Mass Effect 3 estará lá no lançamento COM TODOS OS DLCs

Inclusive o novíssimo Leviathan. O game utilizará o controle por toque, assim como uma versão redesenhada do comando por voz do Kinect.  Os gráficos não sofrerão mudanças, a primeira vista, mas o game virá acompanhado de uma revista digital, semelhante a Mass Effect Genesis, que permitirá que você escolha o que seu Shepard fez no game 1 e 2, personalizando o universo e a sua experiência.

Seja inglês ou americano seu futebol estará lá

Se o seu negócio é FiFA, compre um Wii U! Se o seu negócio é Madden, por outro lado, também compre um Wii U! As duas séries já estão confirmadas pela EA como aparecendo no Wii, assim como todos os outros títulos de esporte da EA Sports (NHL, Golf, etc…).

Graficamente os jogos parecem lindos e ainda é muito cedo para se falar de jogabilidade… mas tenham paciência… porque todo mundo diz que vai mudar o conceito de games de esporte.

Na certa uma crise: Crysis 3 não está em desenvolvimento para o Wii U

Vamos por partes. Na E3 a Cry Tek, criadora do game Crysis e uma 2nd party da EA, falou que “The Cry Engine 3 works beautifully on the Wii U.” (A Cry Engine 3 – motor gráfico utilizado na criação dos jogos da Cry Tek – funciona belamente no Wii U.)mas agora a empresa está dizendo que “embora exista um game em desenvolvimento para o Wii U, que utilizará a citada engine, e sobre o qual não podemos falar nada ainda,  NÃO se trata de Crysis 3”.

Logo Crysis 3 continua no PS3, Xbox 360 e PC com data de lançamento para Fevereiro de 2013.

É chato, mas sem Crysis.

Sem RE 6 mas com algumas surpresas

Até o momento a posição da Capcom é de que RE6 continua no PS3 e 360. “Não há planos para levar Resident Evil 6 para o Wii U, pelo menos no momento” disse Christian Svensson.  O executivo, no entanto, tentou terminar a conversa, com a equipe do site 1Up, em um tom mais leve “mas a muitas coisas realmente legais a caminho. Eu queria poder falar mais sobre elas mas eu ainda não posso. Desculpem-me.”.

Será que o futuro reserva algo para os fãs da produtora japonesa? Poderia um novo game estar a caminho? Ou seria o incrível e mais do que mitológico, Nintendo Vs Capcom mais do que uma piada de internet?  Só o futuro dirá…

E, mais importante que tudo isso, temos uma data de lançamento!

Sim!!! Segundo um documento interno da Nintendo, destinado a lojistas  (que vazou)  o novo console da Big N chega ao mercado americano no dia 18 de Novembro de 2012. Vai ter que superar um peso pesado logo na saída da porta (Halo 4 saí 12 dias antes… em 6 de Novembro) mas o Mini acredita que isso não vai nem balançar as vendas do novo  console!

Não chega bem a ser uma surpresa.  O Wii saiu em 16 de Novembro de 2006 e o GameCube em 18 de Novembro de 2001, então a data era mais ou menos dentro do esperado. Além disso, na E3, vários desenvolvedores haviam falado que seus novos games chegavam ao mercado entre 15 e 20 de Novembro deste ano.

Então… fiquem felizes… o novo console da Nintendo está quase no seu colo!

 

Nova atualização de Left 4 Dead 2 fica disponível hoje para 360!

Depois de um atraso considerável Cold Steam alcança o 360 hoje! Custa 560 MS Points (algo por volta de US$ 7,00) e vem com a nova campanha “Cold Steam” assim como Blood Harvest, Crash Course, Dead Air e Death Toll (os outros estágios de Left 4 Dead 1 que ainda não estavam disponíveis no L4D2) revisados em controle, gráficos e uso de armas melee.

 

Bom divertimento!

O Space Core de Portal 2 realmente está indo para o espaço!

