… Lady Batman.

Concordam… discordam… deixem suas idéias aí em baixo!