Quer um XBOne branco? Faça uma PUSTA boa ação!

A Microsoft presenteou cada membro do grupo de desenvolvimento do seu novo console com um modelo branco do XBOX One, com os dizeres “I make this!”(Eu fiz isso!), um controle branco e TODOS os jogos da linha de lançamento.

Bacana… mas inacessível para o público. Certo?

Bem… depende do tamanho do seu bolso! Se você tiver como participar de um leilão no ebay pode comprar um seu, com todos os jogos do lançamento e dois controles brancos (vantagem!!!). Nesse exato momento o leilão está em US$ 11.300,00 – mas todo o dinheiro vai para a caridade…

White-Xbox-One

Precisando dar uma polida na alma E conseguir um presente de natal bacanérrimo? Essa é sua chance!

Novo jogo (com história inédita) no universo de Tolkien vai chegar ao PC, PS4 e XBOX One

Middle Earth – Shadow of Mordor é o novo jogo em terceira pessoa da Warner Interactive, a se passar no universo de o Senhro dos anéis. Você controlará Tallen, um ranger de Gondor cuja a família é morta na noite em que Sauron volta a Mordor – ou seja… é um prequel (sacripantas). Segundo a produtora Monolith o jogo vai contar com total customização do personagem e a possibilidade de modificar a história dentro de parâmetros estabelecidos, garantindo que cada jogada seja diferente da última.

cov_248_l

Tomara que eles realmente consigam. Um prequel de o senhor dos anéis seria muito bacana!

Jogando: Deus Ex 3: Human Revolution – Director’s Cut – Wii U e Steam

Sim… a versão original saiu a um tempinho atrás. O review da versão de 360 está aqui.

Mas este clássico do Cyberpunk era grande demais, poderoso demais, Blade Runner demais, para ficar contido em apenas uma versão… e 2 anos depois do lançamento original a Eidos traz uma nova versão do game, com o peso da produtora Square Enix por trás. Mas como melhorar algo que já era incrível?

Resolvendo os problemas e espelhando a prata da casa! Os três grandes problemas de Deus Ex:Human Revolution, que vamos passar a chamar de Deus Ex ou DE (para encurtar) eram: Inteligência artificial esquecida (você podia vir, colocar uma arma no rosto de uma pessoa, esperar todo mundo em volta surtar, guardar a arma e, passados alguns minutos, tudo estaria bem de novo – inclusive você podia voltar e conversar com quem você quase baleou e ele vai conversar de boa contigo), chefes tinham que ser vencidos na força bruta e policiais não reagiam a coisas estranhas, como você usando super força para redecorar o departamento de polícia (jogando mesas para todo lado e carregando uma máquina de refri nas costas para destampar um duto de segurança), destrancando portas com cifradores ou fritando sistemas eletrônicos com burst eletromagnéticos. A prata da casa era o restante da inteligencia artificial (que reagia de uma forma extremamente humana a você, surtando, pedindo perdão e piedade, fugindo de brigas ou correndo para se proteger de tiroteios, etc…), o sistema de habilidades e poderes (que permitiam aumentar as capacidades de seu personagem de acordo com seu estilo de jogar), o design EXTREMAMENTE competente de ambientes e atmosfera (que iá do trivial, como prédios com banheiros funcionais espalhados, ao complexo e que realmente modificava a jogabilidade, como prédios com tubulação de ar condicionado completo e realista, que podia ser infiltrada ou escalada, ou saídas de emergência/escadas de incêndio) e a liberdade dada pelo jogo, apoiada pelo verossimilhança criada pela IA e pelo design de ambientes, que permitia que você jogasse como quisesse, tomasse as decisões de história que quisesse e andasse como quisesse pelos ambientes colocados a sua frente (Algo que Shenmue introduziu e Deus Ex transformou em um monstro).

