Dreamcast faz aniversário mas SEGA não quer nem saber!

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Há quase 10 anos, no Japão, a Sega colocava a venda o “Canto de Cisne” dela, seu “melhor e mais poderoso” console (ainda sou da opinião de que essa posição é do Mega Drive/Genesis, porque depois dele foi ladeira abaixo), com todos os apetrechos possíveis para conquistar o mercado – saída de vídeo componente: check; saída de áudio óptica: check; jogatina online: ficou meio que na promessa, mas… check; controle perfeito: check; memory cards com microjoguinho: check; games excelentes: check. Enfim, O DREAMCAST! Vindo ao mundo em 9 de setembro de 1999. Esquecido pelo mercado em 2002 (Graças ao PS2), cada vez mais ignorado por comerciantes e jogadores em 2003 (com a chegada do XBOX e do poderoso GameCube) e enterrado de vez em 2005 (Quando a Sega falou que a produção de consoles, acessórios e jogos seria paralisada).

Mas a pergunta que não quer calar: A Sega vai comemorar os 10 anos do console “que era, mas não foi”?

Aparentemente não. Segundo a Kotaku (um dos sites mais importantes sobre videogame do Japão), Mike Hayes, chefe da Sega West (divisão que compreende a Sega America e a Sega Europa), disse que, embora a empresa se orgulhe do console, não realizará nenhuma celebração formal no aniversário de dez anos. “Em termos gerais, não vamos fazer nada oficial”. “O principal motivo é que a Sega se reinventou como uma companhia de jogos. E é importante para nós focarmos nas outras plataformas que estão vivas e são atuais. Informalmente, já que há pessoas na companhia que estiveram envolvidas no lançamento do Dreamcast, haverá celebrações”, explicou Hayes. E querendo limpar a barra colocou: “Mas como companhia, publicamente, vamos ser muito reservados por razões óbvias. Somos efetivamente uma companhia diferente [daquela de dez anos atrás]. Não é para desrespeitar o excelente sistema que foi o Dreamcast ou as inovações que foram feitas nele, que eu acho estavam alguns anos à frente dreamcast3no tempo dele em termos de aplicação online”, esclarece o diretor.

Considerando o quanto a Sega revisita suas velhas franquias, relançando-as de tempo em tempo em coletâneas ou em distribuição digital, parece meio bizarro que não estejamos vendo algum revival de games do Dreamcast. É claro que seria impossível trazê-los ao Virtual Console – sim, eu sei que as pessoas podem downlodar os games direto para seus cartões SD agora. Também sei que os cartões SD podem comportar até 16 Gb, mas quem tem conexão para downlodar jogos de 1.5 Gb dia sim, dia não? -, mas uma coletânea deles, adaptada para o controle do Wii ia ser “do caralho” (com o perdão da expressão). E não que o Mike tem algo a dizer sobre isso?

“Eu não posso entrar em detalhes. É suficiente dizer que há muitos problemas técnicos, muitos problemas de licenciamento”, admitiu Hayes. “Mas estamos interessados em trazê-los para os jogadores da maneira que fizemos com os games de Genesis [Mega Drive]. Queremos fazer isso, mas está difícil chegar lá. Esperamos que consigamos em breve”, completa.

Nós também Mike! Nós também…

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Aleluia! Miyamoto não vê um mundo sem lojas de games! Aleluia!

Enquanto a indústria de games abraça mais e mais a ideia de distribuição digital, Shigeru Miyamoto, o mestre de cerimônias da Nintendo, o pai de Zelda e Mario, o maior designer de todos os tempos, soltou que ainda vê futuro para a distribuição de mídias físicas.

“If you look at digital distribution with the fact that you don’t need money for packaging and things like that, it’s great,” (Se você olhar o fato que a distribuição digital economiza o dinheiro de empacotar  e coisas assim, é bem legal) disse Miyamoto à  The Mercury News. “Personally, I’m one of those guys who, even if I have all the songs from iTunes, I want the CD as well. It’s something that makes me — I feel more reassured with that physical media.” (pessoalmente sou um daqueles caras que, mesmo se tiver todas as músicas do iTunes, eu quero os CDs também. A mídia física tem algo que faz sentir-me bem).

“Entertainment is something that will not just become digital,” (Entretenimento é algo que não irá se tornar digital) ele continuou “If I look at Wii MotionPlus, this is something that you’re not doing via digital distribution.” (Se você olhar o Wii motion Plus verá que não foi algo atingido via distribuição digital)”, garantiu Miyamoto. E prosseguiu:  “The thing for us is we really don’t see the future of video games being merely confined to digital distribution or moving solely or even to a majority of our products being distributed that way.” (A coisa para nós é que realmente não vemos o futuro dos videogames confinado à distribuição digital, nem mesmo se movendo somente ou em maioria para essa via).

