Chegou a hora de falarmos mais ainda sobre Pirataria ! É hora de desmontarmos as razões que usamos para ela, matarmos alguns mitos e falarmos de pirataria de games no Brasil.
Assim como o crônicas sobre a crise de 1983/1984 esse é um assunto muito pedido…
E assim como a crise de 1983/1984 esse é um assunto muito legal…
Mas é muito, muito mesmo, técnico e complicado.
Então – eis a primeira parte do nosso vídeo sobre Pirataria.
Confesso, que mesmo após a edição, ele ainda ficou bem técnico e MUITO pesado – pois eram muitos conceitos jurídicos e técnicos a serem traduzidos (e eu não sou um advogado).
Então… se você quiser pular direto para a parte onde falamos de pirataria de videogame… é só pular para 42:47 do vídeo.
Ah… sim… sabemos que a Pirataria da Dynacom no Brasil foi protegida pelas leis de importação e reserva de mercado da época – Não deixa de ser Pirataria.
As vezes você fica puto com um lojista de games?
Muito muito muito puto?
Então junte-se a nós para discutirmos alguns pontos que nenhum lojista deveria fazer… jamais.
Como sempre acontece é hora do Marcel responder mais algumas perguntas sobre mercado num papo sério sobre como preços são ajustados para outros países, jogos vem em pacotes e a black friday americana versus suas contra partes brasileiras.
Vamos nessa!
Antes que alguém aponte aqui… sim… eu sei que a fabricação nacional poderia, e muito, baratear um game no Brasil. E isso efetivamente ocorre. Mas teremos um episódio sobre isso mais para frente e não queria fugir muito do assunto aqui.