Doc Louis vem pro Ringue!!!

Sim, o eterno professor de Little Joe se prepara para entra no ringue de Punch Out no Wii. E você nem tem que ter o game! O Nintendo Club, clube de vantagens da Big N nos EUA e Japão, deu duas opções de prêmios para seus membros PLATINUN: Para aqueles que querem viver suas fantasias Cosplays, você pode escolher por um boné/chapéu do encanador mais famosos do mundo, que vem em tamanho adulto e é muito legal  – ou – se suas fantasias já estão completas você pode pegar uma expansão, via Wii Ware, através de um código liberado no próprio do Nintendo Club, de Punch Out, ganhando o direito de levar Doc Louis para o ringue.

doclouis_1247591113O mais legal é que, se você nem tiver o game, ainda poderá utilizar o update em stand alone…

Temos inveja dos americanos… muita muita inveja….

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E3 2009 – Eletronic Entertainment Expo – Wii Vitality Sensor

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Enquanto Satoru Iwata, o chefão, o cara, o mestre, o presidente da Nintendo do Japão falava a platéia se esforçava para escutá-lo. Silenciando os críticos, Iwata comentou sobre o desempenho de vendas do Wii e do DS (as plataformas mais vendidas de todos os tempos, a ascensão mais rápida, etc…) e falou sobre como diversas empresas (Sega, EA, Capcom…) estão voltando suas linhas de produção para o Wii a fim de se aproveitar da enorme base instalada do mesmo. Dito isso ele falou sobre como o mundo era dividido em três grupos, com relação a videogame, os que não eram jogadores (não tinham interesse, tempo ou possuíam dificuldades físicas que os impediam de apreciar os jogos), os que talvez (maybe) fossem jogadores (faltando um jogo que os cativasse para torná-los gamers casuais fiéis) e os jogadores constantes, sejam eles casuais ou hardcores. Iwata então prosseguiu mostrando que existem aproximadamente 285 milhões de jogadores constantes de games, hoje, entre os dois principais mercados do mundo (EUA + Japão) e que existem (pasmem!!!) outros 169 milhões de “talvezes”, jogadores esperando um Wii mote aterrisar em suas mãos. “Esse é o público que queremos! Se pudermos aumentar o mercado em 50% isso será saudável para toda a indústria!” – é isso aí… a Nintendo salvando o mundo!

Em seguida, falando de tecnologia, Iwata disse que hoje os criadores de jogos se esforçam para criar games que emocionem, intimidem ou acelerem o jogador, forçando a sobreviver desafios constantes e muitas vezes irritando-o no processo. “As vezes as pessoas tiveram um dia difícil!” ele disse “As vezes as pessoas só querem descansar!”. E aí ele mostrou uma nova tecnologia da Nintendo, uma futura aliada no combate do Stress e no aumento do bem estar, o Wii Vitality Sensor.

O Wii Vitality sensor como aparelho é um pouco decepcionante (embora Iwata tenha usado o termo “Vai trazer mais uma dimensão aos games!”)… é um medidor de pulsação bem simples, desses que vai preso a ponta do dedo. Só que a idéia da Nintendo é ousada. Usar sua pulsação como um “termometro” para o jogo!

