Sr. Mass Effect 3 este é o Sr. Kingdom of Amalur

Se você estava enterrado sob uma pedra nos últimos meses pode não ter ouvido falar de Kingdoms of Amalur: Reckoning. É um novo RPG/Aventure da EA que parece muito polido, muito bonito, bastante simples de jogar e, segundo quem testou, umas 4 vezes mais viciante que Skyrim (notícia do mês que vem: Governo Sul coreano decide usar cocaína na tentativa de reabilitar usuários de Wow e Skyrim.). Você com certeza ouviu falar de Mass Effect, o RPG dramático de ficção científica da Bioware que mudou a cara do que era RPG de ação. Agora Mass Effect 3 chega em março e, até o momento, é mais esperado que a segunda vinda de Cristo. E a EA quer fazer uma brincadeira com os fãs. 

Jogar Kingdom of Amalur, que é lançado dia 07 de Fevereiro, libera uma armadura nova (Reckoner Knight Armor) e um sistema de dois Chackras de longa distância (Chakram Launcher), que parecem os battle discs do Tron, em Mass Effect 3. Jogando Mass Effect 3, que é lançado dia 06 de março, você libera uma armadura (N7 armor com Helm, Cuirass, Gauntlets, Chausses e Greaves) e facas místicas que saem de Omni-Tools místicas (Omnitool talisman). 

E tudo isso fica ainda melhor quando você pensar que só precisa jogar as demos. Isso mesmo! Você que tudo que você tenha jogado seja a demo de Kingdom of Amalur, quando seu Mass Effect 3 chegar, você já terá as armas desbloqueadas – e o mesmo vale para o caso de você ser um sacripanta que não gosta de Mass Effect 3 após jogar o demo… as armas estarão liberadas em Amalur. 

Apenas para deixá-los ainda mais salivando o demo de Amalur sai dia 17 na Live enquanto Mass Effect 3 prologue (o demo/prólogo do jogo) sai entre o final de janeiro e o começo de fevereiro (não deixem de tentar… quem jogou na PAX disse que é animal).

Acho que a EA vai pegar todo o meu dinheiro esse ano!

A Rocksteady quer dar um presente de Natal a todos os donos de Arkham City

A Rocksteady anunciou que esta liberando, de graça, a skin Batman Inc, para ser baixada por todos os usuários do jogo “Arkham City” nas três plataformas (PC, XBOX 360 e PS3). Para quem não conhece, Batman Inc é a atual saga do Batman nas revistas americanas (e já chegou no Brasil) em que, após vencer a morte e passar o manto do Batman para Dick Grayson (o primeiro Robin), Bruce Wayne parte pelo mundo para instruir e financiar vigilantes nas principais capitais do planeta.

“We have had an amazing release of Batman: Arkham City and we wanted to thank you all for your incredible support before, during and after the game’s release. As a token to our appreciation, we’ll be offering a brand new, totally super sweet, Batman Inc. Batsuit skin absolutely free! You will be able to download the skin tomorrow from Xbox Live Marketplace, PlayStation Network and Games for Windows Marketplace. We’ll be sure to let everyone know exactly when the skin are available.” (Nós tivemos um recepção simplesmente incrível com Batman: Arkham City e nos queremos agradecer a todos pelo suporte antes, durante e depois do lançamento do jogo. Como um sinal de nossa apreciação nós estamos oferecendo uma skin gratuita de Batman Inc! VocÇe poderão downloadar a partir de amanhã na Xbox Live Marketplace, PlayStation Network e na Games for Windows Marketplace. Vamos ter certeza que todos saberão quando a skin estiver disponível.) disse Sefton Hill, vice-presidente de marketing e conteúdo da Rocksteady. Além disso o executivo contou a todos que foi disponibilizado um código para que você possa trocar de Skin a qualquer momento enquanto estiver no single player, mesmo se você não tiver terminado a campanha ainda, como seria o normal. “We also know you want to deliver justice on the streets of Gotham as Batman in your favorite skin, any time and all the time. So using the below cheat, you can select any alternative Batman skin and play them in the main game, without having to complete the full game.” ( Nós também sabemos que vocês querem distribuir justiça pelas ruas de Gotham com Batman na sua skin favorita o tempo todo. Logo nós disponibilizamos um truque para que você possa alterar para qualquer uma das outras skins a qualquer minuto no jogo principal, mesmo que você ainda não o tenha terminado.).