Levando em consideração o quanto a Ninty é conservadora com essa história de mídia (Nintendo 64, alguém…), sabemos que ela não vai largar o osso enquanto puder, mas tanto o Wii quanto o DSi têm serviços de jogos  downloadáveis – mostrando que até os velhos cães aprendem truques novos.

E aí? Você consegue imaginar a sua vida sem um pulinho semanal à sua loja (ou lojas) de game favorita, sua vida sem os brindes, os posters e aquele atendimento camarada, que liga para você quando algo “do seu estilo” pinta na área? Será que não estamos de frente a mais um altamente nintendístico momento de reflexão entre o quanto é necessário da presença física de outras pessoas no nosso Hobbie? Dêem suas opiniões aí embaixo!

Diga adeus a Corrupção – seus saves não irão com você!!!

Se você foi um dos que alugou Metroid Prime 3: Corruption várias vezes sem conseguir terminar e pretende comprar Trilogy para completar sua jornada que já tem 12 horas, talvez seja melhor se preparar… para curtir as 12 horas de novo! Sim, Metroid Prime Trilogy tem seu próprio sistema de save, que é incompatível com o original.

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Segundo Mike Wikan, designer chefe da Retro Studios “Devido a maneira como a informação foi alocada na produção e as mudanças no código fonte, nos fomos incapazes de gerar compatibilidade entre os saves de MP3 e MPT”

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Não custa lembrar que jogar os games de novo, agora com o controle do Wii e com os gráficos em 480P e 16:9, é uma benção!

Os dois primeiros primes são excelentes e ficaram ainda melhores com a perfumaria gráfica e os novos controles e Corruption é tão bom que deve ser jogado mais de uma vez… eu mesmo já terminei 6!!!   un-boxing-metroid-prime-trilogy-20090807050636900_640w

E o material que vem na caixa é do caralho! Vale cada centavo dos US$ 49,99!

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Alerta Público – Recall do recarregador de Wii mote da Psyclone

Você acha que os produtos da Nyko, como o Wii Wand, deixam a desejar? Você não viu nada! Um recall foi aberto, nos EUA, pela empresa Psyclone para seu recarregador de Wii mote. A razão? Vários deles esquentaram tanto que derreteram, causando 4 queimaduras médias e uma grave, mas isso nem é o mais terrível: Há 6, eu repito SEIS, situações onde as pilhas que acompanham o conjunto simplesmente explodiram,        E X P L O D I R A M – SIM, VOCÊ LEU A MALDITA PALAVRA CERTO – na mão do usuário, detonando os motes e acabando com as mãos dos usuários (que sofreram queimaduras químicas altamente dolorosas).

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Como o Psyclone estava sendo vendido aqui no Brasil, no mercado cinza, estamos avisando que o produto é defeituoso e perigoso. Nos EUA o recall foi total… no Brasil, só jogando fora!

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Pula cavalinho… pula cavalinho….

Se você achou que o Wii Balance Board foi a coisa mais estranha que já viu prepare-se… as vezes é melhor não fuçar no que não quer descobrir! É o Wii Horseback Riding Saddle – sim, a sela de cavalgar do Wii. Não estamos brincando sobre isso. É sério!

Trata-se de uma cadeira inflável com um bolso para o Wii mote, que recebe os movimentos da cadeira. O Nunchuck é usado como arreio ou um lasso, uma espada, algo assim – a imagem fala por si…

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Aqui está uma olhada melhor no design do produto, mostrando a válvula e o sistema de inflagem semelhante aos das bolas de exercício, o suposto material de fabricação, segundo o relatório, seria uma blenda de PVC muito resistente e atóxica. A patente foi localizada na base de patentes unificada européia (que é aberta na net) e vem com um exemplo de um possível jogo: A tela mostraria a parte de trás da cabeça de um cavalo e o cenário que você percorre sobre ele, numa equina versão de Endless Ocean, com o cavalo sendo controlado pelo movimento.

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Mas espere, a cadeira não é limitada a cavalgar cavalos… segundo o relatório o acessório pode simular “touros, camelos, elefantes, burricos, golfinhos, baleias, dragões, grifos, unicórnios, águias gigantes” assim como veículos “hand gliders, tapetes mágicos, motocicletas, jet skis entre outros veículos”.

O controle foi criado pelo desenvolvedor Genyo Takeda, criador de Mario Kart, e pelo jeito, nos esperamos, nunca será lançado!

