Porque você sempre pode lidar com os problemas de uma cidade… Godzilla Style.
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Quer mais terror? Mas num estilo diferente de PT? Que tal Until Dawn?
Until Dawn é um dos novos IPs da Santa Mônica studios, um second party a Sony, com um estilo muito muito muito diferente.
Espero que seja tão legal quanto parece… pois eu já estou salivando.
A edição mais limitada da terra para seu PS4!
Apenas 123000 unidades. Apenas isso. É o novo PS4 especial de 20 anos da marca Playstation.
E ele é completamente lindo. Desde a caixa a cor cinza padrão do PS1 no seu PS4.
Pessoal da IGN passando mal como nós!
Se você quiser uma dessa belezinhas corra agora para a store da Sony e tente pegar um.
E seja o cara mais feliz da terra!
Uncharted 4 é um presente divino!
O novo exclusivo definitivo do PS4 foi mostrado e ele está Maravilhoso!
Como é possível ver Uncharted 4 está simplesmente magnífico e roda liso e delicioso a 60 fps 1080 sem nenhum problema no seu PS4. O jogo chegará as nossas mãos ávidas ainda em 2015.
Já estamos salivando!
Resident Evil HD Remake vai ser “baratin”!
Sim… mais Zumbis! Resident Evil HD Remake está chegando, com versões para PlayStation 4, Playstation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC. Na Sony você pagará R$ 41, enquanto na Microsoft o jogo sai por R$ 39 e no PC terá o preço de R$ 40. Para quem não leu aqui no mini “Resident Evil HD Remaster” é uma versão remasterizada do remake do primeiro jogo da icônica série de ‘survival horror’, lançada originalmente em 2002 para o Nintendo GameCube. Ou seja… Remake do Remake.
Entre as novidades do jogo estão a possibilidade de escolha de câmera – a clássica do game original ou uma mais livre -, além de resolução 1080p no Xbox One e PlayStation 4.
Brains!!!
Street Fighter V está chegando e é exclusivo do PS4 (nos consoles)
O que, considerando que a plataforma atual da Capcom nos Arcades é essencialmente um PC, faz muito sentido. O game chegará para PCs e o PS4 em 2015 e, embora a Internet esteja surtando com isso, tudo leva a crer que, pelo menos para essa versão inicial, deve ser realmente um jogo exclusivo, não um exclusivo temporário, como Rise of the Tomb Raider.
Não se preocupem pessoal! Assim como foi no Mega Drive VS Super NES, os SNESistas ganharam o primeiro Round (com Street Fighter II) mas o Segistas rapidamente tiveram o gostinho de Street Fighter II: Special Champion Editon!
E que venha SF V!
Programador deixa seu nome no OS do PS4
O que você espera ganhar da firma onde trabalha após, não sei, 10 anos de trabalho árduo? Que tal nada?
Então… após dez anos de serviço, o engenheiro de software Kazuya Sakakihara deixou a Sony numa leva de demissões em 2013, após trabalhar no PS3 e PS4. Antes de seguir para novos caminhos em sua carreira, Sakakihara deixou seu nome no novo console da Sony.
Literalmente.
O site Kotaku, com a ajuda do hacker Chris Gallizzi, mostrou que, localizado em uma das linhas código do HDD do PS4, o nome de Sakakihara figurando entre uma série de dígitos alfanuméricos. Isso nem seria uma novidade, visto que é comum desenvolvedores deixarem mensagens especiais ou secretas em seus projetos, mas em geral em uma parte separada para comunicações entre pessoas, não no próprio código.
Mais estranho ainda é o fato do nome do japa estar escrito errado! Isso mesmo… o nome no código está escrito incorretamente, como “KazuyaaSkakihira”. Não é claro se o erro foi feito acidentalmente ou deliberadamente, para não arruinar a linha do código.
Muito legal!
