Jogando: Star Fox 64 3D

Se você teve um Nintendo 64 você provavelmente tem lembranças de Star Fox 64. Não só porque o jogo era fantástico, tinha gráficos animais, música brilhante, jogabilidade divertida e controle perfeito, mas também porque era a melhor opção de Shooter no N64 e vinha com o Rumble Pak, o acessório que fazia o controle vibrar quando você era atingido (sim, houve um tempo romântico e antiquado quando não existia vibração no controle… aparentemente só a Sony sente falta dessa época. Sim, Sixaxis… eu estou olhando para você, escondido aí no canto, cobrindo a cabeça.).

Agora a Nintendo traz uma remake do game para o 3DS e o mundo, cansado dos dois Star Fox do GameCube, que foram bem ruins, segura o fôlego esperando alguma novidade. E querem saber?

Quase 15 anos depois o jogo ainda é tão atual quando era no lançamento! E as novidades acrescentadas a jogabilidade garantem que esse é o Shooter da Nintendo, de volta em toda a sua glória! É um jogaço!!!

Embora os estágios sejam exatamente os mesmos da versão do Nintendo 64 (com a diferença é que agora você pode escolher a direção que quer ir sem perder uma vida), os novos gráficos vão garantir que seja uma aventura totalmente nova para você. Centenas de efeitos top de linha, de cenários construídos com normal mapping a partículas texturizadas compõe o arsenal que derruba os queixos dos donos de 3DS. O jogo é tão bonito, dentro de sua temática, quanto Ocarina of Zelda ou Super Street Fighter IV, e o efeito 3D torna tudo ainda mais vívido e charmoso – você verá quando chegar no espelho d’água no final da primeira fase… é animal!!!

O som ainda é tão bom quanto era no Nintendo 64, embora em novos arranjos, as músicas ainda são bem características. É gostoso, algo tão bom que você vai sair cantarolando depois. A jogabilidade permanece a mesma, com dificuldade moderada, controlando sua nave em três visões (do cockpit, por cima do “ombro” da nave e por trás da nave) enquanto desvia de milhares de inimigos e explode outros milhares. Os tiros podem ser melhorados e você pode usar bombas, mas é no campo da jogabilidade que o game dá Barrel Rolls em volta dos concorrentes.

Além do modo de controle tradicional, usando o direcional para controlar sua nave e R e L para fazê-la virar de lado e inclinar-se mais rapidamente para a direita ou esquerda (respectivamente), com dois apertões seguidos dando um “Barrel Roll” (uma volta completa da nave que desvia tiros, muito útil contra inimigos múltiplos) – que é excelente – você pode optar por jogar com o detector de movimento do console e movimentar o portátil para esquerda e para direita para puxar nave, inclinando-o para um Barrel Roll. Comigo falando parece imbecil… mas acredite… é bem divertido a hora que você perde a vergonha. Não muito recomendado para usar no ônibus ou no almoço do serviço… mas bem legal, mesmo assim.

Enquanto o single player ficou o mesmo a Nintendo adicionou um Time trial (para vencer chefes e fazer os estágios) e um modo multiplayer local para até 4 jogadores usando só um cartucho que foi melhorado com o uso de poderes especiais, semelhantes aos de Mario Kart (como super velocidade, tiro reforçado, etc….).

No mais, o jogo continua tão bom quanto era no Nintendo 64. Ou seja, animal! Se você jogou no Nintendo 64 está na hora de entrar na sua Arwing denovo e frustar os planos de Andross mais uma vez. Se você nunca jogou Star Fox 64… não poderia haver hora melhor.

 

Gerigasmo: Nosso review do Nyko Kinect Zoom

Em muitas e muitas casas o Kinect passa por períodos de massivo usado seguidos por períodos de total inatividade. E isso não se deve a qualidade dos jogos produzidos ou algo assim, mas ao fato que a maior parte absoluta dos gamers acaba tendo que afastar seus móveis para jogar, o que resulta em uma sala bagunçada e que muitas vezes acaba tendo que ser arrumada para a chegada de uma visita ou para permitir aos seu amigos chegarem ao banheiro sem ter que pular o sofá. O 1,80 a 2,30 metros consumidos pelo Kinect já geraram uma legião de piadas e críticas; mas e se você pudesse cortar a necessidade de espaço pela metade?

