Em dezembro de 2006 o Wii tinha acabado de sair e quase ninguém sabia nada sobre ele – principalmente fora da mídia especializada. As pessoas estavam acostumadas a comprar Playstation e o Game Cube amargou um segundo lugar pesaroso em sua geração. Logo as pessoas tinham uma certa dificuldade em entender o que era aquele controle remoto estranho.
O mais engraçado é que eu consigo me ver tentando explicar para as pessoas o que era o controle do Wii porque eu devo ter feito isso umas 20 vezes na Fnac e na Saraiva, aqui em Campinas. E as pessoas ficavam me olhando… olhando… e aí perguntavam se o PS3 não tinha um daquele jeito…
… conseguem imaginar quão mal eu me senti quando vi o Move?
Sonic 4, excelente. Sonic Colors, muito bom. Agora Sonic Generations chega e é muito muito legal. Será que podemos dizer que Sonic.. não… eu não me atrevo… mas… será que é possível dizer que Sonic voltou a ser bom?!
Seguindo a risca o nosso manual de instruções para socorro de ouriços super sônicos (clique aqui) a SEGA dá um sumiço no panteão de amiguinhos imbecis (com uma ótima desculpa, eles foram capturados em uma diferença no quantum-espaço-tempo), reforma e desimbeciliza Tails tornando menos inconveniente e muito mais fofinho, diminuí um pouco a velocidade das partes “3D” onde você está livre para controlar Sonic e faz com que a maior parte do game se passe em “2D” com visão side-scrolling e excelente música – nada mais de bandinhas pop com músicas motivacionais.
A estória é… bem… Sonic…uma força maior quer destruir o tempo-espaço-continuidade (que eu nem vou tentar explicar o que é porque eu não saberia direito como fazer isso sem gastar umas 16 horas, mas basicamente é a realidade fotografada de fora sob ações de todas as suas forças contabilizadas em dado momento do tempo) e rapta os inimigos do Sonic clássico (baixinho, gordinho, fofinho e com voz de Mickey) e do Sonic moderno (estiloso, posudo, magérrimo e com voz de cantor pop de segunda) e os Sonics (Esse plural está certo?) devem juntar forças para libertar seus amigos e destruir esse novo mal, correndo muito muito depressa (porque aparentemente isso corrige o tempo) e repassando por diversos estágios e inimigos de seus jogos mais antigos. Você vai revisitar Green Hill Zone de Sonic 1, a praia do primeiro estágio de Sonic Adventure (com direito a ser perseguido por uma baleia), além de fases de Sonic Rivals, 2, 3, Adventure 2, Advance, Advance 3, entre outros. Os chefões também são advindos do passado de Sonic, como Perfect Chaos e Metal Sonic, com vários pequenos mimos aos fãs na maneira como os chefes e o cenário são apresentados.
Graficamente o jogo é uma mescla entre Sonic 4, mas com um Sonic mais gordinho e sorridente, e Sonic Colors, só que um pouco mais devagar (agora você consegue ver o que está acontecendo) – é bonito, estilizado, colorido e cartunesco, com um “q” de videogame retro, principalmente nas fases do Sonic clássico. O jogo apresenta design e animação diferenciados para os inimigos de ambos os Sonics assim como um completo set de animação diferenciado para os personagens principais – Nada mais justo visto que o Sonic clássico e o Sonic moderno são tão parecidos quanto água e fogo. O som não é tão bom quanto o esperado, as músicas clássicas da franquia receberão um tratamento eletrônico meio esquisito e não convencem – você ainda tem acesso as versões originais delas mas não importa o quanto você gosta delas, este não é um jogo de 2 horas de duração… é um jogo de 8 horas, o que na prática significa que você vai ficar ouvindo as mesmas músicas que gosta durante um período longo o suficiente para criar ódio mortal delas… ou começar a ouvir ordens satânicas ocultas na trilha sonora.
