Fantástico Infográfico das viagens de Nathan Drake

Você gosta da franquia Uncharted? Bom, eu não gosto do PS3 e eu tenho um SÓ para jogar os Uncharted! É bom nesse nível! Agora dá uma olhada nesse infográfico mostrando as viagens do cara!

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Nova atualização para 3DS – e ela traz DLCs!!!

Durante o último Nintendo Broadcast Iwata Sama, presidente da Big N, anúnciou que uma nova atualização de firmware vai chegar ao 3DS dia 25 de Abril.

O novo firmware vai permitir suporte a patchs, que poderão dar updates a games assim como capacidade de DLC (Mario Kart 7, Kingom Hearts 3D e New Love Plus – um jogo de namoro só lançado no japão – serão os primeiros 3 games a receber patchs corretivos), além de dar aos jogadores a capacidade de criar pastas na memória do 3DS que suportam até 60 itens (e que receberão um ícone de área de trabalho igual a primeira letra do primeiro item, em ordem alfabética, colocado dentro da pasta). Na prática isso significa que se você quiser agora, organizar seu 3DS, com uma pasta de músicas, uma de jogos de Nintendinho, uma de jogos de Game Boy e por aí vai, você poderá.

DLCs em um portátil… já estamos salivando!

 

Enquanto FF Versus 13 continua no Limbo The World Ends With You vai ganhar uma sequência!

Quando alguém te chama de burro uma vez, você o chama de burro de volta. Quando alguém te chama de burro uma segunda vez, você dá um murro na boca dele. Quando alguém te chama de burro uma terceira vez… bem… pode ser que esteja na hora de comprar uma cela. Essa frase funciona muitíssimo bem com a Square Enix e seu famigerado FF XIII VS que está em produção desde 2005 e ainda não ficou pronto. É claro que continuamos vendo lindos vídeos dele em funcionamento nas E3 mas é besteira esperar por um game desses agora. Seria como Duke Nuken Forever, não importa quão bom o game seja, não vai sobreviver ao Hype que ele mesmo formou.

No entanto alguma coisa tem sido feita no prédio da Square além de fermentar vinho de lágrimas de fãs de FF VII. Tetsuya Nomura, diretor da série Kingom Hearts e do fantástico The World Ends With You, veio a publicar dizer que “a escolha da artista de voz de Raimu/Rhyme, para a ponta que ele fará em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, foi feita com muito cuidado para com o futuro da série The World Ends With You.”.

Peraí…como é que é? Futuro… ? Quando cobrado sobre a sequência a caminho ele disse: “Em relação a TWEWY eu ainda não estou autorizado a falar nada… (risos). Mas está a caminho!”.

É isso aí pessoal… da boca do homem. Insultados? Aliviados? Deixem suas posições aí embaixo!

Jogando: Metal Gear Solid 3D: Snake Eater

Eu coloquei o cartucho de Metal Gear Solid 3D: Snake Eater (que vou passar a chamar de MGS3 – por praticidade) dentro do 3DS  com uma certa reverência. Esse jogo, entre sua versão normal e a subsistence, passou mais tempo dentro do meu PS2, do que qualquer outro jogo, mesmo os RPGs da Square. Sério… eu devo ter gasto mais tempo em Subsistence do que eu gastei para fazer toda a história de Dragon Quest 8. Várias dúvidas permeavam minha mente enquanto o logo da Konami aparecia na minha frente: Quão boa poderia ser a adaptação do game? Estaria toda a história, todas as vozes e todas as cenas como eu lembrava? Como eles teriam adaptado o controle do PS2 para o diminuto 3DS?

Logo deixa eu dizer duas coisas para vocês: Primeiro; se você jogou esse game no PS2, não se preocupe, o jogo está intacto e ainda é uma das maiores obras primas da história do videogame. Segundo; este é um jogo de 8 anos atrás que dá sinais claros que tem quase uma década.