Bom a Nyko, a campeão dos acessórios autorizados, fez exatamente isso. Ela fez uma peça de plástico preta com três lentes que fazem com que a imagem fique um pouco curvada e pareça bem mais distante do que realmente está. Isso faz com que o Kinect leia seus movimentos com perfeição mesmo a distâncias tão curtas quanto 1,20 m para um player e 1,60 para dois players. E a única coisa que o gamer perde com isso? Bem, resolução… Deixa eu explicar melhor! Ao fazer as imagens ficarem mais distantes o Nyko Kinect Zoom cria um efeito de curvatura na imagem, que faz com que fotos e vídeos (como aqueles em Dance Central ou Kinect Adventures) pareçam um pouco deformados, como se estivessem sendo gravados através do fundo de uma garrafa. O aparelho também dificulta a captação de jogadores a distâncias maiores do que 2,5 m… mas se você tiver esse tanto de espaço não vai precisar da merda do Kinect Zoom de qualquer jeito…

O acessório foi lançado lá fora por US$ 29,99 e já está disponível em algumas lojas brasileiras por R$ 120,00 (eu sei…. salgado….) resolvendo o problema de muitos que querem usar kinects mas moram em apartamentos. É uma pecinha de plástico com três lentes grudadas nelas e está claro que a Microsoft vai utilizar lentes auto ajustáveis em um futuro Kinect 2… mas por enquanto o Nyko Kinect Zoom resolve sua situação muito bem.

 

Jogando: Deus EX: Human Revolution

O primeiro Deus Ex foi uma obra prima dos jogos para PC em 1999, ganhando versões menos brilhantes para o PS2 e XBOX em 2001, que permitia que você, dentro das premissas do jogos, chegasse aos objetivos propostos, da forma como você preferisse – fosse matando tudo e todos no seu caminho ou agindo de forma stealth ou hackeando ou…. você entendeu.

Desde de 1999 a Ion Storm, agora uma subsidiária da Eidos, vinha tentando ressucitar a fagulha do game original. Dois projetos se passavam no “universo” de Deus Ex: Deus Ex 2 Invisible Wars foi um jogo mediano, sem o brilho da originalidade do primeiro, enquanto que problemas de licenciamento impediram o jogo Snow Blind (de Ps2 e XBOX) de ser lançado como o nome que teve durante todo o desenvolvimento Deus Ex: Snow Blind (aliás… excelente jogo… mostra bem como é o dia a dia dos soldados rasos que o personagem de Deus Ex esmigalha como se fossem insetos). Em 2009 a Eidos soltou um teaser que informava ao mundo que ela tinha começado o desenvolvimento de um novo Deus Ex, um verdadeiro Deus Ex 3. E em 2011 nos colocamos a mão em Deus Ex: Human Revolution.

A pergunta é: O jogo é bom!

A resposta é: Depende.

Se você nunca jogou Deus Ex antes, o sistema de inventário com blocos de espaço (como o de Resident Evil 4) pode desagradar uma legião de jogadores acostumados com armas e munição variadas; o sistema de praxis, que você utiliza para melhorar seus poderes e augmentações parece mais complexo do que realmente é; sem falar em um sistema de Hacking que podia ter sido melhor explicado para o jogador. Nada disso realmente vai acabar com o jogo, que é sólido, tem uma jogabilidade extremamente diferenciada e tem uma história incrivelmente bem escrita e refinada, com duas reviravoltas bem estabelecidas e bem construídas.

Se você jogou Deus Ex antes, esqueça o paragráfo anterior. O jogo é tudo aquilo que Deus Ex um foi, e muito muito muito mais. Os cenários são maiores e ainda mais ricos, com milhares de pequenas coisas a serem feitas. A liberdade de como lidar com o cenário é imensa e, com exceção dos chefes (o ponto mais baixo do jogos) você sempre encontrará uma maneira de lidar com os objetivos que esteja perfeitamente alinhada com a maneira que você joga.

Graficamente Deus Ex: Human Revolution é bonito. Não é um Crysis 2, mas é bem bonito. Por alguma razão (provavelmente pela quantidade de Neon, de telas holográficas e de Robôs que realmente parecem robôs) o estilo e a qualidade gráfica me lembram Mass Effect 2. A física é funcional, mas não impressionante e o jogo usa e abusa de métodos inteligentes para limitar o espaço de jogo (é uma ilha, um prédio gigantesco, etc…) sem quebrar o clima de “Você é livre para fazer o que bem entender”. Não vai te desapontar no quesito gráfico, mas não será um daqueles jogos que você vai guardar lembranças pela vida toda. O controle é funcional, e lembrando que o jogo não é um shooter, e sim um RPG com elementos de shooter, a maior parte dos fãs de Cod, Cod:MW, MoH e afins vão ficar um pouco desesperado com o fato que Adam Jensem não reage como um super soldado nem vai resistir a milhões de projetéis sendo jogados contra ele ao mesmo tempo (pelo menos não no ínicio do game).O departamento sonoro é bom, as músicas desempenham bem o papel, com especial atenção a sonoridade dos ambientes, que parecem ricos e cheios, com pessoas conversando assuntos aleatórios que podem ou não ter a ver com a história. Não é o melhor som já visto, mas é bem legal.