Para usar o código você deve pausar o game, escolher a opção de salvar o game no menu principal e então entrar a seguinte sequência (no direcional digital é mais fácil):

Esquerda, Esquerda, Baixo, Baixo, Esquerda, Esquerda, Direita, Cima, Cima, Baixo.

Se o código foi corretamente incluído você ouvirá um som e a opção de alterar a skin irá aparecer.

“Thank you again for your amazing support,” (Obrigado de novo pelo seu incrível apoio) concluiu Hill “and have a great holiday!” (e tenham ótimas festas!).

Feliz natal a todos… menos aos bandidos de Gotham!

 

VGA 2011 – O Oscar do Videogame entregou seus prêmios

O Video Game Awards, um evento de premiação criado pela Spike TV, cresceu e ficou internacionalmente reconhecido como o Oscar dos Videogames. Menos cult que o prêmio Famitsu e mais sério que o Best of Best Videogames da Gamespot a comparação é bastante justa e o prêmio vem surpreendendo ano após ano com milhares de trailers, anúncios e aparições.

O VGA desse ano não foi diferente e embora eu não concorde com o jogo do ano (eu acho que Zelda Skyward Sword merecia mais) a única surpresa real foi a total ausência de Gears of War 3 em qualquer lugar da lista. Vamos a ela:

JOGO DO ANO: The Elder Scrolls V: Skyrim

ESTÚDIO DO ANO: Bethesda Game Studios

MELHOR JOGO de XBOX 360: Batman: Arkham City

MELHOR JOGO de PS3: Uncharted 3: Drake’s Deception

MELHOR JOGO de WII: The Legend of Zelda: Skyward Sword

MELHOR JOGO de PC: Portal 2

MELHOR JOGO para PORTÁTIL:  Super Mario 3D Land

MELHOR SHOOTER: Call of Duty: Modern Warfare 3

MELHOR JOGO AÇÃO/AVENTURA: Batman: Arkham City

MELHOR RPG:  The Elder Scrolls V: Skyrim

MELHOR MULTIJOGADOR: Portal 2

MELHOR JOGO DE ESPORTE INDIVIDUAL: Fight Night Champion

MELHOR JOGO DE ESPORTE COLETIVO:  NBA 2K12

MELHOR JOGO DE CORRIDA: Forza Motorsport 4

MELHOR JOGO DE LUTA: Mortal Kombat

MELHOR USO DE CONTROLE POR MOVIMENTO: The Legend of Zelda: Skyward Sword

MELHOR JOGO INDIE: Minecraft

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: Batman: Arkham City

MELHOR CANÇÃO NUM JOGO: “Setting Sail, Coming Home (End Theme)” por Darren Korb – Bastion

MELHOR TRILHA SONORA: Bastion

MELHORES GRÁFICOS: Uncharted 3: Drake’s Deception

MELHOR INTERPRETAÇÃO MASCULINA: Mark Hamil como Joker – Batman: Arkham City

MELHOR INTERPRETAÇÃO FEMININA: Ellen McLain como GLaDOS – Portal 2

MELHOR JOGO POR DOWNLOAD: Bastion

MELHOR DLC: Portal 2 Peer Review

JOGO MAIS AGUARDADO: Mass Effect 3

Houve ainda diversos trailers novos como a revelação do novo Alan Wake, do novo survival horror da Naughty Dog (a resposta da Sony ao Left 4 Dead) e dois trailers de cair o queixo: Mass Effect 3 e Metal Gear Rising.

E aí concordam com os vencedores? Discordam? Opiniões aí embaixo…

Curioso para saber o que vem na caixa N7 de Mass Effect 3?

Nós também estávamos mas a EA foi gente fina e soltou esse super trailer (que de quebra ainda mostra 4 membros do seu grupo).

