Bayonetta 3 exclusivo no Wii U!!!

Segundo o diretor do atual Bayonetta 2, o estúdio Platinum quer continuar o desenvolvimento dos jogos da bruxa mais sexy de todos os tempos no Wii U. Segundo Yusuke Hashimoto “É importante deixar sua criatividade fluir e a Nintendo tem permitido que façamos exatamente isso. Mais do que isso ela nos permitiu ir além de nossa visão original. A empresa esteve sempre aberta ao feedback e nos permitiu elevar Bayonetta 2 a um nível de qualidade acima do que nós esperávamos. Só levaremos a franquia a outra plataforma se a continuação não for do interesse da Nintendo”.

Quando questionado sobre o assunto o COO da Nintendo, Reggie Fill Aimes respondeu, sorridente, “Bayonetta e a equipe da Platinum são sempre bem vindos aos consoles Nintendo. Se eles querem ficar nós vamos prover tudo o necessário para tê-los lá e felizes.”.

A gente não esperava menos que isso Reggie!

 

O novo Zelda terá alguma forma de Multiplayer

Segundo o atual diretor da franquia, Eiji Aonuma, o próximo game “terá algo além do modo single player padrão.”. Quando questionado sobre exatamente o que está falando, se um modo multi player cooperativo completo ou jogos ao estilo dos que acompanhavam Four Swords (como Tetra Crackers) Aonuma simplesmente disse “Zelda U vai mudar quase todas as bases da franquia. E essa é uma delas.”.

E então fãs de Zelda… preparados para um mundo aberto ao estilo Skyrim com coop drop in drop out? Ou seria sonhar demais?

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Destiny é o jogo mais caro de todos os tempos e a Bungie revela tudo que fizemos no Alpha

O Alpha de Destiny foi muito muito bacana (caso alguém queira nossas impressões elas estão aqui) e a Bungie soltou o número de tudo que fizemos nos mais de 6 milhões de quests jogadas  entre o dia 12 e 15 de Junho:

  • 149,522,313 Mortes com armas primárias
  • 21,782,610 Mortes com armas secundárias
  • 4,002,737 Mortes com armas pesadas
  • 21,687,298 Mortes com Super Habilidades
  • 2,819,211 Orbes de Luz coletadas
  • 6,850,773 Pontos de controle tomados no mapa Crucible
  • 1,195 Medalhas de “Deathless” premiadas no mapa Crucible (você ganha uma medalha quando termina uma partida de capture the flag, deathmatch ou point control sem morrer nenhuma vez)
  • 4,356 Esmagadas com o Sparrow
  • 667,966 Eventos públicos completados
  • 60,491,944 Inimigos destruídos sem restar nada
  • Em um número elevado demais para contar: Guardians becos dançando sem controle pela última cidade

Lembramos a todos que para participar do Beta basta comprar o jogo antes do dia 17 de Julho e ter uma conta funcional no Bungie.com – se você tiver um PS4 ou PS3. Caso contrário terá que esperar um pouquinho mais.

E no embalo de revelar mais informações sobre o jogo a Activision, distribuidora e financiadora de Destiny, pode ter revelado que este é o jogo de videogame mais caro de todos os tempos: com o marketing e a publicidade e o desenvolvimento, até o lançamento do game serão gastos mais de 500 milhões de doláres….

… GESUS…

… isso é grana demais!!!

Se metade disso tiver sido gasto em desenvolvimento ainda assim seria um dos games mais caros de todos os tempos… mas parece que foi mais do que isso. A soma exata nós só saberemos no lançamento… mas Destiny parece estar vindo para mudar tudo que se conhece em termos de FPS e MMO.

Se depender do que vimos no Alpha – vai conseguir!

Mario Kart vai ter um DLC com veículos Mercedes Benz

Primeiro assistam isso…

Ok! Bizarro né?! Mas existe um DLC, de verdade, a caminho do seu Wii U que vai dar para a galera do reino do cogumelo a possibilidade de andar por aí em veículos da marca Mercedes Benz.

O DLC será gratuito, deve chegar até o final do ano, e faz parte de uma campanha de publicidade da Mercedes Benz que tem tentando entrar no mercado de veículos de luxo japonês a um certo tempo, com um sucesso apenas parcial.

Com uma aparição em Mario Kart essas vendas devem realmente subir!!!