Jogando: Shadow of Mordor (PS4/XBOX One/PC)
Talion é meu novo personagem favorito no power universo criado por Tolkien – E ELE NEM APARECE NqOS LIVROS OU FILMES. Essa é a reação que muita gente vai dividir comigo quando Shadow of Mordor atingir ainda mais público; porque depois da gloriosa adaptação cinematográfica da trilogia de livros mais famosa da língua inglesa, esse jogo a melhor coisa que surgiu com o nome “The Lord of the Rings” em todos os tempos.
“Poxa Marcel! Mas o jogo War in the North, de XBOX 360/PS3, era tão bom!”. Era sim, linda voz desincorporada que mora na minha cabeça, mas quando comparado com esse jogo ele é como a beleza de Arwen comparada com a beleza de Azog (Só para vocês, possíveis não fãs da trilogia que tropeçaram no meu review: Ela é uma elfa de beleza ancestral – interpretada no cinema pela Liv Tyler – e ele é o líder dos Orks no Hobbit – interpretado por um cara musculoso coberto por efeitos especiais).
Enquanto os jogos anteriores da Trilogia, ou que se passavam no universo de Tolkien, se dividiam entre RPGs horríveis (The Third Age, do GameCube/PS2/XBOX Original e Lord of the Rings, do SNES/Super Famicom) e jogos de ação de qualidade variável (alguns muito bons, outros nem tanto) o novo jogo invade o universo dos jogos de aventura de mundo aberto, bebendo fortemente em Batman Arkham City, também publicado pela Warner, para estrutura de campanha e sistema de combate. E embora Haters possam dizer que Shadow of Mordor é, essencialmente, Batman na Terra Média, a “vibe” do jogo é completamente diferente da impecável trilogia de games da Rocksteady com o Cavaleiro das Trevas.
Para começar com o nível de violência. Todo nerd que valha seu peso sabe que o Batman não mata, nunca, por nenhuma razão. Já o Ranger Gondoriano Talion não tem o menor problema com decapitar, rasgar ao meio ou enterrar flechas elficas em crânios – Orks não são pessoas para nosso herói. Além disso, embora o controle seja muito parecido com o do Arkham, Talion tem todo um peso em seu movimento que não lembra a agilidade e graciosidade de Batman, muito pelo contrário: Quando começa uma sequência ou agarra um inimigo Talion se comporta muito mais como uma locomotiva do que como um guerreiro ágil e resistente.
Meu Deus! Onde estão os meus modos? Olha eu falando sobre Talion sem nem apresentá-lo! Pois bem… o protagonista de Shadow of Mordor é um capitão do Ranger das Muralhas de Mordor, Talion, que vive literalmente na sombra da montanha da perdição, na área limítrofe do reino negro de Sauron, com sua esposa e filho. Quandos os três, sim… você leu certo, os três, são mortos pela mão negra de Sauron (um poderoso místico que aprendeu com o necromante, uma das formas físicas do senhora da escuridão) para a realização de um ritual, Talion fica preso no mundo espiritual que Frodo visitava quando colocava o um anel. Entre a vida e a morte, travado em um mundo espiritual, Talion forma uma aliança frágil com um antigo espectro élfico sem memória e, com seus poderes, retorna ao seu corpo. E vira o Zumbi mais violento da terra média, um herói trágico, em busca de impedir o retorno de Sauron e evitar a morte de mais famílias.
Putz… ele soa mesmo como um Batman da Terra Média…
Enfim… Cavaleiros das Trevas ou não, Shadow of Mordor é lindão! Lindão! Os gráficos são limpos e bonitos, com detalhes bacanas e boa variação (Mordor inteira, ao contrário do que é mostrado nos filmes, não é um descampado rochoso – há florestas, planícies verdejantes e desertos). A animação dos personagens e inimigos é primorosa e muitíssimo bem feita e as texturas tem uma qualidade excelente. A física da capa e das armas do ranger são muito legais e todos os Orcs, do mais simples arqueiro ao mais terrível General, tem seus próprios trejeitos, vestimentas e tudo mais. O departamento gráfico não faz feio nem quando você viaja para o monocromático mundo espiritual, que faz as vezes da visão investigativa da trilogia Arkham, com um mundo cheio dos ventos cortantes que açoitavam Frodo e quem mais usasse o anel. É muito muito muito bom!
