E a Capcom não informa a razão ou a gravidade do quadro. Mestre Ono foi hospitalizado durante um evento de Street Fighter X Tekken em Hong Kong. A Capcom soltou uma nota a imprensa desejando que o atual responsável pela franquia de luta mais querida do mundo tenha uma recuperação rápida a saúde perfeita – o Mini se junta a empresa em um desejo sincero de melhoras a Ono-Sama!
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Quer usar as armaduras de Mass Effect em Final Fantasy XIII 2? Não? Nem eu! Mas agora você pode…
Está confirmado o rumor mais bizarro do mundo. A Bioware confirmou que um dlc está sendo lançado (vai custar 240 ms points – por enquanto só no Japão) para o PS3 e 360 que vai permitir vestir seus personagens de Final Fantasy XIII 2 com as armaduras N7 que o comandante Shepard usa. Eu sei que isso é bizarro… mas considerando que Final Fantasy XIII 2 teve um final de merda e que os finais de Mass Effect 3 também são bem ruins (o jogo é fantástico!!!) parece uma combinação interessante!
Gerigasmo – O VMU: Mais que um memory card
Nossa super editora mostra um pouco do que era o memory card do futuro (em 1999): O Visual Memory Unit!
Gerigasmo – Uma olhada mais de perto no controle do Dreamcast
Nossa super editora mostra um pouco do curioso controle do Dreamcast
Gerigasmo – O Mini tem um Dreamcast
O Dreamcast foi o canto de cisne da SEGA, um dos videogames mais incríveis já criados e agora o Mini vai conseguir fazer reviews de jogos dele…
“Push Start” no SESC Campinas – o balanço final
Quem lê o Mini já sabe que o Junião, do Street Fighter Brasil, e eu juntamos forças e fizemos um evento de 4 fins de semana no SESC Campinas, para contar um pouco sobre a história dos videogames antigos (os retrôs), o “Push Start”. Durante o evento tivemos palestras sobre a história dos aparelhos e suas conceituações de mercado assim como aparelhos (Atari ST 2600, NES, Master System SEGA Mark III, Mega Drive/Genesis, Super NES/Super Famicon, SEGA Saturn e Sony Playstation) para os participantes conhecerem ou matarem as saudades.
Não dá para dizer que foi um redundante sucesso e que fomos carregados para fora nos braços da multidão apenas para receber os louros da vitória de duas ruivas faceiras cujas roupas pouco faziam para ocultar seus corpos esculturais. Mas também não dá para dizer que foi um fracasso total. O termo sucesso parcial me vem a mente – conseguimos uma parte do que queríamos e falhamos miseravelmente em outras áreas.
Educado e bom com as “criança” – Felipe ensina a nova geração
Por exemplo: preparei palestras, principalmente nos dois primeiros fins de semana, que tinham uma quantidade imensa de informações sobre market share, trívia dos processos de desenvolvimento e curiosidades tecnológicas e de mercado – o que gerou sono e desânimo em uma parte significativa de nossa “plateia”, bem mais nova do que eu esperava, que estava em desespero para colocar as mãos em videogames que nunca haviam sequer visto. Embora conseguimos, a partir do 3° final de semana, começar a alterar o material para uma apresentação mais rápida, sucinta e, porque não dizer, infantil – ainda assim sofremos com as constantes perguntas de “Ainda vai demorar muito?” ou as afirmações de “Nossa! Esse tio fala para caramba!”. Os adultos gostaram do material e, muitas vezes, fizeram perguntas pertinentes, mas ficou claro que nosso material estava preparado para uma faixa etária muito diferente do que a apresentada.
Por outro lado essas mesmas crianças que detestaram as apresentações ADORARAM os aparelhos retrô. Dos jogos simples do Atari aos inesquecíveis jogos de luta do Saturn, de Donkey Kong do NES a Coolboarders 3 do PS1 – os olhos vidrados na tela enquanto o controle era passado de mão em mão, as vezes com um pequena discussão sobre quem seria o próximo, mostraram que videogame era uma coisa prática e querida, mesmo em aparelhos com os quais essas crianças não tinham qualquer familiaridade. As perguntas delas sobre os aparelhos, enquanto os jogavam, eram simples porém muito diretas “É bem legal! Por que não tem esse Mario no meu PS3?” (sobre Super Mario World) e “Eu quero uma pistola igual a essa! Onde compra?” (enquanto seguravam a STUNNER do Saturn).
