Jogando Castlevania: Rondo of Blood

Akumajo Dracula X Chi no Rondo é o nome original desse game…. and boy oh boy, ele é difícil… aliás me permitam um arroubo… ELE É FODA DEMAIS!!! Sabe Castlevania 1 foda…. Contra foda… Ninja Gaiden foda… esse tipo de foda. O game originalmente saiu em CD para o PC Engine (Turbo Grafix 16) e jamais tinha vindo para o ocidente até 3 anos atrás, quando veio junto a um remake em 3D de si mesmo, para PSP, em Castlevania X Chronicles. Muitos fãs esperavam que o game chegasse ao Virtual Console e, finalmente, suas preces foram ouvidas… mas será que valeu a pena? Vamos descobrir…

Graficamente Rondo of Blood, ou ROB como vou passar a chamá-lo, era uma obra de arte, no departamento gráfico, quando foi lançado no ínicio da década de 90. Efeitos de luz e sombra muito bem feitos, animação soberba, cenários variados e um estilo gótico “castlevaniano” arrancaram críticas soberbas ao game na época. Depois da obra de arte, que é uma continuação direta deste game – devo acrescentar, Castlevania: Simphony of the Night, fica difícil ser impactado da mesma maneira por ROB, mas a qualidade do game é aceitável mesmo em comparação aos melhores games de plataforma da atualidade. Apenas não vá com muita sede ao pote. O som é animal! ANIMAL!!! Ainda tem toda a qualidade do CD e é simplesmente perfeito, com faixas gélidas, animadas e temas para chefões que vão ficar cravados em seu coração (algumas músicas conhecidissimas de Simphony of the Night surgiram nesse game); e mesmo com as falas em alemão (as legendas são em japonês… vai entender) dá para perceber a qualidade e quantidade de trabalho que foi mergulhado nesse game na época de sua criação.

O controle é muito bom, e muito simples: 1 ataca e 2 pula, pra cima mais 1 lança a arma especial. Igual o TurboGrafix 16 e igual os castlevanias do NES. Só que o monstro não dorme no controle – ele dorme na jogabilidade. Sim, porque ROB é um game das antigas, no velho sistema de Ghoul´s and Ghost´s, onde os inimigos são cruéis, vem pra cima e arrancam um quarto do life por ataque. O sistema onde o seu personagem saiu do chão para um salto e ele mantém o mesmo direção e altura que tinha quando o botão foi apertado, nada de controles no meio do ar… não senhor… porque facilitar? O sistema onde você só usa o chicote em uma direção – para frente – tendo que se virar para encaixar o padrão rocambolesco de ataque dos inimigos no caminho do seu chicote. E esse sistema… essas velhas normas da jogabilidade que criaram diversos clássicos das antigas… parece zombar dos jogadores que querem apenas conhecer ROB e ver as raízes de Simphony of the Night.

Em suma… compro ou não compro? Se você está em busca de um desafio (eu estava), conseguiu se divertir com os castlevanias do NES (os bons, o 1 e o 3 – eu consegui) e consegue sobreviver ao desalento de perder chicote em oito direções e trocar de arma (eu consegui) esse game certamente vale muito a pena – a abertura é fantástica, as cenas em animação são muito bem boladas e o final é igualzinho, da música ao gráfico, a cena inicial de Simphony of the Night. Além disso ele tem um personagem extra, Maria, que aumenta, e muito, o fator replay e diversos caminhos com chefes diferentes. Agora se você achou o Castlevania do SNES difícil, não vai conseguir voltar a usar só o chicote e não aprecia a masoquista arte de dominar um estágio pela repetição, definitivamente esse não é um game para você. Consiga um Cd com a música do game e toque-o durante algum outro game de sua preferência… você vai se amarrar.

De qualquer forma, super recomendado. 900 Nintendo Points muito bem gastos!

Retrô – o seu espaço de Virtual Console

Blaster Master

Sim! Mais um clássico do NES, com direito a apresentação cinemática e aquela dificuldade brutal, chega ao virtual console. Blaster Master tinha uma das capas mais esqueciveis da história e uma das apresentações mais imbecis do universo (o sapo de estimação do menino foge do “áquario” e vai para o quintal, onde acaba entrando em contato com um frasco que foi desenterrado por uma tempestade, onde tem o simbolo internacional de material nuclear. O sapo fica enorme e salta em um imenso buraco, no fundo da propriedade. O menino, sem nem titubear que sua família enterrou lixo nuclear no quintal, salta atrás do sapo Hulk e acaba por… nossa que coincidência… encontrar um super tanque no fundo do buraco e usa o super tanque e um super traje (pink) para encontrar e destruir o sapo abominação) mas quem dá a mínima para isso… O JOGO É BOM PRA CARA@#$!!! Gráficos bem legais para um 8 bits, som esquecível, controle no talo e fase após fase de ação sem escalas, com alternância entre visão isométrica e side-scrolling. Game muito bom, seu, por bem gastos, 500 Nintendo Points.

Final Fantasy IV

O primeiro Final Fantasy do Super Nes ganha seu lugar no Virtual Console… e… bem… eu ficaria com a versão do Nintendo DS. Os gráficos são fracos (havia outros RPGs na época com gráficos bem melhores), parecidos com FF 3 do NES, o som não surpreende ninguém e o controle é basicamente inexistente. A história envolve os cristais (de novo) e segue o cavalheiro negro Cecil, enquanto ele tenta impedir o feiteiceiro Golbez de usa-los (os cristais) para destruir o universo, as crianças, os esquilos e os peixinhos dourados. Se você realmente tiver que jogar todos os Final Fantasy.. pegue. Caso contrário, gaste 800 Nintendo Points em outro lugar.



Ghoul Patrol

Você jogou “Zombies ate my neighbors”, também da Lucasarts? Não… então Ghoul Patrol pode te interessar. Essa continuação retira o básico de seu predecessor e põe um pouco mais de cor no cozido. Visão isométrica criando uma ilusão crua de 3D, com gráficos funcionais, som ridículo (os montros mais assustadores soam como um senhor de meio idade fazendo barulhos com o sovaco) e controle escorregadio carregam você por um sem números de estágios em que você deve salvar as pessoas de basicamente todo o tipo de monstro que os filmes de Hollywood criaram em algum momento. Parece ruim? Talvez por que seja! Seu… se você realmente quiser… por 800 Nintendo Points.