Então o que essa nova versão faz? Primeiro ela modifica completamente a maneira como os chefes são combatidos, com direito a utilizar qualquer maneira, ou qualquer combinação de maneiras, para destruir/subjugar o adversário. Se antes você tinha que atirar diretamente ao confrontar Lawrence Barret, o primeiro chefão, agora você pode ficar invisível e atacá-lo pelas costas, hackear turrets para que eles atirem nele, utilizar explosivos espalhados pela sala para desorientá-lo ou combinar tudo isso com diversas outras habilidades sua para ir ao abate. É delicioso e muito mais visceral e correto dentro da perspectiva de “Jogue ao seu estilo” de Deus Ex. A inteligência artificial não esquece mais de seus atos (atire em um policial e haverá “procura-se” virtuais com seu lindo rostinho… embora nem todo policial te reconheça de imediato) e reage a eles de forma imediata e real: tente levantar aquela máquina de refrigerante na delegacia e prepare-se para ouvir coisas como “O que diabos você está fazendo?” ou  “Ponha isso no lugar agora mesmo e afasta-se com as mãos onde possamos ver” – deixe de obedecer e conte o membros no chão. Ou entre atirando em um bar ou posto de serviços, mate alguém e saia… quando voltar a polícia será IMEDIATAMENTE acionada. Pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

Deus-Ex-Human-Revolution-Directors-Cut-1

Mas a experiência não para por aí: Novas habilidades e poderes foram colocados e os anteriores foram melhorados ou balanceados – para garantir um jogo mais tranquilo. Além disso a IA consegui ficar ainda melhor, as conversas foram tornadas ainda mais extensas e há novas missões (cortesia dos DLCs) que foram incorporadas diretamente na trama principal de tal forma que fica quase impossível pensar em como era a história de DE sem elas. E acredite em mim… história definitivamente não é um problema aqui! A história do game é fascinante, incrível, digna de um oscar de roteiro e adaptação – e combinada a jogabilidade, que mistura conceitos de tiroteio em primeira pessoa, RPG americano e adventures point-and-click, traz um dos melhores jogos da atualidade a vida.

No game você é o ex-policial-agora-chefe-de-segurança Adam Jensem, que vive se sentindo mal de ter desistido da força por uma carreira que paga melhor por causa da namorada, que trabalha para firma que ele protege (A Sarif Cybernetics). Antes de sua namorada apresentar ao mundo uma tecnologia que iria mudar tudo que conhecemos a firma é atacada, Jensem é quase morto e sua namorada é levada por um grupo desconhecido. Agora cabe ao ciberneticamente reconstruído ex-policial descobrir quem sequestrou sua namorada, quem lucra com isso e com quem ele está lutando, fazendo o que for necessário para isso.

Graficamente DE é bonito. Não é um Far Cry 3 bonito, mas é bem bonito. Por alguma razão (provavelmente pela quantidade de Neon, de telas holográficas e de Robôs que realmente parecem robôs) o estilo e a qualidade gráfica me lembram Mass Effect 3. A física é funcional, mas não impressionante e o jogo usa e abusa de métodos inteligentes para limitar o espaço de jogo (é uma ilha, um prédio gigantesco, etc…) sem quebrar o clima de “Você é livre para fazer o que bem entender”. Não vai te desapontar no quesito gráfico, mas não será um daqueles jogos que você vai guardar lembranças pela vida toda. O controle é funcional, e lembrando que o jogo não é um shooter, e sim um RPG com elementos de shooter, a maior parte dos fãs de Cod, Cod:MW, MoH e afins vão ficar um pouco desesperado com o fato que Adam Jensem não reage como um super soldado nem vai resistir a milhões de projéteis sendo jogados contra ele ao mesmo tempo (pelo menos não no início do game).O departamento sonoro é bom, as músicas desempenham bem o papel, com especial atenção a sonoridade dos ambientes, que parecem ricos e cheios, com pessoas conversando assuntos aleatórios que podem ou não ter a ver com a história. Não é o melhor som já visto, mas é bem legal.

A versão do Wii U permite utilizar o GamePad de formas fantásticas e que aumentam em muito a fluidez do jogo: 136378820914Todo o hacking e controle de inventário, sem falar em mapas, capacidades táticas e teclas de acesso rápido aos poderes, são feitos através da tela de toque, liberando espaço de Tv para o que realmente importante – o game em si. Na versão de PC os gráficos são ainda melhores que na versão do Wii U, rodando lisos com texturas que fazem o cú cair da bunda.