Esse Saturn foi deflorado no evento. Mas pagamos um jantar antes e a gente ligou no dia seguinte!!!
Falando nisso… eu me senti um velho toda vez que alguma criança não fazia a menor ideia de quem era Alex Kidd, um Walkman ou quando algumas delas ficaram desapontadas quando viram o PS1 e exclamaram “Isso não é um Playstation! O Playstation é preto!” em clara alusão ao fato de que eles jamais haviam visto um PS1.
Em relação à equipe do SESC, só posso tecer elogios. Um pessoal de sorriso fácil, super atenciosos, gentis e educados, que nos auxiliaram em tudo que foi possível e mostraram extrema organização. Um obrigado especial vai para o Felipe e o Fernando. Obrigado carinhas!!!
No “Push Start 2” (e aí Junião – vamos encarar?), se a divisão de faixas etárias for a mesma vou fazer uma apresentação mais simples e mais rápida, com flash cards ou algum auxílio físico. E vamos deixar mais tempo de controle na mão da molecada…
Afinal, embora videogame seja uma coisa MUITO séria, não faz muito sentido se não for divertido pacas!!!
Você odeia a Peach? Detesta o Mario? Faz pouco dos Toads? Junte-se a tropa Koopa…
… e conheça o reino (do cogumelo)!
Quer DLC para Mass Effect 3.? Vá comprar umas Action Figures!
É isso aí. A BigBadToyStore lançou uma linha de Action Figures de personagem do time de Shepard que aparecerão no novo game. Os Action figures são da Miranda, Garrus, Mordin e Legion com 17 a 18 cm cada e acabamento de luxo (o que em bom português significa que eles tem mais de 12 pontos de articulação e são feitos com resina). As “Figuras de ação” podem ser compradas separadamente (por US$ 19,99) ou em Kit, com as quatro, por US$ 67,99.
Tudo isso é muito legal mas o mais legal mesmo é que na base dos bonecos há um código. Esse código pode ser usado na live (tanto no PC quanto no Xbox 360) para ativar aprimoramentos, armas e armaduras para o personagem que a base segura (o boneco do Mordin vai ativar coisas para o Mordin… e assim vai). DLC + Action Figures = Pure Sheer Awesomeness!!! Perfeição… tu foi atingida!!!
10 Crossovers que ainda não existem… mas realmente deveriam!
Não só de Street Fighter X Tekken (o X se pronuncia “Cross”, segundos os especialistas no assunto… eu digo VS mesmo) ou Marvel vs Capcom vive o universo de crossover de games. Eis algumas idéias que as empresas podem utilizar para aumentar a satisfação dos clientes:
Call of Duty: Modern Warcraft
Anões voando em helicópteros atirando contra elfos-da-lua de M16, com Orcs armados até os dentes atirando contra humanos… aaahhhh… a cartase!
Final Fight Night
É agora que o prefeito de Metro City vai mostrar com quanto paus se faz uma canoa!
Super Mario Brothers in Arms
“Luigi, joga uma granada lá e de cobertura ao Rogers. Eu vou passar por trás e pegá-los.”
“Mas, irmão, e se eles virem você?”
“Aí eu vou honrar a família e vou ser super Mario na bunda deles!”
The Brutal Legend of Zelda
Imaginem andar por Hyrule com um Link bombado movido a esteroides, ouvindo Heavy Metal, enquanto trucida hordas de inimigo atrás de uma princesa vestida inteira de preto com enormes decotes…. YES!!!
Bear in the big blue house of the dead
Ursinhos fofinho contra Zumbis… awesome!
Perfect Dark Souls
Porque dificuldade e alienígenas nunca são demais.
Red Dead Space
Dizem que o espaço é a última fronteira. E quem melhor para levar justiça a fronteira do John Marston?
Twisted Metal Gear Solid
Pouco Stealth, muito metal!!!
Angry Birds of Prey
Um jogo que vai realmente fazer valer o termo “Porco Nazista”!!!