Way to go Mercedes Benz!!!

Out of this World, Batman: Arkham Knight e Guacamelle! Super Turbo Championship Edition ganham data de lançamento

Out of this World, um dos grande clássicos do PC/Mac ganhou um remake para PC/iOS em 2011…

… e agora o Remake está ganhando um Remake! Por mais estranho que possa parecer o game está vindo para PS3/PS4/PS Vita e Wii U/3DS com cross play (e troféus na família PS) e gráficos rodando acima de 720 p com mais de 60 FPS! Segundo o criador do game original “Essa é a versão mais fiel e limpa possível, com músicas rearranjadas e efeitos sonoros completamente refeitos. É Out of this World para uma nova geração.”.

Enquanto isso, no universo da Lutcha Libre, o fantástico Metroivania misturado com temática mexicana, que teve vendas maravilhosas no PS3 no ano passado, e agora está a caminho do PS4 e do Wii U em uma versão maravilhosa, rodando a sólidos 1080 P e 60 FPS, com novos estágios, novos desafios e mais do sistema de combate incrível que só Guacamelee pode dar para você. Ah… e o game terá compatibilidade Cross Play com o seu Vita (se você for uma das 10 pessoas que tem um)!

Eu pirei na gozação com Super Street Fighter!!!

E por fim a loja online da Microsoft entregou a data de lançamento do novo Batman: 24/02/2014.

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OPS!!!!

Ainda bem que está perto… o jogo parece animal demais!

Socorro! Capcom corre o risco de ser comprada!

Alguém salve as empresas japonesas porque os japoneses engravatados parecem ter desistido delas! Em mais uma decisão absolutamente imbecil e completamente contrária ao que o mercado quer (Nenhum Megaman em 10 anos. Ultra Street Fighter IV sem lançamento nos novos consoles. Preciso continuar?) os executivos da empresa resolveram para com a política de “Takeover Defense”.

Tá Marcel… o que isso significa e porque é tão ruim?

Bom… para entender o que isso significa você tem que entender como funciona o mercado de ações. Ações se dividem em ações ordinárias (ou não decisionais – ou seja, você tem um pedaço da empresa, ganha uma parte do lucro dela, mas não tem direito a decisão) e extraordinárias (decisionais ou volitivas – você recebe um pedaço do lucro da empresa E tem direito, se tiver um número suficientemente grande delas, de votar, ou escolher um representante para votar, nos rumos da empresa). Ambas ganham dinheiro, mas as decisionais, se colocadas em grande número na mão de uma só pessoa, faz dela, de facto, o dono da empresa. E esse é o risco que a Capcom sofre agora: ser comprada por uma EA ou Activision da vida, se tornando mais uma produtora para essas distribuidoras, ou ser comprada por uma das três hardhouses, Nintendo, Sony ou Microsoft, e se ver como produtora exclusiva.

E isso tudo aconteceu por que a Capcom, embora seja uma empresa lucrativa, acabou de entregar seu terceiro ano de lucro abaixo do esperado. Ou seja, a empresa está no azul, deu lucro, mas não atingiu o lucro esperado pelos acionistas. Diante dessa condição muitos acionistas podem decidir por vender suas ações, deixando uma empresa desvalorizada (o valor de suas ações caem, por causa da lei da oferta e da procura) gerando problemas de crédito e credibilidade, ou, muito pior, colocando o  controle acionário na mão de um indivíduo (ou grupo de indíviduos) que passa a ser o dono efetivo da empresa. Para evitar isso, nos últimos três anos, a mesa de diretores (Board) da empresa vem se utilizando de um artifício de defesa comercial bastante eficaz: a política de Takeover Defense.

E como funciona um Takeover Defense?

Funciona assim: Você garante à aqueles acionistas que pagará o valor X por ação ordinária ou extraordinária que o acionista tenha, INDEPENDENTE da empresa dar o lucro esperado ou não. Ou seja, se a empresa der o lucro esperado, paga-se o X, se a empresa der um lucro acima do esperado, paga-se X + Y (sendo Y o bônus de acionista pelo bom ano da empresa) e se a empresa der lucro abaixo do esperado, ainda assim, paga-se o X, como ela tivesse dado o esperado. Só que, em contra-partida a esse ganho garantido, o acionista abre a mão de vender as ações para qualquer um que não a própria Capcom. Fez sentido? Ótimo.