Final Fight 3

Final Fight foi sensacional, Final Fight 2 nos mostrou que a forma estava envelhecida… Final Fight 3 mostra que com os ajustes corretos ainda dá para curtir um Beat´up. Controles excelentes, gráficos de final de plataforma (lembravam os primeiros games do PS1), Som esquecível (o problema é que o som de Street of Rage, o concorrente direto da série Final Fight é tão bom, que qualquer coisa que você ponha aqui fica meio fraco) e uma colagem de clichês criam um game que não é memorável, mas está longe de ser ruim… quatro personagens, quatro estilos de luta, quatro botões no controle e umas 3 horas de bordoadas até o chefão final. Seu por 800 Nintendo Points.

Pilotwings

Ele era um dos primeiros games do SNES, basicamente uma demo técnica das capacidades de mode 7 do aparelho, mas nos jogamos o desgraçado até o %& fazer bico… e foi bom! Pilotwings era raso, direto e não deixava margem para erro… ou você mandava bem ou podia passar o controle – contava com cinco “esportes” áereos (light plane, rocketbelt, hand gliding, skydiving e chopter) e conseguir a medalha de ouro dava trabalho. Honestamente é um jogo bem simples, que não deve encantar os gamers mais novo, mas aqueles que tiveram um Supe Nes nos idos de 1991/92 tenham a obrigação cívica de comprar esse game – 800 Nintendo Points.

Super Smash Bros 64

Eu sei que não tinha aquele 64 no final… mas foda-se… por que para mim game do 64 tem 64 no final do título. Agora que tiramos isso do caminho vamos falar de SSB 64, um game que roubou mais horas de mim do que uma especialista em sexo tântrico poderia pensar em conseguir, colocando 8 amados (12 se você ativar os secretos) personagens da Nintendo frente a frente para resolverem suas diferenças na bifa. Gráficos bem legais (agora está no inferno poligonal.. mas na época era o que havia), som fantástico (tudo bem que nenhuma música era original… todas eram remixes de outros produtos nintendo) e controle perfeito… PERFEITO… faziam desse game uma necessidade. Se você não tem Brawl, compre esse game até a hora que tiver tempo para ir comprar Brawl. Se você tem Brawl, compre esse game para se lembrar de como tudo começou… e se você não gosta de Smash… você tem problemas que precisam de drogas de tarja preta. Seu por 1000 Nintendo Points.

Alex Kidd in Shinobi World

Você gosta de Ninjas? Gosta? E gosta de inimigos demoniácos e de longas lutas de espada? Que bom. E de chefes gigantescos e arremesos de shurikens? Sim? Então vá o próximo review… porque Alex “xexelento” Kidd in Shinobi “fedido” World não tem uma gota de aventura Ninja em si. Claro que Alex Kidd, um mascote com o mesmo carisma de uma colonoscopia, está vestindo um pijama que lembra… vagamente… se você estiver sob medicação pesada, um kimono ninja. E que algumas partes do game ele carrega uma espada. Mas esse game continua sendo uma Alex Kidd e eu continuo com a minha posição de que a SEGA devia ter parado Miracle World. Algumas coisinhas fofinhas sem mais nada para fazer resolvem que vão ficar no seu caminho e você vai pular sobre a cabeça delas, dar socos nelas, espadadas ou soltar shurikens azuladas nelas. Os gráficos são rosa bebê, o controle é escorregadio, o som causa esclerose multípla e, provando que são um povo muito inteligente, após os japoneses terminarem de fazer esse jogo ele foi lançado NO MUNDO TODO, MENOS NO JAPÃO. Se isso não disser nada.. eu não sei o que diz – seu… se você quiser um enema.. por 500 Nintendo Points.

Shadow Dancer

Agora sim estamos falando de Ninjas. Ninjas assassinos, com shurikens, espadas, feitiços e… cachorros. Sim, uma das marcas de Shadow Dancer é que você tinha um cachorro, que era como um ataque especial – você segurava o botão e o cachorro marcava o inimigo e depois voava nele. Literalmente voava – o cachorro virava uma mancha de tão veloz e mordia o inimigo por um tempo, mas do que o suficiente para você ir lá e acabar com a raça do desgraçado. Além disso você tinha magias que destruiam tudo na tela (e tiravam bastante life dos chefes) e chefes QUE OCUPAVAM TODA A TELA. Gráficos que ainda são bons, som animal (a música dá fase de bônus ainda é cantada por mim e pela patroa) e controle perfeito dão o toque que esse game é sensacional. Seu – por muito muito bem gastos – 800 Nintendo Points.

Sonic & Knuckles

Sonic 3 era pra ter sido enorme. ENORME! Mas o projeto foi dividido em dois games… Sonic 3 (que ficou sem começo nem final) e Sonic & Knuckles que foi o primeiro cartucho com a tecnologia Lock-on, que permitia colocar Sonic 2 e 3 sobre o Sonic & Knucles e abrir novas fases, novos trechos e jogar com o Knuckles – embora porque alguém iria querer jogar com uma doninha com luvas de boxe que corre na metade da velocidade do personagem principal escapa ao meu raciocínio. E é isso! Os gráficos eram os mesmos de Sonic 3 – bons, não excelentes, mas bons – o controle era o mesmo de Sonic 3 – Perfeito – e o som era… o som era novo.. e bom! De resto é um… game do Sonic… para se jogar com Sonic 3 e fazer o game fazer sentido. Para usar o lock-on você tem que ter o Sonic 3 ou o Sonic 2 também no seu virtual console e o sistema detecta sozinho. Se você nunca jogou… vale pera curiosidade – 800 Nintendo Points.

Retrô – Seu espaço para o virtual console

A Boy and His Blob: Trouble on Blobolonia
Nes – 500 Wii points

Eu sabia que esse dia iá chegar. Tem jogos… que quando explicados… soam tão divertidos quanto uma lição de história da euro-ásia, da época em que não aconteceu nada de importante, que houve paz duradoura, com detalhes mínimos, inclusive os difícies rituais de acasalamento bovino dos beduínos locais. Então … (pensa no que falar)… A boy and his Blob, que vou passar a chamar de BBTB, é um desses games. Você tem um side scroller bem simples, em que você controla um menino sem nome, que joga feijões mágicos, que faziam seu blob, que é uma cópia descarada do Gloop e Gleep dos Herculóides (se você não lembra disso… ou nunca ouviu falar, porque eu estou ficando velho, por favor, youtubison) mudar de forma para atacar os inimigos, te ajudar a ultrapassar buracos, subir barrancos ou virar uma parede sem utilidade (dica, jogue o beam de mel e depois o de ketchup… sim aquele que ele não come). Parece ruim quando se descreve, mas considere que esse game tinha uma dificuldade gostosa, que nem te massacrava nem xingava sua inteligência, alguns dos melhores gráficos do NES (são horríveis hoje… mas se quer gráficos vai pegar a versão nova) e jogabilidade no talo. Era divertíssimo e se você quizer fazer o teste são apenas US$ 5,00… muito recomendado!