Graficamente falando MGS3 no 3DS é muito bonito. Não é RE:Revelations ou Kid Icarus Uprising, nem deveria, visto que tenta ser mais bonito que um jogo que já existia no PS2, mas as texturas são boas, a animação excelente e o resultado final muito bom. O efeito 3D é utilizado de uma forma não intrusiva e, depois de uns poucos minutos, você só vai percebê-lo se mexer a cabeça para um dos lados e acabar ficando desfocado – não facilitou minha vida muito, no entanto. Houve uma diminuição no número de polígonos de vários dos objetos e inimigos (Snake e os principais chefes, no entanto, continuam iguais), mas como a tela é MUITO menor, a percepção destes problemas ficam mais sujeitas aqueles momentos onde você tem que usar o rifle Sniper e vê os cotovelos pontudos ou as insígnas que atravessam roupas. O que me leva a meu primeiro problema grave com esse jogo: ele foi feito, pensado e projetado, para ser utilizado em uma tela grande. Por mais limpida que seja a tela do 3DS e por melhor que seja a qualidade da imagem ali apresentada, por várias vezes eu rastejei com calma e sagacidade para me desviar de um toco de árvore que eu jurava ser um inimigo sentado, ou gastei três ou quatro tranquilizantes em um pedaço de pedra a distância, que, da posição que eu estava, me parecia a cabeça de um soldado despontando por cima de uma trincheira. Não acontece toda hora e a Konami colocou vários auxílios visuais (como setas que aparecem indicando a direção que Snake tomou um tiro, por exemplo) e sonoros para tentar diminuir esse problema, mas está lá e é pálpavel.

O departamento sonoro está impecável. As vozes são incríveis, a música surreal e o sons perfeitos. Fique, literalmente, na moita, coloque bons fones de ouvido e se esgueire pela mata ouvindo o som dos pássaros, da grama sendo amassada e de soldados da Gru conversando a uma certa distância. Instrumentos como o microfone direcional aumentam ainda mais a sensação de realidade do departamento sonoro (como o incrível fato que você pode localizar um certo capitão pelo barulho da diárreia dele ou que você pode encontrar The End na selva seguindo o barulho dos roncos) e o fato que nenhuma linha de diálogo foi modificada e você terá um dos melhores conjuntos de obra já presentes em um portátil. As conversas ainda são longas e, as vezes, não fazem muito sentido (porque estamos discutindo 007 no meio da minha operação de campo ou porque minha especialista em comunicação resolveu me explicar sobre Lâmen quando eu entro em um tanque russo) mas são parte do charme do game.

O controle é um ponto complicado nesse game. Vamos lá. Direcional analógico move snake, L prepara arma ou item que ele estiver usando e R utiliza a arma ou item. Armas e itens podem ser modificados na tela sensível ao toque, enquanto a câmera é controlada, aos trancos e barrancos nos 4 botões do lado direito. Sim, você controla a câmera ao estilo de Super Mario 64 com o A, B, X e Y. Parece complicado para você? Então você pode adquirir um acessório chamado 3DS Power Boat que tem um segundo analógico que permite ter o controle total da câmera como era no PS2. É obrigatório. Não! Eu acabei de passar pelo Fear, que se esconde no topo das árvores, onde achei que iá ter a maior quantidade de problemas, mas o fato que você pode mirar em primeira pessoa com a maior parte das armas resolve o problema da câmera de maneira eficaz. Você também pode utilizar o giróscopio do 3DS para mover a câmera, mas aí tem que desligar o 3D se não você vai ver tudo embaçado. O ponto é: os controles funcionam, mas de novo fica claro que este jogo havia sido desenhado para ser utilizado em um videogame não portátil, com um controle com dois direcionais analógicos.

A jogabilidade clássica do game continua lá. Você se esgueira e mata, ou desmaia, seus inimigos enquanto troca de camuflagem conforme as modificações do terreno a sua volta – tudo para manter seu Cameo Index, ou seja, quão invísvel você está. Você pode inclusive fotografar coisas com a sua câmera do 3DS e digitalizar o padrão da imagem para obter novas camuflagens, mas as que estão no jogo, salvo raras exceções, são mais utéis. O sistema de ferimentos e medicina de campo continua forte e perfeito aqui. Snake se fere durante a missão e você deve curá-lo, o que pode variar de colocar tala e ataduras em um osso quebrado a utilizar soro anti-ofídico e queimar sangue-sugas. O cansaço e disposição de Snake são medidos em uma barra de stamina, que diminui quando ele está ferido ou com fome. Stamina muito baixa causa tremedeira, dificultando a mira, alucinações (é sério… o jogo coloca movementos onde não existe nada) e, mesmo, roncos de estomâgo (que podem atrair guardas) – então além de cuidar da saúde de Sanke você tem que encontrar ou matar comida (como cobras e ratos) para manter Snake alimentado. São mecânimas muito bem feitas que tornam o jogo muito mais do que só um mata mata stealth.