E não. Eu não estou brincando. Algum funcionário da Nasa, fã de Portal 2, gravou a Laser o Space Core em uma das peças da estação espacial internacional. Nem a Nasa nem a Valve conhecem o autor da façanha (quem ganhou pontos até com Deus com isso)…

 

… mas a peça vai mesmo para o espaço. Épico!!!

E para quem não conhece o Space Core (e não liga de spoilers sobre o final de Portal 2) ei-lo:

Jogando: DeadLight

Você gosta de Zumbis? Não… ótimo! Seria estranho se gostasse. Mas você gosta de jogos com Zumbis? E de Flashback e Out of this World (dois adventures animais da década de 90), você gosta? Que tal a soma de duas partes que se tornam uma coisa ainda melhor do que as duas coisas separadas. Isso é DeadLight.

Em DeadLight você é o grosseiro, inconformado e turrão Randall Wayne (não… ele não tem acesso a Bat Caverna) que, com seu super vozeirão mega grosso no estilo Mulheres-que-gostam-de-Vin-Diesel-estão-completamente-ensopadas-agora, está em busca de sua família, perdida em Seatlle – é 1986 e não existe internet, celulares e comunicação era bem mais difícil do que é hoje. E isso tudo que eu posso dizer sem estragar as reviravoltas do jogo, que são fantásticas e muito bem feitas. Se você prestar atenção na história, que é contada pelo próprio Randall, pessoas e textos que ele encontra, cenas animadas no estilo quadrinho digital e em pistas do próprio cenários vai descobrir vários detalhes fantásticos da trama. A história é realmente boa.

Tão boa quanto os gráficos, que provam mais uma vez que jogo por download não significa jogo de pior qualidade.  Eles são lindos! Bons mesmo! O fundo é bem claro, quase como se um holofote explodisse cada detalhe sujo e descuidado do cenário no seu rosto, enquanto Randall, os Zumbis e a maior parte dos outros personagens (como helicópteros, policiais, etc…) aparecem com um contraste muito baixo, formando quase que silhuetas. Se você aumentar o brilho da sua TV vai ver que Randall é muito bem feito, com detalhes em todos os cantos do personagem e texturas de boa qualidade. Fazê-lo uma silhueta foi uma escolha de design, não um tapa buraco. As animações são primorosas e o grafismo das HQs digitais que contam a história é excelente.

O som é muito muito bom! Sério mesmo… ligue seu videogame, download o jogo, inicie-o e deixe a tela lá… sem apertar o start. Vá fazer outra coisa. Eu fui fazer feijão. Sério. A música é boa assim! Os sons do jogo são competentes, nada incrível, mas a música vai destruir e massacrar suas expectativas. E você pedir por mais. O controle é bom. Funciona bem, embora Randall tem um pouco de “deslizamento” e os movimentos dele demorem um tempo para começar – como em Flashback – o que leva um tempo para se acostumar. Nada que desabone o jogo, no entanto.

A jogabilidade é que é o ponto alto do game. Pegue um terço de Metroid Fusion (um sistema um pouco mais guiado e menos aberto que o Metroid Normal), um terço de Shadow Complex (que inclusive é da mesma produtora) e um terço de Flashback/Out of this World. Misture bem. Sirva gelado. Isso é DeadLight. A visão é lateral e você teve explorar o cenário para conseguir informações, suprimentos e maneiras de escapar das terríveis hordas de mortos vivos. E isso é survival mesmo! Você até pega algumas pistolas, chega a pegar uma ou duas shotguns, mas tente atravessar uma sala que seja Rambo style e.. bem… teria sido mais fácil passar tempero de bife na testa. O combate aliás só ajuda na sensação de que você está sobrevivendo ao apocalipse Zumbi: seu machado vai funcionar contra o primeiro Zumbi… os outros 3 amigos dele vão te fazer em pedaços!

Com uma atmosfera fantástica, um sistema de jogo incrível e passando, assim como Alan Wake e poucos outros conseguiram, sensação real de medo, não há como não falar bem de DeadLight. É curto sim (cerca de 5 horas)… mas vale muito a pena! Bom divertimento!