Shinobi (arcade game)
Arcade – 700 Wii points

A versão do Mega Drive/Genesis não saiu faz um mês e pouco? Por que a versão Arcade do game agora? Se ela fosse milhas superior a versão doméstica eu acharia que talvez eles quizessem ter conseguido um dinheiro extra cobrando dos apressadinhos. Mas como a versão Arcade é mais curta, mais bonita, mais bem acabada, mas com menos movimentos, menos habilidades e menos inimigos ela é quase uma versão alternativa do game do MD/Genesis. Eu acho legal… mas não recomendo a ninguém que não seja um fã dos mais ardorosos da saga Shinobi… você vai se decepcionar com essa versão lavada do game da Sega.

Street Fighter II
Turbografix 16 – 600 Wii points

Não… eu me recuso a falar sobre um game de 1993, cujas as diversas evoluções já estão disponíveis para Virtual Console de uma série cuja o supra-sumo está comentado logo abaixo! Nem mesmo a empresa de games do meu coração pode esperar escapar impune de uma tentativa baixa e gananciosa de estorquir dinheiro de saudosistas!

Super Mario Kart
Super Nes – 800 Wii Points

Super Mario Kart original, que criou uma legião de seguidores, chega ao virtual console criando um ponto de interrogação em nossa testa. Embora seja um game clássico, que criou uma era e deixou para trás um legado, não há como deixar de dizer que os gráficos da versão do SNES são extremamente datados, sua música já foi melhorada pelas diversas versões portáteis e, aqui está o prego do caixão deste game, uma versão melhor gráfica, sonora, multiplayer e no departamento de jogabilidade disponível no Virtual Console por 200 Nintendo Points a mais: Mario Kart 64. Ainda assim esse é um jogo clássico por todas as medidas do termo…

The Combatribes
Super Nes – 800 Wii Points

Ah! Os anos 90! E suas infrutíferas tentativas de resgatar suas raízes nos fortes e hiperdimensionados anos 80. Combatribes era o novo Double Dragon… ou pelo menos uma tentativa muito honesta dos criadores do primeiro game de encontrarem a formúla dos ovos de ouro por uma segunda vez. Você escolhia entre três “homens fortes” (o game os chamava de strongmens), Berserker, o loiro, que era mediano em tudo; Bullova, o negro, que era o mais forte de todos, mas mais lento e Blitz, o índio cabeludo, que era bem rápido, mas meio fraquinho e fazia farelo de quem cruza-se o seu caminho em direção ao chefão final. Havia ceninhas contando a história do game mas… francamente… quem se importa? Vá até lá e acabe com todos eles… a e não esqueça seu pretexto. Fantástico e bem divertido. Super recomendado!



Street Fighter Alpha 2

Super Nes – 800 Wii Points

Quem tinha um Super Nes tinha centenas de bons jogos para espetar em seu monstrinho branco… mas nos idos de 1996 o PS1 e o Saturn vinha mostrando sua força (quer dizer… pelo menos o PS1 vinha com força… o Saturn tinha educação e um sorriso encantandor que não disfarçavam o fato que era um Mega Drive vitaminado). Foi aí que, com o auxílio do chip S-DD1 (que permitia descompressão gráfica rápida e visuais mais coloridos), o Super NES conseguiu receber um dos melhores games de luta de todos os tempos… Street Fighter Alpha 2! E era lindo. Certamente era mais lento que sua contraparte do PS1 e a palheta de cores e efeitos de luz era bem menos estonteamente, mas quer saber, NÃO davá-mos a mínima, pois era Street Fighter Alpha 2 no meu SNES. E ainda tinha a vantagem de rodar Super Mario RPG, Super Mario World e Chronno Trigger quando não tinha ninguém para tirar um racha!



Metal Slug 2

Neo Geo – 900 Wii Points

Não há muita coisa em Metal Slug 2, que o diferencie de Metal Slug 1. Você ainda anda para a direita, libertando refém, e atirando em qualquer coisa que tenha a infelicidade de se mexer, se chacoalhar, te olhar estranho ou meramente ter a falta de sorte de estar lá. Se for atingido pelas múmias ou pelo líquido que os morcegos derramam você vira um múmia, o que o deixa praticamente injogável, e se comer muitos itens de comida você fica gordo, ficando mais lento, só que muito mais forte (e suas granadas viram tortas e suflês). No mais é a boa e velha cartase que a SNK aperfeiçoou ao nível de arte.

Retro – seu lugar para o Virtual Console

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Final Fantasy – NES
600 Nintendo Points

Se você não conhece um dos RPGs mais cultuados, amados e conhecidos do planeta… está tudo bem, já que ele saiu em 1985 e é possivel que você nem estivesse vivo. Mas ele foi relançado tantas e tantas vezes que é bem provável (se não impossível) que você nunca o tenha visto/jogado. É a quintessência dos J-Rpgs, com quatro personagens que você pode nomear e tem que subir de nível e uma história envolvendo cristais e o fim do mundo. Só um problema… o jogo é tão antigo e, para nossos padrões atuais, tão simplório, que se pegar essa versão do NES você provavelmente o detestará. Fica por sua conta e risco.

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Rygar – ARCADE
600 Nintendo Points

Side Scrolling bem legalzinho, com boa música, gráficos funcionais (eram bem melhores quando o game surgiu) e controle dez. É tão mais-ou-menos que é difícil achar algo para falar, então se tiver encarado diversos outros side scrolling pedreiras e tiver particularmente gostado de Dracula X (ou Castlevania 3), é a sua praia. Se não… nem passe perto.

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Final Fight 2 – SNES
800 Wii points

Falando em jogos medíocres, eis um game que não é tão bom quanto o 3, tão clássico quanto o 1, nem particularmente impressionante quando comparado com outras coisas lançadas a época. Em suma, é um beat´up com bons gráficos, música ruim (tem até uma fase com uma espécie de… de… (vomita um pouquinho na boca) de polca) e controle legal. É legal… mas Street of Rage 3 é bem melhor.