Vamos supor que você está jogando New Super Mario Wii, e o número de gombas e parakoopas está atrapalhando seus saltos, resultando em diversas mortes. Você começa a se estressar, ficar nervoso, e se o jogo prosseguir assim é bem possível que depois da 4 vida você desligue o Wii e vá tomar um banho frio (ou martelar o dedão… é quase tão divertido como travar em um trecho de um jogo). Aí entra o Wii Vitality Sensor. Ele detecta esse aumento de stress negativo e diminui momentanea e abissalmente a dificuldade do jogo, voltando a subi-lá quando seu nível de stress negativo tiver atingido aquela margem aceitável, que faz você ficar jogando por horas. Assim o jogo não lhe frusta e também não se torna ridicularmente fácil. Outro exemplo pode ser dado aqui… vamos supor que você está fazendo Wii Fit Plus, mas o Wii Vitality Sensor  detecta que você não está “sentindo” o exercício – ele poderá informar ao jogo para aumentar a carga e o número de repetições – ou se pelo contrário, seus batimentos estiverem muito altos ele poderá recomendar ao jogo, e a você, que diminuá a intensidade do exercício, evitando stress negativo e baixa de performance. Outro exemplo… você está jogando um game de terror, mas como você assite “O exorcista” no banheiro e joga Dead Space no seu quarto, no escuro, sozinho, em casa e com as portas da rua destrancadas, você não está sentindo medo. O jogo não está cumprindo seu papel. Mas o Wii Vitality Sensor detecta isso e imediatamente envia um aviso ao game para aumentar a dificuldade, ou o número de sustos, ou fazer pequenas alterações no cenário, de forma a colocar você na beira da cadeira e fazer sua mão suar.

Claro que tudo isso é muito lindo, mas ainda é muito distante. A tecnologia para fazer essas mudanças on-fly (ou seja durante o jogo) ainda não deve vir até 2010/2011, mas Iwata tem outros planos, mais imediatos, para o brinquedo. “Hoje os videogames o fazem sobreviver! Pode ser que, daqui a bem pouco tempo…” – sorri de forma incidiosa – “… eles o façam relaxar, talvez até dormir!”.

Seja lá o que for que Iwata sabe.. eu quero. E já!

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PS: Essa NÃO é a foto do Wii Vitality Sensor… mas o negócio é tão novo que eu não consegui uma única foto boa… mas essa é a idéia… sem o relógio.

Blizzard é a empresa mais bem sucedida, mas nintendo é a 6 melhor empresa do mundo!

As análises não menten, mas não leve em consideração apenas o nosso ponto de vista, pegue os outros. Segundo a Develop, revista do reino unido especializada em gears, games e eletronica, usando critérios como vendas, sucesso de crítica e posição na indústria publicou uma listagem com as 100 melhores desenvolvedoras de games de 2008. E a grande campeã, o primeiro lugar nessa lista, foi ninguém mais, ninguém menos que a Blizzard – criadora do RPG online “World of Warcraft”, que lhe garante mais de US$ 1 bilhão por ano – enquanto a Big N, que encabeçava a lista no ano passado fica agora com um segundo lugar. A lista final fica assim:

1. Blizzard Entertainment (EUA)
2. Nintendo (Japão)
3. Rockstar North (Reino Unido)
4. EA Canada (Canadá)
5. Capcom (EUA)
6. Ubisoft Montreal (Canadá)
7. Treyarch (EUA)
8. Infinity Ward (EUA)
9. Epic Games (EUA)
10. Bethesda Softworks (EUA)
11. Konami (Japão)
12. Traveller’s Tales (Reino Unido)
13. Sega Studios Japan (Japão)
14. LucasArts (EUA)
15. Neversoft (EUA)
16. Sora (Japão)
17. Kojima Productions (Japão)
18. Media Molecule (Reino Unido)
19. Nexon (Coreia do Sul)
20. EA Black Box (Canadá)

Enquanto isso a Forbes, uma das revistas financeiras mais conceituadas do mundo lançou sua listagem das 200 empresas de melhor reputação do mundo, usando parâmetros como desempenho, produtos, inovação e cidadania (esse último envolvia bem estar dos empregados, estatística de demissões, etc…). E a Big N está em sexto lugar… no mundo inteiro!!! Perde apenas para Ferrero, Ikea e Johnson & Johnson, além das brasileiras Petrobras e Sadia. Isso mostra mais uma vez a ferrenha posição da Nintendo como uma empresa que joga limpo, tanto com o público quanto com seus colegas, acionistas, empregados e clientes.

Quanto às outras fabricantes de consoles, a Microsoft está em 30º lugar – com 7,53 pontos no índice Pulse, usado para medir a reputação da empresa – e a Sony aparece na 126ª posição, caindo 5,78 pontos em comparação a 2008. Vale notar que, dessas empresas, a Nintendo é a única focada em games, enquanto a Microsoft e Sony são avaliadas por suas outras atividades e, portanto, sob diferentes ângulos.