É na jogabilidade e na história que Deus Ex: Human Revolution vai ganhar você. O jogo é muito muito muito muito muito muito muito muito muito bem escrito, com uma história que, embora não seja original, é feita de uma maneira tão gostosa que deixa transparecer que Adam Jensem, o personagem principal é mais uma engrenagem em um mecanismo mundial de conspirações sobre conspirações que ele não vai conseguir parar, frear ou fazer diminuir de velocidade, mas cada pequena vitória mostra que você atrapalhou, pelo menos um pouco, os reais senhores do mundo. O fato de que você pode dar literalmente centenas de upgrades para Adam, incluindo, mas não limitado a, visão através das paredes (e depois socar ou matar seu inimigo através dela), sistemas de detruição radial (ele dá um soco no chão e mata tudo… tudo… a volta dele!) , saltar de qualquer altura e não se machucar, não sofre recuo das armas, correr tão veloz quanto um carro ou levantar objetos imensamente pesados e jogá-los na direção dos inimigos (com resultados frequentemente fatais), hackear sistemas e utilizar as defesas do inimigo contra ele mesmo, permite que o game fique customizado para como você quiser fazer a missão ao invés de como você acha que ela poderia ser mais facilmente cumprinda. E a liberdade é constante e bem vinda… basicamente se você ver uma maneira de fazer algo, muito possivelmente você conseguira fazer daquela maneira… desde de que pague pelas consequências.

Em suma Deux Ex: Human Revolution é o tipo de jogo que, se você gostar, vai gostar muito e provavelmente será um dos seus favoritos de 2011, mas se você não gostar, realmente não irá gostar, achando o processo de desenvolvimento penoso e lento. Eu recomendo a todos que tenham jogado o primeiro, a todos que gostem de Borderlands e a todos que queiram experimentar um novo estilo de RPG. Bom divertimento.

 

Cansado de esperar por Twilight Princess? Que tal um Zelda de graça?

O misterioso Zelda que será dado de presente para todos os usuários de 3DS e Dsi foi revelado como sendo The Legend of Zelda: Four Swords. Mas o jogo foi modificado para ter uma história melhor, mais longa e intrincada e… permitirá ser jogado no multiplayer. Infelizmente o game não vem acompanhado de The Legend of Zelda: A link to the Past como vinha no GBA.

Por outro lado ele custa R$ 0,00…

O game estará disponível para download a partir de 28 de Setembro (e até 20 de Fevereiro do ano que vem) no eShop.

Um pouco sobre o novo Mario Kart e uma data de lançamento para ele e Super Mario 3D Land

Se você não consegue mais aguentar esperar pela continuação “espiritual” de Super Mario 3 – o Super Mario 3D Land do 3DS – está com sorte. O game chega as lojas nipônicas no dia 3 de Novembro e nos Eua no dia 13 de Novembro.

Mas se o seu negócio é velocidade o novo Mario Kart do 3DS está a acelerando e vai chegar no dia 7 de dezembro no Japão e 4 de Dezembro nos EUA. O novo Mario Kart vem com dois novos personagems – Lakitu (sim, aquela tartaruga que mora em uma nuvem… não me perguntem nada eu só trabalho aqui!) e Metal Mario (a versão T1000 do Mario) – e incorpora um novo item a jogabilidade, a flor de fogo, que permitirá jogar bolas de chamas pela frente e pela traseira do veículo. O game permitirá até oito jogadores por multiplayer local ou via internet , com funções especiais para o StreetPass e o SpotPass.

O game permitirá ainda customização total do kart ou moto, com troca de pneus, aerofólios e chassis. Cada peça terá funcionalidade e influenciará a corrida: pneus pesados e grandes, por exemplo, darão mais tração e melhorarão a dirigibilidade em pistas off-road enquanto pneus finos permitirão melhora aceleração nas estradas.

Eu definitivamente estou salivando!

O 3DS vai mesmo ganhar um segundo analógico!

