Jogando: Aliens: Infestation

Quando Metroid surgiu Shigeru Myiamoto falou abertamente que havia se inspirado em Alien para criar corredores escuros cheios de monstros terríveis e babões, atravessado por uma heroína casca grossa. Tire Samus Aran de dentro de sua armadura e ela é basicamente Ripley, a heroína da franquia Alien. Agora, provando que o mundo imita a arte, o círculo se completa. E Aliens: Infestation, com todo cuidado a enorme e bem construída franquia na qual se baseia, se inspira fortemente em Metroid, principalmente Metroid: Fusion e Metroid: Zero Mission para trazer um jogão ao DS.

E isso é muito muito muito legal.

Todos esperavam que o DS morresse no encalço de seu irmão mais poderoso, o 3DS. Mas ao que parece os dois teimam em continuar no mercado, lado a lado. E como você pode jogar seu Aliens: infestation tanto no seu 3DS quanto no seu DS a diversão é líquida é certa.

Graficamente o jogo é bem aceitável, usando uma mistura constante de polígonos texturizados e pixels, com uma atenção especial a iluminação e aos cenários. Os personagens (porque são um monte deles) tem trejeitos diferenciados, animação muito bem feita e detalhes por todos os lados (com direito a equipamentos pendurados a tira-a-colo com movimento próprio) – os xenomórficos (os aliens) não deixam para trás, com animação bem legal (ainda que possuam movimentos limitados) e tão gosmentos como sempre. O som do jogo cumpre maravilhosamente seu papel, te deixando nervoso quando necessário e te tando batidas aceleradas quando o sangue tem que ferver – não há vozes, por razões óbvias, mas todos tem grunhidos e sons diferenciados, com a sonoplastia dos aliens mostrando o tanto de carinho colocado no game.

O controle é funcional…. provavelmente o ponto mais baixo do jogo. As vezes eu queria me encostar em uma cobertura para atirar por cima, mas acabava por ficar só ajoelhado tomando cuspe dos meus inimigos, enquanto em outras vezes as granadas não saiam quando precisavam, mas é mais uma questão puntual e que não tira o brilho do game em si. A história é o cliché que sempre amamos: Alguém fez uma besteira ENORME (eu não vou dizer o que para não estragar seu jogo) e agora precisamos enviar os Marines para limparem a sujeira e regatarem os sobreviventes, se houver algum. É claro que em algum ponto da história alguém resolve que vai usar os aliens como armas biológicas e … bem… tenho certeza que você assistiu os filmes.

A  jogabilidade do game é fantástica. Tão boa quanto a de qualquer Metroid. Você precisa do item B para passar pela
porta A, só que para pegar o item B você precisa do item H que só é conseguido matando o monstro X que… tenho certeza que você pegou a ideia. E bem divertido, o mapa é enorme, e você pode encontrar mais de uma dezena de Marines que VOCÊ PODE COLOCAR NO SEU ESQUADRÃO. Seu esquadrão permite que você troque de Marine em tempo real só que com um preço: Se o Marine morrer em ação… acabou! Caput! É o fim! Sim, personagens mortos estão MORTOS… e não voltam nem podem ser ressucitados. Isso coloca um peso totalmente novo na escolhas que você tem que fazer ao longo do game. Mato fulano para poupar a energia de ciclano e deixá-lo à câmara maior no centro desse laboratório ou divido a carga entre os dois de forma a permitir que ambos cheguem, mas que os ferimentos possam matá-los lá, juntos – ou – Prefiro não usar fulano, cujo a arma é muito boa, então vou sacrificar beltrano e ciclano. É um detalhe pequenino… mas que faz uma brutal diferença na atmosfera do game e que abre espaço para literalmente centenas de micro-cenas envolvendo mortes, lamentações e, é claro, operações de resgate, que fazem o jogo um pouquinho diferente, cada vez que você joga.