O controle é excelente e responde no talo, seja com o Sonic clássico, em que todos os botões pulam e apertar para baixo seguido de algum botão faz com que Sonic guarde momentum rodando no mesmo lugar, seja como o Sonic Moderno, que tem ataque teleguiado (estando no ar espere surgir a mira no inimigo e aperte o botão de salto de novo) e guarda momentum com um toque de botão. Alguns mini-games (ruins) opcionais permitem controlar ou requisitar ajuda de membros já salvos da galeria de amigos do ouriço… mas eu realmente não sei se você conseguiria extrair qualquer quantidade de prazer de jogos que fazem “Vai pescar (Go Fish!)” parecer ciência nuclear.
No final Sonic Generations é uma carta de amor aos fãs. A Sega pegou o que realmente funciona em cada bom game do Sonic e somou isso em busca de agradar a gregos e troianos. O mais incrível é que funcionou!!! Sonic Generations é rápido sem ser impossível, muito divertido e, o melhor de tudo, ri muito de si mesmo lembrando os sucessos e os fracassos da franquia. O terceiro jogo do Sonic no período de um ano que eu posso recomendar…
... é isso aí pessoal… parece que o ouriço favorito de todo mundo está, realmente, de volta!!!
… e considerando o número de bugs que devem haver em um mundo 2 vezes maior que a wasteland de Fallout 3, eu fico até feliz.
Segundo o gerente de material da Bethesda, Nick Breckon, o patch vai estar disponível no dia 11 as 00:01 e vai corrigir alguns problemas que “Sabemos que estão lá.”.
Eu fico feliz por todos os usuários de Skyrim. Oblivion foi muito muito legal e eu realmente gostei de Fallout 3…. mas meu ano acaba dia 20 de Novembro e eu tenho um outro Sky em mente!
Depois do excelente Kirby: Mass Atack do 3DS (que por problemas de capital eu ainda não consegui colocar as mãos) a Nintendo resolveu lançar um Kirby para Wii. Eu estava aparvalhado, esperando por uma nova revolução no gênero, como foi Epic Yarn (review aqui) e Mass Atack.
Kirby Return to Dream Land definitivamente não redefine o gênero nem reinventa a roda. É um jogo limpo, liso, rápido e direto ao ponto que aparentemente não foi mirado em mim.
Foi mirado na sua imrã mais nova, na sua namorada e na sua mãe.
Eu explico. Kirby Return to Dream Land (ou RDL, para encurtar) é fácil…. não… mais fácil… ainda não chegou lá… mais fácil. O controle usa o wiimote de lado, você come os inimigos com um botão, aperta o outro para pular (e se apertar várias vezes Kirby vai dando flutuadas – o que na prática significa que você só caí em um buraco se esquecer de usar os dedos para apertar o botão) e aperta um terceiro para usar superpoderes que podem destruir todos os inimigos do cenário, botar fogo em certos objetos ou mesmo golpear o cenário e fazê-lo se deformar. Coma o inimigo e aperte para baixo e você adquire os poderes dele – o que facilita ainda mais navegar pelas fases coloridas e maravilhosamente animadas desse jogo. Você (ou a sua irmã, namorada, ficante, etc…) podem chamar até outras 3 pessoas para jogar cooperativamente (a dificuldade não se ajusta, logo fica ainda mais fácil), que jogam com Meta Knight, King Dedede e Walde dee (se você não conhece nenhum deles, fique frio, eles são como a turma do Bowser, mas do Kirby – tipo se odeiam, mas trabalham juntos, etc…). Você come os inimigos, rouba os poderes, mata mais inimigo usando os poderes, chega ao chefão (que é sempre algo em cores pastéis e nada violento) e luta com ele com toda a violência de uma luta de travesseiros de plumas de ganso entre as princesas de Mônaco – o que é, segundo me disseram os especialistas em guerras de travaesseiros da realeza, muito próximo de zero violência.