Valeu Ninty!

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Clássicos… que você perdeu!!! (Nes – Nintendinho)

Continuamos nossa cruzada pelos esquecidos

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Chip and Dale Rescue Rangers

Hoje em dia os jogos baseados em desenhos ou filmes tem sido, em sua esmagadora maioria, um show de orangotangos raivosos; ou seja, muita merda jogada ao ar! Mas nem sempre foi assim. Na década de 80 e 90, quando ainda não havia muita coisa a ser feita com as franquias de cinema e TV a não ser criar um clone de Megaman ou Super Mario e colar réplicas dos personagens da franquia por cima, algumas empresas, como a Capcom, conseguiram tirar leite de pedra e produzir clássicos como os muito conhecidos Duck Tales e Adventure Island. Outra obra de arte no entanto,  se perdeu…

Baseado no seriado de TV, que no Brasil iá ao ar todo domingo, após a corrida de formula 1 na Globo,  Chip and Dale Rescue Rangers (Tico e Teco, detetives – aqui no Brasil) era um side scroller batidasso, mas com muitos elementos, que se não inovadores, eram pelo menos tão bem utilizados, que ninguém reclamava. Você podia jogar sozinho ou em duplas, carregando e arremessando itens, objetos ou mesmo o seu parceiro (com resultados hilários) e os gráficos, assim como os de Duck Tales 1 e 2, eram excelentes. Ainda não saiu para o Virtual Console, mas quando sair, não deixe de pegar… nem que seja para jogar com o filho da namorada ou com a esposa que nunca pegou em um controle, mas vai reconhecer o Tico e Teco na hora.

Outros jogos que você era muito pequeno para comprar na época:

Duck Tales
Bugs Bunny Birthday Blowout
Little Nemo: The Dream Master
Snake Rattle ‘n Roll
Mappy-Land
Yo! Noid
Panic Restaurant
Rockin Kats
Kiwi Kraze (New Zealand Story)
Adventures of Rad Gravity
Disney’s Adventures in the Magical Kingdom

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Clash at Demonhead

Clash at Demonhead foi escrito por algum roteirista de tabloídes, sendo que você é Bang (eu não estou zoando… o nome do sujeito é uma onomatopéia), um agente secreto de algum lugar (também não estou zoando… a apresentação do jogo literalmente usa o termo “… a secret agent of some kind…” – rumores dizem que a versão em japonês tem uma história mais bem explicada… algum leitor caridoso poderia nos informar por favor!) que relaxava em uma praia com sua namorada Mary (risos) e recebe um chamado do HQ que o professor Plum (Pou! Crash! Tum!!!) foi raptado e está sendo forçado a desenvolver a bomba do juízo final. E como se isso não fosse suficiente um poderoso demônio (sim… eu não estou zoando…) está trazendo seus ovos para destruir o mundo. Então Bang se levanta e com seu cabelo se movendo contra o vento (o mar para de se mexer, porque com os olhos de Maria, os olhos de Bang, o cabelo de Bang e as nuvens se mexendo o processador do NES não iá aguentar mais nada) e diz que vai resolver tudo…

O que se segue é uma sequência de fases estilosas, no melhor estilo Megaman, com gráficos excelentes (para a época), som animal e controle perfeito.. enquanto Bang desenterra a história secreta da raça humana, vence a organização que pegou o professor Plum, destrói um demônio ancestral e fica com a garota no final. Clash at Demonhead toma um 0 por originalidade, um 8 por qualidade geral e 10 por estilo… e todos nos sabemos que tudo que importa, as vezes, é estilo.