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Phantasy Star – Master System
500 Nintendo Points

Oh, Yeah! Jogão, que chegou no Brasil no começo da década de 90 totalmente em português pela mão da Tec Toy. Ótima história, extremamente envolvente, gráficos… hum… nostalgicos… tá bom, são ruins, mas a história é tão boa, que você provavelmente nem vai ligar. Música composta por briga de mosquitinhos (beep BEEEeep beep zum beep) e controle legal. Agarre se quiser um excelente RPG e não ligar para os gráficos.

Esqueça Goldeneye… a RARE já esqueceu.

Se você tinha qualquer esperança de reviver seus dias de glória quando colocava todos no chinelo com suas vastas habilidades em Goldeneye, do Nintendo 64, pode colocar uma bala na cabeça… pelo amor de Deus, na cabeça da idéia (embora alguns fãs mais hardcore vão realmente quere colocar uma bala na testa).

Na seção de perguntas de seu newsletter, publicado em http://www.squareenix.com, o  ‘Scribe‘, a Rare, de forma muito eloquente, colocou as más notícias, diante da pergunta se o game poderia ser lançado tanto no Xbox 360 Live Arcade quanto no Wii Virtual Console (para quem dormiu nos últimos trinta anos, ou nunca usou o Wii na rede, é o serviço de download de game, tanto da Microsoft quanto da Nintendo, respectivamente): “That was some time ago, my friend,” (isso foi a algum tempo atrás, meu amigo) disse o Scribe “Fate was against us that day. Destiny conspired to raise the hurdles even as we attempted to clear them, resulting in unpleasant groinal injury. I suspect we’re long past the stage where an agreement was on the cards, but you never know. Stranger things have happened… somewhere… probably.” (O destino estava contra nós naquele dia. O destino conspirou para quebrar nossas negociações mesmo enquanto nos tentavámos criar novas saídas, resultando numa condição bastante incoveniente. Suspeitamos que o estágio que negociar estava na ordem do dia passou, mas nunca se sabe. Coisas estranhas aconteceram… em algum lugar… provavelmente.).

A Rare seguiu com a vida… acho que todos nós deviamos fazer o mesmo!

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Os 10 melhores games do NES! Os 10 melhores jogos do NES! Os dez bam bam bam do NES!

Nenhuma… e eu repito, nenhuma, lista de NES será igual – O Nintendo Entertainment System tinha tantos jogos bons e penetrou nossa infância de um jeito que seria impossível simplesmente definir os melhores games. Então utilizamos três ferramentas de crítica:

1 – O jogo ainda deve ser divertido hoje (Todos os games nessa lista receberam entre 3 a 4 horas de jogo antes que alguém percebesse)

2 – O jogo tem que ter definido as raízes de algo

3 – O jogo tem que ser um clássico

Respondendo a todos esses pedidos, eis os 10 melhores do NES

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Retro – Seu espaço para o virtual console

Sim…. oh por Deus! Sim! Três semanas diretas de puro orgasmo digital e a semana que vem já reluz com o que será o fim de uma das trilogias gamísticas mais conhecidas da época em que EU era um pré adolescente – e um bando de vocês também.

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Super Star Wars – A new Hope

Só há duas explicações para uma pessoa não gostar de Star Wars: ter um nível de retardo tão avançado que não consiga perceber (e se animar) com um maravilhoso conjunto de luzes e músicas  OU estar clinicamente morto! Se você não se enquadra em nenhuma das categorias esse game (e os filmes) são para você. Esse é um remake, super buffed, mega bombado, nitro com queijo e picles da versão Nes do primeiro filme de Star Wars e segue de forma bastante interessante a história com uma mistura bastante inovadora  (principalmente para a época) de jogo de plataforma com direção de veículos e combate espacial – tudo isso regado a músicas diretamente tiradas dos filmes (e maravilhosamente geradas pela placa de som do SNES), gráficos nítidos e bem animados e um controle de chorar de tão bom. O único problema era que você não usava o lightsaber, mas o capítulo final, com você voando como um morcego fugindo do inferno, no meio daquela trincheira na estrela da morte, com o Tie Advance X1 do Darth Vader no seu encalço faziam tudo valer a perna. Seu, por muito, mas muito mesmo, bem gastos 800 Nintendo Points.

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Super Star Wars – The Empire Strikes Back

Como você torna um ótimo game ainda melhor? Coloque mais estágios, mais combates, leveis mais longos, inimigos com uma inteligência artificial melhor e LIGHTSABERS!!!!!! Todo mundo comigo agora: LIGHTSABER!!! LIGHTSABERS!!! Sim! Finalmente você podia tirar “a espada laser” da cintura de Luke Skywalker e tirar filés de tamanho variados dos stormtroopers. Além disso a fase mais bonita de nave que eu joguei em TODA A BIBLIOTECA DO SNES está nesse game : a fase da Cloud City – se nunca teve a oportunidade de ver um dos mais belos games do SNES, com gráficos fantásticos, som animal e controles soberbos, eis uma oportunidade de 800 Nintendo Points para ver o melhor dos filmes transformado em um game sem proporção de tão bom!

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Super Star Wars – Return of the Jedi

A Trilogia clássica acabava aqui – e aqui também acabavam os games de Star Wars no melhor videogame de todos os tempos. Com gráficos no mesmo (soberbo) nível de “The Empire Strikes Back”, som ainda mais animal (graças a uma tecnologia criada pela Digital Interactive – uma empresa da Califórnia que criou, entre outras coisas, o padrão DIvx) e controle um pouquinho menos glorioso que o de Empire (as vezes os personagens escorregavam um pouco) “Return of the Jedi” trazia mais fases, mais poderes jedis, a possibilidade de se jogar com Leia, Wickit (o Ewok) e Cheebaca (o Chewie, o Wookie mais bonitão de todos os tempos) e um nível de dificuldade, que embora não fosse tranqüilo, era pelo menos mais aceitável que seus impiedosos antecessores. A finalização de uma triologia que vale muito ser jogado – seu por 800 Nintendo Points, a partir do dia 31/08/2009.

