Coisas que eu não entendo… – Exterminadores

Existem muitas e muitas coisas que eu não entendo…

Exterminadores são uma delas!

Vamos falar sobre eles!

Sobre Marcel Bonatelli

Historiador de games e jogador inveterado eu respondo todas as suas dúvidas sobre games e o mercado de games no site minicastle.org ou no email marcelbonatelli@minicastle.org

Um pensamento sobre “Coisas que eu não entendo… – Exterminadores

  1. Boa tarde, Marcel. Eu ADORARIA conversar mais à fundo sobre este assunto, já que estou sempre colhendo idéias sobre o mais ilustre adversário do RoboCop! Já que você solicitou que esclareçamos suas dúvidas, vou tentar resumir o melhor que puder… se possível! Se quer que eu envie por e-mail, por favor deixe-me saber. Eis minhas humildes observações:
    Terminators são unidades de INFILTRAÇÃO, não de infantaria. Quando o Skynet estava começando a perder a guerra, ele passou a despachar todas a s unidades disponíveis. Inclusive infiltradores que já perderam seu disfarce ou missão.
    Em RoboCop vs Terminator, há cães exterminadores parceiros de infiltradores normais, para enganar grupos humanos que estivessem sem um cachorro no momento.
    Infiltradores foram criados para ganhar a confiaça de grupos humanos e serem levados para esconderijos que as unidades de patrulha estão falhando em detectar.
    Em uma das versões do roteiro original os exterminadores possuiam pequenos órgãos, similares aos de uma galinha, para alimentar a parte orgânica e fazê-la durar por mais tempo. Haveria em Terminator 1 uma cena em que o T-800 come uma barra de chocolate com embalagem e tudo (Não chegou a ser filmada). Quando fora de ação, eles ficam armazenados em geladeiras criogênicas. A parte orgânica tem apenas dias de vida e no primeiro filme a parte onde ele atravessa o fogo pela primeira vez acelera a necrose. Os filmes seguintes sugerem que o tecido regenera-se por milagre.
    Antes do T-800 e sua super liga de metal, as unidaes de infiltração só funcionavam à uma certa distância e em condições de luz muito ruins, pois sua pele é de borracha, seu peso é anormal e seu tamanho é esquisito. No primeiro filme, Kyle Reese diz que sair à noite era a única alternativa. Sair de dia era morte certa.
    NÃO EXISTE um ED-206! No desenho há um ED-260 e nos brinquedos há um ED-509… mas em todas as outras mídias é “ED-209”. E por anos fico pensando se não há um trocadilho escondido nisso, com “Eddie(ED) para(2) sair zerando(09)”… tipo “K-9” (“canino”) ou “pir-8” (“pirata”).
    O ED-209 não é para ser tomado com exemplo de eficiência. É exatamente o contrário! Ele foi feito para satirizar um pensamento corporativo de “vamos fazer maior, melhor e mais redundante para impressionar de cara os executivos e o mercado”. Nas palavras do próprio Dick Jones: “Fechamos um contrato de 10 anos com os militares. Quem se importa se funciona ou não?”
    Robôs com patas ou pernas tem função de andar em terrenos ou superfícies tão acidentadas que mesmo as rodas e esteiras têm dificuldade em acessar. Não estou inventando. E sim, existem drones policiais da SWAT atualmente que sobem escadas usando rodas extras. Não é um conceito absoluto aqui, só variedade de opções.
    O T-1000 deveria viajar no tempo por um casulo de carne. A idéia ficou complicada e foi descartada! Depois o James Cameron veio com a explicação de que “ele imita até a barreira biológica dos seres vivos” (por James Caô meron, o caôzeiro). Ainda assim, ninguém explica por que não trazem armas do futuro.
    Ninguém confirma, nem desmente, que a máquina do tempo é aprimorada em Terminator 3. Apenas o efeito especial da chegada é diferente.
    Concordo com a vantagem tática da viagem no tempo, mas “Terminator 1”, “RoboCop vs Terminator”, “Terminator: Sarah Connor Chronicals” e “Mortal Komabt 11” colocaram uma questão que justifica por que não se usa a máquina do tempo como em “Superman vs Terminator” com várias viagens seguidas para corrigir a anterior: a possilbilidade alta de imprecisão da viagem no tempo! Uma manobra errada pode: A) criar um problema imprevisível; B) criar uma viagem perdida, desintegrar o viajante ou exilá-lo em uma realidade alternativa; C) criar outra realidade alternativa que não influencia a realidade atual; D) causa e efeito: tentar eliminar o motivo da viajante no tempo só acaba por confirmá-lo; E) especulação da minha parte: são precisas janelas de condições específicas para realizar viagens no tempo com mais chances de sucesso. Como nas viagens espaciais.
    Confirmando a alternativa B e pegando carona na alternativa E, isso explicaria o T-100 ser enviado 10 anos depois do exterminador anterior: todas as outras tentativas falharam. Connor sabia que enviar naquela(s) época(s) daria certo pois ele tem a memória de quando ocorreu.
    O motivo do SKYNET não explodir uma bomba nuclear na vizinhança da Sarah Connor é a proximidade. Ela está perto demais dos criadores da SKYNET! Destruí-la por meio nucleares vai encerrar o projeto antes que ele esteja funcionando (no Terminator 3 isso funcionaria, pois a SKYNET se tornou a internet nesse filme).
    Também não tenho explicação de por que não se manda logo uma equipe ou um batalhão. Não deve ser energia, pois o SKYNET tem de sobra. Condições “temporais”? Não vi nada que confirme isso. Limitação de matéria a ser enviada? Possível! O T-800 série 101 deve estar no limite do espaço permitido.
    Concordo que Schwarzenegger (série 101) não convence como disfarce! É preciso muita boa alimentação e treino pra ficar daquele jeito e os humanos do futuro são carentes de tudo!
    O T-1000 se chama “Austin” pra homenagear “O Homem de 6 Milhões de Dólares”?
    “Mortal Kombat 11” veio com duas teorias interessantes: 1) sobre a motivação do SKYNET: sobreviver. Se houver como não ser destruído pelo humanos, não é preciso matá-los. 2) se um exterminador tiver como acessar uma realidade alternativa e voltar pelos próprios meios, por que não montar um exército por lá e voltar à sua realidade original já com a cavalaria salvadora pra ganhar a guerra? ISSO seria um bom “Terminator 7”!

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