Mass Effect 3 vai literalmente para o espaço

Quer uma cópia de Mass Effect 3 antes do dia 07 de Março. Fique com um olho no céu e o outro no site http://www.masseffect.com/space ! A BioWare se juntou ao Dr. Ben Longmier do Projeto Aether da  Universidade de Houston (que, antes que entusiastas das teorias de conspiração pensem alguma besteira,usa balões atmosféricos para estudar efeitos de longo termo na troposfera) para utilizar balões especiais em órbita baixa, equipados com sistemas de GPS e câmeras HD para colocar cópias de Mass Effect 3, quase que literalmente, em órbita.
Os lançamentos terminam hoje, 27 de Fevereiro de 2012.
Acessando o site ali em cima você poderá ver a posição, em tempo real, dos balões com os games enquanto eles perdem altitude ao sabor dos ventos. Se você conseguir localizar um deles poderá retirar da carcaça uma cópia do game Mass Effect 3 para XBOX 360 (sorry sonistas – não foi dessa vez... de novo!) e um código para permitir utilizar o game antes da data de lançamento oficial SEM SER BANIDO DA LIVE (atenção a todos os espertões que downlodaram         a versão que vazou na net  – se vocês utilizaram esses discos em seus 360 você JÁ estão banidos... só que vão receber  a mensagem apenas a 00:01 do dia 07 de Março – bom divertimento ^_~).
Senhoras e senhores Mass Effect 3 está tentando de tudo para chamar a atenção. Se o jogo for um quinto do que foi Mass Effect 2 já estaremos plenamente satisfeitos. Mas que eu queria assistir um desses balões cair devagar no meio     de um treino de futebol americano e ver a galera se trucidar tentando pegar... isso eu queria.

Quer um Neo Geo portátil? Nós e (ao que parece) a SNK também!!!

Quando as primeiras imagens apareceram no site Joystick, eu fiquei descrente. Mas, embora não há nenhuma confirmação por parte da SNK americana, parece que os japoneses vão mesmo colocar as mãos em uma versão portátil do AES ainda este ano – pelo menos segundo a ubergizmo, IGN, engadget e analoghype.

O nome temporário desta belezinha é “Neo Geo Portable Device”. Ele tem 2 Gb de memória interna, uma tela LED com back light de pouco mais de 4 polegadas e um direcional semelhante ao do controle do Neo Geo CD e do Neo Geo Pocket.

Mas o melhor é que ele vem com 20… isso mesmo… 20 games na memória! Ei-los:

  • Art of Fighting
  • Baseball Stars Professional
  • Cyber-Lip
  • Fatal Fury: King of Fighters
  • Fatal Fury Special
  • Football Frenzy
  • King of Monsters
  • Last Resort
  • League Bowling
  • Magician Lord
  • Metal Slug
  • Mutation Nation
  • NAM-1975
  • Samurai Showdown
  • Sengoku
  • Super Sidekicks
  • The King of Fighters ’94
  • The Ultimate 11: SNK Football Championship
  • Top Player’s Golf
  • World Heroes

É isso aí. Estamos salivando…

 

Jogando: The Darkness 2

É MUITO provável que nenhum de vocês tenha ouvido falar de Darkness antes de 2006, quando o primeiro jogo da franquia chegou ao 360 e Ps3. Darkness era uma série de quadrinhos da editora Image (sim… a mesma de Spawn – a série que transformou Todd McFarlane em um milionário e criou a melhor empresa de miniaturas do planeta) onde Jackie Estacato, um jovem membro da máfia italiana de Nova York, em seu aniversário de 21 anos, é possuído por um mal ancestral e de imenso poder chamado, simplesmente, escuridão (Darkness). Darkness era a série irmã de outra série da Image, Witchblade, na qual um artefato místico foi criado para destruir a escuridão – e fica imensamente complexo de explicar no espaço que eu tenho aqui… mas para todos os fãs lá fora “A mão direita da escuridão é a luz e a mão esquerda da luz é a escuridão!”. Basta dizer que a escuridão permite que Estacato convoque demônios, crie uma armadura e invoque enormes serpentes de escuridão, entre outros feitos absurdos.

O primeiro game, em 2006, tinha gráficos mais realistas e uma história em que o sobrenatural era um fator reinante mas, com exceção da própria escuridão, meio que ficava em segundo plano. Darkness 2 veio para mudar uma série de coisas. Começando pelos gráficos, que agora parecem tirados diretamente de um quadrinho – uma graphic novel daquelas bem caprichadas. As cores são vibrantes e estouradas, as linhas de definição grossas e os personagens desenhados num estilo gráfico que é estranho, fascinante e vai manter o jogo fresco e moderno por muitos anos. Some a isso uma animação extremamente bem feita e cenas absurdamente grotesca, com mega litros de sangue e vísceras voando por todo lado e você terá um jogo que ninguém acreditava virando um sério candidato a jogo do ano. A única coisa que pode machucar um pouco a sua experiência, caso você não seja um grande fã dos quadrinhos, é a quantidade de inimigos iguais ou muito parecidos, quase como uma legião de clones, colocando-se na frente de Estacado para serem estraçalhados.

