Sábado Retrô – The Ninja Warriors (SNES)

E neste sábado nos vamos de Ninjas – sim… Ninjas!!! Ninjas Robôs! Ninjas Robôs guerreiros da liberdade! Ninjas robôs guerreiros da liberdade que lutam contra as forças opressoras! Ninjas robôs guerreiros da liberdade que lutam contra as forças opressoras de um país dominado por um golpe!

E aí vem Ninja Warriors! The Ninja Warriors!

Até o próximo sábado galera!

Gerigasmo – Um Super Famicom para todos dominar!

Que tal um super famicom que roda jogos de qualquer lugar, é lindão e ainda por cima exporta por vídeo componente com 240p tão limpos que parecem que bateram nos seus olhos com violência?

Bom, o Samuel C. Simão (samuel.simao@gmail.com), um modder de primeira, fez tudo isso num pacote só para mim… e ficou incrível:

Caso você também queira ter um dê um pulo no mercado livre dele ou contate-o por email.

E vamos jogar Zelda com abertura em anime!

Mad Gear – Super Analisando a gangue de rua mais legal do mundo

ATENÇÃO – Essa é uma matéria humorística gerada por construção de hipérbole e Reductio ad Absurdum. Ela não deve ser entendida como uma crítica real a cidades violentas, gangues de rua, cartéis de venda de drogas, ninjas, body builders, profissionais do sexo ou Prefeitos Wrestlers sem pescoço. Agradecemos a compreensão.

Eu gosto de jogos da Capcom.

Não… você não entendeu… eu REALMENTE gosto de jogos da Capcom.

Continuar lendo

O que nós perdemos 22 – Project Dream – RARE – Super Nintendo

Nos meados de 1995 a Rare estava no topo do mundo. Sua ressurreição da franquia Donkey Kong, através dos geniais Donkey Kong Country do Super Nintendo e sua parceria com a Nintendo basicamente gritavam ao mundo que a companhia inglesa tinha um enorme destino. Encorajados pelo sucesso de DKC e acostumados com a estações de renderização da Silicon Graphics, a Rare acreditava que podia criar o melhor game com os melhores gráficos para o SNES – uma espécie de canto de cisne do envelhecido console.

hqdefault

Nascia o projeto sonho (Project Dream) que nada mais era do que criar um RPG de ação usando gráficos renderizados no SNES. Project Dream teve umas poucas imagens soltas ao público e um demo a portas fechadas na E3 – que resultou em muitos jornalistas dizendo que era o jogo mais inovador e incrível já visto no SNES. O enredo do jogo envolvia um jovem, chamado Edson, as voltas com problemas com um grupo de piratas chefiados pelo terrível capitão Black Eye e a jogabilidade envolvia um enorme arquipélago de ilhas que você navegaria de e para tentando derrotá-los.

O projeto, no entanto, andava devagar, com as diversas limitações de Hardware segurando as ambições dos criadores de DKC na Rare. Haviam, segundo os membros do time, dois problemas principais com o Hardware do SNES: A pequena memória ROM possível de ser guardada em cartuchos (os maiores jogos do Super Famicom, que nunca chegaram aos EUA, usavam chips adicionais caros e complicados e tiveram pouco mais de 64 MEGA), o que dificultava o uso dos cenários pré renderizados complexos e diferenciados, e a pequena memória RAM do aparelho, que exigia diversas manobras técnicas para permitir cenários vastos e abertos. Com os problemas se acumulando e o tempo da plataforma se esgotando a RARE decidiu por puxar o plug do projeto…

1507-03-Project-Dream-snes-03

… e levá-lo ao Nintendo 64.

Vejo vocês em duas semanas!