A Rare foi muito importante para mim no NES e mais importante ainda no Nintendo 64. Ela me presentou com jogos como Perfect Dark, Goldeneye, Jet Force Gemini e o inesquecível Battletoads. E agora todos os jogos mais memoráveis dos 30 anos da empresa inglesa, que era muito muito melhor antes de ser comprada pela Microsoft, estarão disponíveis numa super coletânea com mais de 10.000 pontos de Game Score e mais de 700 horas de gameplay.
E por um precinho camarada.
Rare Replay chega as lojas, e a XBOX Live, no dia 06 de agosto e vem com uma série bastante atraente de games:
Jetpac
Atic Atac
Lunar Jetman
Sabre Wulf
Underwurlde
Knight Lore
Gunfright
Slalom
R.C. Pro-Am
Battletoads (NES)
Cobra Triangle
Snake Rattle N Roll
Digger T. Rock
Solar Jetman
R.C. Pro-Am II
Battletoads Arcade
Killer Instinct Gold
Blast Corps
Banjo-Kazooie
Jet Force Gemini
Perfect Dark
Banjo-Tooie
Conker’s Bad Fur Day
Grabbed by the Ghoulies
Perfect Dark Zero
Kameo: Elements of Power
Viva Piñata
Jetpac Refuelled
Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts
Viva Piñata: Trouble in Paradise
Todas as versões são as originais de lançamento, sem qualquer remodelação (esse não é Perfect Dark da XBOX Live… é o Perfect Dark do Nintendo 64), embora os jogos antigos tenham filtros gráficos para permitir melhor utilização em TVs gigantes e de imensa resolução como as atuais. Para mim o pacote vale a pena só pelos Battletoads e pelos Perfect Dark, mas, de um dono de Nintendo 64 para vocês, Jet Force Gemini e Blast Corps também são legais para Caralho.
Yusuke Urameshi vs Goku? Ichigo Kurosaki vs Naruto? Seiya vs Bobobobobobobobo? Ruffy vs Sailor Moon?
Já imaginou alguma dessas batalhas?
Então… se você imaginou-as é hora de por em prática. J Star junta uma série de mais de 40 animes em um único jogo e pões todo mundo, das senshi sailors aos piratas de One Piece para descer o cacete um no outro.
O jogo sai em 26 de junho no Japão e chega aos EUA antes do fim do ano!
A 343 gosta de me fazer sofrer! Não bastava uma das campanhas mais legais de marketing da história!
VS
Encontre a verdade!
Ela vem e me fala, no primeiro dia da E3 que não teremos só uma campanha Co-OP…. mas duas! Duas!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!
Halo já tinha Co-Op desde Combat Evolved, mas ele não era exatamente ligado na história principal até Halo 3, onde um dos jogadores controlava o Chief e o outro o Arbiter. Halo 4 tentou dar um modo Co-Op meio ruim das pernas para ser jogado, mas foi ODST e Reach que realmente mostraram o que dava fazer com o universo Halo em múltiplas pessoas cooperando.
Agora, em “Halo 5”, a 343 Industries quer integrar este elemento à própria estrutura do jogo, logo, independente de se o jogador estiver jogando a campanha sozinho ou com amigos, Chief ou Locke sempre terão a companhia de outros três personagens. Para tornar este elemento mais central à experiência, o estúdio tem procurado diferenciar cada personagem por meio de armaduras ou preferência de uma arma ‘icônica’ – no caso da equipe do Chief, o Blue Team, que já havia aparecido em livros e quadrinhos por toda a parte, Kelly sempre começará as fases com uma escopeta, enquanto Linda prefere um rifle de precisão e Fred um rifle de assalto. Até mesmo as imagens e interfaces internas dos capacetes serão diferentes entre eles.
O Blue Team sem o Chief
O novo modo de jogabilidade em equipe permite uma série de movimentos combinados, mais ou menos como em Rainbow 6, com jogadores sendo usados para escalar objetos, “dando pézinho”, revivendo aliados, etc… Caso esteja jogado a campanha sozinho, o jogador tomará controle do líder da equipe – Chief ou Locke – e poderá direcionar as ações do resto do esquadrão, indicando inimigos a derrubar, armas a escolher ou quem reviver com um menu que aparece apertando o botão direcional para cima. Pelo que foi mostrado até agora lembra uma mistura curiosa de Rainbow 6 com Star Wars: Republic Commando.