No entanto, embora a jogabilidade de MGS3 tenha tantos pontos positivos ela está velha e aparenta isso. Guardas seguem padrões de patrulha constantes, voltando a eles logo que acordam de seus tranquilizantes, sem nem se dar conta do que ocorreu. Partes do cenário podem ser escaladas enquanto outras não e a única forma de descobrir a diferença é por tentativa e erro. Mas o pricipal fator que me segura com relação a esta versão do jogo é a questão tempo; MGS3 não é um jogo para ser jogado em bocadas de 15 minutos enquanto você pega um ônibus e considerando que o game não salva em qualquer lugar (e que, quando salva retorna você para o começo da área mais próxima) não pode ser utilizado como um Super Mario 3D Land. Algumas cenas tem quase 30 minutos! E se você fechar o 3DS elas continuam! Se você é como eu e utiliza seu 3DS em casa o problema se torna menos terrível… mas se você for utilizar esse game na sua casa qual é o ponto de tê-lo no 3DS? Ainda mais quando uma versão HD foi recentemente lançada (e que ainda contém o MGS2 e o MGS Peace Walker no pacote) e custa a mesma coisa que ela?

Se você não tiver um 360 nem um PS3 e não estiver interessado em comprar um PS2 só para jogar este game, ele continua muito bom e é um excelente jogo, mesmo nesta versão do 3DS. Mas considerando que há maneiras melhores e mais confortáveis de adquirir este contéudo, eu recomendaria, com dor no coração, jogar este game em um console de mesa. Bom divertimento.

A Pokedex 3D vai ganhar uma melhoria (paga) e um ARG game de Pokemons está a caminho

Antes de todo mundo começar a chorar e gritar que até mesmo a Nintendo resolveu cobrar por coisas que ela dava de graça prestem muita atenção no que eu eu vou falar: A pokedex continua gratuita no 3DS.

O que acontece é que o sempre fantástico presidente da Nintendo do Japão, Sr Satoru Iwata, falou que os japoneses irão receber uma versão melhorada da pokedex original a partir do dia 14 de Julho. Detalhe importante: A nova pokedex terá todos os pokemons, não só os de Unova (como a atual). Então se você sonhava em ver detalhes de um Bulbassaruro ou de um Pidgeoto no seu 3DS prepare-se para gastar 1.500 yen (uns R$ 24,00) pela Pokedex expandida.

E que vantagem Maria leva? Bom, os Pokemons presendes na sua Pokedex servirão em AR games que virão acompanhando Pokemon Black 2 e Pokemon White 2, podendo ser capturados durante esses AR games. Logo se você quiser ter um Charmander bem no começo do jogo vai ter que desembolsar não só os 1.500 yen da Pokedex avançada mas também o 300 yen (pouco mais de 4 reais) por um app para a captura destes pokemons, o Pokemon AR Searcher, que sairá na Nintendo e-shop no dia 23 de Junho.

E aí, vale a pena?

Jogando: Kinect Star Wars

Eu vou tornar a vida de todo mundo mais simples neste review. Antes de comprar esse jogo faça a si mesmo duas perguntas: 1) Eu gosto de Star Wars – Clone Wars do Cartoon Network (aquela série em computação gráfica que acompanha Anakin Skywalker e sua futura defunta padawan Asoka Tano)?  – & – 2) Eu consigo assisitir todos os filmes de novo sem me sentir enjoado ou aborrecido?

Se a resposta para ambas as perguntas forem “sim” você provavelmente vai gostar de Star Wars Kinect. Mesmo assim eu ainda tenho a impressão de que este game foi feito para o filho que eu não tenho. E de fato, se você tiver crianças que gostem do universo Star Wars esse jogo vai fazer um sucesso imenso na sua casa!

Não é que o jogo seja infantil. É competente e faz o que se propõe com tranquilidade. Mas é que, quando observado sem o costumeiro jogo de intrigas políticas e sua incomum porém extremamente bem sucedida atmosfera que mistura Western e filmes de samurai, Star Wars Kinect virá uma série longa e, possivelmente enfadonha, de esticadas de braço, saltos pela sala e um sistema de luta de sabre que falhou em emocionar, ou mesmo comover, os jogadores.

