Amargando mais de 2 milhões de unidades atrás de sua principal rival (a Sony) a empresa criada por Bill Gates fez o que eu, e todo mundo, já sabia que eles deviam ter feito desde o começo: Eles abandonaram o que, desde o começo, deveria ser só um acessório.
A partir de 9 de Janeiro a Microsoft colocará no mercado o XBOX One sem o Kinect pelo exato mesmo preço do PS4. Com isso, a empresa explica, ela pretende atender a vontade de milhões de jogadores que tinham interesse apenas pelo console SEM absolutamente nenhum controle por movimento. A Microsoft ainda não explicou se, como a Nintendo com o 3DS original, ela vai dar alguma forma de recompensa aos membros leais que deram apoio ao console desde o começo (Chances bem pequenas… mas vamos ver).
Ou seja… o Mini estava mais uma vez certo em suas previsões… acho que já ficamos sem dedos em um humano para contar o número de vezes que isso aconteceu desde o começo desta geração.
De qualquer forma a Microsoft tomou a decisão mais sensata do ponto de vista negocial e, a partir de agora, se você tiver interesse em um Kinect, poderá adquirir um a 100 doletas para utilizar no se XBOX One de 399 doletas.
6,1 milhões. Esse é o número total de Wii U vendidos desde o lançamento do console em Novembro de 2012.
Sim… isso é um problema gigante!
Porque, embora 6,1 seja melhor que 4,8 do XBOX One e pior que 7 milhões de PS4… seus concorrentes diretos fizeram essas vendas em 6 meses!
Ops!!!
A situação tá preta
O 3DS ainda continua mandando bem, não tanto quanto a Nintendo esperava, mas muito muito bem. É só o Wii U que parece patinar sem sair do lugar. Segundo o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, em um evento para os investidores que fechou esse semestre da empresa, a empresa continuará a investir em uma linha de jogos ainda mais sólida, parceiras ainda melhores com Third Parties e mais exclusivos. O presidente aproveitou o evento ainda pra jogar um aviso ao mundo: A Nintendo não irá, enquanto estiver sob seu comando, produzir jogos Mobile…
…. ever…
… ever…
O cara foi taxativo “O Mobile não é o lugar da Nintendo. Nem agora, nem em nenhum momento da minha administração. Temos nossas plataformas e nossas plataformas serão auxiliadas pelo mobile, mas não estarão, jamais, contidas nele. Você terá um app de Miiverse, um app de Bravely Default, um app de Mario Kart, mas terá que estar em um console Nintendo para efetivamente jogar esses games.”.
Mas será que a Nintendo pode mesmo dar as costas a um dos mercados mais lucrativos dos games de hoje em dia? Principalmente estando não tão bem assim nos lucros?
Segundo o presidente Satoru Iwata, durante a reunião para acionistas com os resultados do último semestre da Nintendo, a Nintendo está preparando consoles para “países emergentes” que tenham pouco contado com videogames da maneira padrão que o mercado trabalha. “Podem ser países atingidos por um nível imenso de pirataria, que impossibilitaria o mercado como ele normalmente é, ou países onde a estrutura de venda simplesmente não existe para sustentar o hardware.” disse Iwata.
Iwata confirma que esses novos dispositivos não serão simplesmente novos Wii U ou 3DS mais baratos, mas sim sistemas completamente novos voltados para as peculiaridades dos mercados onde serão lançados. Eles terão trava de região e serão comercializados mais ou menos da mesma maneira que a Sony está lidando com o Vita Tv no Japão.
Embora Iwata não confirme quais “países emergentes” ele cita, não é preciso ser um gênio para juntar um mais um e descobrir que o principal novo alvo da Nintendo é a China. O que faz completo sentido – durante o tempo em que os videogames eram oficialmente proibidos lá e todos os aparelhos eram cópias ilegais de sistemas estrangeiros rodando cópias ilegais de jogos estrangeiros a Nintendo, com a permissão do governo Chinês, colocou o “iQue”, um mini Nintendo 64 que era carregado com Roms em uma Quiosque personalizado utilizando uma mídia regravável específica do console. Agora que o mercado está aberto para as empresas de games é um filão de 1,5 bilhões de pessoas, mas que tem tantas peculiaridades e tantos graus de censura, que deve dar um trabalho razoável para empresas colocarem seus jogos lá… a menos que seus jogos sejam conhecidos por serem familiares, simpáticos, notoriamente não violentos e muito muito bons.
Será que veremos um renascimento da Nintendo na China… e como eu faço para colocar a mão nesse hardware novo que vai sair por lá?
Depois de 6 meses no mercado o Dual Shock 4 tem seu principal defeito, a enorme parte brilhante na parte da frente dele, explicado. E, adivinha, aquilo tem uma função.
“Ficamos horrorizados quando vimos as pessoas reclamando em forums e coisas desse tipo… porque não podíamos simplesmente explicar o que era. Tivemos que segurar a informação quase até a E3 para revelar que tem a ver com nossos óculos de realidade virtual – o projeto Morpheus” disse um porta voz da Sony a Kotaku e a IGN.