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The Revenge of the Shinobi

Ei… mas esse é o primeiro Shinobi. Como pode ser a vingança? Eu explico. Na época do Master System/Mark System III e do Arcade, a Sega lançou Shinobi, onde contava a história de Joe Musashi (Joe???), um super ninja que por alguma razão bizarra andava por aí vestido como um soldado e jogava … eeehhh… um pixel (que o manual insiste em chamar de shuriken, embora seja quadrado e definitivamente desafie toda a lógica e as regras de aerodinâmica) para salvar um monte de crianças de maléfico império Zeed. Massacrados o império decide se vingar (Senhor! Senhor! O Senhor tem certeza de que é uma boa idéia seqüestrar a futura senhora de um ninja que, sozinho, varreu o chão com nossos homens do centro de Nova York até nossa base secreta no Tibet? Não seria melhor deixar a madame dele em paz senhor e tentar fazer algo menos autodestrutivo como, sei lá, pular de pára-quedas sem o pára-quedas, senhor?) fundando a organização Neo Zeed (putz! 10 pontos pela originalidade) e seqüestrando a noiva de Joe,  Naoko. Puto da vida e sem nenhum sexo para extravasar Joe saí em busca de vingança e daí vem o nome – é claro que a vingança de Joe envolve ele atravessar 8 estágios com músicas animais, gráficos muito bons (não envelheceram tão bem quantos os de Shinobi III, mas ainda assim bons) e controle perfeito enquanto surra leva após leva de ninjas e cães da Neo Zeed. Seu, por muito bem gastos, e muito clássicos, 800 Nintendo Points!

Clássicos… que você perdeu! (Super NES)

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DoReMi Fantasy

7 mundos, com pelo menos 6 níveis e um chefão super animado no final (e normalmente gigantesco) combinados com um mapa aéreo (sim, você já viu isso em Super Mario World) que permite revisitar as fases, que embora não sejam longas contém personalidade e uma quantidade enorme de detalhes = Um pusta side scroller. Esse jogo é bom, bom mesmo, e deveria estar em todos os virtual consoles que queiram levar a namorada/noiva/esposa para o Wii. Além disso tudo, Milon, o personagem principal, tem personalidade e carisma, extremamente bem animado e cheio de habilidades.

Com gráficos sensacionais, controle perfeito e som incrível, esse game vai lhe dar uma sensação de vida e espontaneidade raramente vistas no gênero… pegue-o… você não vai se arrepender!

Outros jogos que Super Mario World te impediu de conhecer…

Plok

Magical Pop’n

Ganbare Daiku No Gensan

Go Go Ackman

Blackthorne

Demon’s Crest

Joe & Mac (Caveman Ninja)

Tiny Toon Adventures: Buster Busts Loose

Umihara Kawase

Power Load Runner

Lode Runner Twin

Super Soukoban

Power Soukoban

Claymates

Boogerman

The Lion King

Bugs Bunny Rabbit Rampage

Cool Spot

Mickey Mania

Disney’s Magical Quest

Mickey and Donald

Mickey Tokyo Disneyland

Miracle Girls

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The Firemen / Ignition Factor

Troque sua arma por uma mangueira de incêndio e os terroristas/aliens/monstros/ninjas por chamas e fumaça tóxica e você terá um jogo muito diferente, mas muito legal, chamado Ignition Factor (na versão japonesa chamava “The Fireman”, tipo um Ultraman…. mas com calças anti-fogo e humano… ). Cada missão especificava como o fogo começou (o que te dizia que tipo de extintores levar – fogo elétrico não pode ser apagado com água, por exemplo) e te dava um shopping ou um prédio, todos com gente presa lá dentro, e te deixava cuidar das chamas. Você era sempre acompanhado por um segundo bombeiro que carregava o machado e levava as vítimas para fora… mas, curiosamente, o game não tinha multiplayer.

Com gráficos funcionais, controle no talo e som bem legal, esse jogo chega a essa lista pela originalidade e pelo tom cartoon que dava aos desastres. Pode parecer estranho quando descrito, mas garanto que é um jogão. Super recomendado!

Outros jogos que você não levou para casa porque tinha acabado de comprar Killer Instinct

Metal Warriors

Phantom 2040

Flashback: The Quest for Identity

MechWarrior 3050

Majyuuou (King of Demons)

Cool World

Disney’s Aladdin

Rendering Ranger R2

EVO – The Search for Eden

Nosferatu

Mazinger Z

Out of This World

Actraiser — (eBay)

Lost Vikings

Skyblazer

Legend of the Mystical Ninja

Equinox

Ghost Sweeper Mikami

Batman Returns

The Adventures of Batman & Robin

Spider-Man: Lethal Foes

Death and Return of Superman

X-Men: Mutant Apocalypse

Marvel Super Heroes: War of the Gems

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Cybernator

Cybernator é um jogador pesado; ele pertence a mesma liga que Super Castlevania e Contra 3. Só que, ao contrário de seus primos mais conhecidos, a atenção maior é dada para o pensamento estratégico e a precisão dos tiros do que para os reflexos rápidos e aos saltos precisos – é difícil fazer os dois últimos quando se está abordo de um Mecha de 100 toneladas equipado com um escudo indestrutível e com uma metralhadora (que pode ser upgrade para lança-chamas, canhão laser ou lança mísseis) . E não desgrude desse escudo, ele é essencial para o jogo, protegendo seu Mecha de todos os tipos de ataque, mesmo dos que vem por trás, fazendo o jogador ter que considerar todos os fatores para só então baixar seu escudo e tentar atingir seus inimigos, deixando-se vulnerável para a chuva de projéteis que vem em sua direção. Pode parecer fácil, afinal o escudo é basicamente um botão de invencibilidade, mas não é! Tente atravessar a primeira fase tendo que pensar quando e como baixar o escudo para não ser trucidado pelo inimigo e vai entender o que estou querendo lhe dizer…

Com gráficos no mesmo nível de Contra 3, controle perfeito e som muito muito muito bom, esse game vai lhe dar uma dificuldade insana, que irá levá-lo ao nirvana dos jogadores Hard Core. Agarre se já tiver acabado com Contra 3 e Castlevania com um pé nas costas… mas esteja aviado – não há lugar para os fracos aqui!

