60 Camisetas que ninguém deveria usar!

Eu não sou um cara muito fashion. Parte disso vem do fato que eu sou um Nerd e um Geek, parte disso vem do fato que minha mãe tinha um incessante desejo de me comprar roupas que não eram, nem de perto, parecidas com as que eu queria usar e, por fim, uma (grande) parte disso e que eu quero muito me parecer comingo mesmo… e acabo me vestindo como um menino que tinha 16 anos em 96. Mas mesmo eu consigo ver, entre a pilha de camisetas de video game que existem pelo mundo, algumas que… bem… vamos classificar para ficar mais fácil!

Certas camisetas envelhecem rápido

Você as veste uma vez e a elas são a sensação da festa. Vai trabalhar com ela um só dia e todos dão risada da piada… menos as pessoas com avançado retardo mental, os chefes sem senso de humor e várias pessoas que nunca jogaram video game na vida. E aí perde a graça. Mas você continua usando – e fica parecendo aqueles humoristas de uma piada só. Se amor pelo game em questão não estaria melhor sinalizado só com uma imagem?

Não apele para as piadas padrão

Pior que uma mensagem que fica velha é uma mensagem que já é velha quando ainda é nova. Várias camisetas de games apenas reciclam a mesma piada e a relançam um sem número de vezes. O sintoma disso é clássico, as pessoas olham sua camiseta e dizem “Nunca tinha visto com esse desenho!” – e essa será toda a sua interação social do dia!

Diga não a sobrepor games e piadas que venham do Faustão, do Saturday Night Live, do Monthy Pyton… aliás não sobreponha game com piada alguma!

Você já ouviu todos os chavões de TV? Conhece todas as piadas americanas sem graça? Acha que vai ficar linda a sua camiseta com uma Samus Aran seguido de “Schwing!” ou com a equipe de Gears of War e um Locust de sofreu um Headshot seguido da frase “Fui eu que fiz isso?”? Parabéns, você é um perdedor. Com avançado retardo mental. E que fede. Seus amigos podem até dar uma risadinha da sua camiseta, mas é tudo piedade. Todos sabemos que não podemos agredir os menos afortunados.

Não use camisetas que mostrem que além de gordo você não tem vida social

A menos que você tenha muita, mas muita mesmo, certeza que ama você do jeitinho que você é… com toda essa banha forçando o seu joelho (eu posso falar de boca cheia, por que sou gordo e tenho camisetas para provar isso) evite as que reforçam os já gravados esteriótipos nas pessoas. E por Deus não use camisetas de fictícios centros de reabilitação para games… principalmente se eles tiverem o logo da empresa ou sprites dos games neles. É como a Skoll fazendo comercial dos álcolicos anônimos!

Evite odiar o jogador

Nos idos de 80 e computador a válvula a máxima “Odeio o game, não o jogador!” temperava a progrmação da MTV com tanta frequência, que virou jargão popular. Claro que não tinha nada a ver com jogadores de videogames e sim com os “catadores”, na época chamados “jogadores” que jogavam com as mulheres como se elas fossem peças de xadrez. A frase perdeu o sentido original e todo mundo continou colocando em camisetas com imagens de games. Fica meio sem sentido usar uma camiseta com o Mario e os dizeres “Não odeie o jogador. Odeie o jogo!”.  De que lado você está?

Hip Hop não é legal nem quando acabou de sair… imagina quando fica velho!

Se você não é Negro, não cresceu em um Gueto e nem participou de algum filme do John Singleton você não tem direito de usar camisetas com velhas frases de Hip Hop. As pessoas que tem permissão não as usam porque sabem que não tem estilo.

Só use essas camisetas se não precisar de sexo nunca mais!

Endividado com companheiros sangue-sugas? Precisando de um basta em sua vida amorosa? Querendo passar ao mundo a informação de que você é um jogador hardcore sem vida social que não vai se lembrar de ligar no dia seguinte porque vai estar pisando em Gombas, matando alienígenas e assistindo reprises de “O homem de 6 milhões de doláres”. Qualquer uma dessas joías do marketing pessoal vão fazer o serviço por você.