Clássicos… que você perdeu! (Super NES)

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DoReMi Fantasy

7 mundos, com pelo menos 6 níveis e um chefão super animado no final (e normalmente gigantesco) combinados com um mapa aéreo (sim, você já viu isso em Super Mario World) que permite revisitar as fases, que embora não sejam longas contém personalidade e uma quantidade enorme de detalhes = Um pusta side scroller. Esse jogo é bom, bom mesmo, e deveria estar em todos os virtual consoles que queiram levar a namorada/noiva/esposa para o Wii. Além disso tudo, Milon, o personagem principal, tem personalidade e carisma, extremamente bem animado e cheio de habilidades.

Com gráficos sensacionais, controle perfeito e som incrível, esse game vai lhe dar uma sensação de vida e espontaneidade raramente vistas no gênero… pegue-o… você não vai se arrepender!

Outros jogos que Super Mario World te impediu de conhecer…

Plok

Magical Pop’n

Ganbare Daiku No Gensan

Go Go Ackman

Blackthorne

Demon’s Crest

Joe & Mac (Caveman Ninja)

Tiny Toon Adventures: Buster Busts Loose

Umihara Kawase

Power Load Runner

Lode Runner Twin

Super Soukoban

Power Soukoban

Claymates

Boogerman

The Lion King

Bugs Bunny Rabbit Rampage

Cool Spot

Mickey Mania

Disney’s Magical Quest

Mickey and Donald

Mickey Tokyo Disneyland

Miracle Girls

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The Firemen / Ignition Factor

Troque sua arma por uma mangueira de incêndio e os terroristas/aliens/monstros/ninjas por chamas e fumaça tóxica e você terá um jogo muito diferente, mas muito legal, chamado Ignition Factor (na versão japonesa chamava “The Fireman”, tipo um Ultraman…. mas com calças anti-fogo e humano… ). Cada missão especificava como o fogo começou (o que te dizia que tipo de extintores levar – fogo elétrico não pode ser apagado com água, por exemplo) e te dava um shopping ou um prédio, todos com gente presa lá dentro, e te deixava cuidar das chamas. Você era sempre acompanhado por um segundo bombeiro que carregava o machado e levava as vítimas para fora… mas, curiosamente, o game não tinha multiplayer.

Com gráficos funcionais, controle no talo e som bem legal, esse jogo chega a essa lista pela originalidade e pelo tom cartoon que dava aos desastres. Pode parecer estranho quando descrito, mas garanto que é um jogão. Super recomendado!

Outros jogos que você não levou para casa porque tinha acabado de comprar Killer Instinct

Metal Warriors

Phantom 2040

Flashback: The Quest for Identity

MechWarrior 3050

Majyuuou (King of Demons)

Cool World

Disney’s Aladdin

Rendering Ranger R2

EVO – The Search for Eden

Nosferatu

Mazinger Z

Out of This World

Actraiser — (eBay)

Lost Vikings

Skyblazer

Legend of the Mystical Ninja

Equinox

Ghost Sweeper Mikami

Batman Returns

The Adventures of Batman & Robin

Spider-Man: Lethal Foes

Death and Return of Superman

X-Men: Mutant Apocalypse

Marvel Super Heroes: War of the Gems

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Cybernator

Cybernator é um jogador pesado; ele pertence a mesma liga que Super Castlevania e Contra 3. Só que, ao contrário de seus primos mais conhecidos, a atenção maior é dada para o pensamento estratégico e a precisão dos tiros do que para os reflexos rápidos e aos saltos precisos – é difícil fazer os dois últimos quando se está abordo de um Mecha de 100 toneladas equipado com um escudo indestrutível e com uma metralhadora (que pode ser upgrade para lança-chamas, canhão laser ou lança mísseis) . E não desgrude desse escudo, ele é essencial para o jogo, protegendo seu Mecha de todos os tipos de ataque, mesmo dos que vem por trás, fazendo o jogador ter que considerar todos os fatores para só então baixar seu escudo e tentar atingir seus inimigos, deixando-se vulnerável para a chuva de projéteis que vem em sua direção. Pode parecer fácil, afinal o escudo é basicamente um botão de invencibilidade, mas não é! Tente atravessar a primeira fase tendo que pensar quando e como baixar o escudo para não ser trucidado pelo inimigo e vai entender o que estou querendo lhe dizer…

Com gráficos no mesmo nível de Contra 3, controle perfeito e som muito muito muito bom, esse game vai lhe dar uma dificuldade insana, que irá levá-lo ao nirvana dos jogadores Hard Core. Agarre se já tiver acabado com Contra 3 e Castlevania com um pé nas costas… mas esteja aviado – não há lugar para os fracos aqui!