Graficamente falando Kirby RDL bate um bolão – sim… a piada foi intencional (pra quem não entendeu Kirby é uma bola…. rosa… que infla… e gira…. B A T E U M B O L Ã O) , com cenários muito bem construídos, animação soberba e efeitos de qualidade, com um profusão de partículas. O som é digno da Nintendo com melodias clássicas de Kirby misturadas a novas batidas e fantásticas e inovadoras músicas. Esse é sobre muitos aspectos o Kirby mais próximo do Kirby do Nes e do Kirby do Game Boy em muitos anos, um verdadeiro retorno as raízes. Só que Kirby era relativamente desafiador…
… coisa que Kirby RDL definitivamente não é!
Se souber o que está fazendo o jogo vai tomar-lhe pouco mais de 7 horas, relativamente curto para um jogo atual, mas do tamanho certinho para jogadores e jogadoras com menos tempo livre e paciência do que os veteranos. A dificuldade da primeira jogada é perfeita para treinar os comandos e quando você terminar a primeira vez era habilitar um novo modo de jogo que permite atravessar a aventura de novo com apenas metade da saúde de Kirby o que vai aumentar um pouco o desafio – nada que fará o jogo terrivelmente difícil, mas um bom desafio para o que só jogam videogame de vez em quando.
Se você quer trazer alguém especial para o mundo dos games, sugira Kirby Return to Dream Land. A aventura principal pode ser jogado sozinha ou a dois (ou três e quatro se o seu relacionamento for assim aberto) e os minigames que acompanham o game são divertidos e fazem excelente uso do Wiimote. Não é o jogo clássico que os fãs da bolinha rosada estavam esperando, mas é um excelente game para quem só quer esfriar a cabeça e passar algumas horas divertidas sem explodir ninguém, metralhar ninguém ou usar a cabeça do Deus sol como lanterna.
O servidor russo da Bioware sofreu um vazamento de dados durante o último fim de semana (alguém poderia me explicar porque a Bioware tem um servidor na Rússia…. por acaso desgraçado é movido a Vodka) e entre os suculentos vídeos e detalhes saíram boa parte dos scripts do game!
“São scripts antigos, que sofreram mudanças enormes, mas se você realmente quiser ter a experiência pura de Mass Effect 3 e verdadeiramente se surpreender, eu não recomendaria lê-los.” diss Jesse Houston, diretor de comunicação da Bioware, sobre o vazamento de informações (o que em bom português quer dizer “As informações que vazaram são spoilers absurdos que vão dizer quem mata Shepard, quem transa com ele/ela e como no final ele decide se unir aos reapers e varrer o universo em seu império… então não leiam e paguem-nos milhões – hua hua hua hua hua hua!!!”).
Houston ainda afirma que a Bioware está estudando como houve o vazamento de informações e que deve descobrir em breve, mas garante que o processo não irá atrasar Mass Effect 3 “ME3 é um colosso. E ele chega, como estiver, em Março de 2012.”.
Eu gosto de Halo, o Mahou joga Halo, o Raphael ainda está começando em Halo e a Mi… bem a Mi não curte muito… quer dizer… mais ou menos… mais pra menos do que para mais. Só que o Mini precisava de um Halo dois, e eu não vou esperar mais 3 anos para jogar um remake no aniversário de 10 anos do game, logo íamos atrás de um game de Xbox.
E achamos um CIB – Complete in Box => Completo na caixa, que é como os colecionadores de games chamam os jogos que estão em perfeito estado. Só que esse tinha um ponto ainda melhor. Ele estava novo! Novo! Lacrado! E eu fui o primeiro a abrir. Com vocês um retro-unpacking de Halo 2 do Mini.
8 horas de download. 43,22 minutos de instalação. E quando eu achei que eu iá ter pelo menos mais uma razão para ligar o PS3 vez por outra a Sony (que eu odeio) e a DC (que eu adoro) me derrubam do cavalo.