Outros jogos que seu pais não quiseram comprar “porque você não estuda mais como estudava!”:

Gremlins 2
Vice Project Doom
Batman
Power Blade
Wizards & Warriors
IronSword: Wizards & Warriors II
Jackie Chan’s Action
Kung Fu
Monster In My Pocket
Willow
The Three Stooges
Kung Fu Heroes
Shatterhand
Low G Man
Trojan
Demon Sword
Ultimate Stuntman

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Nightshade

Eu não conheço ninguém que tenha conhecido Nightshade de uma maneira diferente dessa: Você teve que viajar/ir em ensaio da primeira comunhão/entregar ou retirar sacolinha do asilo/ir ao dentista/ir ao médico/acompanhar uma procissão ou qualquer outras dessas tarefas que os adultos tem a firme realização de que as crianças gostam de participar (se bem que eu achava o máximo entregar e receber as sacolinhas do Asilo São Vicente de Paula… era legal!!!). E quando tudo terminava já eram 13:00! Meu Deus… você dizia… perdi meu sábado (o que me levava a realização de que eu tinha todos os dias da semana depois das 17:00 totalmente para mim, não tinha que pegar no batente nenhum dia da semana e estudava para as provas só na semana das mesmas) e corria para a locadora de games. Só que as 13:30, quando você chegava lá todos os games que eram conhecidos, legais, marginalmente reconhecidos, ouvidos-falar ou que tivessem ilustrações que, se não agradáveis/interessantes, pelo menos não eram totalmente abomináveis e não continham a) a moranguinho b) os ursinhos carinhosos c) alguma figura da hanna barbera d) a barbie… já haviam sido alugados a pelo menos 3 horas. Você corria, disputando a tapa espaço com os outros atrasados, para a bancada de games, e agarrava qualquer coisa com seus bracinhos ávidos. Era uma aposta perigosa, se o jogo fosse ruim você perderia seu fim de semana, sem falar em uma parte, se não substancial, precisosa, de sua mesada.

Foi assim que eu, e muita gente como já sitei, conhecemos Nightshade. E eu o aluguei 7 vezes até terminar, sem nenhum rancor em nenhumas delas. Esse adventure, no melhor estilo point-and-click, não tinha o melhor gráfico do mundo (Maniac Manson – que tive depois no NEs e PC – tinha gráficos melhores) e som era apenas servil. O controle era, no entanto, muito muito muito bem feito. Você controlava o heroí Nightshade com o direcional, e quando ele encostava em algo que pudesse sofrer ação (que constituía em quase tudo na tela) os verbos apareciam e você escolhia qual utilizar. Apertando select o inventário e o sistema de verbos (usar/pegar/falar/mastu… he he he) aparecia. Pressione de novo e pode movimentar o heroí… fácil, simples e sem frescura.

A história era muito boa, contada em uma narração hiperbólica, bem ao estilo dos quadrinhos noir, falando sobre como o super vilão egipicio Sutekh derrotou Noid-ish (numa clara alusão de imagem e som com Yo Noid – da Domino pizzaria), o heroí da cidade, sobrando para o desconhecido NightShade a tarefa de vencê-lo.

As chances desse jogo saírem no virtual console são mínimas, mas se um dia conseguir de uma maneira ou outra levar Nightshade para passear… o password da cantina é “Eagle!”

Outros jogos que emboloraram e foram jogados fora naquela velha locadora… vocês deviam ter vergonha!:

Deja Vu: A Nightmare Comes True
A BoyAnd His Blob: Trouble On Blobonia
Shadowgate
Dr. Chaos
Golgo 13: Top Secret Episode
The Mafat Conspiracy
Princess Tomato in the Salad Kingdom
Uninvited
Solstice

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Street Fighter 2010

Quando alguém estampa em um filme “do mesmo produtor de transformers!” é a mesma coisa que alguém estampar em uma lata de molho de tomate “feito com tomate!” – você pode até assistir/usar, mas já sabe que será um desastre. Tudo isso porque querem empurrar um nome/marca goela abaixo, sem se importar com o que aquilo representa para você… então se você alugou/comprou esse jogo esperando que Dalsim tivesse partes cibernéticas ou que a Chun-li agora fosse uma Milf – pode esperar sentado. Agora tire o nome “Street Fighter” do título e coloque o nome “Futuristic Dragon” ou qualquer coisa assim e tente de novo. Jogão, né!

