Depois de incessantes pedidos o Mini cobre, no nosso centésimo primeiro sábado retrô em vídeo, de uma vez só, os dois Zeldas do NES.
E dá-lhe Link!
Depois de incessantes pedidos o Mini cobre, no nosso centésimo primeiro sábado retrô em vídeo, de uma vez só, os dois Zeldas do NES.
E dá-lhe Link!
O melhor jogo do NES chega no último Sábado Retrô de aniversário do Mini! E, embora tenha sido lançado, ele é, em si, o protótipo de todos os jogos do Mario que vieram após ele.
Um dos mais engraçados Sábados Retrôs de todos os tempos com um dos jogos mais bizarros do NES! Junte-se a nós na nossa primeira experiência com Street Fighter 2010!
O clássico dos clássicos… o Super Mario Bros. Do jeito mais límpido e mais sexy que vocês já viram!
Os sapos guerreiros mais famosos dos games (e os únicos… até onde consigo lembrar) chegam com força total no NES em altíssima resolução neste sábado!
Battletoads no Mini!
Sim… por mais estranho que isso possa parecer…
Em 2015, numa era dominada por jogos online, a Nintendo vai juntar um monte de gente pelos EUA para o maior campeonato de videogames dos últimos tempos. Um verdadeiro retorno ao estilo do Nintendo Championship do começo da década de 90, com o Nintendo World Championship 2015!
Por outro lado a apresentação da Nintendo em si competirá com a da Square Enix, no dia 16 de Junho as 13 horas. E será digital, sem ocupar nenhum dos três palcos na E3.
Isso vai ser tão legal! Lá vamos nós para o primeiro campeonato de videogame oficial da Nintendo em 25 anos!
E a roupinha rosa foi muito legal no vídeo do Reggie…
Quer comprar um amigo? Não? E um Amiibo?
As lindíssimas estatuetas de US$ 13,00 dólares tomaram o mundo de assalto sem controle e estão vendendo mais que o pãozinho quente e a batatinha frita. Coleções após coleções desaparecem das prateleiras enquanto elas se tornam DLC em forma literalmente física. Nintendo tornando as lojas de videogame relevantes de novo.
De nada GameStop. De nada….
A venda dos Amiibos foi o carro chefe de puxar a Nintendo de um pouco abaixo da linha para o retorno a saúde financeira. Excelentes vendas de Wii U, que acabou de passar das 10 milhões de unidades, puxadas por Smash, Mario Party 10 e o futuro Splatoon, também foram essenciais. E o 3DS e o New 3DS continuam quebrando recordes.
E isso que ela ainda nem lançou games em celulares em Tablets hein?!
De qualquer forma o presidente da Big N, Satoru Iwata, garante que o NX, o novo videogame da Nintendo, só será falado sobre em 2016. “O Wii U tem um longo caminho pela frente, assim como new 3DS. Só falamos sobre o NX com tanta antecipação para mostrarmos, no anúncio da parceira com a DeNA que continuávamos tendo a mesma paixão e o mesmo intento de continuar fazendo hardware de videogame que sempre tivemos. Não haverá uma única nova informação sobre o NX em 2015 e só vamos voltar a falar dele em 2016.”. O executivo ainda deixou claro que a ideia do NX é mais uma vez inovar, e mudar o conceito que temos de videogame em casa, para o futuro próximo.
Duas boas notícias em uma mesma matéria!
Por mais estranho que isso possa parecer, no ano que a Nintendo dá a volta por cima e volta a lucrar acima do esperado com o Wii U, ela resolve que não vai mais lançar seu suposto “console de emergentes”. Previsto para sair entre o final de 2015 e algum momento de 2016 o projeto foi adiado para focar na produção de games para celulares e tablets.
Na ocasião do anúncio, cerca de um ano atrás, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, disse também que seriam lançados novos jogos voltados para consumidores menos abastados e para o público com menos experiência com games do que nos mercados mais desenvolvidos, sem entrar em detalhes sobre o hardware da nova plataforma nem divulgar os países que iriam receber o console; Apenas que o plano da empresa era preencher a lacuna em “mercados emergentes” onde os games ainda não são comuns e que o Brasil, que já tem enorme convívio com os games, não a receberia.
Como a China, na época do anúncio, estava saindo de um banimento a videogames de mais de uma década, todo mundo com qualquer experiência em mercado julgou que ela, a índia e a Rússia seriam os alvos da Nintendo, principalmente considerando que a Nintendo tinha tentando o iQue, um Nintendo 64 portátil, na China alguns anos atrás.
Aparentemente não é bem por aí.
Segundo o Nihon Keizai Shimbun, um jornal japonês semelhante ao nosso Carta Capital e Valor Econômico, junto com o projeto dos consoles emergentes a Nintendo engavetou também o projeto de entrar com suas plataformas principais na China. Os motivos seriam conectados: Voltar toda a sua força de trabalho para dar ainda mais força para o Wii U e concentrar-se no mercado de celulares e Tablets.
É uma pena considerando que suas duas concorrentes, Sony e Microsoft, já lançaram seus respectivos consoles em território Chinês. Mas talvez seja uma escolha ousada porém bem pensada: Ambos os concorrentes tem tido vendas medíocres no território Chinês dominado pelo uso irrestrito de computadores como plataforma de jogo.
No dia primeiro de abril, dia internacional da mentira, a Hyperkin, uma empresa que produz diversos clones de videogames retrô, soltou uma nota oficial que lançaria um acessório para iPhone 6 que permitiria o uso de cartuchos de GameBoy e GameBoy color no celular: o Hyperkin Smart Boy.