Se você é um fã de Aliens, esse é o jogo que você estava esperando. É claro que o irmão mais velho dele sai no ano que vem, para Xbox 360, Ps3 e Wii U, mas vai ter que preencher um sapato bem largo depois do excelente trabalho do Jr aqui. Se você for um fã de Metroid, eis um excelente game para limpar o gosto estranho que Metroid: Other M pode ter deixado. E se você não for fã nem de Aliens e nem de Metroid… você não está vivo e precisa de auxílio!

Agora me dão licença que meu sensor de movimento está fazendo “bip… bip… bip bip bip….”

Cansado de esperar por Twilight Princess? Que tal um Zelda de graça?

O misterioso Zelda que será dado de presente para todos os usuários de 3DS e Dsi foi revelado como sendo The Legend of Zelda: Four Swords. Mas o jogo foi modificado para ter uma história melhor, mais longa e intrincada e… permitirá ser jogado no multiplayer. Infelizmente o game não vem acompanhado de The Legend of Zelda: A link to the Past como vinha no GBA.

Por outro lado ele custa R$ 0,00…

O game estará disponível para download a partir de 28 de Setembro (e até 20 de Fevereiro do ano que vem) no eShop.

E3 2011 – Novos games confirmados

Na esteira das milhares de novidades da E3 a Big N revelou uma listinha de novos games a serem lançados para os sistemas atuais (nada de Wii U ainda) :

3DS

Wii

DS

A todos os pessimistas de plantão – Skyward Sword e Mario 3DS continuam com data de lançamento para o final deste ano.

Jogando: Thor – The God of Thunder (DS)

O filme do deus do trovão chegou aos cinemas e aos videogames. A versão do Cinema é bem legal, mas a versão do DS é ANIMAL!!! Vocês lembram de Actraiser? Thor é como Actraiser do SNES, um beat up side scrolling onde você aniquila hordas de inimigos indo da esquerda para a direita com direito a centenas de golpes e animações fantásticas.

Graficamente falando o jogo é sensacional. A produtora Wayfoward conseguiu extrair cada grama de poder do DS e a utilizou de uma forma fantástica, animando pixels profundos e detalhados. Sim!!! Esse game não é poligonal! Embora utilize polígonos em alguns cenários e chefes o jogo lembram uma soma entre Shank (do XBLA/PSN) e Castlevania: Simphony of the Night – personagens extremamente bem animados (eu não vou conseguir frizar isso o suficiente… Thor, os chefes, os inimigos, os cenários… tudo é tão bem animado que parece um novo console) feitos em pixels bem delineados utilizando um visual colorido e cartunesco. Impressionante. É um dos melhores gráficos do DS, uma animação ímpar e um estilo gráfico tão vibrante que o jogo vai continuar atual daqui a dez anos.

Mas isso não iria muito longe sem jogabilidade. Se o controle do jogo responde no talo (é perfeito, sem um lag sequer) e é super enxuto, a capacidade de Thor jogar centenas de milhares de golpes em sucessão sem parada (com um contador de hits bastante permissivo) torna o jogo imperdível. Vá da esquerda para a direita, salte para a tela de cima, acabe com todos os inimigos com o poderoso Mjolnir.

E inimigos você terá! Já que a história não tem qualquer ligação com o filme, você passará por seis mundos diferentes (e temáticos) enfrentando inimigos locais até chegar a chefões imensos (que ocuparão as duas telas e muito mais – alguns deles ocuparão as duas telas só para serem mostrados até a cintura). Parece batido, mas acredite em mim… essa versão de Thor é animal.

O som é legal, mas definitivamente não é o ponto alto do game. As músicas são interessantes e acompanham o ritmo, com efeitos sonoros muito bem feitos e extremamente convincentes, mas não há nada aqui que faça você escrever para sua mães.

Mais e mais o jogo é muito muito bem feito e embora todas as plataformas (com exceção do moribundo PSP) estão recebendo suas versões (As do 360/PS3 são rip-offs de God of War, a do Wii nos vamos visitar no futuro e a 3Ds ainda não saiu) a do DS é simplesmente sensacional. Você vai sentir-se o verdadeiro deus do trovão quando derrubar Mangog ou Surtur.

Imperdível!!!