Provando que as vezes o nome pode ser uma bomba (me veio mais um caso a testa… “Final Fantasy Crystal Chronicles ” do GC – excelente jogo… péssimas críticas… tudo porque tinha o peso da marca Final Fantasy. Se chamasse Crystal Chronicles todo mundo teria dado dez!) Street Fighter 2010 (que nem era da Capcom) foi esmirilhado pela crítica (parca e pouco professional da época).

Mas esse jogo tem gráficos excelente para NES, controle no talo e som muito bom, com 4 canais criando midis animados, enquanto você encara fase após fase de um scroll lateral de qualidade, fazendo paçoca do seus inimigos. Eu joguei esse game a primeira vez em um NES mesmo, e depois do dono em questão ter me falado tanta merda do jogo, que eu o achei bastante interessante. De qualquer forma, se você quiser um sidescroller beat-up no melhor estilo Battletoads, mas não quiser bolhas nos dedos de tanta dificuldade, ataque Street Fighter 2010. Só não espera nenhuma Hadouken!

Outros jogos que seus pais não compraram porque vocês estava gordo e tinha que ganhar uma “Aluminium” da Caloi no natal:

Mighty Final Fight
Battletoads & Double Dragon
Renegade
Shadow of the Ninja

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Crisis Force

Lembra-se do review de Super R-Type, onde eu disse que aquele jogo tinha um milhão de coisas na tela ao mesmo tempo e sofria de um slowdown capaz de irritar Madre Tereza de Calcutá a ponto dela matar alguém, a sangue frio, usando uma camiseta molhada com a própria urina. Esqueça… pois Crisis Force ensina a Super R-Type com quantos pixels se faz um vertical shooter!

Crisis tem alguns dos melhores gráficos do NES, e sofre do famoso efeito de “boggle down”, quandos os objetos começam a ficar transparantes devido ao número de objetos a serem representados em movimento, ao mesmo tempo, na tela. só um detalhe – NÃO TEM SLOWDOWN!!! É pauleira à quinta potência, com um sonzão animal estourando nos 2 canais de áudio e um controle explendoroso fazendo seu papel. É show…

Eu disse que NÃO TEM SLOWDOWN? SÓ PARA TER CERTEZA! OUVIU ISSO “” SUPER R-TYPE “”!

Outros jogos que seus pais não compraram para você porque “Você já tem um monte de jogos de navinha!”:

Lifeforce
Over Horizon
Recca
SCAT
Zanac
Macross
GunNac
Captain Skyhawk
Star Soldier
Starship Hector
Wurm
Gyruss
Legendary Wings
Sky Shark
Stinger
Sqoon
Konami World
Abadox
Burai Fighter
Silkworm
Volguard 2

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Crystalis

Se você está procurando por um RPG simples, old-school, com uma boa história, gráficos interessantes, estilo zelda (action RPG) e que você não precise assistir 15 minutos de CG de abertura, nem jogar 150 horas para entender que o vilão é um cara legal, que nas horas vagas gosta de ópera e filosofia Wagneriana, não precisa procurar mais – seja comprando um cartucho de NES, seja comprando a versão de Gameboy color, seja esperando pela versão do Virtual Console; Crystalis, da SNK, acabou de preencher esse vazio.

Esqueça essa história do vilão que só tem um ponto de vista diferente. Aqui os vilões são alienigenas mal-até-os-ossos e você deve, no melhor estilo “Legend of Zelda” atravessar Dungeons e cavernas para encontrar uma maneira de derrotar a mãe cérebro e enviar os alienigenas devolta para suas terras. Com gráficos servis, som alucinante e controle excelente, não há motivos para não jogar Crystalis. Aliás esse jogo é tão bom que todo vez que ele não é jogado…  (rápido,  pense em algo… pense!)  Baby Mario Chora!

