Em Godzilla (Godzilla VS no Japão)! Exclusivo do PS4/PS3 o game está chegando ao Ocidente para permitir que você sinta, de uma vez por todas, como é destruir Tokyo.
Já estamos salivando!
Em Godzilla (Godzilla VS no Japão)! Exclusivo do PS4/PS3 o game está chegando ao Ocidente para permitir que você sinta, de uma vez por todas, como é destruir Tokyo.
Já estamos salivando!
Sim! Por mais incrível que esse número possa parecer!
Em menos de 2 anos!
Esse é o número de unidades vendidas em lojas segundo relatório da Sony de fechamento de Abril (30/04/2015). E percebam que esse é o número de unidades vendidas não de unidades enviadas para lojas. São 22,5 milhões de PS4 vendidos até o momento para consumidores pelo mundo.
Para comparação isso é mais do que o PS2 tinha vendido nesse tempo de vida (e ele é o videogame mais vendido da história), mais do que PS1… diabos… é mais do que o Famicom tinha vendido no Japão entre o lançamento e dezembro de 84!
A Microsoft, segundo dados da Enterbrain, está próxima de encostar nas 13 milhões de unidades vendidas e o Wii U acabou de ultrapassar a marca das 10 milhões de unidades (e ele tem um ano a mais nas costas….).
Sim… isso é fantástico! Que pena que não teremos Uncharted para coroar essa conquista esse ano!
Eu quero começar esse review com o básico aviso que eu nunca fui um fã de Mortal Kombat. Street Fighter sim… MK não. Killer Instinct sim… Mk não. Tinha tudo a ver com a jogabilidade travada dos primeiros games e com o fato que o excesso de violência sempre causou tantas discussões (e como eu sempre estava envolvido em conversas com pais e outros responsáveis, e sempre engajado em grupos relacionados a video game, eu fiquei com raiva de quanto tempo tive que passar explicando para as pessoas que o cérebro dos filhos delas não iá simplesmente ser convertido em gelatina se ele ficasse jogando MK algumas horas por dia).
MK 2 veio e não me cativou. MK 3 veio e não resolveu o problema. MK 4 piorou ele e eu simplesmente desisti dos jogos da série até o Reboot em 2011 (com uma única exceção que foi Shaolin Monks…. que me divertiu bastante). 2011 me provou que a Netherrealms sabia fazer jogos e que o novo MK teria, se não uma jogabilidade brilhante, pelo menos uma bem menos irritante e uma história boa. E eu sinceramente gostei da história de MK IX.
Aí veio Injustice e eu não só gostei da história, que é bem legal, principalmente se você for um fã de quadrinhos, mas os controles, na versão completa (para PS4, VITA e PC) são bem legais. E foram esses controles legais e ação mais fluída que a Netherrealms usou para montar seu novo MK.
E ficou bom! Não ficou excelente, ohmeudeuseuprecisoteressejogodentrodemim bom, mas ficou bem legal mesmo! E a história continua bacana e oferece uma série bem grande de novos personagens para melhorar o roster. A filha de Johnny Cage com Sonia Blade, Cassie, roubou a cena no Brasil por ter sido, mal e porcamente, dublada pela cantora Pitty…
… mas é uma personagem legal e bem construída (tem a vantagem inegável de estar jogando na língua original), a filha de Jax também é bacana, mas os dois novos protagonistas masculinos, um descendente de Kung Lao e o outro que eu não me lembro de que buraco saiu, são bem esquecíveis. Os Quick time events, feliz ou infelizmente, são usados por toda a parte nesse jogo…
… E É ASSIM EM TODAS… AS … CENAS… SEM… A… PORRA… DE … NENHUMA… EXCEÇÃO!
Irrita… mas eu entendo que algumas delas são bem longas para eles darem um Kojima em todo mundo e esperarem que a gente assista sentadinhos. Acho que a Netherrealms acha que somos um bando de adolescentes consumidores de energéticos sentados na ponta da cadeira que não aguentam alguns poucos minutos de exposição.
De qualquer forma os gráficos do jogo são muito legais, usando o mesmo motor gráfico que foi usado em Injustice, com algumas melhoras aqui e ali, principalmente em Luz e Sombra e nas texturas, com o resultado final se mostrando mais do que aceitável. Cenários são grandes e cheios de artefatos, com coisas acontecendo o tempo todo por todo lugar, e com diversos personagens conectados com a cena ao fundo. O som é bem aceitável e segura legal a onda sem problemas graves.