Em suma, a super caixa vem com:

  • O game, claro!
  • A caixa é feita de metal e tem acabamento polido, com uma foto do Shepard padrão masculino de um lado e feminino do outro;
  • Livro de arte do game com capa dura;
  • Quatro possíveis membros extras da equipe (possíveis porque ou você tem Alenko ou Willians);
  • 4 novas armas padrão N7;
  • Duas novas roupas para o Shepard quando ele(a) estiver sem armadura;
  • Um drone cachorro que te acompanha e funciona como bichinho virtual (só fica dentro da Normandy!);
  • Uma litografia da Normandy de 10 X 15 cm da primeira Normandy;
  • Um patch para roupa com o símbolo do N7;
  • A trilha sonora do game em disco separado;
  • Uma revista em quadrinhos, em edição limitada, da invasão;
  • Um monte de bônus para avatar;
  • + uma surpresa da Bioware (que eles não informam o que é)

Sim, um super game merece uma super caixa!

As cinco princesas que são mais legais que seus salvadores!

Não há nada mais clássico em videogame do que ir salvar alguém: seja seu irmão, sua namorada ou seu peixinho dourado. Videogames literalmente se construíram sob a imagem de que você atravessa dezenas de fases saltando, batendo ou dirigindo para salvar alguém de um destino pior que a morte (ou da morte – se o vilão for mais realista e tiver menos imaginação). Ao longo dos quase 40 anos de videogame, no entanto, uma classe de pessoas foi sequestrada mais do que todas as outras classes juntas: Princesas.

Não é só nos contos da Disney que a princesa tem a chance de ser sequestrada, mas as vezes, muito muito de vez em quando, uma princesa é mais legal e mais “macha” que seu suposto salvador. Essas são as princesas mais bad-ass fucking awesome que já vimos. E adoramos elas por isso.

Princesa Nina (Breath of Fire – Super Nes)

Durante a era de ouro dos JRpgs no SNES você podia contar que sempre haveria um Breath of Fire, a famosa série de RPG da Capcom, para te salvar da seca entre um lançamento da Square e outro. E em todo Breath of Fire você podia contar que o heroico e draconiano Ryu iria se encontrar com a fantástica princesa Nina. Diferente da maior parte dos JRpgs, no entanto, a jovem Nina não tinha nada disso de magia branca, curandeira e o escambau. A menina queria sangue! Ela controlava o vento e o fogo e usava magia negra a torto e a direito – e enquanto Ryu costumava acordar nu e sem memória após usar seus poderes Nina matava centauros, que tentaram sequestrá-la, com as mãos e magia, quando tinha 8 anos! Isso tudo sem falar que em Breath of Fire 4 ela se infiltra no território inimigo para salvar sua irmã, Princess Elina, o que faz dela não só uma princesa fantástica mas uma princesa-salvadora-de-princesas… Nina 1, Princesas da Disney 0.

Elika  (Prince of Persia – 360 e PS3)

A princesa Elika, do último príncipe da persia a merecer este nome, era atlética, acrobática e a jovem senhora de uma terra fantasiosa onde ela possuía o conhecimento e a magia para combater um DEUS maligno. Sim… eu disse D E U S. A menina combate um Deus, o ponto alto do seu personagem é que ele tem um a mula. Elika pode pular, rolar, subir, descer e fazer todas as peripécias que o príncipe faz tão bem quanto ele… e ela ainda voa… sim… A única razão para o seu personagem estar no jogo é participar daquelas lutas um a um segurando uma espada e considerando que um terço do seu arsenal de golpes consiste em jogar Elika no inimigo, para que ela faça algo e volte perfeita para o seu lado, tenho certeza que o nome do jogo deveria ser Princess of Persia and the random guy who lost a donkey (A Princesa da Pérsia e o cara qualquer que perdeu uma mula).