Outros jogos que Super Mario RPG impediu você de ver…

Kiki Kaikai (Pocky and Rocky)

Zombies Ate My Neighbors

Shmups

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Gokujou Parodius

Sim! Um jogo de “navinha” original! E bom! Muito muito muito muito muito bom! E se vocês já leram algum review do Mini sabem como eu sou com relação a jogos de Navinha, mas esse aqui merece essa posição. Normalmente esquecido em relação a Gladius 3, Super Aleste ou R-Type 3, Gokuou Parodius, ou Super Parodius – como ficou conhecido nos Eua, é um shotter horizontal com uma game de personagens prá lá de enlouquecidos: Vic Viper (a nave do game Gladius: Option!!!), Takosuke (um polvo que aparece nos outros parodius e que também é um chefão no game Goemon), Twinbee (um robô bizarro com uma luva de boxe, ele tem um ótimo jogo para o SNES, por sinal), Pentaro (o grande protagonista de “Penguim Stories” da Konami, um penguim voador), Hikaru (é uma moça em roupa de coelhinha da playboy voando em um … bem… um … míssel com uma ponta bem inchada….), Mambo (um peixe de três chifres), Michael (um porco com cara de bravo), Koitsu (um surfista de cabelo e prancha azul), Goemon (Um ninja gordinho, estrela da série de games Goemon/Mystical Ninja), Kid Dracula (o protagonista de Kid Dracula da Konami), Upa (a porra de um bebê voador que solta todo o tipo de tiro da chupeta).

Os gráficos são fantáticos (tem que ver em movimento para crer) e a música e o controle são do outro mundo. É um jogo como poucos e uma conversão perfeita do Arcade… pena que todos os shooters não são bons assim!

Outros jogos que você perdeu por que Star Fox era do caralho…

Strike Gunner STG

Pop ‘n’ Twinbee: Rainbow Bell Adventures

Pop ‘n’ Twinbee

Tekkaman Blade

Aerofighters/Sonic Wings

Blazeon

Cosmo Gang: The Video

Firepower 2000

Super Earth Defense Force

Super Nova (Darius Force)

Thunder Spirits

U.N. Squadron

Wild Guns

Acrobat Mission

Bio Metal

Cotton

Spriggan Powered

Axelay

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TMNT: Tournament Fighters

TMNT Tournament Fighters nasceu do versus de TMNT Turtles in Time, onde você podia pegar qualquer tartaruga e colocar para lutar com outra para treinar. Ficou tão popular que a Konami resolveu fazer um game inteiro em cima da idéia, criando um game com três meios:  Story Mode, Tournament Mode or 2-Player. 2 Player fala por si e o tournament mode é como um 2 player mas com até 8 jogadores diferentes passando o controle em um torneio. O Story mode, no entanto, é onde a onça bebe água, esse modo permite que se escolha uma das 4 tartarugas e lute contra todos os outros personagens, com uma história sonsa e finais diferentes. A história não é o ponto pesado, mas o sistema de luta é bem feito e muito equilibrado.

O controle, o ponto principal de todo fighter, é excelente – um desbunde. O gráfico é muito bom e o som é funcional. Se você bateu street fighter em todos os níveis e não quer a violência desenfreada de Mortal Kombat, eis o seu jogo.

Outros jogos que Weapon Lord impediu você de conhecer…

Kidou Senshi Gundam W: Endless Duel

Dragon Ball Z Super Butouden 2

Tae Kwon Do

SD Hiryu no Ken (Galactic Defender)

Dragon Ball Z Hyper Dimension

King of Monsters

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Knights of the Round

Se você já chutou a bunda de Abobo, acabou com Shiva e já fez todo mundo na vizinha gritar “Barf” esse é seu próximo game – só que você provavelmente nunca o alugou/comprou porque a capa era mega cafona e você pensou “Ih! Mais um daqueles RPGs difíceis!”. Eu não te culpo… até nos arcades esse game foi meio esquecido. Ele conta a história de Arthur (o Rei Artur), Galahad (o cavaleiro Santo) e Lancelot (o mais bravo cavaleiro da távola redonda) e… bom… aí eles descem porrada em milhares de inimigos ao longo de 7 ou 9 estágios em um beat-up competente com leveis de experiência, bem ao estilo de Dungeon and Dragons (também da Capcom) e Dragon´s Lair (adivinha de que produtora). Cada nível termina com um chefão vagamente relacionado a lenda do Rei Artur e… bem… vai jogar – Tenho certeza que não vai se arrepender!