Os controles são sempre o ponto chave em jogos de luta e são eles que vão segurar você jogando ou mandar você de volta para a fila de espera por SF V. E eu tenho o prazer de falar que os controles estão mais do que aceitáveis nessa versão – eles estão tão bons quanto é possível em um MK. O que significa que eles são leves, não tem lag ou arrasto e reagem no talo – não que isso vai aniquilar completamente a jogabilidade pesada e dura natural do MK, mas vai diminuir bastante a sensação de estar controlando um Terminator (a menos que você esteja jogando com um dos ninjas Cyborgs… nesse caso a sensação é exatamente a de estar controlando 300 Kg de robô tentando se mexer como um ninja ^_^). A jogabilidade é como a de Injustice, com o jeitão de MK 9 mas com um monte de simplificações que tornam o aprendizado mais fácil e divertido, somada ao fato de que, ao invés de customização, você tem três opções de personagem por personagem, com golpes especiais, e as vezes sets de golpes normais, completamente diferentes. Na prática é como ter três personagens diferentes por personagem.
O jogo possui o modo histórico padrão, um modo versus um contra um competente (com bem pouco lag), um modo de desafios, semelhante ao star lab challenges do Injustice mas com uma temática mais Kombática (sim… com K… sou um rebelde), e um modo Kripta (kkkkk) que é bem interessante. Diferente de MK 9 ou os MK 128 bits onde você usava a Kripta apenas para abrir novos itens, o novo modo libera itens, movimentos, fatalitys, vídeos, outakes, texturas e tudo mais, enquanto você explora ele em primeira pessoa, conseguindo movimentos de personagens famosos de MK, como o arpão de Scorpio (que permite atravessar buracos) ou os poderes místicos de Sub Zero (adivinha o que eles fazem com água e certos inimigos?) numa espécie de Metroidvania bem simplesinho. Confesso que gostei bastante do modo Kripta, só por quão diferente ele ficou e quão legal ficou a aplicação da ideia.
E se você pegou o jogo no pré lançamento você teve direito ao príncipe Shokan: GORO!!!!
GORO!!! GORO!!! GORO!!!
De qualquer forma Mortal Kombat X é um bom jogo de luta. Não é o melhor jogo de luta do PS4 (isso vai para Guilty Gears por enquanto… estou olhando para você SF V… seu lindo) nem do XBOX One (que tem Killer Instinct) mas é bom o suficiente para inspirar e se segurar de boa no vácuo de jogos de luta da atual geração. É o melhor MK que eu já joguei? Certamente. Mas é a melhor coisa que a Netherrealms já fez?
Não… eu ainda prefiro Injustice.
Bom divertimento.
Não muita coisa mas, com certeza:
* Ele vai aparecer na E3 2015
* Ele vai chegar aos consoles e ao PC em 2016
Fora isso alguns dados vazaram da Bioware. Segundo o vazamento o novo jogo da série não se passará na Via Láctea mas na vizinha Andrômeda, “num local totalmente removido do tempo e espaço dos atos heroicos do Comandante Shepard e os eventos finais da trilogia ‘Mass Effect'”. Você ainda vai criar seu personagem mas controlará um explorador, com dever de fundar, defender e fazer prosperar novas colônias para a raça humana em um território desconhecido e potencialmente hostil.
O texto promete a opção de explorar centenas de planetas em um ambiente com 4 vezes o tamanho de “Mass Effect 3” por meio de sua nave, a Tempest, ou uma nova versão do Mako (o tanque de ME1). Durante estas viagens, o/a protagonista encontrará recursos e planetas habitáveis, além de novas raças alienígenas e tecnologia de um antigo povo conhecido como “The Remnants” (Isso soa tanto como os Proteans). capazes de melhorar as habilidades e equipamentos de seus personagens.
O novo game também trará sete novos companheiros, incluindo Cora, com poderes bióticos, e o Krogan Drack. Como em outros jogos da série, será possível conhecer e formar alianças maiores com estes personagens por meio de missões de lealdade. Uma nova raça hostil, conhecida como Khet, também foi citada.
A criação e manutenção de colônias também parece ser um dos focos centrais do novo jogo, com cada tipo tendo uma importância para a sustentação da raça humana nesta nova galáxia, podendo escolher entre um centro de mineração de recursos ou um posto avançado para reconhecimento e estudo de ameaças
Uma novidade mostrada nesta pesquisa são as chamadas Strike Missions, missões especiais e geradas randomicamente que podem ser completadas pelo próprio jogador com ajuda de NPCs e amigos via multiplayer, substituindo o modo multiplayer original de Mass Effect 3, ou ao contratar mercenários, que resolverão o problema enquanto o protagonista se concentra na campanha principal.
É importante lembrar que essas informações vazaram cortesia de um Hacker do Neo Gaf que divulgou todas as informações corretas de “Dragon Age: Inquisition” meses antes da EA. Além disso membros dos foruns da Bioware disseram que as informações estão bem próximas do produto final e que o vazamento tem causado uma série de problemas e restruturações internas. Por enquanto, porém, nem a produtora ou a Electronic Arts se pronunciaram sobre a notícia.
E PT, que sai do ar na PSN nesta quarta feira 29 de Abril, é tudo que você verá do game que uniu Guilhermo del Toro e Hideo Kojima.