Ao formar uma equipe com quatro jogadores, o criador da party assume automaticamente o papel do líder, enquanto os outros poderão escolher seus personagens. Segundo a 343 o líder ainda pode dar ordens, mas, se elas serão evidentemente obedecidas, é outra história. O Co-OP local ainda continua restrito a dois jogadores.
Caçando o Chief: O Fire Team Osíris
Como eu disse lá em cima haverão duas histórias… duas campanhas, por assim dizer. A primeira delas, e a principal, segue o Fireteam Osíris na sua caçada pelo Master Chief, que desapareceu alguns meses depois de voltar a servir a UNSC, como visto no final de Halo 4. Aparentemente, quando o Chief some, ele leva com ele todo o Fire Team Blue, um grupo de veteranos Spartans II extremamente poderosos… e os figurões na Terra não gostam disso nem um pouco. A Segunda campanha explica o que houve com o Blue Team nos meses que se passaram entre Halo 4 e Halo 5 e o que levou ao desaparecimento deles e ao “exílio” do Master Chief.
Enquanto o Blue Team representa a velha geração, e sua jogabilidade tem o estilo básico dos outros jogos da série, com personagens mais durões e menos habilidades de armaduras, o Fireteam Osiris indica uma nova estrutura de mecânicas elaboradas pelo 343 Industries, reforçado a cooperação com ação mais tática, graças ao chamado sistema Artemis. O Artemis funciona fazendo com que tudo que é visível a um jogador apareça no HUD de todo mundo: Logo, se você viu um rifle sniper, ou um inimigo, ou uma arma especial, ela/ele/isso aparece marcado no Mini Map e como uma sombra dourada, prateada ou avermelhada, na visão de todo mundo. Some a isso uma movimentação muito melhor que a dos Spartans 2, graças a armaduras mais modernas e soldados mais ágeis…
Essa movimentação
… e você terá um time cheio de surpresas terríveis a serem despejadas nos inimigos. Ou no Blue Team.
Graças a este sistema, jogadores poderão saber mais sobre o que está a seu redor – em termos de inimigos, equipamentos, caminhos alternativos, etc. -, para que o jogador adapte-se ao terreno com diferentes estratégias.
“A habilidade de estudar o ambiente, e observar e tomar nota do que você pode fazer é algo que queremos trazer com Locke e o Fireteam Osiris”, explica Hanuke, diretor do game. “Enquanto com Chief queremos deixar as coisas um pouco mais clássicas, e trazer memórias de ‘Halos’ antigos”. A 343 também indica que o tom geral das missões de cada grupo será diferente, não só em termos de mecânica como a dinâmica dos próprios membros de cada equipe.
“Eles são de duas gerações diferentes”, explica o roteirista Brian Reed. “Os SPARTAN-II são os originais e estão quase na casa dos 50 anos, e os SPARTAN-IV são o sangue novo, e tem por volta de 20 a 30 anos – com exceção do Buck, que é um pouco mais velho – eles são o novo modelo. Nós chegamos a definir os SPARTAN-II como os ‘muscle cars’ americanos, enquanto os IV são os esportivos italianos”. “Também há diferenças na estrutura e estética das missões”, disse o diretor de desenvolvimento da franquia, Frank O’Connor. “O Blue Team está bem focado no que precisa fazer desde o início, enquanto o Fireteam Osiris está sempre tentando descobrir qual é o próximo passo a seguir”.
O Blue Team sendo focado e conciso
Fechando o pacote de informações reveladas está o que para mim é simplesmente a cereja do bolo. Um dos novos Spartans IV, parte do time Osíris, é, ninguém mais ninguém menos que o Sargento James Buck, um dos protagonistas de Halo 3: ODST e um dos personagens mais queridos da franquia Halo. E não só eles está de volta, mas tem a voz e a aparência de Nathan Fillion, de Serenity, Firefly e Castle.