Embora o porta voz ainda não podia explicar qual seria o uso exato da luz na ponta do joystick, ou porque ela teria que ficar acesa enquanto não se está usando o Morpheus, é uma boa finalmente saber que ela serve para alguma coisa útil. E uma notícia ainda melhor é que a última atualização do console trouxe uma configuração de brilho que permite aumentar ou diminuir a luminosidade da mesma – bem útil.
Pessoal! Eu gosto tanto da pirotécnica como qualquer outro… mas vai se foder! Mostrar um monte de gráfico (nem tão) legal assim não vai convencer ninguém que “Call of Duty: Advance Warfare” (Activision… a Ubisoft ligou… ela quer as armaduras de “Ghost Recon: Future Soldier” de volta) é a coisa mais legal a chegar aos novos consoles no ano de 2014.
Até porque essa marca já está tomada por outro jogos faz tempo!
Meu primeiro review no PS4 e eu pego um jogo que você consegue terminar, fazendo absolutamente tudo na aventura principal, em 4 horas. Sim… 4 horas. Desconsiderando algumas Cgs mais longas e tudo mais posso dizer que minha aventura na base americana em Cuba, na pele do Big Boss, não chegou a alcançar as 5 horas.
E o que eu posso dizer disso? Que foram quase 5 horas MUITO bem investidas.
Metal Gear Solid: Ground Zeroes não é só a apresentação para o mundo do novo motor gráfico da Konami, o FOX Engine – é mais que isso. É a apresentação para o mundo de um estilo completamente novo de Metal Gear Solid, mais rápido, mais fluído, mais divertido – tudo isso sem abandonar o incrível estilo e a incrível mistura de real e irreal que Kojima e Cia trazem para essas experiências. Tudo em Ground Zeroes do PS4 é novo, da engine que gera os gráficos ao sistema de controle, do gameplay ao sistema de comunicação, e tudo, absolutamente tudo, trabalha junto para criar em você a sensação de que você jogou um pusta game de qualidade.
Mesmo que ele seja super curto.
Então vamos começar pelos gráficos. Você pode jogar esse game no seu XBOX 360 e no seu PS3, mas eles usam uma versão capada da Fox Engine que não faz juz ao game… esqueça essas versões. A versão do One é bem legal, com cores vibrantes e gráficos de primeira, mas os efeitos de chuva são esquisitos e as texturas ainda não estão lá (além do fato que o game roda em 720P com 30 frames por segundo… contra os 1080P com 60 frames do PS4). A versão definitiva, nas palavras do próprio Kojima, é a do PS4. E vou falar, o efeito de água, de tecido grudar no corpo, de deformação de couro, de concreto iluminado e molhado, sem falar no show de iluminação dinâmica, deformidade de sombras e tudo mais tornam Ground Zeroes um dos mais bonitos jogos que já coloquei as mãos em muito tempo. E essa beleza vaza na intuitividade do jogo!
Sim…. é bonito assim! Valeu Edu pelo vídeo!
Vaza na intuitividade porque Snake agora não depende de mais nenhum marcador de camuflagem ou de um indicador externo para saber se está oculto ou não nas sombras. Você olha para a tela e sabe, instantaneamente, se seu esconderijo é bom ou não e quão visível você está. Além disso Snake conta com uma gama enorme de movimentos que permitem que ele escale, salte, role e muito mais no sentido de encontrar lugares onde ficar na moita e pegar seus inimigos na surdina. Também as interatividades sonoras vazam no gameplay… você vai ouvir os passos de Snake, ouvir ele andando na areia e fazendo um barulhão na água. Ficar em desespero quando tropeçar sobre um inimigo dormindo e ele fizer algum som ou quando bater o pé em uma arma jogada ao chão e ela se mover ou fizer algum som, alertando uma patrulha próxima. Efeitos sonoros e sonorização ambiental de primeira se unem a gráficos mais do que excelentes para trazer uma experiência stealth com nenhuma outra até hoje.
É claro que nem todos os pontos do som são assim tão bons. A escolha de Kiefer Sutherland, o agente Jack Bauer da série 24 horas, para emprestar corpo e voz para o Boss foi tão bem recebida pelos fãs como a escolha de Ben Affleck como o novo Batman, sem falar que muitas das vozes dos guardas soam como aparvalhados jovens que com certeza sofreram Bullying na escola, e não como soldados másculos e fortões protegendo uma base secreta dos americanos. Além disso muitas das músicas são tão curtas e tão baixinhas que, se você não estiver prestando muita atenção, vai deixar passar – a única exceção digna de nota é a música triunfante da série, que vem acompanhando os games desde a abertura de MGS 2.