FallOut Run
Que tal usar a última Ferrari Testarossa do mundo para atravessar a Wasteland e entregar um linda loira no último foco de resistência da terra… vamos lá SEGA/Bethesda… estou esperando acontecer!
The Fellowship of the game!!! … ou … Como foi nossa ida ao Video Games Live
“Se Bethoven estivesse vivo ele seria compositor de música de Video Game!”
Tomy Tallarico – Video Games Live 2011 – São Paulo
6 caras + 2 garotas – o Boromir, porque todo mundo sabe que ele vai tentar roubar o anel no capítulo que eles ainda estão em Valfenda. Se o Aragorn tivesse atravessado ele ali mesmo com a Anduril a maior parte dos problemas do caminho teriam se resolvido.
Tolkien a parte era certo que o Mini, mais precisamente eu e a Mi, iríamos novamente ao Video Games Live, nosso terceiro ano consecutivo. Virou uma espécie de ritual do casal, quase como o nosso inverno. É quando eu e ela sabemos que o ano está acabando. Só que esse ano aconteceu algo diferente. Vários amigos nossos resolveram que eles iriam também… só que não sabiam chegar lá.
I will take it! I will take it!!! I will take the ring to mordor! Although I don´t quite know the way!
Eu levo! Eu levo! Eu levo o anel até mordor! Embora eu meio que não saiba o caminho!
Ao que, como Gandalf, nos comprometemos a levá-los e partilhar com eles do melhor da música de videogame já feito no planeta. E nos preparamos para o fatídico dia 15 de Outubro. Seríamos Eu (Marcel/Tellion*), Mi (Michela/Shushi Porkinha*), Bruno/BrunoLBrandao*, Monique/MoniqueBrandao*, Raul/Green Archer07*, Ademar Jr/Junião*, Henrique Vieira/TisSharkBites* e Henrique Lira (todos os apelidos marcados com * são da Xbox Live). No dia 15, após alguns atrasos partimos….
… e paramos na pizzaria Domino´s … para fazer uma boquinha… porque… ninguém é de ferro…
… e porque não tem Domino´s em Campinas (Jeca é foda!) – Eu tirei a foto… mestre Yoda a achou fera!
Após a boquinha seguimos sem maiores embaraços até o local de evento, que esse ano tinha mais gente e menos Cosplays, o que nos deixou um pouco intrigados. A segurança estava bem melhor, mais organizada, ágil e rápida. Como sempre a mini-arena de guitar hero estava logo ali, dando uma chance a todos de mais tarde ir ao palco com Tomy Tallarico. E como sempre, também, lá estava a Petrobras mostrando-se um parceiro cultural ativo dos gamers e levando algum game criado por brasileiros para ser apresentado no evento…
… o problema é que você copiava o movimento feito na tela, não o videogame lia o seu movimento ou algo assim. Parecia meio idiota…. não… não parecia não… era COMPLETAMENTE IDIOTA mas o Raul e o Henrique Lira resolveram que iam lá tentar. As fotos abaixo não mentem.
Depois de deixar as crianças brincarem o grupo seguiu para suas mesas. Como em senhor dos anéis perdemos um dos membros, mas ele se juntou a nós mais tarde, e curiosamente usava uma camisa diferente quando voltou… o que torna a comparação Junião – Gandalf ainda mais sadia.
Todos sentados. Parabéns a Mi pela escolha do lugar, ficamos a três linhas de mesas do palco, bem no centro, com a visão total e avassaladora dos três telões que formavam o palco do VGL. Os telões piscaram e revelaram a frase: VIDEOGAMES LIVE WILL START SOON…
E foi aí que começou Super Mario World (uma paródia com What a Wonderful World)…
Logo depois de ouvir uma musiquinha gostosa, vem um concurso de Cosplay que não estava… vamos dizer assim… vigoroso….
… na verdade tava mais xexelento que o aspecto visual da PSN. As ganhadoras foram a dupla que estava de Link roxo e Sheik. Estavam realmente legais…
… mas Snake come vocês (literalmente, tipo… o cara come qualquer coisa – que atire a primeira pedra quem nunca deu comida podre para ele em MGS3 só para ver o que acontecia).