Nintendo DS – Lançamentos para o segundo trimestre de 2011

  • Squinkies (Activision) – 12 de abril
  • Rio (THQ) – 12 abril
  • Paws & Claws 2 (THQ) – 19 de abril
  • Match Madness 3 (Easy Interactive) – 03 de maio
  • Thor: Deus do Trovão (SEGA) – 03 de maio
  • Yu-Gi-Oh! 5D’s World Championship 2011 (Konami) – 10 de maio
  • Loving Life with Hello Kity and Friends (Bergsala Lightweight) – 10 de maio
  • Picture Puzzle Collection (Easy Interactive) – 17 de maio
  • Kung Fu Panda 2 (THQ) – 24 de maio
  • BlazBlue: II Continuum Shift (Jogos Aksys) – 24 de maio
  • Cake Mania Main Street (Majesco) – Maio
  • Lego Piratas do Caribe: The Video Game (Disney Interactive) – Maio
  • Transformers: Dark Side of the Moon AUTOBOTS (Activision) – 14 de junho
  • Transformers: Dark Side of the Moon DECEPTICONS (Activision) – 14 de junho
  • Arquivos de Hollywood (Easy Interactive) – 14 de junho
  • Lanterna Verde: Rise of the Manhunters (WB Interactive) – Junho
  • LEGO Battles: Ninjago (BM Interativa) – Primavera
  • Carros 2: The Video Game (Disney Pixar) – Verão
  • Duke Nukem: Critical Mass (Deep Silver) – 2 º Trimestre

Jogando: Okamiden

Sabe o que significa o termo “canto de cisne”? Segundo a Wikipedia “Canção do cisne ou “Canto do cisne” é uma referência a uma antiga crença de que o cisne-branco (Cygnus olor) é completamente mudo durante toda a sua vida, mas pode cantar uma bela e triste canção imediatamente antes de morrer. Entretanto, é sabido desde tempos remotos que esta crença é falsa; cisnes-brancos (também chamados de “cisnes-mudos”) não são mudos durante a vida, produzindo grunhidos e assobios; e não cantam ao morrerem. Em particular, Plínio, o Velho refutou a crença no ano 77 em sua Naturalis Historia (livro 10, capítulo xxxii: olorum morte narratur flebilis cantus, falso, ut arbitror, aliquot experimentis, “observações mostram que a história do canto dos cisnes ao morrerem é falsa”). Não obstante, a lenda permaneceu através dos séculos e aparece em vários trabalhos artísticos. Por extensão, canção do cisne ou “canto do cisne” tornou-se uma metáfora, referindo-se a uma aparição final teatral e dramática, ou qualquer trabalho final ou conclusão. Por exemplo, a coleção de canções de Franz Schubert, publicada no ano de sua morte, 1828, é conhecida como a Schwanengesang (que em alemão significa “canção do cisne”). Isto traz a conotação de que o compositor estava prevendo sua morte iminente e usando suas últimas forças em um magnífico trabalho final.”. Entenderam?

Nesse contexto Okamiden parece ser o “canto do cisne” do DS. A última grande obra a ser lançada exclusivamente para o Nintendo DS traz o filho da deusa do Sol Amaterasu, Chibi, em sua forma de filhote de lobo branco e uma pletora de personagens, muitos reconhecíveis do primeiro game, em um universo de cores pastéis. É um jogo lindo, muitíssimo bem feito e que tem várias qualidades que o tornam superior, na minha opinião modesta, aos dois Zeldas do DS e a diversos jogos do portátil.

Graficamente falando Okamiden é fantástico. A engine utilizada é rápida, possui texturas suaves e cristalinas e permite uma enorme distância de horizonte, sem quebras nem entraves na paisagem. A movimentação é suave e muito muito bem animada, sem movimento e bruscos e “sem sobra”… nenhum movimento de Chibi parece desnecessário ou falso. Os personagens secundários são bonitos e se movem de forma inesquecível, cheios de personalidade, e os cenários são sensacionais.