Como em 2011 eu concluo que, em suma Deux Ex: Human Revolution – Director’s Cut é o tipo de jogo que, se você gostar, vai gostar muito e provavelmente será um dos seus favoritos de 2013, mas se você não gostar, realmente não irá gostar, achando o processo de desenvolvimento penoso e lento. Não existirão meios termos. Eu recomendo a todos que tenham jogado o primeiro, a todos que gostem de adventures em primeira pessoa e a todos que queiram experimentar um novo estilo de RPG. Bom divertimento.

deusex

As vendas do Wii U disparam no Japão!

De pouco mais de 2000 unidades por semana para mais de 30000 por semana? Que tal isso? Depois dos anúncios do XBOX One e do PS4 (principalmente o anúncio que o PS4 não chegará ao Japão ainda este ano) o número de Wii Us vendidos por semana mais do que decuplicou. Some a isso o lançamento de Wii Sports clUb e Wii Fit U e os japoneses foram a loucura.

E isso não é tudo, na última semana o Wii U esteve logo abaixo do 3DS na tabela de vendas semanais japonesas, publicada pela empresa especializada em dados Enterbrain. E segundo a mesma empresa as vendas para o final do ano devem ser ainda mais promissoras com a chegada de outros títulos como Assassin’s Creed 4 (cuja a única versão 1080 p 60 fps disponível no Japão vai ser do Wii U), Wii Party U e o fabuloso Super Mario World 3D.

  • 3DS LL – 58,627
  • Wii U – 38,802
  • 3DS – 29,749
  • PlayStation Vita – 27,618
  • PlayStation 3 – 11,148
  • PSP – 3,680
  • Wii – 477
  • Xbox 360 – 328

Nada mal Wii U… nada mal mesmo…

Zelda-Wind-Waker-610x342

 

O RPG de South Park está ficando animal!

A fantástica série de Trey Parker e Matt Stone está ganhando um RPG para PC, PS3 e XBOX 360 (Segundo eles o game não chegará ao Wii U porque “It´s a Sissies console!”). E aparentemente o game está ficando animal!

O jogo terá uma versão simples no lançamento e uma versão absurdamente fodástica que virá com um estatueta do gordinho favorito de todo mundo: O racista homofóbico e chauvinista Eric Cartman.

SPRK_CE_RENDER

Se será mesmo bom… só saberemos depois de 10 de Dezembro… quando o jogo deve atingir as prateleiras.

Call of Duty: Ghost rende 1 bilhão para a Activision…

… e 24 horas!!!

24 horas!!! Um bilhão de dólares!!!

Vocês fazem ideia do que isso significa? Significa que, ao preço de 60 dólares, 16.666.667 unidades foram vendidas dentro das primeiras 24! Quase dezessete milhões de unidades vendidas em 24 horas! Ou seja… aproximadamente 192 unidades vendidas por segundo! É claro que isso conta as pré compras mas… Caralho!!! Isso é que número!

Parabéns Activision! Eu abomino sua franquia mas congratulo suas vendas!!!

Jogando: Batman: Arkham Origins – Black Gate – 3DS

Batman: Arkham Origins me decepcionou na sua versão de consoles e PC por várias razões, mas a principal delas é que era um jogo do Batman completamente feito pela cartilha, sem coração. Black Gate, no 3DS e no PSP, provam, de tapa na cara, quanta diferença faz a empresa estar apaixonada pelo que está fazendo.

Batman_Arkham_Origins_Blackgate_cover

Batman: Arkham Origins: Black Gate, que vou passar a chamar de BG ou Black Gate (porque o nome completo é MUITO longo) é um excelente jogo, principalmente porque pega duas fórmulas que funcionam bem sozinhas, o metroivania clássico dos games de GBA e DS (e de ilustre Symphony of the night) e o sistema de movimentação e combate dos arkhams anteriores, e junta uma quantidade imensa de ótimas animações, construção inteligente de cenários, excelente uso de ferramentas e equipamentos e puzzles que, se não difíceis, pelo menos são inteligentes o suficiente para te fazer sorrir ao vencê-los.