Zelda (A Lenda de Zelda – todos os videogames da Nintendo)

Diferente da princesa Peach, Zelda nunca foi uma menininha vestida de rosa. A jovem princesa, em todos os jogos, é mostrada como um “moleque”. Ela sabe lutar, sabe montar, é inventiva e sempre domina algum poder místico – nem que seja a habilidade de pedir ajuda telepaticamente. Além disso a desgraçada tem uma seita de ninjas que trabalham para ela (Os sheikas. O que? Eles não são ninjas? Então como você chama pessoas que entram e saem da onde querem, sem serem vistos e que conseguem lutar com batalhões de pessoas usando nada a não ser a mãos – essa é a definição de Ninja). Some a isso o conhecimento e o cérebro para administrar um reino e o fato de que ela é dona de um dos artefatos mais poderosos dos mundos de fantasia e a princesa se torna muito mais do que um rostinho bonito.

Marle (Chrono Trigger – Super Nes, DS e PS1)

Se você achava que princesa rebelde era a Princesa Léia, pense de novo! A Princesa Nadia do reino de Guardia foge de sua obrigações usando o nome falso de Marle para um dia de diversão escondida de seu pai, o excêntrico rei de Guardia, e por uma combinação de amizades estranhas, curiosidade, protótipos e uma pendente criado 12.000 anos atrás com material advindo de um meteoro que era na verdade um ser terrível que vai destruir a humanidade, a princesa vai parar na idade média. Enquanto a maior parte das pessoas iria ficar catatônica com tal experiência a princesa simplesmente se arma de uma besta e de muito entusiamo. Terra devastada pós-apocalíptica? Vamos lá dar uma olhada! Parasita espacial elditriano? Vamos socar as fuças dele! Rainha dos seres humanos pré-históricos? Vamos ser amigas! Marle é impulsiva e ansiosa, mas não porque ela não sabe o que é o perigo… e sim porque ela sabe que vai dar conta!

Sun Liam (Jade Empire – Xbox e Xbox Originals)

Eu tenho duas palavras para vocês: Batman feminino! Eu podia acabar isso aqui. Quando descobre que seu sábio e corajoso pai está tomando diversas decisões menos do que honradas no comando do império de Jade a jovem Sun Liam deixa para trás uma vida chata de pompa e cerimônia para fazer justiça durante a noite, vestida como uma sexy ninja roxa, chamada de Silk Fox (raposa de seda). Durante o dia uma princesa fofinha e toda cuidadosa com que o fala ela se transforma numa fêmea fatal durante a noite, atrapalhando os planos de Death Hand, o vilão do jogo, e soltando frases que fazem seu personagem ficar rubro de decoro. Além de linda, rica, extremamente competente em uma briga e cheia de bugigangas a desgraçada está certa que seu pai é inocente e fará de tudo para salvar o reino. Em suma… Lady Batman.

Concordam… discordam… deixem suas idéias aí em baixo!

Jogando: Halo: Combat Evolved – Anniversary Edition

Dez anos atrás o “Mestre Chefe” e seu game, Halo: Combat Evolved, destruíram a tanga da menina dos olhos de todo mundo e roubaram a virgindade da desgraçada. Literalmente bilhões de horas foram “investidas” por ávidos jogadores de XBOX (e mais tarde de PC) no game que mudou os games de tiro em primeira pessoa para sempre.

Agora a novata 343, empresa interna criada pela Microsoft, herdeira da saga Halo, quer lembrar a todos quão legal o Master Chief é e para onde ele levou aquela inteligência artificial, a Cortana, que você penou tanto para salvar nas últimas três fases de Halo:Reach. O game foi lançado oficialmente no mundo inteiro em preço promocional (em terras brazucas por R$ 99,00) e muitos se perguntaram se a magia de Halo:CE continuava viva 10 anos, e muitos FPS mais novos, depois.

Pois é! Halo:CE não só ainda é um ótimo FPS, mas chuta fácil a bunda de vários games bem mais novos que ele, como a franquia Fear, HomeFront, Brink, Serious Sam e basicamente tudo que não foi Halo, MW ou Battlefield. E enquanto a maior parte dos remakes HD são basicamente um Up-Scalling e uma “demão” de tinta, Halo:CE levanta o dedo do meio e traz um novo motor gráfico, muito mais sofisticado e leve, rodando redondo a 60 frames/segundo e com a habilidade de trocar do visual novo para o visual clássico com um botão (ou uma palavra… eu explico mais para baixo).