Segundo a 343 “Assim que tivemos a ideia tudo rodou muito rápido. Fillion concordou em voltar ao papel icônico de Buck e tivemos, novamente um personagem que não só é muito rico, mas tem uma história de conexão com UNSC muito forte. Buck sabe quanta sujeira a UNSC já escondeu e acredita que essa missão, caçar o Chief, não é tão simples quanto parece.”.
Halo 5 chega, exclusivamente, ao XBOX One em 23 de Outubro.
O primeiro dia da E3 vem sendo bombástico para a Capcom. Primeiro Ryu é confirmado no Super Smash Bros. Agora Yoshinoro Ono solta que Street Fighter V não chegará, em nenhum formato, ao XBOX One.
Ou ao Wii U… se alguém ainda estava segurando a respiração por isso.
Em entrevista com o site GameSpot, Ono matou o assunto no ninho: “Um comentário que vemos bastante é que algo como um ‘Super Street Fighter V’ vai sair no Xbox. Mas a verdade é que esta é uma parceria real. Somos exclusivos aos consoles Sony neste episódio da franquia.”. O executivo da Capcom não quis dar mais detalhes, mas segundo um porta voz da empresa a parceria com a Sony dará oportunidades únicas à série “Não vamos comentar sobre como vamos trabalhar com o conteúdo pós-lançamento, mas posso dizer que o relacionamento com a Sony abre portas para coisas que não podíamos fazer no passado. A parceria serve um propósito de gameplay e desenvolvimento, não só de valor de mercado”.
Ou seja… se você não quiser tem um PS4 é bom investir em um computador bem parrudo!
Nós já havíamos falado que Ryu, da série Street Fighter, e Roy, da série Fire Emblem, iriam dar as caras em Super Smash Bros. Nós só não esperávamos que fosse hoje!
Tipo… agora… pode ir lá comprar eles… a gente espera! Ahh… já que você vai fazer isso não esquece de comprar o Lucas, da franquia Mother/Earthbound, que também ficou disponível. Mas não aperte o botão ainda…
… não estamos nem perto do final…
… porque os Mii Fighters vão ganhar mais 8 roupas sendo Heihachi (de Tekken), Akira e Jacky (de Virtua Fighter), MegaMan.EXE (de Mega Man Battle Network), ZERO (de Mega Man X) além da versão feminina e masculina dos Inklings (de Splatoon) e o chapéu de lula (também de Splatoon).
Incrível né? Mas ainda não acabou!
O jogo ainda vai ganhar a opção de enviar o Replay completo, em 720p 30 fps, para o Youtube, uma arena nova por personagem e todos os personagens dos games, inclusive os disponíveis por DLC, como Ryu e Mewtwo, vão ganhar Amiibos!
Sem palavras! Puta que o pariu! E isso tudo num Nintendo Direct no primeiro dia da E3! Isso não foi nem a apresentação da Nintendo!
Roy e Lucas custam 4 doletas no Wii U ou 3DS e 5 doletas se comprados para as duas versões. Ryu custa 6 obamas para um console e 7 para dos dois. Todos eles vem com suas respectivas arenas. Cada um dos itens para os Mii Fighters custam US$ 0,75 ou podem ser adquiridos num Bundle, junto com os três novos personagens, de US$ 21,96 (se for para as duas plataformas eles custam US$ 1,15 cada e US$ 29,75, respectivamente).
E lembram que eu falei que tudo isso Já está disponível? Então… vem para o combate!
Em 2015, numa era dominada por jogos online, a Nintendo vai juntar um monte de gente pelos EUA para o maior campeonato de videogames dos últimos tempos. Um verdadeiro retorno ao estilo do Nintendo Championship do começo da década de 90, com o Nintendo World Championship 2015!
Por outro lado a apresentação da Nintendo em si competirá com a da Square Enix, no dia 16 de Junho as 13 horas. E será digital, sem ocupar nenhum dos três palcos na E3.