Também o que eu queria de um jogo que foi tamanho fracasso de venda que está sendo disponibilizado de graça para todo mundo agora…
Quando me falaram que a criadora de Eternal Darkness e Metal Gear Solid: Twins Snakes, a sempre controversa Silicon Knights, se juntou a Marvel Entertainment para fazer um jogo dos mutantes mais queridos do mundo – eu fiquei atento. Quando me disseram que o jogo figuraria 3 novos personagens, com novos poderes e que as decisões desses personagens, suas relações e opções, criariam sua história dentro do universo de Stan Lee, com direito a se unirem a equipe de Xavier ou a equipe de Eric, eu realmente achei legal. Quando me disseram que a história seria escrita por Stan Lee e Geral Lancinem, responsável por diversas histórias do “Apocalipse mutante”, eu pirei…
Seria esse o game que tiraria a coroa de Batman: Arkham Asylum como melhor jogo de supers da terra? Afinal, com um currículo desses, o que poderia dar errado?
Infelizmente, uma porrada de coisas.
X-Men Destiny é péssimo. Não há outra maneira de dourar a pílula. Não há outra maneira de encarar a situação. E eu vou explicar o porque.
Graficamente falando o jogo é uma bagunça geracional. Personagens tem um estilo gráfico antigo, retirado das Hqs clássicas dos X-Men da década de 60 (Fera parece um ursinho de pelúcia, ciclops usa uma balaclava na cabeça, o dente de sabre parece um Wendigo, etc…) e são bem feitos e bem animados, com especial atenção aos personagens jogáveis cujos poderes tem animações interessantes e cheias de partículas – infelizmente o cenário parece fugido de um jogo do final da época do PS1, com centenas de paredes invisíveis e texturas onde você não sabe o que é vidro, o que é parede de madeira e o que é reboco. Água lembra Sal, o céu é estático e as ruas tão vazias que parece que o game está se passando em Iacanga (uma cidade do estado de São Paulo com menos de 3 mil moradores). Os inimigos se dividem em três grupos: o repetido, o muito repetido e os chefões – o que leva uma pessoa a perguntar onde o grupo anti-mutante de Stryker acha tanto soldados… ou como magneto paga por tantos soldados se ele é um terrorista conhecido sem fonte de renda.
Em alguns jogos o som vem para redimir o gráfico, mas neste caso ele é o excremento canino colocado no topo do Sundae de Lavagem que são os gráficos do jogo. A música é repetitiva, chata e resolve que vai fazer tecno-hip-hop formado de pessoas falando frases de efeito junto a dois ou três acordes. As vozes dos personagens, em sua maior parte, não convencem. E as explosões e efeitos sonoros lembram filmes do começo da década de 80… e não… isso não é um elogio.
O controle é até funcional, não é brilhante, nem inventivo… e para falar a verdade nem funciona assim tão bem, mas é de longe a melhor parte do jogo. A jogabilidade permite que se utilize os poderes nos cenários, nos inimigos, de formas até divertidas…
… por 2 horas. Que é mais ou menos o tempo que você demora para perceber que Pac-Man era menos repetitivo.
Activion e Silicon Knights. Não importa quanto dano os quadrinhos do X-Men tenham causado ao cérebro dos gamers eles vão perceber que as missões do game são variações de: proteja x, destrua h, destrua tantos g, destrua mais tantos g, destrua mais um tanto de g, destrua tantos g dentro de um tempo y, e assim vai… É repetitivo ao extremo, tedioso, e suas escolhas não fazem a menor diferença sobre que direção o jogo anda – o máximo que consegue se ajudar a equipe do professor X é deixar de ter algumas missões da equipe de Magneto, enquanto que se auxiliar o mestre do magnetismo tudo que conseguira e uns olhares mais raivosos da galera da mansão.
Se você quer um bom jogo de super-heroís e tem Dcfobia, tente Capitão América. Se precisa de algum com os mutantes tente o game do Wolverine. Não é preciso ter poderes para perceber que este game não presta.
Quando Metroid surgiu Shigeru Myiamoto falou abertamente que havia se inspirado em Alien para criar corredores escuros cheios de monstros terríveis e babões, atravessado por uma heroína casca grossa. Tire Samus Aran de dentro de sua armadura e ela é basicamente Ripley, a heroína da franquia Alien. Agora, provando que o mundo imita a arte, o círculo se completa. E Aliens: Infestation, com todo cuidado a enorme e bem construída franquia na qual se baseia, se inspira fortemente em Metroid, principalmente Metroid: Fusion e Metroid: Zero Mission para trazer um jogão ao DS.