Fã de Halo? Curioso para saber como será o livro de arte da edição de colecionador de Halo 4? Toma…

Olha ele aqui!

O livro chama Awakening: The Art of Halo 4 (algo como Despertar: A arte de Halo 4) e mostrará muito mais das naves humanas, covenants e das edificações Forerrunners que povoarão o quarto game. Aqueles que não curtem spoilers – CUIDADO!!! O livro estará a venda mais de 20 dias antes do lançamento do jogo, logo Spoilers aparecerão na internet em forma de imagens. Eu curto… tem gente que não…

Caso você não vá comprar a edição de colecionador o livro saíra por US$ 21,99.

Jogando: Final Fantasy Theatrhythm

Eu adoro Elite Beat Agents, amo Taiko no Tatsugen e achei que, fizesse o que fosse fazer, Final Fantasy Theatrhythm (que vou passar a chamar de FFT) não ia conseguir me impressionar. Que bom que eu estava muito errado.

FFT é um excelente jogo. E eu não disse um excelente jogo de ritmo ou um excelente jogo de música. É um excelente jogo – ponto final. Daqueles que divertem mesmo e são tão fantásticos que são difíceis de largar.

Graficamente o jogo não vai fazer você delirar – estes mesmos gráficos podiam ter sido feitos em um GameCube sem problemas. Mas tudo é tão fofinho (com direito aos principais personagens de todos os FF refeitos em um estilo Chibi adorável), as animações tão bem feitas e o estilo gráfico do jogo tem tanta personalidade que você não vai ligar muito para isso. Cenas clássicas de FFs passam na tela enquanto você joga (no modo Events Music Scenes) e foram tiradas das versões japonesas dos games, mesmo na versão americana de FFT, chegando as vezes a se repetir se a música for muito longa, nada que desabone o jogo mas a Square Enix podia ter gasto um pouco mais de carinho nisso. O aspecto sonoro do game, que é necessário em sua jogabilidade, é magistral. Não tenho outra maneira de por isso – a qualidade sonora é fantástica! Músicas orquestradas e efeitos sonoros retirados de quase 25 anos de franquia – é magnífico.

A jogabilidade do game se divide em três modos de jogo: Battle Music Scenes, Field Music Scenes  e Events Music Scenes (meus favoritos). Battle Music é um cruzamento bizarro e imensamente divertido entre o sistema de combate de FF VI e um jogo de ritmo.  Sinais vem na sua direção em até 4 linhas, uma na frente de cada herói ou summon em seu time, você tem que usar a Stilus para tocar ou mover na direção demonstrada na linha, causando danos nos inimigos e utilizando magias e ataques especiais para derrotá-los.  Já as Field Music Scenes são espaços onde um herói, vários heróis ou um Chocobo viajam de uma cidade/dungeon/vila/base espacial/nave caída/etc para outra cidade/dungeon/vila/base espacial/nave caída/etc – Você passa a Stilus como uma batuta, passando ela na tela seguindo uma linha que vai sendo tracejada para você. É bem mais calmo que o Battle Music mas igualmente gostoso.  Mais o filé do game são as Events Music Scenes, onde você revive momentos muito especiais da franquia FF com direito as cenas retiradas dos jogos, com música explodindo e vozes (se elas já existiam, claro!). Você tem que tocar, girar, mover, acompanhar… em suma, fazer o diabo com a Stilus, para conseguir seguir – e o fato de você conhecer as cenas que estão se passando no fundo só aumenta a sensação de emoção do jogo.

O jogo é relativamente curto, mas com diferentes níveis de dificuldades, novas armas e muitos e muitos heróis para melhorar e ver os novos poderes, algo me diz que fãs vão passar muito e muito tempo com ele dentro do 3DS. Em suma é um jogão, daqueles diferentes e raros, que fazem você se sentir muito bem. Se você sabe a diferença entre um Chocobo  e um Moogle (Kupo!) esse jogo é obrigatório; se você não sabe… dê uma chance. Bom divertimento.