É! Não é um 3DS Lite (graças a Deus), mas é uma benção dos céus. A Big N confirmou, através da maior revista de videogames do mundo, a Famitsu, que irá lançar um acessório para adicionar um segundo direcional analógico ao 3DS – o acessório sai no Japão dia 10 de dezembro deste ano, por 1,500 yen (aproximadamente 15 a 20 doláres) e vai exigir uma bateria AAA para funcionar.

A pergunta óbvia que esta se formando na sua cabeça é: Por que não saiu com essa porra logo no começo?

É…. pois é…. não é…. porra podia ter saído com essa merda logo de início!!! Mas a Nintendo disse (e continua dizendo) que o segundo analógico pode ser substituído pela função de giróscopio e detecção de movimento do console , ou seja, você pode controlar a câmera mexendo o console ao ínves de usar um segundo analógico. Mas a Big N quer garantir que as pessoas tenham a opção de um segundo analógico, se assim preferirem.

A lista inicial de jogos que serão compatíveis já foi revelada: .Monster Hunter 3G, Resident Evil Revelations, Metal Gear Solid Snake Eater 3D, Ace Combat 3D Cross Rumble, Dynasty Warriors Vs e Kingdom Hearts 3D.

E aí? O que você acha disso? Ponha sua opinião aí embaixo!

Quando tempo você quer gastar em Hyrule? 30 horas? 50?

Que tal 100? Segundo o mestre Shigeru Miyamoto o próximo Zelda terá entre 50 a 100 horas de jogo, contando com um modo diferenciado para uma segunda jogada. O designer também confirmou que The Legend of Zelda: Skyward Sword terá um modo de pistas, semelhante as cavernas que contam o que você deve fazer no Ocarina of Time 3D, para facilitar aos iniciantes.

Cara… 100 horas!!! Cadê novembro galera!!!

Seu game precisa de você!!!

Sim… o alistamento anda a toda em todos os universos de games. E hora de você ver o cartaz do seu favorito!

 

 

Junte-se ao exército dos clones (Star Wars)

Aliste-se na Aliança! (Mass Effect)

Escolha as Estrelas (Resident Evil)

Lute com a tropa Koopa (Super Mario)

Torne-se um soldado Hyruleano e ajude a manter Hyrule segura hoje! (A lenda de Zelda)

Se torna um guarda no Asilo Arkham (Batman: Arkham Asylum)

Sony diz que Microsoft é feia, boba, chata, catinguenta e que limita desenvolvedores!

Em uma entrevista com a IndustryGamers o vice presidente de relações públicas da SCEA (Sony Computer Entertainment of America), Rob Dyer, disparou diversas acusações contra a sua rival no universos da alta resolução: “Eu acho que Chris (Chris Lewis, Vice Presidente de Entretenimento interativo da Microsoft Europa) e os outros representantes da Microsoft estão protegendo tecnologia ultrapassada.”.

O executivo afirma que a rival tem linhas guias muito firmes sobre os jogos lançados no 360: a) eles devem ser lançados pelo menos simultaneamente ao PS3; b) Ter exatamente o mesmo contéudo principal, ou diferenciações competitivas; c) A Microsoft se reserva o veto de lançamento de qualquer game que não satisfaça as duas primeiras condições.

Eu acho que eles querem deixar os games tão simples e pedestres quanto possível, logo se você quiser fazer algo que use a tecnologia Blu-ray ou um jogo com mais de 9Gb é melhor você lembrar que o aparelho da Microsoft não vai suportá-lo. Assim toda vez que vamos negociar algum contéudo exclusivo ou alguma melhoria que poderia ser incluída no jogo pelo espaço disponível no Blu ray as criadores temem uma represália da Microsoft se algo for tomado ou percebido como melhor em nossa plataforma do que na deles. E acabam por não conceder o contéudo ou deixá-lo como DLC.” continua o executivo.

É claro (e essa análise economica vai fazer chover justiça no site) que os criadores não tomam as decisões de utilizar os possíveis recursos a mais que o PS3 pode ter tanto por medo da represália da Microsoft (afinal o 360 tem uma base instalada maior que a do PS3), quanto pelo custo, cujo retorno não poderia ser rápido ou justificáve. No entanto o Sr. Rob Dyer prossegue, utilizando-se da velha e cheirando a nafitalina carta do que é melhor para o consumidor: “Do ponto de vista da criatividade estamos tentando fazer o que é melhor para o consumidor, com novos recursos e possibilidades, enquanto a Microsoft tem feito o que é possível para eliminar ou paralisar isso, para proteger sua tecnologia inferior.”.

E aí? Qual a sua opinião? O que você acha da posição da Sony? E da Microsoft? Colque sua opinião aí embaixo!