E isso é muito muito muito legal.
Todos esperavam que o DS morresse no encalço de seu irmão mais poderoso, o 3DS. Mas ao que parece os dois teimam em continuar no mercado, lado a lado. E como você pode jogar seu Aliens: infestation tanto no seu 3DS quanto no seu DS a diversão é líquida é certa.
Graficamente o jogo é bem aceitável, usando uma mistura constante de polígonos texturizados e pixels, com uma atenção especial a iluminação e aos cenários. Os personagens (porque são um monte deles) tem trejeitos diferenciados, animação muito bem feita e detalhes por todos os lados (com direito a equipamentos pendurados a tira-a-colo com movimento próprio) – os xenomórficos (os aliens) não deixam para trás, com animação bem legal (ainda que possuam movimentos limitados) e tão gosmentos como sempre. O som do jogo cumpre maravilhosamente seu papel, te deixando nervoso quando necessário e te tando batidas aceleradas quando o sangue tem que ferver – não há vozes, por razões óbvias, mas todos tem grunhidos e sons diferenciados, com a sonoplastia dos aliens mostrando o tanto de carinho colocado no game.
O controle é funcional…. provavelmente o ponto mais baixo do jogo. As vezes eu queria me encostar em uma cobertura para atirar por cima, mas acabava por ficar só ajoelhado tomando cuspe dos meus inimigos, enquanto em outras vezes as granadas não saiam quando precisavam, mas é mais uma questão puntual e que não tira o brilho do game em si. A história é o cliché que sempre amamos: Alguém fez uma besteira ENORME (eu não vou dizer o que para não estragar seu jogo) e agora precisamos enviar os Marines para limparem a sujeira e regatarem os sobreviventes, se houver algum. É claro que em algum ponto da história alguém resolve que vai usar os aliens como armas biológicas e … bem… tenho certeza que você assistiu os filmes.
A jogabilidade do game é fantástica. Tão boa quanto a de qualquer Metroid. Você precisa do item B para passar pela
porta A, só que para pegar o item B você precisa do item H que só é conseguido matando o monstro X que… tenho certeza que você pegou a ideia. E bem divertido, o mapa é enorme, e você pode encontrar mais de uma dezena de Marines que VOCÊ PODE COLOCAR NO SEU ESQUADRÃO. Seu esquadrão permite que você troque de Marine em tempo real só que com um preço: Se o Marine morrer em ação… acabou! Caput! É o fim! Sim, personagens mortos estão MORTOS… e não voltam nem podem ser ressucitados. Isso coloca um peso totalmente novo na escolhas que você tem que fazer ao longo do game. Mato fulano para poupar a energia de ciclano e deixá-lo à câmara maior no centro desse laboratório ou divido a carga entre os dois de forma a permitir que ambos cheguem, mas que os ferimentos possam matá-los lá, juntos – ou – Prefiro não usar fulano, cujo a arma é muito boa, então vou sacrificar beltrano e ciclano. É um detalhe pequenino… mas que faz uma brutal diferença na atmosfera do game e que abre espaço para literalmente centenas de micro-cenas envolvendo mortes, lamentações e, é claro, operações de resgate, que fazem o jogo um pouquinho diferente, cada vez que você joga.
Se você é um fã de Aliens, esse é o jogo que você estava esperando. É claro que o irmão mais velho dele sai no ano que vem, para Xbox 360, Ps3 e Wii U, mas vai ter que preencher um sapato bem largo depois do excelente trabalho do Jr aqui. Se você for um fã de Metroid, eis um excelente game para limpar o gosto estranho que Metroid: Other M pode ter deixado. E se você não for fã nem de Aliens e nem de Metroid… você não está vivo e precisa de auxílio!
Agora me dão licença que meu sensor de movimento está fazendo “bip… bip… bip bip bip….”