Scarface é ótimo… em Scarface

Em primeiro lugar o filme fez sucesso a tanto tempo que a piada já se perdeu. Segundo, colocar Mario ou DK em branco em preto na sua camiseta não torna ela mais cool, você mais cool ou o Mario mais cool. Você continua sendo um gamer mal vestido e de cabelo desgrenhado, com uma camiseta feita em um sweat shop em algum lugar da China com substâncias de péssima qualidade  com um encanador rechonchudo que mata tartarugas usando a bunda. Pode parecer legal… mas isso passa!

E… em nome de tudo que é sagrado… não “sopre o cartucho”!

Além de ser um hábito detestável que colocava saliva no contato e aumentava a oxidação do contéudo diminuindo a vida útil do cartucho, soprar o cartucho é a piada mais infame e a camiseta mais repetitiva já vendida via internet. Você pode literalmente encontrar centenas destas por todo o lado e qualquer “banca de camisetas” tem umas 10 destas. Jogue no lixo… a piada perdeu a graça pouco depois do lançamento do PSX e do Saturn… em 1996!

Novo game da Level 5! Será o primeiro game do 3DS?

Esse jogo está matando eu e o Mahou, entre outras coisas porque:

1. Vai envolver viagem no tempo!

2. Está sendo escrito e produzido pelo criador da companhia, o CEO da Level-5, Akihiro Hino

3. Está sendo dirigido por Jiro Ishii, diretor de 428 e Professor Layton

4. “Está sendo desenvolvido em uma plataforma que ainda não existe nesse mundo” – palavras de Akihiro Hino

5. E está sendo desenvolvido no melhor estúdio da Level-5, o Tokyo studio.

E logo depois de confirmar o game, Akihiro Hino liberou a primeira imagem oficial… que acreditamos ser uma peça de arte conceitual.

Agora sentem-se em algo quentinho e confortável e preparem-se para esperar por meses, semanas e anos por mais informação sobre o próximo game da Level 5… porque foi assim com todos os outros.

De qualquer forma, já estamos salivando!

EDITORIAL – Copiando na cara dura: Playstation Move

– – ESTE É UM ARTIGO OPINATIVO. ELE NÃO REPRESENTA, NECESSARIAMENTE, A POSIÇÃO DESTE SITE OU QUALQUER PESSOA A ELE AGREGADA ALÉM DO AUTOR. O TEXTO TAMBÉM PODE SER ENCONTRADO, NA ÍNTEGRA, NO BLOG PESSOAL DO AUTOR – TELOMETRO.WORDPRESS.COM – –

Em 2006, quando o Wii veio ao mercado, Kaz Hirai, então presidente da Sony, fez duas declarações em relação ao seu concorrente – eu não acho que o Wii está no mesmo patamar de mercado – e – eu não acho que motion control (controle por movimento) seja o que o mercado deseja. Embora não relacionado ao assunto ele também ficou famoso por dizer que rumble não era parte do futuro dos games.

2010 chegou e Rumble é o futuro dos games (e está no novo controle da sony, estranho isso…), o Wii é o console mais bem sucedido de todos os tempos (sim, fanboys, vendeu mais que o PS2 e que o PS1) e agora…. aparentemente… motion control é o que o mercado deseja – então sem cerimônia nenhuma a Sony decidiu colocar no mercado sua tacanha solução, seu tapa buraco, para o motion control – o Playstation Move.

Dê uma boa olhada nisso….

É um wiimote! Parece um vibrador e essa bola colorida é coisa mais mal concebida que já vi nessa hemisfério, mas é um wii mote. É agora que os fanboys vem e dizem que tecnologicamente é muito superior, trabalha com um padrão de transmissão de dados mais eficiente, consegue detectar mais eixos, consegue lidar com distância, etc….