O jogo, como todo jogo do Kinect, preza muito mais a jogabilidade do que os gráficos – uma maneira correta de pensar. Assim sendo não espere nada incomum ou fantástico no departamento gráfico. Havok, a eterna engine de física da Valve, ainda é usada na sua forma mais primitiva para calcular peso, velocidade e resistência de objetos arremessados, assim como controlar paredes e casas que você destroí – tudo bonitinho se você está acostumado a física peculiar do universo de George Lucas. O estilo artistico e a animação são completamente chupados do desenho atual na Cartoon Network, com personagens esguios e carecaturescos e sabres de luz grossos como bastões de beisebol. Realmente, se você assistiu qualquer um dos episódios você viu os gráficos do jogo em ação. O som tem a marca da Skywalker sound, de Lucas, com direito a ser um dos poucos jogos a utilizar certificação THX no Xbox 360 – na prática isso significa que o som é tão ou mais memorável do que no cinema, com os sons dos pod-racers zumbindo no seu ouvido e o satisfatório “Uon!!” do sabre quando ele liga ou “patz! Patz!” quando atinge outro sabre; um dos pontos fantásticos do jogo! Há um modo “história” que até tenta te envolver no caminho de transformar seu padawan em cavaleito Jedi em algum momento entre o episódio 1 e o episódio 2, mas a história é confusa, melodrámatica e facilmente esquecível, com um ou dois duelos que valem a pena nela toda.

Ok! É um jogo típico de Kinect. E como um jogo de Kinect é na jogabilidade que vai estar toda a diversão, né? Pois é… alguém vacilou! Há 5 modos de jogo: O modo história (que mistura tutorial, trechos de corrida e salto a lá Kinect Adventures, lutas de sabre e trechos de controle de veículos), o modo duelos (em que você luta um duelo de sabres de luz contra personagens famosos do universo Star Wars, como Magna Guards, Conde Dooku ou mesmo Vader), o modo dança (Pense em Dance Central – é o mesmo engine, o mesmo gráfico com músicas pop adaptadas para Star wars. Por exemplo, em vez de “Material Girl” você tem “Protocol Droid”, em vez de “My Humps” você tem “High Bumps”, com letras remetendo a trechos do universo Star Wars.) o modo bestas (em que você joga com monstros enormes do universo Star Wars espalhando destruição por aí) e o modo Pod Racing (de longe o mais divertido dos modos, você corre com um pod de corridas nas pistas mais perigosas do universos). Com exceção do modo história, que é uma soma bizarra do modo duelo, modo Pod Racing e o tutorial eu vou explicar o que deu certo e o que não deu em cada modo abaixo:

Modo Dança: É a porra do Dance central com uma músicas rídiculas e que só não vai ser completamente esquecido depois de meia hora porque você dançar algumas coreográfias legais com a princesa leia no bikini dourado. Serventia: Colocar amigos e amigas suas para dançar, bebâdos, em festas de aniversário. Todo mundo vai dar risadas das músicas e dos bebâdos. Fora isso é ruim, a menos que você seja um louco/louca que tenha terminado todas as danças de Dance Central no máximo de dificuldade e queira alguma coisa para palitar o dente antes da chegada de DC3.

Modo Duelo: Vamos lá. Primeira coisa  O JOGO DEVIA TER UMA MANEIRA DE ME PERMITIR TROCAR A MÃO QUE O SABRE ESTÁ SENDO USADO SE EU, POR ACASO, EXTENDER A MÃO ERRADA NA HORA DE PEGAR O SABRE – EM 2012 EU NÃO DEVERIA TER QUE SAIR DO JOGO E ENTRAR DE NOVO SIMPLESMENTE PARA TROCAR O SABRE DE MÃO. Todo mundo na Good Science anotou isso? Ótimo! O modo de duelo, considerando que seu sabre esteja na sua mão boa, é tolo na melhor das hipotéses e imbecil nas outras. O inimigo ataca, várias vezes, é a cada vez que você defende (interpondo seu sabre ou esquivando, com um salto ou movimento para os lados) você enche um tanto da sua barra de ataque. Quando a barra está completa vocês dois se engajam em uma trava de armas, que você deve quebrar com um Force Push (empurrão da força), um chute ou golpe da arma para a frente. Aí o inimigo fica aberto por alguns segundos (algo em torno de 20 a 30 segundos, um pouco menos no caso de Vader) para você golpeá-lo em alguns ângulos – enquanto sua barra de ataque vai caindo. Quando ela esvazia é a vez do adversáro de novo. Pareceu empolgante? Foi culpa da minha escrita, então… porque é moroso, desapontador e não parece em nada com uma luta de sabres como as dos filmes. Se você se lembra de como era divertido lutar em The Force Unleashed este jogo é o completo oposto daquilo: é engessado, sem sabor, chato e cansativo. Para uma criança fã de Star Wars, se você coloca-lá a dois metros da TV, der um sabre de luz de brinquedo para ela ter a idéia do movimento e iniciar o jogo, haverá alguma diversão, mas para um adulto que cresceu pensando quão incrível seria recriar, com controle de movimento, as batalhas dos filmes o jogo é uma pedrada na genitais. Sério?! Quer luta de espadas com controle por movimento bem feitas, vá jogar Red steel 2 do Wii!! 1:1 sem baboseira!