Outros jogos que Super Mario RPG impediu você de ver…

Kiki Kaikai (Pocky and Rocky)

Zombies Ate My Neighbors

Shmups

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Gokujou Parodius

Sim! Um jogo de “navinha” original! E bom! Muito muito muito muito muito bom! E se vocês já leram algum review do Mini sabem como eu sou com relação a jogos de Navinha, mas esse aqui merece essa posição. Normalmente esquecido em relação a Gladius 3, Super Aleste ou R-Type 3, Gokuou Parodius, ou Super Parodius – como ficou conhecido nos Eua, é um shotter horizontal com uma game de personagens prá lá de enlouquecidos: Vic Viper (a nave do game Gladius: Option!!!), Takosuke (um polvo que aparece nos outros parodius e que também é um chefão no game Goemon), Twinbee (um robô bizarro com uma luva de boxe, ele tem um ótimo jogo para o SNES, por sinal), Pentaro (o grande protagonista de “Penguim Stories” da Konami, um penguim voador), Hikaru (é uma moça em roupa de coelhinha da playboy voando em um … bem… um … míssel com uma ponta bem inchada….), Mambo (um peixe de três chifres), Michael (um porco com cara de bravo), Koitsu (um surfista de cabelo e prancha azul), Goemon (Um ninja gordinho, estrela da série de games Goemon/Mystical Ninja), Kid Dracula (o protagonista de Kid Dracula da Konami), Upa (a porra de um bebê voador que solta todo o tipo de tiro da chupeta).

Os gráficos são fantáticos (tem que ver em movimento para crer) e a música e o controle são do outro mundo. É um jogo como poucos e uma conversão perfeita do Arcade… pena que todos os shooters não são bons assim!

Outros jogos que você perdeu por que Star Fox era do caralho…

Strike Gunner STG

Pop ‘n’ Twinbee: Rainbow Bell Adventures

Pop ‘n’ Twinbee

Tekkaman Blade

Aerofighters/Sonic Wings

Blazeon

Cosmo Gang: The Video

Firepower 2000

Super Earth Defense Force

Super Nova (Darius Force)

Thunder Spirits

U.N. Squadron

Wild Guns

Acrobat Mission

Bio Metal

Cotton

Spriggan Powered

Axelay

tmnttf-1

TMNT: Tournament Fighters

TMNT Tournament Fighters nasceu do versus de TMNT Turtles in Time, onde você podia pegar qualquer tartaruga e colocar para lutar com outra para treinar. Ficou tão popular que a Konami resolveu fazer um game inteiro em cima da idéia, criando um game com três meios:  Story Mode, Tournament Mode or 2-Player. 2 Player fala por si e o tournament mode é como um 2 player mas com até 8 jogadores diferentes passando o controle em um torneio. O Story mode, no entanto, é onde a onça bebe água, esse modo permite que se escolha uma das 4 tartarugas e lute contra todos os outros personagens, com uma história sonsa e finais diferentes. A história não é o ponto pesado, mas o sistema de luta é bem feito e muito equilibrado.

O controle, o ponto principal de todo fighter, é excelente – um desbunde. O gráfico é muito bom e o som é funcional. Se você bateu street fighter em todos os níveis e não quer a violência desenfreada de Mortal Kombat, eis o seu jogo.

Outros jogos que Weapon Lord impediu você de conhecer…

Kidou Senshi Gundam W: Endless Duel

Dragon Ball Z Super Butouden 2

Tae Kwon Do

SD Hiryu no Ken (Galactic Defender)

Dragon Ball Z Hyper Dimension

King of Monsters

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Knights of the Round

Se você já chutou a bunda de Abobo, acabou com Shiva e já fez todo mundo na vizinha gritar “Barf” esse é seu próximo game – só que você provavelmente nunca o alugou/comprou porque a capa era mega cafona e você pensou “Ih! Mais um daqueles RPGs difíceis!”. Eu não te culpo… até nos arcades esse game foi meio esquecido. Ele conta a história de Arthur (o Rei Artur), Galahad (o cavaleiro Santo) e Lancelot (o mais bravo cavaleiro da távola redonda) e… bom… aí eles descem porrada em milhares de inimigos ao longo de 7 ou 9 estágios em um beat-up competente com leveis de experiência, bem ao estilo de Dungeon and Dragons (também da Capcom) e Dragon´s Lair (adivinha de que produtora). Cada nível termina com um chefão vagamente relacionado a lenda do Rei Artur e… bem… vai jogar – Tenho certeza que não vai se arrepender!

Com aqueles gráficos lindíssimos, que só SNES conseguia, Som perfeito (com a equipe de Mega Man X por trás dele) e controle animal, esse game vai lembrar a você o quanto e divertido atravessar centenas de estágios varrendo o chão com quem te olhar estranho! E você ainda pode pegar um cavalo para ficar mais poderoso!

Outros Beat-em-ups que você perdeu porque Final Fight era “Irado!”

Spider-Man & Venom: Maximum Carnage

The King of Dragons

Gegege No Kitarou

Shin Nekketsu Kouha Kunio-kun – Kunio Tachi No Banka

Shodai – Nekketsu Kouha Kunio-kun

Super Double Dragon

Legend

Battletoads & Double Dragon

Iron Commando

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Lufia II: Rise of the Sinistrals

Lufia 2 é um prequel do esquecido Lufia, que seguiu mais ou menos o mesmo caminho do anterior, mas não por ser um mal jogo e sim porque a competição era meio desleal com ele: Saga Frontier e Final Fantasy IV saíram no mesmo ano! A história se passa 100 anos antes do primeiro jogos, trazendo personagens que só eram citados como lenda e mais uma vez os puzzles tem aquele peso – se está procurando um RPG com dungeons fáceis, VÁ PARA LONGE DE LUFIA 2 – com vários deles por Dungeon. O sistema de combate é complexo sem ser estafante e contém um mínimo de estratégia para não ser irracional, mas mantém um passo rápido, contradizendo o ritmo das dungeons do game.

Com gráfico bens aceitáveis, som excelente e controle funcional, Lufia 2 é um clássico RPG em 2d, onde a história é bem escrita e saborosa (ainda assim recomendo aos interessados agarrar Lufia 1 primeiro e só depois pegar o 2; alguns mistérios criados no primeiro são explicados no segundo!) – vale pelo menos uma tentativa!

Outros jogos que você não pegou por que queria terminar Chrono Trigger

Lufia & The Fortress Of Doom

Live A Live

Romance of the Three Kingdoms 2

Secret of Evermore

Wonder Project J

7th Saga

Bishoujo Senshi Sailor Moon: Another Story

Shadowrun

Breath of Fire

Breath of Fire II

Inindo: Way of the Ninja

Romancing Sa-Ga 3

Shin Megami Tensei

Arcana

Star Ocean

Tales of Phantasia

Dragon Ball Z Super Gokuden: Totsugeki-Hen

Wizardry V

Paladin’s Quest

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Illusion of Gaia

Se você ligar Ilusion em seu SNES e olhar de reliance ele vai parecer um Zelda bonito e com uma música boa … eu sei que Zelda É bonito e que ele TEM a música boa… SÓ QUE ESSE JOGO É UM COLIRIO PARA OS OLHOS E OS OUVIDOS (se é que existe colírio para ouvido!) !!! A jogabilidade é mais orientada para a ação e o jogo é um pouco mais reto, num estilo mais Landstalker e menos Zelda, embora não seja cansativo, os inimigos não estão mal posicionados, mal dimensionados e … pasmem… eles não respawnam (então se você varrer eles de uma determinada parte de uma dungeon e voltar lá, eles não voltam)! O sistema de level-up também é muito inventive: MATE TODOS OS MONSTROS NA ÁREA – o que é grademente facilitado pelo seu radar de monstros – sem ficar correndo atrás de inimigos ou de corações.