 

O som é um espetáculo a parte. As músicas são muito boas, imensamente bem escolhidas e fazem o papel exato que deveriam fazer. Os efeitos sonoros são divertidos e tornam a atmosfera mais rica, com especial atenção dada aos gritos dos inimigos sendo fatiados pelos tentáculos de escuridão (a sensação de erguer um homem crescido, barbado, de terno, pelo pé e vê-lo suplicar pela vida por uns 15 segundos para, só então, empalá-lo e abri-lo do meio para as laterais é… putz… faltam palavras) e os grotescos sons “úmidos”. Os controles funcionam bem – se não são incríveis pelo menos não atrapalham e jamais entram no caminho da ação.

 

Se o som não te agradar e você preferir os gráficos de Darkness 1 (ou só Darkness) a jogabilidade vai te conquistar. O sistema de combate envolvendo um mix de armas e poderes místicos, combinado com a habilidade de invocar demônios e utilizar os tentáculos (agarrando, arremessando pedaços de cenário, etc…). Empurre carros em inimigos, rasgue-os com seus tentáculos, a ação em Darkness é visceral e constante, com uma história bem escrita e um estilo pouco linear, construído por partes que se encaixam como peças de lego. Some a isso um sistema de experiência rico, que permite melhorar seus poderes, baseado na forma como você aniquila seus inimigos: um tiro na cabeça geraria pouco XP, mas agarrar um inimigo, aguardá-lo suplicar enquanto os tentáculos o envolvem para aí rasgar seu peito e deixar a escuridão, literalmente, comer seu coração, vai fazer seus XP subirem muito mais.

 

Darkness 2 é bem feito, bonito, com controles extremamente bem desenhados e diferente de quase tudo disponível no mercado. É o clássico caso do sleeper hit – um jogo fantástico que vai passar por baixo do radar de todo mundo que ainda está jogando a multidão de jogos triplo A que saíram no final do ano passado. Se você gosta de uma boa história, um multiplayer corporativo arrojado e está cansado de experiência simplórias em primeira pessoa, tente Darkness 2. E depois que estiver deslumbrado… dê uma chance ao primeiro.

Ambos são jogões!

Jogando: Soul Calibur V

Antes de começar a fazer qualquer análise, eu devo dizer que Soul Calibur V (ou SCV como vou passar a chamá-lo) já me marcou pela maneira que eu o recebi. Para a maior parte dos leitores isso não vai fazer diferença nenhuma, mas vai para os amigos que por coincidência estiverem lendo isso, para que saibam qual era a situação. O jogo me foi dado de coração, por uma pessoa que eu não esperava e num momento que realmente me impressionou e me surpreendeu.

 

Dito isso vamos tirar a carga emocional de cima e analisar friamente o jogo.

SCV é muito bonito, mas ele não ganha pontos por isso. Se eu quero pão, vou a uma padaria; se quero carne, a um açougue; se quero um jogo bem escrito, compro algo da Bioware; e se quero um jogo muito bonito compro um jogo da Namco. Logo, ser muito muito bonito é o MÍNIMO que eu esperava de SCV. Personagens enormes, soberbamente animados, com movimentação terrivelmente bem feita, jogados em cenários bonitos e variados, com um acabamento comparável as melhores CGs já vistas. Se não fosse pelas cenas de história, entre as lutas, serem feitas em um estilo monocromático âmbar de HQ digital – com diálogo morno e descompassado sobre elas –, o departamento gráfico seria perfeito.

O som é bom, mas não excelente. As músicas são um misto de melodias clássicas da série, com outras advindas de SCIV e outras novas – sempre orquestradas e muito bem arranjadas. Os efeitos sonoros das armas e armaduras são belíssimos, mas as vozes são mal escolhidas e, sinceramente, chatas. O controle é perfeito, PERFEITO, sem tirar nem por, com um tempo de reação baixíssimo e muito fácil de aprender.

A questão em todo jogo de luta é e sempre será a jogabilidade. E a jogabilidade de Soul Calibur V é EXATAMENTE igual a de SCIV e SCIII. Um botão de ataque forte, um de ataque rápido, um de chute e um de defesa. Golpes especiais são disparados por concentrar seus ataques com um gatilho de foco antes do golpe, e movimentos devastadores podem ser lançados com com pequenas combinações a la Street Fighter: os “Edge” moves. Dois ou mais movimentos podem ser complementados por um agarrão ou arremesso – que podem ser depois complementados por outros movimentos, criando combos enormes e imensamente complexos. É um sistema de luta fácil de aprender, difícil de dominar e incrível de assistir, que gera lutas dinâmicas e imensamente cinematográficas.