Me avisem quando vocês terminarem… porque isso tudo é perfumaria. O conceito está aqui, direto e reto, estampado para qualquer pessoa que quiser ver. Dizem que o mais direto elogio é a cópia, mas algumas empresas deveriam ter pelo menos a descência de colocar uma cara nova em seus Rip-offs. E como se isso já não fosse suficientemente ruim, eles orgulhosamente mostraram a “segunda unidade” – o Nunchuk

´Cê tá de brincadeira comigo…

Eu tenho as três plataformas… tenho o XBOX 360, tenho o PS3 e tenho o meu querido Wii – além de portáteis, PC, etc… e neste momento eu estou com vergonha, isso mesmo, VERGONHA, de ter um console da Sony na minha sala. Esse é o tipo de empresa que eu quero produzindo consoles? Uma empresa carrancuda, cabeçuda, megalomaniaca e cheia de si, que acha que pode, com um acessório, dominar o mercado. O PS3 passou 3 anos como um fracasso de venda global, e agora que começou a andar…. a empresa mais uma vez comprova que não sabe lidar com o mercado.

A idéia da Sony, e de muitos analistas de mercado, é que o Move traga para o PS3 o público do Wii. E me permitam, como Master Business Administrator que sou (eu tenho um MBA em gestão estratégica de empresas – com um TCC em “Mercado Brasileiro de Videogame”), fazer uma análise rápida do mercado e do consumidor médio do Wii:

Primeiro Ponto: Pense rápido, você é um pai de família, com dois filhos pequenos (4 a 12 anos), e um salário que o classifica como classe média – média/alta. Você e sua esposa tiveram Nintendinhos ou Super Nintendos (ou Master System e mega drives) e trabalham 8 horas por dia. Parabéns – você é o grosso da estatística da PEA (População economicamente ativa). Você preferiria gastar US$ 200,00 por um videogame, segundo controle e dois jogos (além de Wii motion + para os dois controles) com o selo Nintendo, que cresceu com você, que sua esposa tem interesse (de ouvir amigas, ver comerciais) e que é nativamente capaz (Deus, essa é a diferenciação de mercado do console) de motion control  – OU – colocar US$ 400,00 em um videogame com um controle “normal” (não motion control), um controle motion control, e dois jogos – sobre o qual sua esposa nunca ouviu falar e que você não tem certeza do contéudo ou qualidade dos games.

Segundo Ponto: Além da questão de preço, o casal acima ainda tem mais um ponto a ser considerado no Wii – eles são a definição básica do público casual. Eles podem ter sido jogadores brilhantes de Final Fantasy VI e terem detonado Chrono Trigger, mas agora eles tem 8 horas de trabalho + tarefas domésticas + relações sociais + filhos … tudo isso antes do entretenimento. Se você colocar um game para esse casal que exija deles 1 hora por dia (metade do tempo médio que um “hardcore gamer” joga por dia) eles teram dificuldades em prosseguir. Mas se lhes for ofertado games que possam ser jogados em intervalos de 10 a 15 minutos – como Mario Galaxy, Wii Fit, Wii Sports, Super Mario Wii, etc… – eles terão mais facilidade e mais prazer no game.

Terceiro Ponto: Identidade. Você é um composto multifacetado de tudo que ouviu, viu, jogou, brincou, leu, realizou, falou… em suma, você é, grandamente, suas memórias. E você tem memórias de Mario, Sonic, Alex Kidd, Contra, Metroid, Ninja Gaiden – memórias essas, que por uma fração do preço dos jogos atuais, podem ser suas de novo através do serviço de virtual console. Lembre-se, muitos casuais gostariam de retornar a jogar, mas falta-lhes tempo. E o que poderia ser melhor do que deixá-lo voltar a infância e ainda permitir que ele pare de jogar um game que não tem saves ou passwords e que retome do exato lugar que parou – digamos, uma semana depois. É o “game stand”, um feature exclusivo do virtual console e uma saída muito legal para quem tem pouco tempo.