Isso vai ser tão legal! Lá vamos nós para o primeiro campeonato de videogame oficial da Nintendo em 25 anos!
E a roupinha rosa foi muito legal no vídeo do Reggie…
Sim! Eu conseguiu uma senha para fazer o download do novíssimo jogo da Bungie antes mesmo dele chegar no BETA (que seria o momento onde todo mundo poderia testá-lo). E downloadei a massiva quantidade de Gigas necessários para colocar o game para rodar. Eu estava esperando uma epopeia clássica misturada a todo o lore típico da companhia que deu ao mundo Halo. Eu estava esperando ação num nível grotesco de rápido e imensamente satisfatório como em Halo: Reach.
Eu estava… certo. Mas de um jeito totalmente diferente.
Vamos começar do começo. Mesmo com esse Alpha rodando no PS4 e com as novidades que só a tecnologia do final de 2013 pode trazer Destiny não vai derrubar queixos no quesito gráfico. Não me entendam mal, ele é muito bom, no mesmo nível do gráfico de Halo 4, rodando a 60 fps sólidos, com uma quantidade inimaginável de pequenos detalhes que não são meramente texturas e que tem geometria e física próprias. Há muitos efeitos de partícula, excelentes efeitos de fumaça e água e muitos efeitos de distorção de calor e de impacto mas, constantemente, eu tive aquela pulga atrás da orelha que o tamanho, absolutamente massivo, dos mapas onde a ação se desenrola teve um peso, bastante determinante, em diminuir o efeito WOW dos gráficos de Destiny. Ainda assim você vai se impressionar com a distância de horizonte da última cidade, com o tamanho dos mapas, o nível de detalhes das estruturas e na quantidade de adereços que os personagens, completamente customizáveis carregam com eles. Aliás… enorme ponto positivo, pelo menos na minha opinião, suas armas são visíveis, o tempo todo, no corpo do seu personagem – e são as suas armas, não versões simplificadas delas. Então, se você modificou sua carabina para ter uma mira X ou ser da cor Y, é assim que ela aparece no seu avatar.
O som é definitivamente Bungie. Definitivamente. Se você jogou Halo: Reach ou Halo: ODST e curtiu aquelas batidas militares, com muito metal nas horas de ação, sucedidas por baladas mais leves, normalmente com cordas, você vai adorar a música de Destiny. Para comparar, é próxima da de Mass Effect – é linda, ampla, meio sonhadora e, constantemente, dá a sensação de que você está em um lugar enorme e que o seu Destino é ser maior que tudo aquilo. Os efeitos sonoros são legais, mas tiveram muitas, MUITAS MESMO, falhas ao longo do Alpha, então fica difícil julgar.
O controle, no entanto, é tão diferente do que eu imaginava que não dá nem para começar a comparar. O que é bom em certos termos e ruins em outros. O controle é bem mais rápido e mais leve, algo mais próximo de Killzone do que de Halo 4 na verdade. A sensação que eu tenho é que eles jogaram um monte de shooters, com especial atenção a franquia Borderlands, e incorporaram tudo que funcionava da mecânica dos outros: A mira a partir da arma ficou mais do que adequada, o uso de corrida e movimento rápido e muito mais fluído, a troca de arma é mais rápida, a recarga depende do tipo de arma, o uso de magias de área leva você para a terceira pessoa, etc… São pequenas coisas que, quando somadas, dão um resultado soberbo e encantador ao conjunto. E vontade de continuar jogando (pena que durou de 12 a 15 de Junho só). A jogabilidade pegou todas essas mudanças do controle e estendeu-as por milhas e milhas. Esqueça Reach… quer dizer… peraí… não, não esqueça não… mas pense em Reach… maior. Não… maior. Não… você tá pensando pequeno… MUITO MUITO Maior. Pense na enormidade de escopo de Reach, junte a isso enormes quantidades de “A Cidade e as estrelas” de Arthur C. Clarke, mais um copo e meio de “Fundação” de Asimov e mais meio quilo de “Borderlands”, mas tire toda aquela parte caricaturesca e engraçada. Isso é Destiny. Os cenários são imensos, carregados de pequenos detalhes e polvilhados com itens que revelam estória pregressa e Lore, tudo isso enquanto você visita lugares que deixam claro a humanidade foi enorme e decaiu imensamente. Tudo isso enquanto você pega pedaços de tecnologia para incorporar a suas armas e armaduras, no melhor estilo diablo/borderlands, enquanto melhora constantemente suas habilidades. É rápido, é legal, é imenso e tem tanta, mas tanta, atmosfera, que você nunca se sente mal de estar, novamente, visitando o mesmo lugar.