Então o jogo é bom, você está se perguntando? Sim… o jogo é bom. O modo single player tem uma história pobre e pouco investimento foi feito, tanto da parte de narrativa quanto do gameplay, para que ele se tornasse memorável. O modo arcade, com lutas uma atrás da outra, sem história nenhuma, é exatamente igual aos últimos dois Soul Calibur, o que não é uma coisa ruim, mas definitivamente não vai surpreender ninguém – e a perda dos personagens de Star Wars em favor do (sem sal nem açúcar) Ezio Alditore, da série Assassin’s Creed, não ajuda em nada a causa do jogo. Simplificando: SCV é mais do mesmo. É mais um episódio em um franquia de luta com alguns personagens novos, alguns personagens velhos e um sistema de combate bem feito, mas que, no todo, começa a dar sinais de estagnação. Namco… tá na hora de mudanças drásticas na série…

 

… ou, quem sabe, um crossover. Que tal Soul Calibur VS Bushido Blade?

Jogando: Resident Evil Revelations

Goste ou não goste da epopeia de terror da Capcom todos temos que admitir: Alguns dos Resident Evil figuram na galeria dos melhores jogos de todos os tempos. Residente Evil 1 mudou o que se pensava de horror de sobrevivência, com balas contadas e cachorros zumbis; Resident Evil 2 expandiu o terror para toda a cidade de Raccon City e RE 4 redefiniu o que se esperava da série criando um estilo de ação/terror que vem sendo copiado a exaustão. Com a chuva de RE que inundaram os sistemas nos últimos anos temos visto essencialmente duas direções sendo tomadas: Uma mais voltada para a ação, como em RE 4, RE 5 e os RE em primeira pessoa e uma mais voltada para o terror, com munição contada e inimigos em massa, como em RE 1, 2, 3, DS e zero.

Talvez por isso Revelations sofra de personalidade múltipla, incapaz de se decidir se é um jogo de sobrevivência claustrofóbica ou se é uma galeria de tiro com alvos em enormes quantidades.

Graficamente o jogo é excelente. Os cenários tem uma qualidade gráfica comparável com o RE 4, mas com texturas soberbas – ainda que a maior parte do cenário não reaja a disparos ou qualquer outra interação. A iluminação é fantástica e a animação dos inimigos é amedrontadora e bem feita. Desde os cenários em movimento a bordo de um navio de luxo a um cassino banhada pelas luzes os gráficos de RE Revelations vão fazer os donos do 3DS se orgulharem de seus aparelhos. E isso tudo sem ativar o 3D – porque aí a onça bebe água: 3 Níveis de modificação de barra 3D indo do muito intenso ao bem leve, tornam os gráficos ainda mais vivos e a sensação de desolação ainda mais terrível. Sem falar em gosma e fragmentos que voam na direção da tela.

O som do jogo tem a qualidade esperada da série, com rugidos de monstros bem convincentes, barulhos musculares nojentos e o som das armas fazendo o game ainda mais visceral. Some a isso um sistema de controle nitidamente inspirado por RE 4 (a menos que você use o Nintendo 3DS Boat controller – para conseguir colocar um segundo analógico no 3DS) que só sofre um pouco com o fato do gatilho superior direito, usado para mirar, ser bem pequeno e muito pouco anatômico, fazendo com que o dedo deslize constantemente e, por vezes, levando a você parar de atirar ou perder a mira em horas críticas.

 

O gameplay é esquisito. Mais da metade do jogo se passa a bordo de um navio que foi tomado por outra arma biológica, com Jill Valentine e seu novo parceiro Parker Luciani tendo que sobreviver em um ambiente fechado, cheio de inimigos, contando balas, localizando chaves, virando chaves e encontrando itens de forma a prosseguir. Esses trechos são o auge do game com um fluxo tranquilo e bem orientado, levando-o do torpor ao êxtase em segundos, com uma atmosfera tão bem criada que você fica com medo de abrir certas portas ou andar por certas áreas do navio. O restante do jogo, no entanto, leva várias duplas de personagens a outros lugares do planeta onde o jogo ganha um estilo mais voltado para a ação, com munição de sobra sendo jogada na sua direção enquanto hordas de inimigos desmiolados entram na frente das suas balas – todo o terror desaparece em troca de uns poucos sustos aplicados em fórmulas clichês.