Outros jogos que você perdeu porque estava jogando Legend of Zelda e Earthbound Zero (Mother):

Magic of Scheherazade
Lagrange Point
Legend of the Ghost Lion
Radia Senki: Reimeihen
Battle Of Olympus
Hydlide 3
Faxanadu
Little Ninja Brothers
Wizardry: Proving Grounds of the Mad Overlord
Advanced Dungeons & Dragons: Pool of Radiance
Just Breed
Tombs & Treasure
Bard’s Tale II
Faria

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Wario Woods

Sim… é um forma de Tetris. Sim… é viciante pra Caramba! Sim… só tem so vilões do Mario! Sim… isso poderia estar na maior parte dos celulares hoje! Wario Woods é um Colluns mais lento, onde empilhar 3 ou mais animais ou rostinhos, seja na horizontal, vertical ou diagonal resultava nos ditos-cujos desaparecendo… e, é isso….

Por ser mais lento que Colluns o jogo tinha um efeito meio terapeutico. Você não estava sendo desafiado, mental e fisicamente, para quebrar a banca. Estava só… jogando! Era literalmente um passatempo… só que usava joystick e tv… e uma ótima forma de aproximar pais e namoradas que simplesmente surtariam com a velocidade 5 pra cima de Tetris. Quando sair no virtual console, não deixe de agarrar!

Outros jogos que você não pegou porque queria jogos com armas e inimigos:

Yoshi
Yoshi Cookie
Palamedes
Puzznic
Klax
Pipe Mania (Pipe Dream)

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Galaxy 5000

Galaxy 5000 é um daqueles jogos que você só tem contato depois de adulto, quando vai a casa de alguém mais humilde e vê as crianças da família jogando “Polystation”. Aí você vê eles jogando um jogo de corrida com naves espaciais… o que não se via todo dia no NES… mas o mais legal é que da para obliterar o inimigo… despedaçando com lasers e mísseis. Doce como o mel… e quase tão pecaminoso.

Galaxy, acreditem se quiser, tem história, contada em forma de texto branco contra um fundo preto, povilhada vez por outra por imagem estática cá, outra lá. No ano 5000 você corre em diversos planetas em busca de fama e fortuna (cara.. que história original) em uma visão isométrica (que deve passar por 3D na época do lançamento) com gráficos passáveis, para o Nes e para a época, som bom e controle funcional. Mas o mais legal, como foi dito, é poder explodir inimigos de forma sagrenta e sem misericórdia por 36 pistas. Muito legal!

Outros jogos de corrida que você perdeu porque estava chavecando seus pais por um Mega Drive:

RC Pro Am
Micro Machines
Cobra Triangle
Mach Rider (baseado na série de TV “Super Máquina” – aquela com o David Rasselroff)

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Super DodgeBall

Super Dodgeball tem mais valor nostálgico do que qualidade. É um jogo de queimada que parece estar sendo realizado na faixa do Kozovo, tendo Israel e a Palestina como times. Gráficos estranhos se somam a uma música bizarra e a um bom controle para criar a experiência única de atingir um bola com tanta força que o objetivo é atravessar o jogador do outro time e fazê-lo implorar pela misericórdia divina… que não lhe será dada! LA CRALLALA!!!

Também é legal que os personagens se pareçam com os de River City Ransom… aumenta a sensação de que a qualquer segundo eu posso pegar uma cadeira e jogar no cara do outro time…

Outros jogos de esporte que você deixou passar enquanto detonava Double Dragon (e River City Ranson):

Town & Country Surf Designs: Wood & Water Rage
Kings of the Beach
Crash N the Boys: Street Challenge
Nintendo World Cup
Base Wars

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GunShoe

Esse jogo é uma daquelas maluquices extremamente divertidas que, como Nightshade, você só descobre por chegar a locadora tarde demais para alugar Contra pela décima sétima vez! Em Gunshoe você atira com a Zapper contra os pés de um certo Sr. Stevenson toda vez que quiser que ele salte. É isso mesmo! Não faça essa cara de imbecil… Ok! Eu vou simplificar… tente imagina que o Sr. Stevenson é cego, surdo, mudo, cago, calvo, gordo e sofre de retardo mental avançado. Agora atire nos pés do desgraçado para ele saltar, a frente dele e ele irá correr para o lado contrário, etc…

Pode parecer sádico fazer isso com o pobre Sr. Stevenson, principalmente considerando o quadro clínico dele, mas não se preocupe… você supera. E se acertar ele, será um benesse a raça humana!