O som é bom demais… batidas japonesas se misturam a jazz em um ritmo diferente e bem charmoso. A maior parte das cenas tem uma música de fundo perfeita e certas cenas (e certos chefes) tem músicas que ficaram gravadas na sua mente por muitos anos. A história é bem feita e relativamente longa, sendo complementada de forma soberba pelas músicas, com um início lento, mas que após engrenar… em um acontecimento que impede Chibi de contatar a mamãe celestial e a ter que auxiliar um novo herói (criancinha fofa) em impedir que os demônios cubram o mundo de escuridão.

O controle é muito muito muito bem feito, mas nada que eu não posso reclamar. O sistema de usar a tela de baixo para controlar o pincel celestial e usar formas básicas desenhadas, que se transformam em cortes, sóis ou mesmo bombas é sensacional – parece que após passar pelo PS2 e pelo Wii, Okamiden finalmente encontrou o lugar onde os controles encaixam com perfeição – dito isso eu me decepcionei com a maneira que, exatamente como em Okami, o pincel celestial (celestial brush) se comporta mais como um kit de ferramentas do que como uma habilidade criativa em si. Eu explico: Você não pode combinar habilidades criadas com o píncel, está limitado sempre as formas já determinadas pelo jogo e só pode usar uma por vez. Eu me senti mal com isso em Okami… e talvez porque o controle estava tão… certo… dessa vez foi ainda mais decepcionante.

Ainda assim Okamiden é um jogão como poucos. Se você tem um DS não perca a chance de mergulhar no universo de Nippon mais uma vez… e se você é um dos felizardos que já tem um Nintendo 3DS, como a linha de lançamento anda meio fraca, acho melhor jogar Okamiden até algo melhor do que SFIV pintar!

 

Jogando: Pokemon White (Vale para o Black também… só que eu só comprei o White)

Pokemon é Pokemon… e vice-e-versa! Além desta estapafúrdia consideração há pouco mais que pode se ser falado sobre Pokemon White (e tão pouco de Pokemon Black) que irá efetivamente mostrar a você que a série Pokemon evoluiu. As chances são grandes que você já tenha se alistado ao exército dos Pokemaniacos ou aos do Oh-meu-deus-será-que-eles-não-conseguem-enxergar-que-todos-os-games-são-iguais-maniacos – e pouca coisa em Pokemon White (e Black) poderia fazer você mudar de ideia. Mas vamos aos (poucos) fatos.

Graficamente falando White e Black não tem enormes diferenças de Gold e Silver, usando a mesma engine, que é claro, sofreu aprimoramentos. Cenários são maiores, tem muitos elementos verticais, luz e sombra melhor trabalhados e menos quebras de cenário. A posição da câmera mudou em uns 15 graus o que permite ver melhor a direção que se está caminhando e o cenário de fundo (é engraçado que essa posição de câmera, a isométrica, não é nenhuma novidade, era usado constantemente no SNES por ser considerado perfeita). Os pokemons continuam sendo feitos utilizando pixels, que sofrem distorções bem feias em alguns movimentos… sim… os pokemons finalmente se movem e os golpes são algo mais visível do que um “pong” seguido de seu pokemon dar um chacoalhada para frente e para trás. Ah.. antes que eu me esqueça… alguém na GameFreaks (a produtora do game) adora pontes… a dezenas delas – com animações e cgs… nas pontes! Vai entender.

O som melhorou… um pouco. Os pokemons ainda só fazem grunhidos, mas eles são mais variados e mudam de timbre de pokemon para pokemon. A música é funcional e desaparece no ambiente, mas há alguns temas de ginásios e, principalmente, temas de batalha de líderes do Team Plasma que são bem legais. O controle é … Pokemon… Gold… e Silver. É igualzinho. Controle seu personagem com uma combinação de direcionais, botões e a touch screen. Funciona… mas não é nada inovador.