O telão se ilumina com o teaser de um novo DVD/Blu Ray do VGL, o VGL 2° Stage (tengo que comprar! Atras de ti imbecil!) e logo em seguida, como em todo ano, Ms. Pac Man começa a ser perseguida por Blinky, Pinky e Inky – sim… os fantasmas tem nomes!
A orquestra Vila Lobos se senta e Tomy Tallarico, compositor de música de videogames a mais de 20 anos, criador de músicas como as Mass Effect, Rising Ascendent, Dragon Age, Earthworm Jim, entre outras, sobe ao palco e o público destrói nas palmas. Tallarico pega a guitarra e começa com um medley elétrico de Street Fighter, com um super vídeo especial para o Brasil, com enormes cortes para a bandeira brasileira e com Blanka… sim o monstro verde que foi o representante do Brasil nos games por mais de 10 anos… destruindo tudo…. TUDO!!!
Depois de quase derrubar a casa e deixar o público gritando “Blanka, Blanka!” e “Tallarico, Tallarico!”, Tomy apresenta o maestro do ano, criador das trilhas sonoras de Africa (se você nunca ouviu falar, tudo bem, não fez muito sucesso mesmo) e RE 5, o estupendo Wataru Hokoyama. Primeiro Hokoyama trouxe um trecho lindo de Africa…
… que infelizmente não tirou muitos aplausos e ele seguiu com Wind of Challenge de Resident Evil 5…
… que aí sim levantou a galera.
Tallarico nem dá tempo para o pessoal respirar e traz a perfeita, maravilhosa, vitaminada, cheirosa, talentosa, uber-ultra-plus com queijo, flautista, cantora e compositora Laura Intravia ao palco. Ela entra vestida como o Mario e… literalmente… pega todo atrás, dentro, fora e do lado do armário, com um fantástico medley de Super Mario.
Quando Laura sai Tallarico fala sobre o criador do Odissey, o primeiro homem a pensar em videogame de uma forma comercial, o mestre Ralph Bauer e mostra um video do jovem Bauer em 196X mostrando o Odissey funcionando pela primeira vez. Tallarico pergunta se não devemos agradecer a esse homem por tudo que ele fez… o pessoal grita que sim… e ele coloca o cara no Telão… via Skype!
Sr. Bauer…. o senhor é um Deus entre os homens. Se a biologia permitisse eu queria um filho do senhor!
O cara está nos seus 80 e todos e se mostra muito humilde e lisonjeado com a homenagem. O público manda todos os tipos de clamores e obrigados da terra.
Tallarico começa a falar sobre como um game vem definindo o que o Xbox desde o seu lançamento e que a última entrada dessa franquia estuprou o limite do que era esperado dela. Vejam Halo Reach:
Se você não se sentiu impelido a fazer algo absurdamente heroico depois de ouvir essa música você é um robô. E um comunista. Um robomista! Com a galera ainda impelida pela orgásmica onda clássica da trilha de Reach, Hokoyama deixa o palco e o novo maestro, trazido sob uma chuva de aplausos é ninguém menos que Russel Brower.
O criador das músicas dos jogos da Blizzard… sim, Diablo, Starcraft, WOW, tudo desse cara!
E ele surge carregando bombas: Wow vai sair em Português (e ainda vai chamar World of Warcraft… eu iá me sentir péssimo com as pessoas jogando “O mundo da ciência/capacidade de guerrear”) e o trailer de Burning Cruzade (que também vai manter seu nome em inglês) está dublado ali para todos verem. Bem legal. Ele começa a falar sobre o processo de desenvolvimento de Starcraft e a música de Wings of Liberty começa.
Quando pessoal ainda estava aparvalhado do ataque soberbo da música inesquecível do game que define o que é RTS ele começa a falar sobre as várias quests de WOW e fala sobre como uma das quests da Horda (ele pede um: “By the Horde” e a galera responde em peso) dá como recompensa uma música muito especial. Eis Lament of the Highborn com Intravia cantando em Talassiam!!!
Brower sai e Tallarico volta com tudo, nem deixa Intravia sair e os dois se juntam para tocar e cantar a estupenda abertura de MGS 3. Fantástico… perfeito… colossal…
Tallarico retoma o discurso falando como ele sempre quis unir videogame e opera. E qual game melhor para isso que o Inesquecível Tetris.