Outros jogos que você não prestou atenção por estar tentando matar o maldito cachorro de “Duck Hunt”:

Barker Bill’s Trick Shooting
Freedom Force
Gotcha! The Sport
Laser Invasion
To The Earth

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North & South

Esse jogo é legal.. embora entre na categoria “cheguei na locadora as 17:45 da tarde e o dono ta me olhando feio e olhando para a esposa dele que já fechou um terço da porta!”. É uma estratégia leve, uma versão muito simplificado de um civilization, com unidades diferentes para o Norte e para o Sul e diversas mudanças de estratégia e entradas de novas unidades ao longo do jogo.

O controle é insosso e o gráfico e som são apenas servis, mas o jogo diverte bem e mostra que muitas vezes uma aula de história poderia se valer muito do uso de games!

Outros jogos que você não jogou porque eram estranhos:

Lunar Pool
Toobin’
Side Pocket
Vegas Dream
Pin Bot
HighSpeed
Archon
Battle Chess
Casino Kid

R4 é proibido no Japão!

Desde de junho de 2008, a mãe da diversão, a senhora do entretenimento, a empresa, a Big N e mais 53 empresas (entre elas outras gigantes como Capcom, Konami, etc…)  abriram processo contra os criadores do R4 Revolution – cartucho regravável para DS que permitia a gravação de programas independentes e também jogos pirateados.

Esta semana marca uma vitória para a companhia: após decisão da corte de Tokyo, agora é ilegal a venda do produto em questão em todo o território do Japão.

Mesmo antes da decisão, algumas lojas já tinham se precavido e parado de vender o acessório fabricado na China – após pressão de empresas como a própria Nintendo, Capcom e Square Enix. Apesar da vitória, vale notar que o grupo de companhias pretende continuar sua ação contra outras fabricantes de produtos similares.

ISSO É COMBATE A PIRATARIA!

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Nintendo fazendo doláres $$$

Uma das melhores publicações na área de economia, a Forbes, publicou, segundo pesquisa do analista David Gibson, da Macquarie Securities, que a Nintendo tem lucro operacional de US$ 6 para cada Wii vendido – isso demonstra mais um ponto muito sólido em relação aos seus concorrentes diretos: a Sony perde dinheiro para cada Sorry PlayStation 3 vendido (o preço é de US$ 400 nos EUA), pois é subsidiado, e a Microsoft consegue vender o M$ Xbox 360 a preço de custo (o console sai entre US$ 200 e US$ 400, dependendo do modelo).

Optando por um estratégia de grande oceano, ou Blue Ocean Strategy (estratégia de administração/vendas que orienta que você não precisa brigar dentro do nicho de seu produto, mas diferenciá-lo/modificá-lo o suficiente para criar um novo nicho ou sub-nicho dentro do mercado), a Big N optou por uma tecnologia menos dispendiosa que os concorrentes, apostando em novas maneiras de jogar ao invés de gráficos majestosos. O resultado é que abraçou uma parcela maior de público e hoje é o videogame que mais vende nos principais mercados do mundo. Até setembro deste ano, o Wii vendeu 34,55 milhões de unidades mundo afora, enquanto o Xbox 360 tem base instalada de 22 milhões e o PlayStation 3, de 16,84 milhões.

Ainda segundo a Forbes, o Wii pode vender mais unidades em 2008 que o PlayStation 2 em seu melhor ano: 2003. O console da geração passada da Sony é o que mais vendeu na história, acumulando mais de 140 milhões de unidades e não só isso; a Big N ainda tem uma outra permissão para imprimir dinheiro: Seus jogos! Os games distribuídos pela própria companhia representam 60% das vendas totais de jogos do Wii. Só para comparação na Microsoft, o número é de 30%, enquanto na Sony, é de 15%.