Com aqueles gráficos lindíssimos, que só SNES conseguia, Som perfeito (com a equipe de Mega Man X por trás dele) e controle animal, esse game vai lembrar a você o quanto e divertido atravessar centenas de estágios varrendo o chão com quem te olhar estranho! E você ainda pode pegar um cavalo para ficar mais poderoso!

Outros Beat-em-ups que você perdeu porque Final Fight era “Irado!”

Spider-Man & Venom: Maximum Carnage

The King of Dragons

Gegege No Kitarou

Shin Nekketsu Kouha Kunio-kun – Kunio Tachi No Banka

Shodai – Nekketsu Kouha Kunio-kun

Super Double Dragon

Legend

Battletoads & Double Dragon

Iron Commando

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Lufia II: Rise of the Sinistrals

Lufia 2 é um prequel do esquecido Lufia, que seguiu mais ou menos o mesmo caminho do anterior, mas não por ser um mal jogo e sim porque a competição era meio desleal com ele: Saga Frontier e Final Fantasy IV saíram no mesmo ano! A história se passa 100 anos antes do primeiro jogos, trazendo personagens que só eram citados como lenda e mais uma vez os puzzles tem aquele peso – se está procurando um RPG com dungeons fáceis, VÁ PARA LONGE DE LUFIA 2 – com vários deles por Dungeon. O sistema de combate é complexo sem ser estafante e contém um mínimo de estratégia para não ser irracional, mas mantém um passo rápido, contradizendo o ritmo das dungeons do game.

Com gráfico bens aceitáveis, som excelente e controle funcional, Lufia 2 é um clássico RPG em 2d, onde a história é bem escrita e saborosa (ainda assim recomendo aos interessados agarrar Lufia 1 primeiro e só depois pegar o 2; alguns mistérios criados no primeiro são explicados no segundo!) – vale pelo menos uma tentativa!

Outros jogos que você não pegou por que queria terminar Chrono Trigger

Lufia & The Fortress Of Doom

Live A Live

Romance of the Three Kingdoms 2

Secret of Evermore

Wonder Project J

7th Saga

Bishoujo Senshi Sailor Moon: Another Story

Shadowrun

Breath of Fire

Breath of Fire II

Inindo: Way of the Ninja

Romancing Sa-Ga 3

Shin Megami Tensei

Arcana

Star Ocean

Tales of Phantasia

Dragon Ball Z Super Gokuden: Totsugeki-Hen

Wizardry V

Paladin’s Quest

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Illusion of Gaia

Se você ligar Ilusion em seu SNES e olhar de reliance ele vai parecer um Zelda bonito e com uma música boa … eu sei que Zelda É bonito e que ele TEM a música boa… SÓ QUE ESSE JOGO É UM COLIRIO PARA OS OLHOS E OS OUVIDOS (se é que existe colírio para ouvido!) !!! A jogabilidade é mais orientada para a ação e o jogo é um pouco mais reto, num estilo mais Landstalker e menos Zelda, embora não seja cansativo, os inimigos não estão mal posicionados, mal dimensionados e … pasmem… eles não respawnam (então se você varrer eles de uma determinada parte de uma dungeon e voltar lá, eles não voltam)! O sistema de level-up também é muito inventive: MATE TODOS OS MONSTROS NA ÁREA – o que é grademente facilitado pelo seu radar de monstros – sem ficar correndo atrás de inimigos ou de corações.

Você joga a maior parte do tempo com o protagonista Will, mas em toda a Dungeon você encontra um “Dark Space” que lhe permite transformar-se no cavaleiro negro Freedan, que é bem mais legal, forte, rápido, bacana, bonitão e bem dotado que o paspalho com quem você joga o resto do tempo.

Em suma é um jogão – com gráficos e sons excelentes e controle perfeito. Com certeza vale uma compra e… se nossas fontes estiverem certas…. deve sair Brevemente para Virtual Console! Tomara!!!

Outros jogos que Terranigma impediu você de jogar:

Dragon View

Soul Blazer

Twisted Tales of Spike McFang

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Aerobiz Supersonic

O objetivo em Aerobiz é bem simples: Se tornar a maior empresa de aviação commercial do mundo. Cada turno equivale a um trimestre e suas decisões sobre onde abrir destinos, como mexer nas linhas comerciais para fazer um balanço entre eficiência, custo e fidelização de passgeiros e quando investir em novos aviões para aumentar a eficiência e diminuir os custos podem levá-lo ao topo… ou a falência. Mas, a pergunta que não quer calar, é bom? SIM!!! Por mais insoso que possa parecer na minha descrição o jogo é bom! Não excelente, mas bom. E bem mais divertido que um sim-qualquer-coisa. Se você tiver a paciência de enfrentar a curva de aprendizado desse game, que não é vertical, mas também não é um passeio no parque, você encontrará um game gostoso e muito muito muito muito viciante.