Quarto Ponto: A Nintendo levou quase 4 anos e um periférico de auxílio (o Wii motion plus) para “dominar” a arte de games com movimento. Quanto tempo será necessário para a Sony demonstrar o mesmo know-how?

Quinto ponto: Ponto positivo para a Sony! Se o PS Move der certo (com um bancada de jogos de qualidade que façam valer o investimento) ele será o segundo valor de venda intrínseco do aparelho – somado a capacidade de rodar Blue Rays.

Placar Final: 4 X 1 para o Wii.

Eu disse lá em cima e digo de novo: É uma cópia Xexelenta e fedida – cheirando a amadorismo e falta de profissionalismo – que vem para o mercado encher um espaço que não existe. Resta-nos esperar pelo projeto Natal da Microsoft e ver os dois consoles “High Definition” se degladiarem por espaço…

… nesse meio tempo, acho que vou jogar Mario Galaxy 2, Metroid Other M, o novo Zelda e o novo Pikmin. Até mais caras!

Perdemos mais uma….

Primeiro o site sumiu do ar. Ai o site Data Max obteve  os documento relativo ao caso e , infelizmente, descobrimos que o estúdio japonês Cing, responsável pelos ótimos “Hotel Dusk” e “Little King´s story”,  declarou falência no dia 1º de março. O último game da produtora, “Last Window”, já saiu no Japão e virá para o ocidente… mas ainda não tem data.

Ainda não sabe quando a Cing sumirá… ou o que será de seus funcionários. Força para eles.

Para Hugo Chavez videogame é veneno!!!

É isso mesmo, para o debil mental que ocupa o cargo de presidente da Venezuela (é isso aí… aquele país que fica aqui do lado) disse em seu programa matinal “Alo presidente” que videogames são “veneno”:”Estes jogos que eles chamam de Playstation são veneno,” disse Chavez “Alguns games te ensinam a matar. Eles até colocaram meu rosto em um game – ache Chavez e mate-o.”

O game ao qual o inconsequente pederasta imbecil provavelmente se refere é o malfadado “Mercenaries 2”, da caída em combate “Pandemic” – agora EA, como quase tudo no universo – que retratava um “el presidente” da Bolívia que começa um plano de conquista de todo o óleo do planeta e sequestra pessoas. O fato do “el presidente” se parecer com o ator Pierce Brosnam, saber falar e tem um mínimo de civilidade provam que ele não era Hugo Chavez.

Não custa lembrar que não é a primeira vez que esse ditadorzinho de segunda ataca a liberdade de diversão e de escolha das pessoas: em outubro último ele criou uma lei contra “games belicosos” – lei essa cheia de saídas legais que permitem a Chavez considerar basicamente qualquer game – sim, até mesmo “Barbie´s Farm” – belicoso.

Resta saber quando o povo Venezuelano vai crescer e tirar esse imbecil do poder.

Boas Festas!!!

Seja relaxando para a Ceia (com Animal Crossing) ou fazendo-a (com Cooking Mama),  seja acelerando seus batimentos com o velho e bom medo (como em Dead Space) ou com a adrenalina das imensas cenas de ação (em C.O.P. New Recruit) esperamos que os consoles Nintendo e seus jogos estejam presentes em um fim de ano pacífico e cheio de alegria e felicidade.

Também esperamos que 2010 seja maravilhoso, cheio de conquistas, e que nossos leitores possam continuar conosco mais um ano, se emocionando com a Nintendo.

Esses são os votos da equipe do Mini: Feliz Natal e um fantástico 2010.

Agora nós vamos para a comilança… porque já estamos salivando!

Mega Man 10 e o estigma da simplicidade ou POR QUE NÃO VOU COMPRAR MEGAMAN 10 (E NEM VOCÊ DEVE!)

