Crônicas da História do Videogame – PC Engine/Turbografx 16

Para nós brasileiros o PC Engine é como um ser mitológico… inexistente.

Mas ele não só é um console animal mas também um console com uma história super rica.

É hora de falarmos sobre o PC Engine/Turbografx 16 aqui no Mini!

Vamos nessa!

Pessoal! É um vídeo BEM longo! Eis uma tabela de tempo caso queira pular para algum canto!

Abertura: 0:00
NEC: 3:02
NEC no Brasil: 21:24
Hudson: 25:15
O Chip C62: 39:43
O PC Engine: 57:58
O Turbografx 16: 01:20:40
CD-ROM2: 01:36:17
Os cartões: 01:37:43
As versões do aparelho: 01:51:25
TTI VS NEC Avenue VS PCE Works: 02:14:12
Mascotes: 02:17:15
Encerramento: 02:19:56
Pós crédito: 02:24:54

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Sobre Marcel Bonatelli

Historiador de games e jogador inveterado eu respondo todas as suas dúvidas sobre games e o mercado de games no site minicastle.org ou no email marcelbonatelli@minicastle.org

2 pensamentos sobre “Crônicas da História do Videogame – PC Engine/Turbografx 16

  1. Deu um erro no meu android, não sei se a mensagem foi publicada, então vou mandá-la por aqui, para não parecer que estou flodando:

    Marcel, uma dúvida: Se a Hudson e a NEC eram parceiras no PC engine e no PC FX, por que a Hudson lançava games para a principal concorrente, Nintendo? Aliás, qual o motivo também da Nintendo deixarem eles lançarem, visto que o PC engine começou a pegar uma fatia considerável do mercado do NES?

    PS: Claro, não poderia deixar de elogiar mais um excelente trabalho que fizestes, no meu quadro preferido sobre retro games. O negócio é tão bão que é a única série de videos do youtube que já dou um like sem ter assistido, porque é certeza que apresentará um conteúdo de qualidade! Parabéns, Marcel e Junião pelo trabalho nível Shigeru/Kojima que o minicastle tem elaborado aos retrogamers brasileiros! Forte abraço, e mto sucesso!

    • Igor… sua pergunta é excelente e vai figurar em um papo sério com mais detalhes. Mas… de forma rápida… ela ganhava grana por unidade produzida e não por unidade vendida do console. Logo ela tinha 0 necessidade de fazer o console vender… apenas ser produzido bastava para ela. Logo… ela preferia ganhar dinheiro dos dois lado – com o pc engine e com a produção de jogos para todo mundo que ela conseguisse.

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