Os gráficos são funcionais e o som é virtualmente inexistente, mas o controle foi bem pensado para dispensar um mouse e o balanço final é positivo e tem gosto de quero mais… recomendado!

Outros que você não alugou porque tinha jogado “North VS South!”

Harvest Moon

SimEarth

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Otoboke Ninja Colossum

Otoboke é difícil de descrever, então eu vou explicar como a gente se sente: Nada! Nada no mundo! Nenhum pecado ou sexo estranho é melhor que a sensação de você esperar três outros jogadores se matarem para jogar um shuriken ou uma bola de aço na cabeça do sobrevivente! Troque as armas ninjas por bombas e você terá bomberman, mas não é tão legal quanto Otoboke! É claro que o jogo tem limitações, as opções não são tão vastas como as de Bomberman 4, por exemplo, e a inteligência artificial é risível… mas este não é um game feito para jogar contra o computador.. não… esse é o tipo de jogo que separa os meninos dos homens… com muitas armas cortantes e ninjas fazendo … Duuuuffff!… quando morrem!

Com gráficos esquecíveis, controle funcional e músicas sensacionais, Otoboke é um daqueles jogos que o dono da locadora comprava por 15 reais e achava que nunca ia alugar. Se tiver a sorte de achar um, agarre!

Outros jogos que você não viu por que tinha Mortal Kombat 3 como multiplayer

Spark World

Bomberman B-Danman

Sanrio World Smash Ball

Pop N Smash

Ranma 1/2: Ougi Jaanken

Super Tekkyu Fight!

Sutte Hakkun

Sports/Racing/Flying

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Rock ‘N Roll Racing

Poucos jogos fizeram minha mulher colocar o som no talo – mas só um jogo de corrida fez isso! Sim! Rock´N Roll Racing (ou RRR para os íntimos) é um jogão, daqueles que saem uma vez por plataforma e acabam esquecidos debaixo de centenas de funestos plágios de F Zero. No futuro corridas sem leis serão realizadas em 6 planetas através da galaxia, com prêmios em dinheiro que são integralmente utilizados para melhorar seu carro ou comprar um carro novo… mas nada disso importa, pois você estará ouvindo “Bring your daughter to the slaughter” e “Paranoid” entre outros clássicos do Heavy Metal enquanto trucida os outros – mais Rock ´N Roll impossível!

Com gráficos bem legais, som animal (e do demo! Risos) e controle perfeito o jogo trás o espírito de Road Rash para o mundo das 4 rodas… e com estilo! Super Recomendado!

Outros jogos que eu acho que você nunca ouviu falar:

Battle Cross

Battle Racers

Super Mad Champ

Super Baseball 2020

Astro Go! Go!

Super Dodgeball

Super Soccer

Super Tennis

Dream Basketball: Dunk and Hoop

Top Gear

SD F-1 Grand Prix

Monster Hunter tem lançamento Monstruoso!!!

Sim… nós temos amigos no Japão! Não, nenhum deles foi louco o suficiente para encarar filhas entre 500 a 800 m para comprar Monster Hunter 3 no dia do lançamento. A Capcom lançou sua nova besta em um grande evento público na gigantesca Yodobashi Camera Outlet no bairro de tecnologia de Tókio,  Akihabara. As 9:00AM, hora do pacifico, o produtor Ryozo Tsujimoto subiu em um palco e começou uma contagem regressiva que acabou as 9:15, com a liberação de mais de 1000 pessoas na loja.

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O produtor Ryozo Tsujimoto a esquerda e o pessoal no final da contagem a direita

Tsujimoto não estava sozinho no palco, no entanto, ele trouxe consigo três celebridades: Satoshi Inoue, Kiminobu Kanenari e Takashi Horiuchi. Lá, é usual as companhias de game trazerem celebridades de TV e Cinema para atrair a atenção da mídia não especializada… e isso poderia ser o caso, só que os três são viciados em Monster Hunter, chegando ao ponto de Inoue dizer que tem quase 5.000 horas de jogo – uma informação que a Capcom põe em muitos comerciais por lá.