E já que tocamos no assunto do motor gráfico Halo:CE Anniversary é bem bonito. Bbbeeeemmmm bonito. Não é Uncharted 3 mas os gráficos são vibrantes, com tons de preto verdadeiros, iluminação fantástica e efeitos de partículas por todo o lugar. A animação dos inimigos ainda é a mesma de dez anos atrás – que ficou um pouco repetitiva se comparada com as modernas rotinas de movimentação – mas ainda é excelente e o conjunto de cenários, com trechos espetaculares de mata virgem seguidos de sépticas instalações dos predecessores, é um trabalho de tirar o folêgo.

O som, sempre majestoso em todos os games da franquia Halo, volta tão bom quanto em Reach. Músicas orquestradas, muito metal, muita percurssão e a sensação poderosa de que, na hora que a música acelera, Master Chief vai brilhar, a onça vai beber água, você vai despejar uma quantidade imensa de munição no ar e não vai sobrar pedra sobre pedra. É bom em um nível John Willians mesmo… sem brincadeira. E some a essa música “foderoza” um controle ímpar, que funciona tão bem que em alguns momentos você vai sentir que o jogo está lendo seus pensamentos – é simples, ágil, rápido, absurdo de tão sucinto e funciona com tanta perfeição que faz você pensar porque a gente precisa da massaroca de botões que é o controle de Battlefield: Bad Company 2.

O controle ainda recebe uma mãozinha do Kinect. Se você tiver um Kinect instalado no seu 360 você pode dar comandos vocais ao jogo. Isso mesmo que você está pensando! Você está correndo e pula numa caverna escura com a equipe de Marines, em vez de procurar o botão para acender a lanterna você diz “FLASHLIGHT” e a lanterna do Master Chief liga. Sem tempo para tocar o botão de granada enquanto luta para sobreviver em uma sala lotada trocando de pente a cada 15 segundos? Sem problemas! Diga “GRENADE” na hora que estiver olhando para a direção que quer a granada e o Master Chief manda ver para você. Além disso todos os controles de vídeo disponíveis no Kinect Zune funcionam durante os vídeos que são conquistados nos nodes/pedestais de informação espalhados pelo Halo, então você não precisa nem relar no controle para pausar, rebobinar ou continuar um vídeo. Além disso experimente dizer “CLASSIC” e ver o game retornar aos gráficos do XBOX clássico e então “REMASTERED” para que ele volte aos gráficos da nova engine. Quando essa moda pegar os games vão ficar ainda mais imersivos.

Halo:CE Anniversary não tem multiplayer. Calma, eu explico! O componente multiplayer presente no jogo é totalmente advindo, dependente e interconectado com Halo:Reach, usando, inclusive, o motor gráfico (engine) do último. Então, se você jogou Halo:Reach e era capitão, você continua capitão em Halo:CE com direito a todas as partes das armaduras que você já conquistou. O game vem acompanhado de um conjunto de mapas específicos mas se você não fizer questão do remake (seu anormal!) os mapas podem ser adquiridos na live por US$ 14,99 no pacote anniversary. Ou seja, o multiplayer de Halo:CE é o multiplayer de Halo:Reach com mais mapas… putz… a única forma de eu ficar mais feliz com essa notícia é se ela me for dada enquanto eu faço sexo selvagem com três virgens gêmeas japonesas!

Finalizando, Halo:Combat Evolved Anniversary Edition é animal. Não é o melhor jogo da terra e, dependendo do seu gosto, nem mesmo o melhor Halo (na minha modesta opinião essa posição pertence a Halo:Reach), mas é um jogo de 10 anos de idade que prova que, se uma obra prima for uma obra prima, ela continua incrível com ou sem botox, face-lifiting e Yoga – sim, George Lucas, meu olhar de desaprovação foi para você!

Bom divertimento pessoal!