Megaman 9 foi um sucesso de público e crítica, vendeu como pãozinho quente e encheu os cofres da Capcom. Todos os milhões de gamers que haviam vencido uma (ou todas) as diversas encarnações de Willy no NES, Super Nes, PSX e Saturn tinham algo para olhar e vivenciar em Megaman 9, mesmo com seus gráficos paleolíticos e sua dificuldade monumental. Controle perfeito, retorno as raízes e um design de fase inspirado deram a esse game passagem livre mesmo entre os não fãs da franquia.

Konami viu um filão. E com a mesma habilidade com que preencheu o filão de beat em ´up nos anos 80/90 correu lançar seu magistral Contra Rebirth, um remake/reimaginação do clássico imortal Contra do NES, com gráficos modernizados e som animal. O game é sem dúvida fantástico e tem um review dele aqui no Mini. Mais tarde, nesse ano de 2009 que teima em não acabar, ela voltou a carga com Castlevania Rebirth, que embora ainda não lançado nos EUA tem sido considerado uma reimaginação bastante interessante da franquia, com gloriosos gráficos, som orquestrado (em MP3) e controle fantástico. Parece que a reformulação dos games, mantendo-os 2D e old school, estava a todo vapor.

Aí veio a notícia de que a Capcom pretende lançar  Megaman 10… ótimo, finalmente veremos a união entre as séries (que deveria ter acontecido no 9)… SÓ QUE COM GRÁFICOS DE NES. Como em Megaman 9.

Espera aí! Para tudo! Não era para Megaman 9 ser um desafio a estética super realista dos videogames… um retorno as raízes da série? Uma forma de mostrar a uma nova geração onde foi que tudo começou? Então porque diabos continuar produzindo jogos nessas condições? Por que não nos dar um Megaman 10 digno do nome, com gráficos soberbos, som animal e que utilize o melhor da plataforma. Não precisa ser em 3D, mas também não precisa ser feito em flash. Vamos lá Capcom, deixe de ser preguiçosa (a Capcom é famosa por criar um engine e usá-lo um cem número de vezes, como nessa geração atual em que o engine dela foi usado em basicamente todos os games que ela lançou com a exceção de SF IV) e gananciosa (é muito mais barato fazer um game que basta dois programadores e um time de artistas do que um game atual) e nos dê algo digno do MEGA (enorme, imenso, colossal) MAN!!!

Imaginem se a moda pega. A Nintendo lançou New Super Mario Bros Wii, uma versão totalmente reformulada da clássica fórmula dos games de NES e SNES, com gráficos fantásticos, som animal e controle mais do que perfeito e foi açoitada e baleada pela crítica por tentar “arrancar dinheiro do público com um jogo que parece ter 18 anos de idade”. Agora imaginem relançar um game do Mario com os gráficos do Super Mario 3 do NES, uma nova história e te cobrar entre US$ 10,00 a 16,00 por isso. Absurdo, não?! Mas é justamente isso que a Capcom quer fazer. E se ela conseguir se safar com esse truque o que impede outras empresas de simplesmente pararem de investir em tecnologia e passarem a lançar centenas de versões de Games com gráficos de 8 e 16 bits, apenas para se aproveitarem do inexistente “Nicho dos nostálgicos”.

Eu sei que uma galera vai cair de pau no mini por causa desse artigo, mas francamente, compramos novos aparelhos para sermos deslumbrados pelas capacidades deles. Sou e sempre serei um fervoroso consumidor de Virtual Console, se não pela qualidade dos games que compro, pela sensação deliciosa que as memórias deles me trazem. Mas esse são jogos antigos, clássicos, que compro EXATAMENTE POR JÁ TER JOGADO MILHARES DE VEZES E ESTAR QUERENDO REVISITAR MEU PASSADO! O meu passado! Não porque acho que a estética deles é melhor do que a atual ou porque eram mais divertidos ou difíceis. Constantemente somos inundados com imbecis que tentam pegar jóias da alta tecnologia e transformar em versões aguadas delas em gráficos de NES, como GTA no NES, ou Metroid Prime para Super NES, numa revolta contra a tecnologia que veio para ficar – desculpe imbecis… GTA não é mais divertido com gráficos de NES do que é num PC de ponta, Metroid Prime é legal pra caralho em primeira pessoa e eu não, REPITO NÃO, preciso de uma versão de Ocarina of Time refeita na engine de A Link to the past!