O tempo de jogo de Inoue pode ser bem impressionante, mas os compradores têm marcas ainda mais impressionantes para mostrar o amor pela série. O primeiro da fila Takeshi Wazaumi, de Tóquio, chegou lá as 11:00 da noite, DO DIA 30!!!! São 34 horas de fila!!!  E após pegar o jogo ainda falou a revista Famitsu que aproveitou para dormir encostado à loja durante a sexta, pois pretendia passar o sábado e o domingo jogando direto – ainda mais legal é que primeiro de agosto era o aniversário do sortudo.  Ele comprou o “Black Classic Pro Bundle” que vem com o jogo e um controle Classic modificado preto… mas as duas pessoas seguintes na fila roubaram os holofotes ao comprar o “Black Wii Bundle”, sim, isso mesmo – Um Wii, um Wii mote, um nunchuck e um classic, além do jogo, todos Jet Black, aquele preto brilhoso, que fica cheio de gordura de dedo, parecido com o acabamento do Iphone!

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E dizem que Brasileiro gosta de fila!!!

Seguindo as festividades de Akihabara,  Tsujimoto desceu mais três paradas de trem e foi até a Bic Camera, perto de Yurakucho – lá ele deu um oi a 500 fãs que se empurravam para pegar uma cópia do game e levar para o produtor assinar.  There, he greeted over 100 fans who’d lined up to purchase the game and have it signed by the producer.

Monster Hunter 3 não é, como perceberam um lançamento normal naquelas terras, é quase um evento, algo no nível de Final Fantasy e Dragon Quest (que, aliás, são proibidos por lei de serem lançados em dias de semana – os índices de ausências nos serviços alcançavam quase 70%) e acredita-se que foram vendidas entre 550 a 600 mil unidades só no dia do lançamento. Resta saber como mais esse exclusivo de peso vai marcar o mundo… e o Wii!

Em tempo…. Monster Hunter Tri está prometido para nós, americanos, para alguma data antes do fim do ano… mas não espere sentado que a demora promete ser grande! Já estamos salivando!

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DSi arrebentando no Japão e Wii comendo pela beirada!

A Media Create, empresa que acompanha o mercado japonês de games, o Nintendo DSi continua matando a pau, principalmente graças a “Dragon Quest IX”, que já vendeu mais de 3 milhões de unidades desde o lançamento – detonando a venda de mais de 80 mil unidades do DS entre 20 e 26 de julho.

O Wii, por sua vez, também deu uma acelarada em vendas, com certeza impulsionado pelo lançamento mais aguardado do ano para os japoneses “Monster Hunter Tri”, que saiu neste sábado (1º de agosto) no Japão – o jogo deixou até a Capcom preocupados, e a produtora falou que já enviou um milhão de unidades às lojas – junto ao qual saia um Wii jet black.

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Retro – Seu espaço de Virtual Console

E lá vamos nós… depois de sermos esquecidos pela Nintendo por DUAS semanas (que é isso Nintendo… duas semanas… tá faltando jogo para lançar?)…

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Não, você não está vendo uma versão do Master do classico “commado” da Capcom, com super Joe e o escambau. Você está vendo Rambo 2 – ou mais exatamente o jogo que foi chupadaço sem a menor cerimônia pela US Gold para criar Rambo 2 do master.

Secret Commando é um shooter de visão aerea onde seu objetivo é “Enfrentar o exercíto inimigo e trazer seus colegas soldados da morte certa!” – frase incentivadora do manual. Reparem que o manual te deu uma ordem sem nem se dar ao trabalho de lhe dizer o que seus colegas foram fazer lá ou porquer você sozinho terá que resgatá-los das garras do exercíto inimigo (General! General! – diz o jovem soldado ao velho homem – Não deveríamos ficar aqui onde é seguro e só avançarmos quando tivermos, sei lá, suporte aéreo, suporte terrestre, uma faca, algo assim? – Ao qual o velho homem responde – E deixar seus companheiros morrerem? Tenha bolas! – aquele soldado fugiu, então o General enviou o tiozinho da limpeza e tivemos esse game).

O game é simplório, mal-feito e xexelento, com músicas mornas e sem diferenciação – pessoalmente acredito que o exercíto inglês usou esse game antes da guerra das malvinas, forçando seus soldados a jogarem e então dizendo que foi produzido pelos argentinos. O resultado todo mundo lembra. Você não vai querer comprar esse jogo.

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California Games

22 anos atrás era assim que Wii Sports seria… mas as semelhanças acabam aí. California_Games_Coverart Ao contrário do nível de “polido como a porra de um espelho de prata” do clássico da Big N, Califórnia Games da Epyx é fraco. E perceba que não estou usando o termo ruim… apenas fraco. Os gráficos eram bons quando o jogo foi lançado e a música é inexistente, mas ambos envelheceram como leite… ficaram rançosos e quebradiços, e colocando em perspectiva que esse jogo já foi relançado umas 15 vezes (todos os consoles de 8 bits/16 bits (e o Jaguar) tinham uma versão) você vai perceber porque não estou exatamente saltitando de alegria com o lançamento.