RetroReview – Lembrem-se de Reach…

Originalmente publicado no blog http://www.telometro.wordpress.com no dia 14/09/2010

No dia 15 de Novembro de 2001, sem muito alarde, a Microsoft, que de agora em diante vamos chamar de M$, colocou nas prateleiras dos EUA um game que imaginava que poderia trazer alguns dos fãs de FPS para seu console, o XBOX, que amargava um terceiro lugar xexelento na corrida de 3 consoles de 128 bits. Halo trazia uma história interessantíssima, ambientes vastos e abertos e um carinho especial com a música e com o Gameplay, um jogo excelente. A história single player estendia-se por umas 12 a 18 horas e o multiplayer era incansável… encantador…. e completamente viciante. Halo 1, ou só Halo, sozinho, colocou o XBOX no mapa e tornou a Live uma coisa legal.

Agora, no dia 09 de Setembro de 2010, quase 09 anos depois do fevereiro de 2002 quando eu, pela primeira vez, joguei Halo, pelo poder de escrever sobre videogame pude colocar as mãos em Halo: Reach, o prequel do Halo 1, e o último game da franquia a ser criado pelos originais idealizadores, a britânica Bungie. O lançamento oficial é dia 14 de Setembro e todo mundo está esperando por ele. Eu estava… você está… a Live tem um maldito cronometro para o lançamento a meia noite de hoje. Mas a pergunta que não quer calar é: É bom?

Porra… é bom pra !@#$%&*%$#@. É um dos melhores jogos de tiro já criados… e o multiplayer está de igual para igual com Modern Warfare 2 e Bad Company 2.

É improvável que você tenha conseguido se esconder tão bem que não tenha visto fotos e vídeos de Reach por aí, ainda mais com a mega-power-uber-nega campanha que a M$ está fazendo, mas acredite, controlar aqueles gráficos fazem eles ficarem ainda melhores. Não espere coisas de outro mundo, no entanto, os cenários ficaram líndissimos, os horizontes imensos, mas os personagens em si, embora tenham recebido um estilo de arte que demorará muito, muito mesmo, para envelhecer, é pouca coisa melhor do que em ODST, o último Halo, e os veículos antigos só receberam uma “demão” de novas texturas para torná-los mais belos e interessantes, nada muito novo. Impressionante… com alguns momentos pentelhados por quedas no frame rate… mas nada para se escrever para a mãe.

O som é fantástico e as explosões e conversas o trazem diretamente para dentro do game. Originalmente achei que só o Master Chief, por ser Spartan fodão e coisa e tal, tratava os assuntos com a frieza que sua voz relaxada demonstrava. Agora que andei com os Noble posso dizer… se você é um Spartan pouca coisa… muito pouca coisa… pode te meter medo. E ao contrário de ODST, onde você jogava com um bando de humanos que precisavam das duas mãos e esforço para segurar uma submetralhadora que o Master Chief carregava com a mão e bocejando, em Reach você terá um time inteiro de Spartans, com metralhadoras Vulcan sendo carregadas por aí que nem confete e pingue e pongue com lança foguetes. As vozes dos membros da equipe sugerem… até cerca de 60% do game, que eles estão se divertindo com tudo aquilo. A música é digna da série Halo e traz uma aura de misticismo e coragem, meio… nenhum homem, mulher, criança, peixinho dourado ou filhotinho de cachorro extra fofo fica para trás.

O controle é excepcional e deixou para trás algumas particularidades que Halo teimava em manter. Lembra aquela recarga de arma em RT, pois é, ela fez um supletivo, entrou para uma igreja, casou, tomou jeito e se mudou para o X onde toda a recarga de arma tem que ficar. O RT agora golpeia… no lugar do B, o que faz muito mais sentido, pois todo o uso de armas fica só num ponto do controle. A continua pulando o “salto lunar”… porque seu Spartan meio que flutua um pouco quando pula e clicar o direcional esquerdo continua agachando… o chato é ficar segurando o direcional clicado…. puta esquema bizarro. O mais legal é o LT: Quando a aventura começa você apenas corre com o LT, mas conforme a aventura prossegue pode trocar o Sprint (a habilidade de correr) por outras habilidades, como ficar invencível e completamente irremovível, ficar invísivel (ótimo para Snipers e Campers, suas balas também não fazem barulho) ou enviar uma holografia sua para a frente uns dez passos enquanto você corre em outro direção. O covenant mete fogo na holografia e você sai fora e recupera o escudo.