O som também não deixa nada a desejar e explode nos seus ouvidos como manteiga derretida… mas… para ouvidos… Ok… essa não foi uma comparação muito boa; acredito que manteiga derretida no ouvido deve ser imensamente desagradável. Então pense na versão auricular de comer um delicioso pãozinho quente coberto com manteiga deliciosamente derretida. É fantástico sem ser presunçoso e empresta várias melodias do filme sem ser uma cópia direta e mal acabada. E não só as músicas são incríveis: efeitos sonoros são muito bons e as vozes maravilhosamente bem escolhidas. Este é um jogo Triplo A no qual foram gastos milhões – e o efeito é transparente em gráfico e som.
No final, por mais que se tente, não dá para se negar que a equipe da Monolith, criadora do jogo, jogou Arkham City a exaustão e falou “Vou fazer mas com senhor dos anéis”. Mas mesmo assim Shadow of Mordor é muito muito bom – como os clones decentes de God of War, ele pega o que realmente funciona no jogo original e completa com uma cornúcopia de ideias novas. A história é muito bem escrita e bastante adulta e pesada, os personagens são carismáticos e a milhares de pequenos toques que mostram que os criadores amavam profundamente o mundo universo. Um dos melhores jogos de 2004 com louvor; pegue essa mistura de Assassins Creed, Batman e Senhor dos Anéis e venha para Mordor… você não vai se arrepender!
Gerigasmo – Pulse Elite Headset 7.1
Com um jogo que usava som como Alien: Isolation o Mini precisava de uma saída de som 7.1. E nós compramos uma: O Sony Pulse Elite Headset 7.1 Wireless. Veja o que achamos dele!
Jogando: Alien: Isolation (PS4/XBOX One/PC) – Spoiler Free
Sim! Sim! Sim! Um jogo de Alien! Não Aliens!!! Não Alien 3!!! Não Alien VS Predator !!! Alien… o clássico de 79 de Ridley Scott que tornou a comandante Hellen Ripley uma heroína da ficção cientifica, finalmente ganhou um jogo diretamente baseado nele que tem a energia, a tenebrosidade e a tensão do filme original.
E tudo isso jogável! Sim… é realmente muito bom!
Alien: Isolation bebe profundamente no filme que lhe rendeu de base, e soma a atmosfera mais do que bem trabalhada do filme com dezenas de ideias testadas e aprovadas por jogos de terror e horror de sobrevivência por anos. Poucos itens? Check! Munição contada e pouco efetiva? Check! Corredores mal iluminados e utilização de luz e sombra como parte da atmosfera? Check! Inimigos extremamente poderosos e inumanos? Check! Sensação constante de ser caçado? Ultra mother fucking Check!
Desde o início o jogo te prende, utilizando um espaço vazio na franquia para se situar (Você joga com Amanda Ripley, filha da comandante Ripley original, a 15 anos em busca da mãe) e mostrando um enorme respeito ao material fonte. Tudo, absolutamente tudo, de vasos sanitários a computadores, de propagandas a máquinas de venda, remete ao que as pessoas na década de 70 achavam que seria o futuro – tudo é low fi, pixelado e dá a aparência de ter sido usado e remendado um milhão de vezes. A Sevastapol, a estação onde se passa a história, não é uma Enterprise, imaculadamente limpa e perfeitamente iluminada – longe disso; ela é um pesadelo inumano de metal, quase como uma catedral medonha de sombra flutuando eternamente em orbita de um gigante gasoso.