Você joga a maior parte do tempo com o protagonista Will, mas em toda a Dungeon você encontra um “Dark Space” que lhe permite transformar-se no cavaleiro negro Freedan, que é bem mais legal, forte, rápido, bacana, bonitão e bem dotado que o paspalho com quem você joga o resto do tempo.

Em suma é um jogão – com gráficos e sons excelentes e controle perfeito. Com certeza vale uma compra e… se nossas fontes estiverem certas…. deve sair Brevemente para Virtual Console! Tomara!!!

Outros jogos que Terranigma impediu você de jogar:

Dragon View

Soul Blazer

Twisted Tales of Spike McFang

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Aerobiz Supersonic

O objetivo em Aerobiz é bem simples: Se tornar a maior empresa de aviação commercial do mundo. Cada turno equivale a um trimestre e suas decisões sobre onde abrir destinos, como mexer nas linhas comerciais para fazer um balanço entre eficiência, custo e fidelização de passgeiros e quando investir em novos aviões para aumentar a eficiência e diminuir os custos podem levá-lo ao topo… ou a falência. Mas, a pergunta que não quer calar, é bom? SIM!!! Por mais insoso que possa parecer na minha descrição o jogo é bom! Não excelente, mas bom. E bem mais divertido que um sim-qualquer-coisa. Se você tiver a paciência de enfrentar a curva de aprendizado desse game, que não é vertical, mas também não é um passeio no parque, você encontrará um game gostoso e muito muito muito muito viciante.

Os gráficos são funcionais e o som é virtualmente inexistente, mas o controle foi bem pensado para dispensar um mouse e o balanço final é positivo e tem gosto de quero mais… recomendado!

Outros que você não alugou porque tinha jogado “North VS South!”

Harvest Moon

SimEarth

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Otoboke Ninja Colossum

Otoboke é difícil de descrever, então eu vou explicar como a gente se sente: Nada! Nada no mundo! Nenhum pecado ou sexo estranho é melhor que a sensação de você esperar três outros jogadores se matarem para jogar um shuriken ou uma bola de aço na cabeça do sobrevivente! Troque as armas ninjas por bombas e você terá bomberman, mas não é tão legal quanto Otoboke! É claro que o jogo tem limitações, as opções não são tão vastas como as de Bomberman 4, por exemplo, e a inteligência artificial é risível… mas este não é um game feito para jogar contra o computador.. não… esse é o tipo de jogo que separa os meninos dos homens… com muitas armas cortantes e ninjas fazendo … Duuuuffff!… quando morrem!

Com gráficos esquecíveis, controle funcional e músicas sensacionais, Otoboke é um daqueles jogos que o dono da locadora comprava por 15 reais e achava que nunca ia alugar. Se tiver a sorte de achar um, agarre!

Outros jogos que você não viu por que tinha Mortal Kombat 3 como multiplayer

Spark World

Bomberman B-Danman

Sanrio World Smash Ball

Pop N Smash

Ranma 1/2: Ougi Jaanken

Super Tekkyu Fight!

Sutte Hakkun

Sports/Racing/Flying

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Rock ‘N Roll Racing

Poucos jogos fizeram minha mulher colocar o som no talo – mas só um jogo de corrida fez isso! Sim! Rock´N Roll Racing (ou RRR para os íntimos) é um jogão, daqueles que saem uma vez por plataforma e acabam esquecidos debaixo de centenas de funestos plágios de F Zero. No futuro corridas sem leis serão realizadas em 6 planetas através da galaxia, com prêmios em dinheiro que são integralmente utilizados para melhorar seu carro ou comprar um carro novo… mas nada disso importa, pois você estará ouvindo “Bring your daughter to the slaughter” e “Paranoid” entre outros clássicos do Heavy Metal enquanto trucida os outros – mais Rock ´N Roll impossível!

Com gráficos bem legais, som animal (e do demo! Risos) e controle perfeito o jogo trás o espírito de Road Rash para o mundo das 4 rodas… e com estilo! Super Recomendado!

Outros jogos que eu acho que você nunca ouviu falar:

Battle Cross

Battle Racers

Super Mad Champ

Super Baseball 2020

Astro Go! Go!

Super Dodgeball

Super Soccer

Super Tennis

Dream Basketball: Dunk and Hoop

Top Gear

SD F-1 Grand Prix

Retro – Seu espaço de Virtual Console

E lá vamos nós… depois de sermos esquecidos pela Nintendo por DUAS semanas (que é isso Nintendo… duas semanas… tá faltando jogo para lançar?)…

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Não, você não está vendo uma versão do Master do classico “commado” da Capcom, com super Joe e o escambau. Você está vendo Rambo 2 – ou mais exatamente o jogo que foi chupadaço sem a menor cerimônia pela US Gold para criar Rambo 2 do master.

Secret Commando é um shooter de visão aerea onde seu objetivo é “Enfrentar o exercíto inimigo e trazer seus colegas soldados da morte certa!” – frase incentivadora do manual. Reparem que o manual te deu uma ordem sem nem se dar ao trabalho de lhe dizer o que seus colegas foram fazer lá ou porquer você sozinho terá que resgatá-los das garras do exercíto inimigo (General! General! – diz o jovem soldado ao velho homem – Não deveríamos ficar aqui onde é seguro e só avançarmos quando tivermos, sei lá, suporte aéreo, suporte terrestre, uma faca, algo assim? – Ao qual o velho homem responde – E deixar seus companheiros morrerem? Tenha bolas! – aquele soldado fugiu, então o General enviou o tiozinho da limpeza e tivemos esse game).

O game é simplório, mal-feito e xexelento, com músicas mornas e sem diferenciação – pessoalmente acredito que o exercíto inglês usou esse game antes da guerra das malvinas, forçando seus soldados a jogarem e então dizendo que foi produzido pelos argentinos. O resultado todo mundo lembra. Você não vai querer comprar esse jogo.