 

Mas o que realmente vai ganhar você, porque foi o que me ganhou e também a minha linda esposa, é a história. Ela começa devagar, com um exercício de rotina, seguido de um conserto de uma antena… tudo vai ficando quieto… os lugares vão ficando sombrios… tensos… MEU DEUS O COVENANT… DEUS OH DEUS… FOGO… FOGO NELES!!!! É como Aliens, de James Cameron, quando você finalmente vê os aliens você já está com medo de toda a maldita-base-abandonada-cheia-de-coisas-que-fazem-barulho-e-parecem-inimigos-chegando-pelas-suas-costas. E quando o covenant aparece, eles não são o Covenant cansado de guerra de Halo 3, ou o covenant limitado pela capacidade do processador de Halo 1. Não senhor! Esse é o covenant no auge… preparado para batalhar… preparado para vencer. Seus líderes estão vivos… suas tropas motivadas… suas equipes preparadas. E os elites estão de volta. Melhor armados que os brutes e centenas de vezes mais rápidos e inteligentes, os Elites mostram porque nós tínhamos achado Halo 3 fácil demais. O Gameplay é rápido, decisivo, enorme, cheio de veículos, bases, estradinhas, entradas, batalhas maiores que a vida e veículos. E os veículos variam muito mais… dos já conhecidos Mongose e Warthog até os novos como as naves Sabre e Longsword, cada uma mais legal que a outra.

Em suma, se você já gostava de Halo, esse é o jogo que o fará encontrar sua cara metade, destruir o universo com ele e partir para o abraço. Se você, no entanto, não gostava de Halo, esse game fará um trabalho excelente de convertê-lo ou, pelo menos, diverti-lo. Super mega recomendado.

Jogando: Sonic Generations

Sonic 4, excelente. Sonic Colors, muito bom. Agora Sonic Generations chega e é muito muito legal. Será que podemos dizer que Sonic.. não… eu não me atrevo… mas… será que é possível dizer que Sonic voltou a ser bom?!

Seguindo a risca o nosso manual de instruções para socorro de ouriços super sônicos (clique aqui) a SEGA dá um sumiço no panteão de amiguinhos imbecis (com uma ótima desculpa, eles foram capturados em uma diferença no quantum-espaço-tempo), reforma e desimbeciliza Tails tornando menos inconveniente e muito mais fofinho, diminuí um pouco a velocidade das partes “3D” onde você está livre para controlar Sonic e faz com que a maior parte do game se passe em “2D” com visão side-scrolling e excelente música – nada mais de bandinhas pop com músicas motivacionais.

 

A estória é… bem… Sonic…uma força maior quer destruir o tempo-espaço-continuidade (que eu nem vou tentar explicar o que é porque eu não saberia direito como fazer isso sem gastar umas 16 horas, mas basicamente é a realidade fotografada de fora sob ações de todas as suas forças contabilizadas em dado momento do tempo) e rapta os inimigos do Sonic clássico (baixinho, gordinho, fofinho e com voz de Mickey) e do Sonic moderno (estiloso, posudo, magérrimo e com voz de cantor pop de segunda) e os Sonics (Esse plural está certo?) devem juntar forças para libertar seus amigos e destruir esse novo mal, correndo muito muito depressa (porque aparentemente isso corrige o tempo) e repassando por diversos estágios e inimigos de seus jogos mais antigos. Você vai revisitar Green Hill Zone de Sonic 1, a praia do primeiro estágio de Sonic Adventure (com direito a ser perseguido por uma baleia), além de fases de Sonic Rivals, 2, 3, Adventure 2, Advance, Advance 3, entre outros. Os chefões também são advindos do passado de Sonic, como Perfect Chaos e Metal Sonic, com vários pequenos mimos aos fãs na maneira como os chefes e o cenário são apresentados.