Todo o salão fica escuro após o termino da opera e o começo da música de Mass Effect toca… rapidamente substituida pela batida forte e certeira da franquia que simboliza a eterna tentativa de matar o maior vampiro do mundo. Drácula se esconda porque aqui vai a primeira, a única Castlevania.
Tallarico fala sobre como no ano passado ele fez a mesma coisa, deu um trechinho de Mass Effect e mudou para Castlevania. E como o pessoal cobrou ele por isso. Então, aqui está: Mass Effect.
Ainda derrubados pelo peso da avassaladora trilha sonora de Mass Effect, Tallarico começa a falar que um jogo fez 25 anos este ano (e o povo começa: Zelda, Zelda!!!) e que suas músicas estão entre as melhores de todos os tempos (o povo aumenta: Zelda, Zelda, Zelda!!!). Laura Intravia retorna vestida de Link e, com um telão tomado por desenhos dos fãs de Zelda comemorando os 25 anos de aniversário da franquia, explode o universo com sua flauta fantástica somada a toda uma orquestra. Eu tenho 6 anos de novo, estou sentado com o controle na mão…
… eu fui um bom nerd, morri e fui para o céu dos gamers!!!
Melhor parte do show… de longe…
O show vai para o intervalo e quando faltam apenas 4 minutos para o show voltar começa o seguinte vídeos em todos os telões:
O vídeo termina e os telões mostram a mensagem: “Video Games Live loaded. Press Start or Clap to Start!”. A galera derruba o lugar de palmas e Tallarico, Brower e Intravia voltam ao palco. Brower virá para a galera e diz que vai falar de Diablo 3… em breve… e começam a tocar Invencible, a música final de Wrath of the Lich King do WOW.
E em seguida ele toca um medley de Diablo 3. Diablos… mais do meu dinheiro para a Blizzard!
Tallarico volta ao palco chamando o vencedor do mini-campeonato de Guitar Hero para vir ao palco. Hilariamente ele não consegue pronunciar João Pedro e fica tentando: Rose, Roon, Juuuun. Até que fala um som gutural seguido de Pedro e o rapaz sobe. E o rapaz realmente devia conhecer Rock… pois lembrava vagamente o Jack Black. O cara manda muito muito bem e leva os prêmios para casa. Tomy volta ao palco e se diz que nos últimos seis anos os brasileiros vem pedindo para ele tocar uma coisa… por favor toque… por favor toque… ele se joga no chão fazendo vozes esganiçadas e então diz: Vocês venceram… Pokemon!!!
Tallarico vem no meio do palco e diz:
“A empresa: Square Enix.
O compositor: Nobuo Uematsu
O game: Final Fantasy VII”
Ele levanta o indicador e o pessoal grita em coro: One Winged Angel!!! E todos agradecemos pela existência do vilão mais legal de todo o multiverso! Sephiroth!
Os músicos aplaudem, Tallarico aplaude e eles começam a se retirar como se o show tivesse terminado. A galera começa a gritar “More, more, more…” e, como esperado, eles voltam ao palco, pedindo a todos que tirem seus celulares, portáteis e o que mais o valha dos bolsos e iluminem a sala, formando uma verdadeira galáxia de luzes na escuridão total. Todos juntam cantam um trechinho de super mario world 1-1 e então Tallarico dá risada e sodomiza a todos com a dobradinha Chrono Trigger + Chrono Cross.
E aí Intravia e Tallarico destroem o universo fechando o show com a música final de Portal, a soberba Still Alive. Com direito a uma piadinha fantástica com Duke Nuken Forever.
Como de costume ao final da última música Tallarico joga a palheta que usou no show ao público. E sorte das sortes caiu no Henrique Lira… que ficou feliz… e um pouco assustador…
A noite havia terminado. O show fora incrível e a única certeza que o todos nos tínhamos era que eramos Gamers. E que eramos muito orgulhosos disso! Valeu galera… rumo ao VGL 2012.









