Graficamente o jogo é um desbunde, com modelos grandes e bem detalhados, animação muito bem feita, mo-cap (motion capture, movimentação de personagens feita por captura de movimento de atores reais), variação de inimigos e na decoração das áreas dominadas por cada chefão do crime (Máscara negra, Pinguim e Coringa). Os cenários são muito bem feitos, embora um pouco repetitivos, principalmente na parte externa, mas a uma quantidade ímpar de fractais e partículas (que vão de luminosidade no cheque de armas a pedaços de papel voando, fragmentos de caixas e outros objetos quebrados, etc…) e o fato deles serem enormes compensa, com louvor, a repetitividade. Batman se move como Batman, seus inimigos clássicos transbordam personalidade e a mulher gato continua imensamente sedutora, mesma em uma tela menor.

 

O som tem músicas boas, músicas más, músicas esquecíveis e o tema de Batman Begins (que deixa homens duros e mulheres molhadas toda vez que toca…) o que torna o balanço final positivo… raspando. Os efeitos sonoros são bons e trazem a dura realidade de que Batman é um cara vestindo uma armadura (quando uma cana atingir um capacete de grafite na tempora) especialista em artes marciais (quando quebra ossos, arrebenta cartilagens, quebra caixas e extintores em atacantes, etc…) com um arsenal de coisinhas que fazem barulhos animais. As vozes, com apenas duas exceções, são excelentes, muito bem escolhidas e polidas, muito melhor realizadas que na versão de console de Arkham Origins – apenas o Coringa e o Batman, longe de suas vozes clássicas feitas por Mark Hammil e Kevin Conroy, soam extremamente estranhos… não necessariamente ruins, mas estranhos.

O controle funciona muito bem, embora simplificado para funcionar em menos botões, com o famoso sistema de um botão de ataque, um de defesa e contra-ataque, um para ataque da capa e combinações para utilizar bugigangas, como flashbangs, arpões e batrangues. A jogabilidade pode ser dividida em duas partes: Combate e exploração. Combate é uma versão simplificada, mas imensamente bacana, do combate de Arkham Asylum/City/Origins, mas funcionando em 2,5D, com os inimigos tentando cercá-lo e você usando eles para limpar as diversas areas da prisão, com variações, muito legais, desse processo junto aos chefes. A exploração funciona com Batman começando com pulo duplo, capacidade de planar e o batrangue, e conseguindo itens que vão permitindo acesso a cada vez mais areas do mega complexo que é Black Gate – tudo naquele consagrado sistema que Metroid criou e Castlevania poliu à perfeição. A prisão é realmente grande e dá para ficar perdido por toda ela, mas isso só aumenta a diversão enquanto você tenta desvendar crimes ou localizar pessoas, normalmente topando com um item pouco além da sua capacidade de chegar lá.

A história é simples, porém funcional: Uma rebelião aconteceu na super prisão Black Gate, chefiada pelo insano Coringa e dois líderes do crime, Máscara Negra e Pinguim. Batman, que está fortalecendo sua relação com o capitão Gordon, tenta auxiliar a polícia a dirimir o ataque enquanto para as ações da mulher gato e dos outros vilões. Enquanto isso Quency Sharp, futuro diretor do asilo Arkham e prefeito de Gotham, tenta usar peso político para reabrir o asilo Arkham sob a desculpa de que prisioneiros insanos, como Julian Day (o homem calendário), Chapeleiro Louco e o Coringa não podem ser mantidos em prisões comuns. A história toda é contada por meio de quadrinhos com voice over, bem feitos num estilo aquarelado, com direito a uma ou outra animação.

No balanço geral BG é um senhor jogo… bem feito, bonito e divertido de jogar. Se você não gosta do Batman, mas gosta de metroivania, vai se divertir aqui. Se gosta do Batman, mas não foi cativado pela série Arkham nos consoles/PC, aqui está outra chance. Só não deixe de jogar por estar em um portátil porque é, independente do tamanho do cartuchinho, um jogão.

1382979198_4