Mas, seja na natureza ou no mercado de ações, não existe almoço grátis. Se a Capcom iá pagar, por exemplo, 60 milhões de doláres aos acionistas porque deveria dar 600 milhões de lucro, mas deu só 480 milhões ela se descapitalizou (60 milhões de 600 milhões = 10%. 60 milhões em 480 milhões = 12,5%). E isso pode, verdadeiramente, matar uma firma a curto para médio prazo. Além disso o mercado vê com um certo receio firmas em Takeover Defense: É uma situação mais ou menos como “Se eles não podem nem garantir que vão fazer aquele tanto de dinheiro como posso saber que estou investindo bem?”.

Então, com o fim do Takeover defense, a empresa pode sofrer, a qualquer minuto, um buyout. Se literalmente comprada. E aí, só Deus sabe o que vai ocorrer com ela. Na breve e recente história dos videogames já tivemos dezenas de Buyouts… e quase nenhum deles foi feliz para a empresa comprada. Vamos torcer pela Capcom para que esse não seja o destino dela.

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E3 2014 – O Mini está jogando o Alpha de Destiny!!!

Sim! Eu conseguiu uma senha para fazer o download do novíssimo jogo da Bungie antes mesmo dele chegar no BETA (que seria o momento onde todo mundo poderia testá-lo). E downloadei a massiva quantidade de Gigas necessários para colocar o game para rodar. Eu estava esperando uma epopeia clássica misturada a todo o lore típico da companhia que deu ao mundo Halo. Eu estava esperando ação num nível grotesco de rápido e imensamente satisfatório como em Halo: Reach.

Eu estava… certo. Mas de um jeito totalmente diferente.

Vamos começar do começo. Mesmo com esse Alpha rodando no PS4 e com as novidades que só a tecnologia do final de 2013 pode trazer Destiny não vai derrubar queixos no quesito gráfico. Não me entendam mal, ele é muito bom, no mesmo nível do gráfico de Halo 4, rodando a 60 fps sólidos, com uma quantidade inimaginável de pequenos detalhes que não são meramente texturas e que tem geometria e física próprias. Há muitos efeitos de partícula, excelentes efeitos de fumaça e água e muitos efeitos de distorção de calor e de impacto mas, constantemente, eu tive aquela pulga atrás da orelha que o tamanho, absolutamente massivo, dos mapas onde a ação se desenrola teve um peso, bastante determinante, em diminuir o efeito WOW dos gráficos de Destiny. Ainda assim você vai se impressionar com a distância de horizonte da última cidade, com o tamanho dos mapas, o nível de detalhes das estruturas e na quantidade de adereços que os personagens, completamente customizáveis carregam com eles. Aliás… enorme ponto positivo, pelo menos na minha opinião, suas armas são visíveis, o tempo todo, no corpo do seu personagem – e são as suas armas, não versões simplificadas delas. Então, se você modificou sua carabina para ter uma mira X ou ser da cor Y, é assim que ela aparece no seu avatar.

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O som é definitivamente Bungie. Definitivamente. Se você jogou Halo: Reach ou Halo: ODST e curtiu aquelas batidas militares, com muito metal nas horas de ação, sucedidas por baladas mais leves, normalmente com cordas, você vai adorar a música de Destiny. Para comparar, é próxima da de Mass Effect – é linda, ampla, meio sonhadora e, constantemente, dá a sensação de que você está em um lugar enorme e que o seu Destino é ser maior que tudo aquilo. Os efeitos sonoros são legais, mas tiveram muitas, MUITAS MESMO, falhas ao longo do Alpha, então fica difícil julgar.