Era para ter sido tudo uma brincadeira. Mas a empresa recebeu uma quantidade cavalar de pedidos. E lojas de celulares e de artigos para videogame começaram a ligar atrás de datas e tudo mais.
E a brincadeira vai virar realidade: a Hyperkin vai mesmo lançar um acessório para o iPhone que permite transformá-lo em um Game Boy Color.
Se a Nintendo não entrar na justiça antes, claro. Ou a Apple. Ou as duas. Mas as chances disso são pequenas.
De qualquer forma o acessório será bem interessante, principalmente porque vai permitir o uso de cartuchos originais dos aparelhos, permitindo um retorno ao uso de diversos itens retrô da coleção de um monte de gente. Eu mesmo já estou salivando.. e eu nem tenho um iPhone.
Ontem a Nintendo “do Brasil” falou que estava encerrando suas atividades no país até o final de Janeiro e culpou os autos impostos e as dificuldades de mercado pela saída. A notícia repercutiu, ganhou corpo, foi parar no Facebook de um monte de gente e ninguém foi atrás da informação completa.
É…. aí complica.
Pior foi ver uma parede de moleques odiosos e xexelentos que não respeitam as raízes de seu próprio Hobby e soltam frases como “Já foi tarde”, “Eu nunca tive nada Nintendo” e “Isso não me afeta em nada”, entre outras milhares de frases tidas como engraçadas ou inventivas.
Pois bem… eu sou um Nintendista de carteirinha. Meu primeiro videogame foi um NES 72 pinos americano. Eu defendi a SEGA, defendo a Nintendo e defendi a SNK, e já falei aqui, e repito, que o dia que a Nintendo parar de fabricar Hardware é o dia que eu paro de comprar videogames (e provavelmente vou virar um colecionador retrô louco que só joga no Steam e em videogames de 40 anos de idade). Mas essa notícia não poderia me deixar mais feliz. Por 4 motivos:
1) Eu detesto dublagens em filmes e jogos – o fato que a Nintendo nunca se estabeleceu no país sempre me deu a capacidade de consumir produto deles no formato original, sem ter que importar um game simplesmente para tê-lo como ele sempre deveria ter sido. O fato que eles “saíram” do país não me afeta em nada com isso.
2) A maior parte dos jogadores de plataformas Nintendo adquire jogos e consoles em lojas especializadas ou em grandes mega stores (como Saraiva, Cultura e Fnac) que trabalham com diversas distribuidoras, a maior parte delas importadoras diretas, firmas pequenas e médias, que não tem nada a ver com a Nintendo “do Brasil”. Logo, ao contrário do que pensam os mal informados, a cadeia de distribuição de produtos Nintendo não será afetada.
3) Nunca houve uma Nintendo do Brasil. Por isso minhas aspas. O que existia era uma mega distribuidora da Nintendo, a Latamel, cujo o nome completo Juegos de Video Latinoamérica (advinha em que parte do mundo eles trabalham!), que tinha uma subsidiária no Brasil chamada Gaming do Brasil. A Gaming do Brasil trazia os produtos Nintendo para o Brasil fazendo uma porca capinha de papel cartão por cima da caixa do jogo americano (em português… se fosse um lançamento MUITO grande), sem fazer um único investimento em publicidade fora de revistas especializadas (não existiam propagandas de TV ou na Internet) e com uma presença ridícula e minúscula em eventos pelo país. Quando tinham, por contrato, que fazer algo, a Gaming do Brasil tinha uma má vontade extrema, uma falta de profissionalismo absurda e uma tendência exasperante a entregar desculpas ao invés de resultados. Ou seja… uma péssima firma que não funcionaria em nenhuma outra parte do mundo que não no país do jeitinho.
4) A Saída da Gaming do Brasil do quadro já mobilizou 4 (sim… eu disse quatro) grandes distribuidoras de produtos eletrônicos a saírem de sua zona de conforto e irem para cima, abocanhar a distribuição de produto Nintendo. Porque vocês não fazem ideia do quanto Pokemon vende no país, sem falar em bonecos oficiais de Mario e companhia, pelúcias, livros de estratégia e tudo o mais que acompanha a Licença Nintendo. E tenham certeza que, qualquer uma das 4 que pegar, farão um serviço muito melhor que a Gaming do Brasil.
Então, nesse quadro, devemos chorar o fim das atividades da Nintendo “do Brasil”? Claro que não! Nós temos que achar fantástico! Nós temos que mandar para o inferno uma distribuidora que, em 8 anos (sim… desde o lançamento do Wii U), não conseguiu fazer um acordo com os bancos nacionais para permitir o uso de cartões de crédito brasileiros no Nintendo eShop! Nós temos que pisar na cabeça de uma firma que não garantiu nem distribuição nem publicidade a enormes jogos da Big N no país! Nós temos que mandar essa galera embora!
E tenham certezas fãs desesperados da empresa: Eu tenho videogames Nintendo desde 1986 – uma época que o mercado era dominado pela Tec Toy e o Master System. E nunca, nunca, fiquei sem meus jogos porque não haviam distribuidores “Oficiais”.
E que venha uma nova era para a Big N no Brasil
PS: Por questões de manutenção das fontes eu não posso revelar quais são as 4 grandes distribuidoras, até porque a coisa está bem quente no assunto por enquanto. Mas tenham certezas que duas delas são enormes e estão salivando para colocar as mãos nisso!