O da esquerda é o Big Boss… o da direita é o Kiefer Sutherland pensando que é o Big Boss
O gameplay ficou animal! Simplesmente incrível! E uma parte considerável desse incrível se deve a quão fantástico está a inteligência artificial do seus inimigos – em duas palavras: quase humana. Inimigos pensam se devem checar uma área, rechecam áreas depois de soltar um “Only to be sure…” ou, por vezes, sem falar nada. Alguns são metódicos e checam cada fresta, embaixo de veículos e sobem escadas para verificar, enquanto outros são relaxados e dão uma passada de lanterna com vagar seguida de um assovio. Eu vi soldados se protegendo da chuva, verificando armas enquanto estão parados ou parando de patrulhar e sentando em um canto quando não havia nenhum oficial por perto. Seus inimigos conhecem o terreno, são imprevisíveis e não esquecem mais que você foi visto – mesmo que você suma da vista deles, depois que você foi visto a base sai de Peace Status para Normal Status e NUNCA MAIS VOLTA para o Peace status. Você será caçado, será empurrado e terá que se desdobrar para se livrar de seus perseguidores. Ainda bem que Snake nunca esteve tão bem em termos do que ele carrega e do que pode fazer…
Snake agora vem equipado com uma gama enorme de tecnologias. De visores térmicos e noturnos a granadas de fumaça e som, passando por uma enorme configuração de armas e um pequeno computador de mão que utiliza uma holografia funcional móvel como método de output (e impede o game de pausar de verdade a menos que você o PS Button…. o que me rendeu duas mortes quando eu fui encher o copo de chá). Com esse computadorzinho Snake pode agora marcar inimigos, acompanhar o movimento deles (mesmo dentro de construções) e demarcar posições de itens ou armas pelo mapa – é tão fácil e gostoso de usar que em poucos minutos faz você sentir que tanto MGS 4 quanto MGS Peace Walker (os últimos dois jogos da franquia) teriam sido ainda melhores com isso.
Sim… holografia funcional na década de 70!
O controle ainda é um pouco estranho, principalmente se você considerar o controle “padrão” que vem senso perpetuado por uma geração carregada de Shooters – com o gatilho esquerdo você prepara a arma, enquanto com o gatilho direito você dispara (se ela estiver levantada) ou ataca com golpes de mão contextuais (se ela estiver abaixada). O botão imediatamente acima do gatilho de dispara coloca a arma em modo de primeira pessoa – o que é um pouco estranho porque você perde alguns segundos colocando ela nesse modo antes de dispará-la. Os botões frontais são muitas vezes contextuais e acabam por levar a algumas situações engraçadas (onde você não entende de imediato o que significa aquele símbolo). Não é difícil de jogar… mas exige uns 20 a 30 minutos de aclimatização.
Ground Zeroes é um jogão. Curto? Sim. Mas um jogão. Como o prólogo que é serviu para deixar todo mundo de boca cheia com os gráficos e a jogabilidade que Kojima criou para MGS V. Agora serão mais 1 ano e meio para dois anos para colocar a mão no jogo completo… mas a espera vai realmente valer a pena. E com os diversos cenários, múltiplas condições da base e uma inteligência artificial de primeira, Ground Zeroes quer ocupar seu tempo e perguntar, na sua cara, se você se acha bom o suficiente para ser chamado de Boss.
E agora quer saber o que vem até o final do ano? Bom… essa é a lista pré E3 e sem surpresas que podem pintar… não é muito… mas já dá para visualizar uma certa diferença.
Número de jogos por mês… quase igual… quase!
PS: Está propaganda é muito muito muito muito muito boa!
Mais um jogo para se juntar a ZombiU e me fazer ter um cagaço imenso! Se você não acredita… dá uma olhada nisso.
O game será exclusivo ao Wii U e utilizará todos os recurso do Wii U Game Pad – o que deve ser muito muito legal, visto que os protagonistas do jogo realmente usam câmeras como a única forma de defesa! A TecmoKoei se juntou a Nintendo não só para trazer o game ao Wii U mas também para desenvolver um projeto multimídia, assim como a SEGA fez para criar a nova série de games e desenhos do Sonic, que vai incluir um filme feito por Mari Asato, um livro por Eiji Otsuka e um quadrinho por Shin Kibayashi (mais conhecido pelo nome de autor de Mangá Tadashi Agi.)
Ainda não se tem uma única imagem do projeto… mas dá para imaginar que coisas boas vem por aí!
Sim! Vai haver um Call of Duty em 2014. Isso não é surpresa nenhuma para ninguém… todo mundo esperava isso!
O que ninguém esperava é que viesse da Sledgehammer, uma produtora que não tem nada a ver com a Infinity Ward ou com a Treyarch, as duas produtoras responsáveis por essencialmente todos os Call of Duty até agora. A nova produtora, formada por foragidos da EA, pretende entregar um novo conceito de Call of Duty para uma nova geração – usando um motor gráfico totalmente novo!
E eles soltaram a primeira foto:
Segundo a Sledgehammer esse gráfico é um modelo em jogo e a resolução do game deve assustar todo mundo. Recentemente a empresa comentou que pretende fazer, a qualquer custo, o game rodar a 60 frames em ambas as plataformas – mas tem reclamado um bocado do XBOX One. Vamos ver como será o produto final… porque esses gráficos prometem!