Modos Bestas: Esse aqui é bem divertido, embora bobinho. Você joga com um Rancor, ou um outro monstro gigante qualquer do universo Star Wars, e é solto em lugares como Mos Eisley ou no Hangar da estrela da morte, para, literalmente, tocar o terror. De uma corridinha curvada e seu monstro corre, salte e ele salta, faça um movimento para bater no chão ou bater palmas e ele faz o correspondente com efeito destrutivo imenso. Confesso que é bem desestressante. Comer stormtroopers e agarrar speedybikes e jogá-las em jet troopers é bem legal. Mas depois de uns 10 minutos virá exercício e o fato de que não há objetivos além de pontuação e indíce de destruição tornam o jogo o ponto alto de uma animada festa de aniversário.

Modo Pod Racing: Ah há! O melhor por último. O som é fantástico e o controle funciona com perfeição nesse modo. Você escolhe um corredor (que vem com seu próprio pod… e não… não dá para escolher Zebulba logo de cara e Anakin já é Padawan nessa época) e dirige o pod quase como se fosse uma moto. Braços esticados com força para frente usam o tubo enquanto puxar os braços usam o breque. Você pode até dar saltos para os lados para golpear os inimigos com seu pod e forçá-los a bater. Muito bem feito e um dos poucos modos que consegui jogar, sem parar de me entreter, até o final. Não é bom no nível de Wipeout ou Mario Kart, mas é o mais legal que você vai conseguir aqui!

Como eu falei lá em cima eu tenho a impressão, toda a vez que início o jogo, que esse game foi feito para um hipotético filho(a) viciado em Star Wars. Se você é um fã que compra todos os games e já sobreviveu a desapontamentos como Master of Teras Kasi e Obi Wan stories, SW Kinect não vai destruir sua fé na franquia. Mas se você estiver esperando algo mais substancial, como um Force unleashed ou um Kotor, gaste seu dinheiro em outra coisa. Bom divertimento!

Nintendo registra “Super Mario 4”

E sim; eu sei que Super Mario World chama Super Mario Bros 4 no Japão. Mas esse não é o ponto. O ponto é que seja o que for o game que estiver em produção chama-se simplesmente Super Mario 4 – não se sabe nem qual é a plataforma onde eles está sendo produzido. Só sabemos que será lançado em Abril de 2013 e que digitar www.supermario4.com irá redirecionar você para o site da Nintendo.

O que será que teremos pela frente, hein?! Quem sabe uma nova versão de Super Mario World, em HD, feita para o Wii U, com mapas tridimensionais e lindos estágios ao estilo de Super Mario Galaxy? Deixem suas opiniões abaixo…

F-Zero está a caminho do Wii U

O último F-Zero de console foi F-Zero do GameCube em agosto de 2003 – se a matemática continua concordando comigo isso faz quase 09 anos. E com a chegada do Wii U já será quase uma década – uma década sem ver Captain Falcon em seu real ambiente de trabalho. Agora o papai Miyamoto diz que é hora de voltar.

“O atual hardware nosso não permitia surpreender os jogadores da maneira que eu queria com F-Zero, nem era esse o seu foco. Mas tenham certeza que o Wii U verá o retorno da franquia com algumas surpresas que vão mais do que conformar os fãs que estavam aguardando.”.

É isso aí! F-Zero no Wii U confirmado pelo CARA. Já estamos salivando!