 

Isso destrói o jogo? De forma nenhuma! Mesmo com uma história tão rocambolesca que beira o inacessível e com seu jeito esquizofrênico de ser Resident Evil Revelations é um excelente jogo. É bonito, bem feito e, por mais da metade dele, realmente assustador. É o melhor RE de todos os tempos? Não, esse troféu continua nas mãos de RE 4, mas certamente é um game valioso para a franquia e uma demonstração clara do poder do portátil da Big N.

Bons sustos!

Vamos matar Reapers juntos?

A EA confirmou que o prologo de Mass Effect 3 vai ser liberado SOMENTE PARA USUÁRIOS GOLD a partir de 14 de Fevereiro. Quem comprou o jogo Battlefield 3, na edição especial vai poder utilizar o multiplayer imediatamente mas o resto de nós, mortais, vai ter que esperar até dia 17 para sentir como é jogar em equipe. A pontuação é XP gerados durante o demo será aproveitada, de alguma maneira, no game completo.

É isso aí caras… é hora de terminar essa guerra!

 

Push Start – Vamos todos falar do passado!!!

Se você mora em Campinas e curte games retrô o lugar para estar, nos 4 fins de semana de Fevereiro é o SESC. Lá vai estar rolando o “Push Start – Um passeio pela história dos games” – uma série de conversas e apresentações sobre jogos e consoles antigos. O evento vai acontecer todos os sábados e domingos de fevereiro, sempre das 14h as 18h no SESC, localizado na rua Dom José I, 270/333 no bairro do Bonfim em Campinas. E eu… o Marcel do Mini, vou estar lá para falar um pouco!

Cada fim-de-semana vamos abordar uma geração de videogames, começando na 2a geração e terminando na 5a. Nesses dois primeiros dias, 4 e 5 iremos tratar sobre Atari 2600. Segue a agenda completa do evento:

Dia 04 de fevereiro (sábado):

2a geração de videogames

Plataforma: Atari 2600

Jogos:  Enduro, Missile Command, Pacman,  Tennis, Boxe, Golf e Boliche.

Dia 05 de fevereiro (domingo):

2a geração de videogames

Plataforma: Atari 2600

Jogos:  Space Invaders, River Raid, Mr. Postman, Star Man, Oink, Pitfall e Seaquest.

Dia 11 de fevereiro (sábado):

3a geração de videogames

Plataforma: Nintendo Entertainment System

Jogos: Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Battletoads e Arch Rivals.

Dia 12 de fevereiro (domingo):

3a geração de videogames

Plataforma: Sega Master System

Jogos: Hang On & Safari Hunt, Alex Kidd in Miracle World, Shinobi e World Soccer (Super Futebol).

Dia 18 de fevereiro (sábado):

4a geração de videogames

Plataforma: Sega Mega Drive

Jogos: 6 Pak (Sonic the Hedgehog, Columns, Super Hang-On, Golden Axe, Streets of Rage, The Revenge of Shinobi), Fifa International Soccer, NBA Jam Tournament Edition, Ayton Senna’s Super M.G.P. 2.

Dia 19 de fevereiro (domingo):

4a geração de videogames

Plataforma: Super Nintendo Entertainment System

Jogos: Donkey Kong Country, International S. S. Soccer Deluxe, Super Mario Kart, Star Fox.

Dia 25 de fevereiro (sábado):

5a geração de videogames

Plataforma: Sega Saturn

Jogos: Daytona USA C. C. E., Fifa Soccer 96, Megaman X4, Virtua Fighter Remix.

Dia 26 de fevereiro (domingo):

5a geração de videogames

Plataforma: Sony PlayStation

Jogos: Street Fighter Alpha, Darkstalker´s The Night Warriors, Tekken 2, Tekken 3 / (a substituir).

Chefiando o evento vai estar meu brother Junião, chefão de fase dos nossos sites parceiros streetfighterbrasil e Gamer Phreak – o cara entende pacas e vai ter os aparelhos lá para o pessoal jogar. Ah, e é claro que o evento é livre e gratuito. Não deixe de aproveitar essa oportunidade de jogar velhos e queridos clássicos dos videogames.

Rumor Control – Trailer do novo Zelda foi feito por fãs!!!

Eu sei que dói o coração. Eu sei como é doce ser enganado. Mas este trailer, que alguns veículos de comunicação estão teimando em mostrar como retirado do gameplay de um Zelda em desenvolvimento para Wii U é um Hoax.

Um Hoax imensamente bem feito, com uma equipe que realmente conhece a franquia e tem muito amor por ela. Mas ainda assim uma farsa.

Nintendo contrate esses caras. E para todos os que publicaram isso como a coisa real… PESSOAL… INFORMAÇÃO É COISA SÉRIA… TEM QUE VERIFICAR!!!