Graficamente o jogo é uma mescla entre Sonic 4, mas com um Sonic mais gordinho e sorridente, e Sonic Colors, só que um pouco mais devagar (agora você consegue ver o que está acontecendo) – é bonito, estilizado, colorido e cartunesco, com um “q” de videogame retro, principalmente nas fases do Sonic clássico. O jogo apresenta design e animação diferenciados para os inimigos de ambos os Sonics assim como um completo set de animação diferenciado para os personagens principais – Nada mais justo visto que o Sonic clássico e o Sonic moderno são tão parecidos quanto água e fogo. O som não é tão bom
quanto o esperado, as músicas clássicas da franquia receberão um tratamento eletrônico meio esquisito e não convencem – você ainda tem acesso as versões originais delas mas não importa o quanto você gosta delas, este não é um jogo de 2 horas de duração… é um jogo de 8 horas, o que na prática significa que você vai ficar ouvindo as mesmas músicas que gosta durante um período longo o suficiente para criar ódio mortal delas… ou começar a ouvir ordens satânicas ocultas na trilha sonora.


O controle é excelente e responde no talo, seja com o Sonic clássico, em que todos os botões pulam e apertar para baixo seguido de algum botão faz com que Sonic guarde momentum rodando no mesmo lugar, seja como o Sonic Moderno, que tem ataque teleguiado (estando no ar espere surgir a mira no inimigo e aperte o botão de salto de novo) e guarda momentum com um toque de botão. Alguns mini-games (ruins) opcionais permitem controlar ou requisitar ajuda de membros já salvos da galeria de amigos do ouriço… mas eu realmente não sei se você conseguiria extrair qualquer quantidade de prazer de jogos que fazem “Vai pescar (Go Fish!)” parecer ciência nuclear.

No final Sonic Generations é uma carta de amor aos fãs. A Sega pegou o que realmente funciona em cada bom game do Sonic e somou isso em busca de agradar a gregos e troianos. O mais incrível é que funcionou!!! Sonic Generations é rápido sem ser impossível, muito divertido e, o melhor de tudo, ri muito de si mesmo lembrando os sucessos e os fracassos da franquia. O terceiro jogo do Sonic no período de um ano que eu posso recomendar…

... é isso aí pessoal… parece que o ouriço favorito de todo mundo está, realmente, de volta!!!

Quer saber a história de Mass Effect 3? A net te conta…

O servidor russo da Bioware sofreu um vazamento de dados durante o último fim de semana (alguém poderia me explicar porque a Bioware tem um servidor na Rússia…. por acaso desgraçado é movido a Vodka) e entre os suculentos vídeos e detalhes saíram boa parte dos scripts do game!

São scripts antigos, que sofreram mudanças enormes, mas se você realmente quiser ter a experiência pura de Mass Effect 3 e verdadeiramente se surpreender, eu não recomendaria lê-los.” diss Jesse Houston, diretor de comunicação da Bioware, sobre o vazamento de informações (o que em bom português quer dizer “As informações que vazaram são spoilers absurdos que vão dizer quem mata Shepard, quem transa com ele/ela e como no final ele decide se unir aos reapers e varrer o universo em seu império… então não leiam e paguem-nos milhões – hua hua hua hua hua hua!!!”).

Houston ainda afirma que a Bioware está estudando como houve o vazamento de informações e que deve descobrir em breve, mas garante que o processo não irá atrasar Mass Effect 3 “ME3 é um colosso. E ele chega, como estiver, em Março de 2012.”.

 

O Mini tem Halo 2 – E nós realmente gostamos disso!

Eu gosto de Halo, o Mahou joga Halo, o Raphael ainda está começando em Halo e a Mi… bem a Mi não curte muito… quer dizer… mais ou menos… mais pra menos do que para mais. Só que o Mini precisava de um Halo dois, e eu não vou esperar mais 3 anos para jogar um remake no aniversário de 10 anos do game, logo íamos atrás de um game de Xbox.

E achamos um CIB – Complete in Box => Completo na caixa, que é como os colecionadores de games chamam os jogos que estão em perfeito estado. Só que esse tinha um ponto ainda melhor. Ele estava novo! Novo! Lacrado! E eu fui o primeiro a abrir. Com vocês um retro-unpacking de Halo 2 do Mini.