No entanto, o jogo é divertidinho e o controle continua no talo, muito muito superior a versão para o Mega Drive ou Super Nes. O jogo tem 5 minijogos: Surf, BMX, Skate, Patins e uma coisinha de ficar chutando a desgraça de uma bolinha para cima (vou chamar de embaixada) – que divertem por umas 3 horas e aceitam dois jogadores (em alguns esportes – na maior parte deles – apenas um por vez). É ruim, mas bem melhor que secret command, seu por 600 Wii points.

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Tecom Bowl Arcade

Por que eu coloquei arcade aí em cima? Para diferenciar da conhecidissima e divertidissima versão do NES. Eu coloco ese jogo na minha classificação “Socorro, fiquei cego com Eter e não consigo pedir ajuda pois sou mudo!”. Em sua versão do NES você pode jogar com um dos jogadores de um time ou com dois players, cada um controlando um jogador de um time, ou como o treinador, onde você escolhe o movimento a ser feito e seus jogadores o fazem da melhor forma que puderem, os pequenos imbecis acefálos. Mas essa não é a versão do NES! Não! Não senhor! Por que lançar a versão do NES quando podemos cobrar o mesmo para lançar uma versão que não tem o modo treinador, só possui 8 movimentos e que só tem dois times (Os Wildcats e os  Bulldogs) – pelo menos aceita quatro players… mas o único lugar em que você vai achar quatro players para jogar Tecmo Bowl Arcade é na saída de um túnel do tempo que venha direto do século 17 – onde as pessoas ainda ficavam impressionadas com qualquer coisa com luzes e movimento. Os gráficos envelheceram mal, as músicas são mínimas e desengonçadas, o controle é bom, mas sem sal – Seu por, glup, 600 Wii points.

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Sim… SIm…. SIM…. um ponto de luz em títulos infectos que assolam o Virtual Console, Pulseman é um jogão do Mega Drive/Genesis, daqueles que faziam você cabular aula para ir na casa de um amigo que os tinha e ficar lá mandando ver no game. A história é meio estranha: Você é um ser meio humano, meio cybernético, criado pelo brilhante Dr Yoshiyama, que se apaixonou por uma criação dele e uniu seu DNa ao dela, criando você. Só que o resultado de seu nascimento foi que o papai enlouqueceu e soltou centenas de monstros para dominar o mundo, virando o terrível Dr. Waruyama. Agora cabe a você derrotar seu pai e o exército dele e por um fim a ameaça. É meio que uma mistura de Megaman com Jerry Springer (aqui no Brasil substitua o Jerry Springer pela Marcia Goldschmidt e seus quadros tipo – Tive um filho com o leiteiro mas meu marido não quer criá-lo!).

O controle é perfeito e os estágios tem um desenho que o desafia sem cansar ou amargurar – uma especial atenção a dada a habilidade Voltecker, onde Pulseman vira uma bolha de energia e sai queimando tudo no caminho batendo e rebatendo nas paredes – os gráficos são excelentes para o Mega Drive/Genesis e por terem uma direção de arte matadora continuam atuais (parece um game WiiWare ou XBLA – mais um ponto para a eterna luta entre GRÁFICOS MATADORES x DIREÇÃO DE ARTE) e o som é simplesmente fantástico. A duração pode ser um pequeno problema, já que o jogo não chega a ter 4 horas se você for bom, e a dificuldade pode frustar os mais casuais, 3 vidas, 5 continues e 3 energias é tudo que você tem, sem choro nem vela. Mas é um jogão, que com certeza vale seus 900 Wii points.

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Square em contagem regressiva!

A febre pegou todo mundo! Depois de Hideo Kojima usar uma página com uma contagem regressiva para criar Hype para Metal Gear Rising, parece que toda a indústria de video games pulou no vagão dos countdown sites! A nova bola da vez é a Square Enix que colocou um novo site no ar. Assumindo que a contagem não leve a uma nova contagem (Sim Kojima, nós estamos olhando para você!) teremos novas informações no dia 7 de agosto.
Alguns fãs exasperados pela internet afirmam, com base em fontes não reveladas que esse game será um remake de “Lord of Vermillion)  – pode ser… mais se quizer dar uma olhadinha no ornamentado countdown sites de uma clicada. Qualquer novidade… estamos de olho!