3DS pode sair em Outubro!

E veja bem… PODE… sair em Outubro. Sabiámos que a data era no final do ano, mas segundo o site Computer &  Videogame o 3DS sai em outubro – o anúncio oficial seria feito durante a E3 em LA, entre os dias 15 e 17 de junho.

E se esse data se confirmar pode assustar até alguns parceiros da empresa “É uma surpresa – estávamos esperando algo muito mais próximo do Natal. Mas eu suponho que dá à Nintendo a oportunidade de se adiantar e promovê-lo para as pessoas antecipadamente”, disse um deles “Em minha experiência, você não lança um produto tão antes do Natal a menos que você esteja confiante nele – e vá gastar muito dinheiro com ele. Estamos certos de que a Nintendo vai dar um suporte decente no quatro trimestre”, finaliza o parceiro que não quis se identificar.

Já estamos salivando!

Novo game da Level 5! Será o primeiro game do 3DS?

Esse jogo está matando eu e o Mahou, entre outras coisas porque:

1. Vai envolver viagem no tempo!

2. Está sendo escrito e produzido pelo criador da companhia, o CEO da Level-5, Akihiro Hino

3. Está sendo dirigido por Jiro Ishii, diretor de 428 e Professor Layton

4. “Está sendo desenvolvido em uma plataforma que ainda não existe nesse mundo” – palavras de Akihiro Hino

5. E está sendo desenvolvido no melhor estúdio da Level-5, o Tokyo studio.

E logo depois de confirmar o game, Akihiro Hino liberou a primeira imagem oficial… que acreditamos ser uma peça de arte conceitual.

Agora sentem-se em algo quentinho e confortável e preparem-se para esperar por meses, semanas e anos por mais informação sobre o próximo game da Level 5… porque foi assim com todos os outros.

De qualquer forma, já estamos salivando!

Novos controles com LED… eles são “LinDos”!!!

Se você está cansado do branco, preto, azul ou rosa… que tal um controle brilhante, com leds e com um novo design…

Lindo, não?!  Essa é a linha PDP da empresa Afterglow e custa US$ 29,99 o wii mote e US$ 19,99 o Nunchuck (pouca coisa mais caro do que os controles comuns)…

O exterior do controle é feito de policarbonato e os circuitos internos são pintados na cor dos LEDs, para ressaltar o efeito do brilho. Como dissemos o controle sofreu modificação para ficar ainda mais confortável, o contorno do Wii mote e do Nunchuck foi modificado para ficar com um agarre maior , os botões 1 e 2 ficam em níveis diferentes um do outro (bem como no controle original do NES) e + e o – ficam acima do botão A, tornando-os mais fáceis de alcançar.

Em suma, são lindos, muito legais e se você os encontrar no país agarre na hora….

Descent “descendo” no Wii!

A Interplay e a G1M2 irão juntar forças para ressucitar o clássico do PC, Descent, e trazê-lo ao Wii Ware. No game original você controlava uma nave antigravidade em um ambiente completamente 3D (que era confuso e dava dor de cabeça). “Descent remains the most popular 1080 degree 3D blasting game. Translating its 3D worlds and gameplay to WiiWare is an exciting move” (Descent continua o game de 1080 graus mais popular do mundo. Trazer seu universo 3D para o Wii Ware será um momento excitante), disse Herve Caen, CEO da Interplay.

O que será que vai ser desse buraco…

Novo Dragon Quest para o Wii!

Todo mundo estava esperando pela anúncio da Square-Enix de Dragon Quest X exclusivo para Wii…. e … bem…. ainda estamos esperando, mas a SE realmente fez um anúncio envolvendo a franquia DQ – o arcade Dragon Quest Monsters Battle Road vai ganhar uma versão para o Wii. Exclusiva. E considerando como o game é… é bem provável que vejamos algo próximo de um card game misturado com um sistema de batalha Pokemon. Assim que tivermos mais informações elas serão colocadas aqui!