A maior parte do jogo é composto com base nas triads: pequenos grupos de três jogadores que fazem as missões juntos. Como existem três classes de personagens e as três podem sofrer imensa customização dá para montar grupos extremamente equilibrados que compensam os problemas de um personagem com habilidades do outro – o game não só permite isso mas constantemente chama isso para si, com puzzles e grupos de inimigos taticamente posicionados de forma a exigir que os três se auxiliem. Fora as missões para as Triads, as quests, existem as Raids, missões para grupos de Triads e uma enormidade de jogadores – que são difíceis pacas e evoluem pontos maiores da história. Além desses dois tipos de “missões”, que são iniciadas na última cidade na Torre dos Guardiões (já vamos falar disso), existem ainda momentos em que várias Triads, cada um nas suas missões, se encontram no terreno, e, muitas vezes, quando isso ocorre, o jogo inicia um “Guardians Assemble” (um evento social), trazendo um inimigo, ou grupo de inimigos, que só pode ser derrotado pela união das forças das Triads que estão naquele mapa – é muito bem feito, completamente randômico e totalmente opcional, você pode continuar com a sua missão se assim quiser, mas trás uma quantidade gigantesca de XP e um sabor todo diferente a campanha.
Quando você não está nas missões você está na última cidade, o local do qual todas as missões se iniciam e o lugar onde todas elas terminam. Dentro da cidade você vê seus personagens em terceira pessoa (o que permite ver quão detalhado e legais são os modelos) e eles agem muito como personagens de World of Warcraft (podem, inclusive, dançar) – a cidade é o seu HUB e, embora no Alpha muitas partes estejam fechadas ainda, é um senhor HUB. Para começar é muito bonita, com o traveler pairando maior que o mundo logo acima da sua cabeça. E, em segundo lugar, é muito prática, com uma área social gigante, as vendinhas, as lojas e toda a organização que uma coisa desse tamanho tem que ter. Todas as áreas ainda ligadas a história do game estão fechadas (assim como vários audio files encontrados nas missões estão vazios) mas fica claro e aparentemente o esforço que a Bungie colocou em gritar Mytos e Lore para enlouquecer os fãs de ficção cientifica.
Destiny ainda está no Alpha, e muita coisa colocada ali pode não funcionar exatamente daquele jeito até o lançamento. Tenho certeza que muitas texturas serão trocadas, muitas partes do código otimizados e muitas partes do game em si melhoradas. Não há muito a dizer a não ser que o tanto que eu consegui colocar as mãos é excelente – muito muito bom mesmo. A jogabilidade e o controle me surpreenderam muito e a rapidez e agilidade do game tornaram o mesmo fantástico. Se você tinha dúvidas sobre pular de cara nessa nova aventura pergunte-se o seguinte: Eu gosto de MMO? Eu gosto de Halo? Eu gosto de Diablo/Borderlands? Se a resposta a duas dessas for sim… você vai amar o game. Se a resposta a duas for não… aguarde o lançamento oficial e não faça a pré compra.
O novo RPG da Monolith é simplesmente maravilhoso. Com um sistema de combate semelhante, mais ainda melhor, ao de Xenoblade, do Wii. O game está ainda mais lindo, graficamente, e parece que vai se tornar uma daquelas compras certas no Wii U. Mal podemos esperar!
Splatton é o novo multiplayer competitivo da Nintendo, exclusivo do seu Wii U, com até 12 jogadores em dois times, que permite que você utilize um canhão de tinta e a habilidade de nadar nos locais já marcados com a tinta do seu time. Parece imensamente divertido e bem frenético.