O controle, no entanto, é tão diferente do que eu imaginava que não dá nem para começar a comparar. O que é bom em certos termos e ruins em outros. O controle é bem mais rápido e mais leve, algo mais próximo de Killzone do que de Halo 4 na verdade. A sensação que eu tenho é que eles jogaram um monte de shooters, com especial atenção a franquia Borderlands, e incorporaram tudo que funcionava da mecânica dos outros: A mira a partir da arma ficou mais do que adequada, o uso de corrida e movimento rápido e muito mais fluído, a troca de arma é mais rápida, a recarga depende do tipo de arma, o uso de magias de área leva você para a terceira pessoa, etc… São pequenas coisas que, quando somadas, dão um resultado soberbo e encantador ao conjunto. E vontade de continuar jogando (pena que durou de 12 a 15 de Junho só). A jogabilidade pegou todas essas mudanças do controle e estendeu-as por milhas e milhas. Esqueça Reach… quer dizer… peraí… não, não esqueça não… mas pense em Reach… maior. Não… maior. Não… você tá pensando pequeno… MUITO MUITO Maior. Pense na enormidade de escopo de Reach, junte a isso enormes quantidades de “A Cidade e as estrelas” de Arthur C. Clarke, mais um copo e meio de “Fundação” de Asimov e mais meio quilo de “Borderlands”, mas tire toda aquela parte caricaturesca e engraçada. Isso é Destiny. Os cenários são imensos, carregados de pequenos detalhes e polvilhados com itens que revelam estória pregressa e Lore, tudo isso enquanto você visita lugares que deixam claro a humanidade foi enorme e decaiu imensamente. Tudo isso enquanto você pega pedaços de tecnologia para incorporar a suas armas e armaduras, no melhor estilo diablo/borderlands, enquanto melhora constantemente suas habilidades. É rápido, é legal, é imenso e tem tanta, mas tanta, atmosfera, que você nunca se sente mal de estar, novamente, visitando o mesmo lugar.

A maior parte do jogo é composto com base nas triads: pequenos grupos de três jogadores que fazem as missões juntos. Como existem três classes de personagens e as três podem sofrer imensa customização dá para montar grupos extremamente equilibrados que compensam os problemas de um personagem com habilidades do outro – o game não só permite isso mas constantemente chama isso para si, com puzzles e grupos de inimigos taticamente posicionados de forma a exigir que os três se auxiliem. Fora as missões para as Triads, as quests, existem as Raids, missões para grupos de Triads e uma enormidade de jogadores – que são difíceis pacas e evoluem pontos maiores da história. Além desses dois tipos de “missões”, que são iniciadas na última cidade na Torre dos Guardiões (já vamos falar disso), existem ainda momentos em que várias Triads, cada um nas suas missões, se encontram no terreno, e, muitas vezes, quando isso ocorre, o jogo inicia um “Guardians Assemble” (um evento social), trazendo um inimigo, ou grupo de inimigos, que só pode ser derrotado pela união das forças das Triads que estão naquele mapa – é muito bem feito, completamente randômico e totalmente opcional, você pode continuar com a sua missão se assim quiser, mas trás uma quantidade gigantesca de XP e um sabor todo diferente a campanha.

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Quando você não está nas missões você está na última cidade, o local do qual todas as missões se iniciam e o lugar onde todas elas terminam. Dentro da cidade você vê seus personagens em terceira pessoa (o que permite ver quão detalhado e legais são os modelos) e eles agem muito como personagens de World of Warcraft (podem, inclusive, dançar) – a cidade é o seu HUB e, embora no Alpha muitas partes estejam fechadas ainda, é um senhor HUB. Para começar é muito bonita, com o traveler pairando maior que o mundo logo acima da sua cabeça. E, em segundo lugar, é muito prática, com uma área social gigante, as vendinhas, as lojas e toda a organização que uma coisa desse tamanho tem que ter. Todas as áreas ainda ligadas a história do game estão fechadas (assim como vários audio files encontrados nas missões estão vazios) mas fica claro e aparentemente o esforço que a Bungie colocou em gritar Mytos e Lore para enlouquecer os fãs de ficção cientifica.

Destiny ainda está no Alpha, e muita coisa colocada ali pode não funcionar exatamente daquele jeito até o lançamento. Tenho certeza que muitas texturas serão trocadas, muitas partes do código otimizados e muitas partes do game em si melhoradas. Não há muito a dizer a não ser que o tanto que eu consegui colocar as mãos é excelente – muito muito bom mesmo. A jogabilidade e o controle me surpreenderam muito e a rapidez e agilidade do game tornaram o mesmo fantástico. Se você tinha dúvidas sobre pular de cara nessa nova aventura pergunte-se o seguinte: Eu gosto de MMO? Eu gosto de Halo? Eu gosto de Diablo/Borderlands? Se a resposta a duas dessas for sim… você vai amar o game. Se a resposta a duas for não… aguarde o lançamento oficial e não faça a pré compra.

É mais certeza.

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