Os campeões continuam sendo “Wii Play”, “Super Smash Bros. Brawl” e “Super Mario Galaxy”! Parece que os outros consoles ainda tem muito feijão para papar!

YES! Ao vencedor o Chat por voz!

YES. Em entrevista realizada na última semana, Reggie Fils-Aime, presidente e Chefe de Operações da Nintendo, disse que o Wii tem a capacidade de suportar conversas com voz entre os jogadores, não deixando, infelizmente, mais claro quando é que teremos a saborosa surpresa. Esperamos que muito em breve. E que tenha um Wireless Headset legal como o do DS.

O Wii é um brinquedo… e vai dar muita choradeira no natal!

Em entrevista para o MSNBC, Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo para os Estados Unidos, reafirmou que lamenta a falta de Wiis no mercado e que isso não é uma situação criada artificialmente com propósitos de marketing como dizem os Sonistas e Microsofistas de plantão. “Em termos absolutos, é muito, muito desastroso que os consumidores não achem Wiis para comprar”, afirmou. “E todos que sugerem que a escassez é boa para os negócios realmente não entende disso. Queremos que o consumidor entre em qualquer estabelecimento e ache o produto. E é para isso que estamos trabalhando incansavelmente para fazer acontecer”.

Em declarações anteriores, Fils-Aime temeu que a companhia não pudesse atingir a demanda e classificou de “oportunidade perdida” e falta do console no mercado. O homem conhece o Nicho e entende do assunto, sendo considerado o “homem do marketing do ano” pela Brandweek, no começo do ano.

O presidente da Nintendo também falou sobre o Nintendo DS, que tem sido o videogame mais vendido nas principais regiões do mundo: “Nosso objetivo é certamente ter o DS como o portátil dominante para sempre. E, como criamos novos softwares e conteúdos, essa é nossa intenção”.

Fils-Aime também respondeu àqueles que acusam a Nintendo de alijar os jogadores “hardcore”, os entusiastas. Recentemente, Yoichi Wada, presidente da Square Enix, disse que somente a Microsoft está comprometida com os “gamers” – “Quem compra um 360 realmente gosta de jogos”, afirmou – e que o Wii é um “brinquedo”.
“A resposta para esses fãs é ‘Super Mario Galaxy’, que tem recebido notas quase perfeitas nas principais publicações de jogos”, justificou Fils-Aime.

Temos jogos que satisfaçam o público ferrenho, mas, em nossa visão, esses são apenas uma pequena parte do mercado de jogos como um todo. Há mais que o dobro de consumidores que costumavam jogar, mas não o fazem hoje. Temos que ter certeza para incluirmos esse público na mistura”, finalizou.

Concordo com ele, mas não custa nos trazer um belo Kid Icarus ou um Zelda de 70 horas, não é?

A vida é dura para os fãs ocidentais!

O Club Nintendo, o clube de vantagens que a companhia mantém no Japão, abriu seu coração e disponibilizou a lista de premiações para seus membros platina, ou seja, aqueles que adquiriram 400 pontos no ano em produtos (a compra de um Wii, por exemplo, rende 80 pontos, enquanto os jogos variam entre 15 e 30 pontos), sendo um dos três:

O primeiro é um controle igual ao do Super NES, mas que serve no Wii, principalmente para os games do Virtual Console. Quem testou o brinquedo disse que perfeito, com exatamente a mesma resistência e precisão do controle do Famicon original.

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O segundo prêmio é um CD duplo com a trilha sonora de “Super Mario Galaxy”. Por fim, a companhia também oferece um calendário, com desenhos de personagens da Nintendo.

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Quem não tem status platina pode trocar 400 pontos (ou 250, caso tenha comprado o game) por uma versão mais simples do CD de “Super Mario Galaxy”, que traz apenas o primeiro disco.

Latamel(da)… e os nossos brindes?