A jogabilidade teve algumas mudanças… graças a Deus – já que torna um game que eu basicamente podia jogar dormindo, novo. A primeira coisa a se falar é sobre as rotation battle – um novo modo de jogo onde 3 pokemons são dispostos sobre um disco que gira a cada tantas rodadas. Esse modo exige que sua estratégia esteja bem mais afiada, visto que você nunca sabe quando o seu Pokemon de fogo vai acabar cara a cara com um Pokemon de gelo do adversário. Além disso, se você quiser um Pikachu ou um Snorlax… prepare-se para jogar durante o jogo todo, basicamente, antes de ter o prazer (ou desprazer) de ver algum Pokemon conhecido (eu, por exemplo, viveria feliz se não visse um único Zubat pelo resto da minha vida) – o jogo realmente põe peso em seu novo cast de Pokemons.

É na história que vocês vão notar o que tornou esse game tão vendido. Ou melhor, a existência de uma BOA história. O time Plasma, e sua missão de libertar o Pokemon e separá-los dos humanos, que os estão “escravizando” é um inimigo mais inteligente, mais direto e mais presente do que o time Rocket e com uma missão que faz você se questionar em que até que ponto eles são “maus”… Além disso os líderes de ginásio tem história, motivos de ter o ginásio e, alguns, até razões para deter seu progresso – eles também finalmente perceberam que um time de um só um tipo de Pokemon era um besteira sem tamanho e usam times variados e balanceados. Além disso a um sistema de mini-games para os pokemons, como colocá-los para dançar, vesti-los como idiotas… ou vesti-los como idiotas e aí colocá-los para dançar – que embora não melhore a história ajuda a dar uma relaxada nas partes mais sérias da mesma.

E a questão final é sempre a mesma: O jogo vale uma compra? Antes de mais nada responda a pergunta a seguir: Eu sou um fã de Pokemon? Se a resposta for sim… compre o game agora e você não vai se arrepender! Se a resposta for não… pergunte-se: Eu gosto de Pokemon? Se a resposta for sim… compre o game e sinta a paixão voltar com força total. Mas se a resposta for um novo não… tente Okamiden… vai se divertir bem mais. No mais é um jogão bem bem legal e altamente recomendado. Vejo vocês nas batalhas online!

 

 

 

 

Donkey Kong Country Returns ultrapassa os 4,2 milhões de unidades

As pessoas adoram os jogos 2D! E em meio a notícias de quedas nas vendas do Wii em relação aos  anos anteriores, a Nintendo anunciou seus jogos mais vendidos de Wii e DS até o final de 2010. E se você é um fã Donkey Kong, ganhou uma banana – porque o revival 2D da RetroStudio, segundo a Nintendo, já ultrapassou os 4,21 milhões de unidades desde seu lançamento em 21 de novembro.

O resto da lista é ainda mais legal! Eis os jogos mais vendidos de Wii e DS no ano fiscal (abril 2010-dezembro 2010):

Wii

  • Wii Sports – 12.19 milhões (75.6 milhões total)
  • Wii Sports Resort – 10.21 milhões (26.35 milhões total)
  • New Super Mario Bros. Wii – 6.58 milhões (21.28 milhões total)
  • Super Mario Galaxy 2 – 6.15 milhões (6.15 milhões total)
  • Wii Fit Plus – 5.09 milhões (17.74 milhões total)
  • Wii Party – 5.07 milhões (5.07 milhões total)
  • Donkey Kong Country Returns – 4.21 milhões (4.21 milhões total)
  • Mario Kart Wii – 3.95 milhões (26.50 milhões total)
  • Super Mario All-Stars Limited Edition – 1.95 milhões (1.95 milhões total)
  • Kirby’s Epic Yarn – 1.38 milhões (1.38 milhões total)

DS

Dragon Quest VI a caminho dos EUA!!!

A Big N anunciou que Dragon Quest VI: Realms of Revelation chega para DS nos EUA em 14 de fevereiro de 2011, formando com Dragon Quest IV: Chapters of the Chosen e Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride uma triáde de beldades refeitas para a tecnologia do DS (Nós podemos recontruí-los, melhor, mais rápido… nós temos a tecnologia – se você tem menos de 25 não vai entender a piada). O game virá com vários upgrade como poder mudar de personagem on-fly e permitindo colocar monstros no seu grupo.

Todo mundo preparado para mais um Dragão?