Jogando Castlevania: Rondo of Blood

Akumajo Dracula X Chi no Rondo é o nome original desse game…. and boy oh boy, ele é difícil… aliás me permitam um arroubo… ELE É FODA DEMAIS!!! Sabe Castlevania 1 foda…. Contra foda… Ninja Gaiden foda… esse tipo de foda. O game originalmente saiu em CD para o PC Engine (Turbo Grafix 16) e jamais tinha vindo para o ocidente até 3 anos atrás, quando veio junto a um remake em 3D de si mesmo, para PSP, em Castlevania X Chronicles. Muitos fãs esperavam que o game chegasse ao Virtual Console e, finalmente, suas preces foram ouvidas… mas será que valeu a pena? Vamos descobrir…

Graficamente Rondo of Blood, ou ROB como vou passar a chamá-lo, era uma obra de arte, no departamento gráfico, quando foi lançado no ínicio da década de 90. Efeitos de luz e sombra muito bem feitos, animação soberba, cenários variados e um estilo gótico “castlevaniano” arrancaram críticas soberbas ao game na época. Depois da obra de arte, que é uma continuação direta deste game – devo acrescentar, Castlevania: Simphony of the Night, fica difícil ser impactado da mesma maneira por ROB, mas a qualidade do game é aceitável mesmo em comparação aos melhores games de plataforma da atualidade. Apenas não vá com muita sede ao pote. O som é animal! ANIMAL!!! Ainda tem toda a qualidade do CD e é simplesmente perfeito, com faixas gélidas, animadas e temas para chefões que vão ficar cravados em seu coração (algumas músicas conhecidissimas de Simphony of the Night surgiram nesse game); e mesmo com as falas em alemão (as legendas são em japonês… vai entender) dá para perceber a qualidade e quantidade de trabalho que foi mergulhado nesse game na época de sua criação.

O controle é muito bom, e muito simples: 1 ataca e 2 pula, pra cima mais 1 lança a arma especial. Igual o TurboGrafix 16 e igual os castlevanias do NES. Só que o monstro não dorme no controle – ele dorme na jogabilidade. Sim, porque ROB é um game das antigas, no velho sistema de Ghoul´s and Ghost´s, onde os inimigos são cruéis, vem pra cima e arrancam um quarto do life por ataque. O sistema onde o seu personagem saiu do chão para um salto e ele mantém o mesmo direção e altura que tinha quando o botão foi apertado, nada de controles no meio do ar… não senhor… porque facilitar? O sistema onde você só usa o chicote em uma direção – para frente – tendo que se virar para encaixar o padrão rocambolesco de ataque dos inimigos no caminho do seu chicote. E esse sistema… essas velhas normas da jogabilidade que criaram diversos clássicos das antigas… parece zombar dos jogadores que querem apenas conhecer ROB e ver as raízes de Simphony of the Night.

Em suma… compro ou não compro? Se você está em busca de um desafio (eu estava), conseguiu se divertir com os castlevanias do NES (os bons, o 1 e o 3 – eu consegui) e consegue sobreviver ao desalento de perder chicote em oito direções e trocar de arma (eu consegui) esse game certamente vale muito a pena – a abertura é fantástica, as cenas em animação são muito bem boladas e o final é igualzinho, da música ao gráfico, a cena inicial de Simphony of the Night. Além disso ele tem um personagem extra, Maria, que aumenta, e muito, o fator replay e diversos caminhos com chefes diferentes. Agora se você achou o Castlevania do SNES difícil, não vai conseguir voltar a usar só o chicote e não aprecia a masoquista arte de dominar um estágio pela repetição, definitivamente esse não é um game para você. Consiga um Cd com a música do game e toque-o durante algum outro game de sua preferência… você vai se amarrar.

De qualquer forma, super recomendado. 900 Nintendo Points muito bem gastos!

Jogando Sonic Classic Collection

Sim. Eu sei que sou um dos caras mais chatos do mundo quando o assunto é o porco espinho número 1 da SEGA. Mas desta vez não havia realmente muito o que reclamar. Sonic Classic Collection, a coletânea de games do mascote da SEGA é muito bem feita, mas considerando que os games do genesis com o Sonic já apareceram em basicamente qualquer coisa capaz de emular, com taxas diferenciadas de sucesso, o mega drive, não se pode dizer que os games são exatamente novos… ou algo assim.