Então, para proteger o futuro dos games e da tecnologia, digam não. Não vamos aceitar recebermos um Mega Man 10 menos que digno Capcom… não compraremos seu refugo de game só para parecermos “hardcores”. Somos gamers… queremos jogos que reflitam a tecnologia e os avanços.

Agora licença que eu vou jogar “A lenda de Zelda: The Spirit Tracks”

VIDEO GAMES LIVE SÃO PAULO 2009 – O EVENTO PARA TODOS DOMINAR!!!

Pois é, caras, nós fomos ao Video Games Live, o maior, melhor e ÚNICO evento de música de videogames do país. O show está em sua 5ª turnê, e estivemos no Tom Maior para dar uma espiada e ver se a mágica ainda estava lá. E estava. Como estava…

O conceito do evento foi criado por Tommy Tallarico e Jack Wall, dois dos mais conhecidos instrumentistas e music developers para empresas americanas de Video Game (você não os conhece de nome, mas provalvelmente  já ouviu algo deles. A menos que nunca tenha jogado um Metroid Prime, um KOTOR, um Mass Effect, um Halo, um God of War… esses jogos onde eles trabalharam) . Em suma: os caras são bons… mesmo… sem brincadeira. O primeiro VGL ocorreu em 2004 e tem vindo todos os anos ao Brasil, embora São Paulo tenha ficado de fora da turnê 2008 (o que provocou um ataque de histeria aqui no Mini, que estava pronto para ir). A ideia do evento é tocar música de games, usando uma orquestra local (aqui em São Paulo eles usam a sinfônica Villa-Lobos), vídeos dos games e shows de luzes, para mostrar o quanto os games evoluíram como forma de arte e entretenimento.

Agora que já informei o básico, posso colocar para fora a experiência de um cara que nasceu, cresceu e se tornou um ser pensante rodeado de games:

É MARAVILHOSO!!! É FANTÁSTICO!!! AS PESSOAS DEVIAM SER OBRIGADAS POR LEI A IR!!!

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Porque se não for Retro… não tem graça!

Para ou saudosistas de plantão, em homenagem ao super site http://www.retrofantasy.com, que divide conosco o genial Mahou e o insuperável Kauzeleon, algumas capas de alguns games… se eles tivessem saído na segunda metade da década de 80. Divirtam-se!

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Imaginem os Necromorphs…

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Eu me lembro de um outro game com armas e aliens no NES… mas acho que todo mundo era CONTRA a dificuldade do game

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Cansado de Brain Age, jogue Tetris!

Uma pesquisa realizada pela Mind Research Network trás algumas notícias legais pra quem é fã de passar noites encaixando bloquinhos: Seu cérebro pode estar ficando mais rápido e mais eficiente. A pesquisa acompanhou por três meses 15 adolescentes do sexo feminino entre 12 e 15 anos que não eram jogadoras constantes de Tetris  e que receberam uma rotina de 90 minutos  por semana  – seus cérebros foram mapeados através de ressonância magnética para verificar diferenças em relação a um grupo de referência, que ficou sem se divertir.

Pasmem. As jogadoras tiveram maior eficiência em determinadas áreas e obteve-se um córtex mais denso, também em locais específicos, o que é um sinal de mais massa cinzenta que, segundo especialistas podem servir para “demonstrar que um jogador de Tetris pode ter efeitos duradouros que se generalizem a outras atividades”, chegando a uma indicação de que  jogar certos games pode ajudar a combater o declínio mental que vem com o avanço da idade.

Quer jogar agora?! Vá ao site oficial.

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