Assim como nos brilhantes Arkham (Asylum, City, etc…) atmosfera é o coração do jogo – mas aqui você não o valoroso Bruce Wayne, com seus golpes e seus equipamentos. Aqui você é uma engenheira que tem que fazer o que for necessário para sobreviver, criando itens e mais itens com o que consegue pegar em cada lugar, sabendo que se você entrar em combate você está morta. E mesmo as coisas que você consegue montar, como granadas de luz e P.E.M. Geram tanto risco para você quanto para os inimigos. Ripley é imensamente mais fraca que seus adversários e isso só torna a experiência de atravessar cada corredor ainda mais terrível. Você vai sentir um nó no estomago quando tiver que sair de um lugar seguro para uma região que não conhece da estação e vai pular na cadeira, com as mãos completamente suadas, toda vez que ouvir o mínimo som estranho. É encantador e completamente diferente de qualquer experiência de terror feita na nova geração de videogames até agora – Alien: Isolation é muito menos Resident Evil e muito mais P.T..
Os controles traduzem muito bem a dificuldade de Ripley – não são difíceis de usar ou de entender, e respondem no ato, mas foram construídos para deixar claro para o jogador que Ripley não é um soldado. Ela não salta dois metros e dá um chute ou mesmo lida com uma pistola como se a mesma não tivesse recuo. E não só o controle de Ripley em si trabalha “contra” o jogador, mas também o controle do universo; Abrir uma porta trancada exige utilizar ferramentas (se a tranca for física) ou decodificadores (se for lógica) – ambos os meios tomam tempo e te deixam imensamente vulnerável, além de resultarem em sons que podem chamar a atenção de coisas que você quer evitar. Salvar o jogo também leva cerca de 5 a 10 segundos, período de tempo em que você também está vulnerável (e salvar faz barulho). A atmosfera nunca deixa a jogabilidade, e por derivação o controle, tirarem você da situação de sub-capacidade onde você está.
É claro que os gráficos de Isolation também ajudam na criação da atmosfera – mas não são, nem de longe, tão bons quanto eu esperava que fossem. Em todas as plataformas, fora o PC, o jogo roda a 30 FPS e com um filtro de cinema antigo (estilo VHS) aplicado sobre os gráficos. Você pode remover o filtro, mas os gráficos, que já não são tão impressionantes com ele, seja rodando a 720P ou a 1080P, ficam ainda menos impressionantes crus: As texturas são lavadas e desinteressantes em muitas superfícies e os outros seres humanos na estação se movem sem fluidez ou naturalidade (acho que tentaram utilizar os mesmo assets de animação dos androides nos humanos, e acelerar umas três vezes a animação, e o resultado final ficou… na falta de uma palavra melhor… esquisito). Não vai estragar sua diversão, e considerando quão soberbo é o level design e o motor gráfico de luz e sombra, você vai estar realmente preocupado com o Alien, não com um pop up de textura aqui ou ali.
Se os gráficos não foram tudo aquilo, pode ter certeza que o som vai acabar com a sua raça. É sério… o som de Alien: Isolation, feito a partir dos tapes mestres do filme original de 79, é um show a parte. E um daqueles shows caros, que você vai uma vez na vida e uma na morte, com um show pirotécnico no final e acompanhado pelo grande amor da sua vida – É BOM NESSE NÍVEL!!! O som é atmosférico para caralho e extremamente bem feito, indo das vozes dos androides, extremamente low fi e absurdamente horrorosas e sem vida, as vozes extremamente bem escolhidas dos personagens. Além disso o som ambiente é multidirecional e auxilia no entendimento da situação; você consegue saber se o alien está vindo de trás ou da frente, da esquerda dou da direita, se está entrando ou saindo de um duto, passando por uma fresta, etc… Para vocês terem uma ideia de quão bom o som é: ele me fez gastar uma quantidade razoável de grana num fone de ouvido 7.1 Pulse Elite da Sony só para conseguir ouvir em toda a grandeza! É bom assim!
No frigir dos ovos (essa é velha hein?!) Alien: Isolation é excelente. É um sopro de ar fresco em um gênero extremamente batido feito de uma forma completamente fantástica. E eu fico feliz que videogames não possam utilizar sopros de ar fresco no meu cangote enquanto eu jogo, porque com as luzes apagadas, com um fone de ouvido que traga toda a experiência sonora para os meus ouvidos e numa TV de 42 polegadas, eu cheguei muito, muito, muito, MUITO perto de infartar em várias situações. Super mega hiper ultra recomendado.