Embora nenhuma razão oficial tenha sido dada, nem por Kojima, que está sob um contrato de sigilo total até o lançamento de MGS 5 (em Setembro), nem por del Toro, muito menos pela Konami, a última confirmou que “Silent Hill é uma franquia muito importante para a empresa e diversas ideias estão sendo trabalhadas para ela. Infelizmente o jogo envisionado por del Toro e Kojima não é mais uma delas.” .
Então… sim… é oficial… Silent Hills, da maneira como estava sendo feito pelo time de Kojima com o Fox Engine está morto e enterrado…
… mas, se tivermos sorte…
… assim como em Silent Hill…
… ele volte para nos assombrar.
Você salvou Spira do Syn no PS2, destruiu o monstro novamente na versão HD no seu PS3 e agora tem a chance de mais uma vez salvar o universo com o jogador de Blitzball mais conhecido do mundo no seu PS4.
Mas, será que você deve?
Será que por US$ 49,99 a versão remaster vale a pena?
Não há mudanças gráficas reais, apenas um aumento ligeiro na resolução (que vai de 720p para 1080p), e o jogo não oferece nada de novo a não ser um calendário 2015/2016 em papel… sim… um calendário… em papel…
Né…
Lado a Lado a versão do PS4 vs a do PS3 é possível ver que, por US$ 49,99, não há quase nada a ser ganho, principalmente considerando que você pode pegar a versão do VITA e carregar com você para onde quiser por US$ 20,00 hoje em dia. E ela não fica devendo muito para a do PS3…
Juro que a ideia de um calendário de papel me enerva… e eu sou um defensor de enormes manuais coloridos!
E o trailer prova isso!
A IGN soltou um vídeo com os primeiros 25 minutos do jogo… para quem está curioso se vale a compra!
O trailer também está logo abaixo!
Será que depois de MK 9 a Neverrealm aprendeu a fazer MK?
JC Denton está de volta, para salvar a humanidade e acabar com um grupo terrorista, no novo Deus EX da Eidos + Square Enix.
Já estamos salivando!
Eu já declaro no começo desse review que não sou um especialista em Battlefield mas que adoro filmes policiais. Acho importante colocar isso aqui porque, com a mais absoluta certeza, isso coloriu minhas impressões de Battlefield: Hard Line o suficiente para me fazer gostar do jogo.
Ainda não acho que ele vale US$ 60,00 … mas não é ruim não….
Então vamos por partes, começando pelo que já sabíamos e esperávamos: O Multiplayer. O Multiplayer de Battlefield: Hard Line envolve menos veículos e mapas menores, e com menos gente, que os de Battlefield 4. Nada de jatos ou tanques, você terá acessos a carros que parecem fugidos de Miami Vice e a blindados de pacificação urbana. Há, essencialmente, 4 variações do padrão de equipe de policiais VS equipes de bandidos, variando por sistema de objetivos e tags a o velho e bom “mate todo mundo na outra equipe” – não é inovador, mas é bem mais vertical que Battlefield, com muitos pontos onde camperar pode ser usado quase como um esporte olímpico.
E sabe o que mais me impressionou? É bem divertido! De novo quero lembrar a todos que eu gosto de filmes policiais e de caças a bandidos e tudo mais, mas esse foi o multiplayer de Battlefield mais divertido que eu tive em muito tempo.
Sim… é bem legal mesmo!
Mas, como todo mundo que lê o Mini sabe, eu não ligo muito para multiplayer. Jogo, principalmente se meus amigos estiverem jogando, mas gosto muito mais de campanhas co-op do que de multiplayer padrão – e muito muito muito mais de single player com uma boa história. E foi aí que Hardline realmente me surpreendeu. Porque a história é realmente bem legal!
Veja bem… ela não é original. Nem um pouco. Mas rouba ideias boas, de tantos filmes bons, e os aplica de maneira tão legal, em sucessão e dentro do esperado, que, se você gostar do material fonte, que vai de Dirty Harry a Miami Vice, passando por CSI e com uma pontinha de Fogo contra fogo, você não via conseguir segurar um sorrisinho. E saber todas as reviravoltas muito muito antes do final.
Battlefield: Hardline vai te dar 8 a 12 horas de campanha de boa qualidade – o tipo de filme que eu levaria meu pai ou meu irmão assistir, cheio de frases de efeito, chavões bem colocados e ótimos momentos de ação. O fato que você pode escolher como jogar, onde colocar os tiros, se quer apenas desarmar ou se vai matar cada pessoa na sala, e que isso tem efeitos em termos de pontuação e habilidades, é muito muito legal. O multiplayer é bem bacana e trabalha super bem com os chavões e os clichês do gênero, com especial atenção ao balanceamento e ao uso de itens. Eu só acho que, pelo tanto de conteúdo efetivamente contido no game, que é, essencialmente, do tamanho de um DLC, ele não deveria custar US$ 60,00 ou R$ 179,00.
Mas a cada um o que cada um quer… e Hardline não é nem de perto um jogo ruim.
Bom divertimento