Graficamente houve perdas. Embora o processador do DS seja mais do que capaz de lidar com os gráficos do Mega Drive, a resolução da tela é um pouco menor do que as das TVs de LCD e Plasma nas quais o pessoal tem jogado as últimas coletâneas – se você só jogou em telas tradicionais não vai notar tanto. Ainda assim o refresh da tela é mais baixo (a velocidade com que os dados são renovados na tela), então o streaming da tela (a velocidade no qual os planos se movem em relação ao Sonic) é mais lento, criando uns cenários meio estranhos para quem está acostumado a jogar em outras plataformas. O som não teve mudanças significativas e continua fantástico, mas houve mudanças no Sample dos efeitos sonoros, como o do “pó de invencibili- dade” e o “sapatinho”, que perderam algumas notas para ficarem mais “cleans” e mais agitadas.

O controle é perfeito. Perfeito! Mas não usa em nada a tela sensível… pelo menos não para controlar o Sonic. Na tela sensível ao toque fica o quit game, para sair para o menu de games (é bem legal ver que você tem a opção de jogar Sonic 2 e 3 combinados com o Sonic & Knuckles) e o quick save e quick load, que permitem que você pare de jogar os games em qualquer ponto e retorne depois (um feito que já era possível em Sonic & Knuckles).

Assim que o game é ligado você tem acesso a uma tela principal onde pode se escolher se quer jogar os games, ver os créditos ou ver ilustrações (a maior parte arte da SEGA para manuais e revistas). Nada muito revolucionário aí. Os games estão todos dispostos em um sistema de Menu que mostra a capa do game, o ano de lançamento e uma síntese curtíssima da história do game. A história é melhor explicada na tela sensível durante o desenrolar dos games (se é que a história de Sonic pode ser suficientemente complexa para ser “melhor explicada”)

No mais são os velhos games do Sonic que todos jogamos e amamos no Mega Drive (talvez você tenha amado em Sonic Jam do Saturn ou em Genesis Collection do Dreamcast e PS2 ou em Sonic Mega Collection dos 128 bits (PS2, XBOX e Cube) ou em Genesis Mega Collection dos 256 bits (XBOX 360 e PS3) mas o fato é que amou) e provam mais uma vez que bons games sobrevivem para sempre e é uma ótima idéia se você quer ficar afiado para a chegada de Sonic 4…. POR OUTRO LADO não seria justo dizer que é um pacote imperdível, visto que ele já apare- ceu várias vezes no passado, então ficamos assim: Se você não tem nenhuma das coletâneas, nem comprou os games no Virtual Console, PSN ou XBLA, ou é um fã tão incondicional de Sonic que tem que levar as velhas aventuras do mascote pra onde for, compre o cart. Em todas as outras situações, e pelo curto período que dura os games, vale mais uma alugada… ou pegar uma coletânea mais antiga e mais barata (com a vantagem de se jogar numa tela maior)!

PAZ!

Nintendo + Google = ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?

Lembram-se de Kensa-X? Você sabe … aquele game da Nintendo com a Google, em que mini-games são criados/modificados/afetados pelos resultados de buscas online? O que foi lançado em 2008 no Japão? Agora o jogo ganhou uma pequena chance de vir para os EUA… mas ainda é muito pequena. Primeiro o game está sofrendo uma renomeação, está mudando de Kensa-X para “And Kensaku” – sendo que em japonês o nome é uma brincadeira dúbia, visto que “Kensaku” significa “Search”, o nome poderia ser traduzido como “Ando Search” (busca de Ando, que é o nome do robô que o guia pelo game) além de uma forma ajaponezada de dizer “And Search” (ou seja “algo mais busca”).

Agora vários jornais japoneses estão dizendo que o acordo da Big N está estabelecendo acesso em dados de busca também ocidentais. Resta saber se o game será lançado nos EUA ou se novos minigames serão lançados na versão japonesa… teremos que esperar!