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California Games

22 anos atrás era assim que Wii Sports seria… mas as semelhanças acabam aí. California_Games_Coverart Ao contrário do nível de “polido como a porra de um espelho de prata” do clássico da Big N, Califórnia Games da Epyx é fraco. E perceba que não estou usando o termo ruim… apenas fraco. Os gráficos eram bons quando o jogo foi lançado e a música é inexistente, mas ambos envelheceram como leite… ficaram rançosos e quebradiços, e colocando em perspectiva que esse jogo já foi relançado umas 15 vezes (todos os consoles de 8 bits/16 bits (e o Jaguar) tinham uma versão) você vai perceber porque não estou exatamente saltitando de alegria com o lançamento.

No entanto, o jogo é divertidinho e o controle continua no talo, muito muito superior a versão para o Mega Drive ou Super Nes. O jogo tem 5 minijogos: Surf, BMX, Skate, Patins e uma coisinha de ficar chutando a desgraça de uma bolinha para cima (vou chamar de embaixada) – que divertem por umas 3 horas e aceitam dois jogadores (em alguns esportes – na maior parte deles – apenas um por vez). É ruim, mas bem melhor que secret command, seu por 600 Wii points.

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Tecom Bowl Arcade

Por que eu coloquei arcade aí em cima? Para diferenciar da conhecidissima e divertidissima versão do NES. Eu coloco ese jogo na minha classificação “Socorro, fiquei cego com Eter e não consigo pedir ajuda pois sou mudo!”. Em sua versão do NES você pode jogar com um dos jogadores de um time ou com dois players, cada um controlando um jogador de um time, ou como o treinador, onde você escolhe o movimento a ser feito e seus jogadores o fazem da melhor forma que puderem, os pequenos imbecis acefálos. Mas essa não é a versão do NES! Não! Não senhor! Por que lançar a versão do NES quando podemos cobrar o mesmo para lançar uma versão que não tem o modo treinador, só possui 8 movimentos e que só tem dois times (Os Wildcats e os  Bulldogs) – pelo menos aceita quatro players… mas o único lugar em que você vai achar quatro players para jogar Tecmo Bowl Arcade é na saída de um túnel do tempo que venha direto do século 17 – onde as pessoas ainda ficavam impressionadas com qualquer coisa com luzes e movimento. Os gráficos envelheceram mal, as músicas são mínimas e desengonçadas, o controle é bom, mas sem sal – Seu por, glup, 600 Wii points.

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Sim… SIm…. SIM…. um ponto de luz em títulos infectos que assolam o Virtual Console, Pulseman é um jogão do Mega Drive/Genesis, daqueles que faziam você cabular aula para ir na casa de um amigo que os tinha e ficar lá mandando ver no game. A história é meio estranha: Você é um ser meio humano, meio cybernético, criado pelo brilhante Dr Yoshiyama, que se apaixonou por uma criação dele e uniu seu DNa ao dela, criando você. Só que o resultado de seu nascimento foi que o papai enlouqueceu e soltou centenas de monstros para dominar o mundo, virando o terrível Dr. Waruyama. Agora cabe a você derrotar seu pai e o exército dele e por um fim a ameaça. É meio que uma mistura de Megaman com Jerry Springer (aqui no Brasil substitua o Jerry Springer pela Marcia Goldschmidt e seus quadros tipo – Tive um filho com o leiteiro mas meu marido não quer criá-lo!).

O controle é perfeito e os estágios tem um desenho que o desafia sem cansar ou amargurar – uma especial atenção a dada a habilidade Voltecker, onde Pulseman vira uma bolha de energia e sai queimando tudo no caminho batendo e rebatendo nas paredes – os gráficos são excelentes para o Mega Drive/Genesis e por terem uma direção de arte matadora continuam atuais (parece um game WiiWare ou XBLA – mais um ponto para a eterna luta entre GRÁFICOS MATADORES x DIREÇÃO DE ARTE) e o som é simplesmente fantástico. A duração pode ser um pequeno problema, já que o jogo não chega a ter 4 horas se você for bom, e a dificuldade pode frustar os mais casuais, 3 vidas, 5 continues e 3 energias é tudo que você tem, sem choro nem vela. Mas é um jogão, que com certeza vale seus 900 Wii points.

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Retrô – Seu espaço para o Virtual Console

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Space Harrier

Um dia um homem tomou drogas demais. Ele sonhou que podia voar usando um canhão que disparava tiros para frente e chamas para trás, enquanto lutava com dragões de duas cabeças, elefantes ciclópicos e múmias voadores, enquanto passava sobre uma imensa planície formada de blocos coloridos em duas cores que se repetiam ad infinitum… e você vai jogar o delírio desse drogado. Essa é a única explicação possível para Space Harrier ou Space Harrier 3D… um shooter disfarçado (você comando um toximániaco invés de uma nave) onde você enfrenta centenas de criaturas que… …desafiam a concepção… …. desafiam a… … ao caralho! Que só poderiam ter sido concebidas se você estivesse tão drogado que seria incapaz de discernir a sua mão de um poste. Os gráficos são interessantes e o som é muito simples, com um midizinho que não convence… Seu por 600 wii points!

Sim Earth - The Living Planet

Sim Earth

Algum de vocês tentou jogar Sim City do SNES… e Populous de Mega Drive/Genesis… e Warcraft 2 de PS1/Saturn… e Star Craft 64, no… você sabe muito bem em que videogame. Tentaram? Conseguiram? Imaginei! Todos os jogos sitados são ports de jogos de PC, pensados do chão ao final no uso corajoso, contínuo e absolutamente necessário do mouse. Sem o mouse, por mais incrível que seja o trabalho dos criadores com o controle dos console, os jogos ficam duros e frios. Eis aqui outro exemplo… Sim Earth para SNes não faz feio. Tem bons gráficos (um PC de ponta para 1991), som funcional e um ótimo nível de desafio para um “simulador”… só que o controle é simplemente muito ruim… e embora os programadores tenham lhe permitido mudar a velocidade do cursor durante o jogo, o processo de escolhas e movimentação entre os pontos do mapa, os pontos dos menus e entre os mapas e os menus é complexa e exige treinar uma centopéia para apertar botões junto com você. É uma pena… mas eu não recomendo para ninguém – até porque o jogo é freeware hoje e qualquer carrossa de escritório roda ele, com mouse.