Square-Enix de volta no Azul!

Eu sei que muita gente envia comentários falando sobre como as matérias sobre economia ou business são chatas e que tudo que elas querem é que o site faça mais Top Ten. Gosto de Top Ten… mas prefiro ter certeza que as empresas que produzem os jogos que vão parar nos Top Ten se encontrem bem e sólidas para que eu possa continuar fazendo Top Tens!

Por isso é um prazer notificar que a Square Enix terminou seu ano fiscal de 2011 em Março de 2012 com lucro, graças a Deus Ex 3 e Final Fantasy 13-2. O aumento nas vendas de jogos, principalmente em edições especiais, gerou um lucro de 6 bilhões de yens (aproximadamente US$ 75.157.290) uma melhor considerável considerando que o ano fiscal passado terminou com um prejuízo de 12 bilhões de yens (US$ 150.314.581)

E é para esse ano ser melhor ainda com Hitman: Absolution, Tomb Raider Reboot,  Sleeping Dogs (todos para 2012) e o novo MMO Final Fantasy 14 para janeiro de 2013.

Eis uma coisa que não entendo! Square, nós, fãs, estamos aceitando que você nos dê o mesmo jogo que nos deu no passado em HD. Estamos falando de FF VII e Chronno Trigger. Dê-nos isso, em HD, bonitão! Os diálogos estão prontos, não precisamos de voice over (Cross foi muito bom e não tinha uma voz!) e tudo que você tem que fazer é a mesma coisa que a Capcom fez com Super Street Fighter 2 High Definition Remix! Só isso!

Final Fantasy VII HD Remake + Chronno Cross HD Remake = Dinheiro infinito!!!

Se exibindo – Como os achievements e os troféus mudaram o ato de jogar videogame

Todo jogador de videogame tem uma (ou várias) loja(s) na(s) qual(is) costuma dar “aquela passadinha” ocasional de forma a pegar na mão as novidades, olhar com tentação para as edições especiais e, de vez em quando, estourar de forma dramática o próprio orçamento em busca de um item especialmente raro. Eu vou poupar os nomes verdadeiros e o local do acontecimento, mas entrei em uma loja de games aqui de Campinas por volta das 17:45 enquanto esperava minha esposa, que trabalha nas proximidades. Um vendedor com o qual tenho amizade estava jogando X-Blades do 360 em um dos aparelhos. Eu olhei a parede de clássicos a disposição do vendedor e perguntei:

__ Cara! Por que diabos se tá jogando X-Blades se você tem a porra de Mass Effect 3 para começar? Isso sem falar que Conan tá ali na estante e é milhares de vezes melhor que essa merda! 

A resposta me petrificou

__ To minerando achievements! 

“Estou minerando Achievements!” se tivessem me acusado de um crime infeliz de infância (como não comer meus vegetais ou entrar em um cinema com vômito falso e jogar na galera) eu não teria me sentido tão culpado quanto me senti ali. Eu já havia feito aquilo? E levando a sério as instruções de mestre Yoda eu sondei meus sentimentos… porra… eu fazia aquilo em bases diárias!

Achievements não são coisa nova nos games. Antes de aparecerem como um ponto massivo e cotidiano no 360 a ideia dos achievements já povoava os games, mesmo sem aquele sonzinho e a mensagem em cinza. Por exemplo, qualquer Metroid ou TODOS os jogos da RARE podem ser completados sem se pegar todos os itens ou visitar todas as áreas, mas nos queríamos, desejávamos, mais, nos precisávamos ter a tela de status do game com um monte de 100% (ou, em alguns games, até mais que 100% como o famoso 101% de Donkey Kong Country ou o ilustre 120% de Castlevania Simphony of the Night). Era nada mais do que o direito de se exibir, de chegar para os outros amigos e dizer “Eu destruí DK!” ou “Eu vi cada centímetro do castelo do Drácula! O invertido também!”. Com o tempo os games começaram a avisar seus jogadores: não raros eram os adventures do PS2, como Ratchet and Clank, que informavam, em uma tela de status, quantos itens secretos haviam numa determinada área ou quantos colecionáveis estavam ali – Going Commando, o penúltimo dos Ratchet and Clank do PS2 chegou a colocar mensagens no quanto superior da tela quando se cumpria alguns dos objetivos especiais. A Valve também explorou muito isso – os jogos disponíveis pelo Steam normalmente tem Achievements que também aparecem como uma mensagem não intrusiva. Depois da adoção dos Achievements pelo 360, e a percepção do efeito social que eles tem sobre os jogadores, quase todo mundo na indústria buscou uma maneira de “encaixar” achievements na suas experiências; com maior (WOW) ou menor (Troféus da PSN) grau de sucesso.

Tá, somos loucos por achievements! Mesmo aqueles que não representam nada como, por exemplo, o achievement “Kill Locust (Like a Boss)”, de Gears of War 3,que nada mais é do que juntar outros 4 amigos que tenham o season pass, e portanto acesso na skin “Onyx Guard” e todos usando a mesma skin ultrapassarem uma onda de chefe no modo Horda – vale 100 G!!! 100 G!!! O mesmo que terminar CoD 2 no veteran, algo que me tomou umas 30 horas da vida! E pode ser feito em meros minutos, se você tiver os contatos. E realmente não representa nada além do fato que você tem mais 4 conhecidos com o game e o Season pass. Não foi uma heroica demonstração de habilidade ímpar – mas milhares de outros jogadores não terão aquele Achievement. E alguns deles comprarão o Season Pass (ou a Skin) ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE na busca daquele Achievement. Então além de sermos loucos por achievements eles passaram a não necessariamente representar habilidade ou vitória nos games. Então por que gostamos tanto deles?

Segundo o CEO da Valve, Gabe Newell, conquitas podem ser positivas “Conquistas dão um novo sabor a desafios que pareceriam desnecessários a primeira vista. Seria como dar um doce se seu filho tirar 10 na prova – ele não precisa tirar 10 e não será punido por nenhuma nota igual ou acima do mínimo necessário para passar. Mas vai persistir ainda mais no objetivo de conquistar aquele diferencial. Nos games o caminho do começo ao final da história é normalmente linear e restrições de construção cinemática forçam com que apenas entre um ¼ ou 1/3 do game sejam verdadeiramente voltados para o que o jogador pode interagir (inimigos, puzzles, alavancas, botões, cenários destrutíveis, etc…) enquanto o restante constitui cenário “vazio” que está lá para construir ambiente e verossimilhança – normalmente o jogador passaria por ali sem nem prestar atenção mas se houver uma única conquista a ser ganha o jogador ira revirar as partes do cenário, que normalmente seriam inúteis, até encontrá-la. Isso pode ser usado tanto como “muleta” pela equipe de criação, para possivelmente estender o tempo do jogo, como uma ferramenta de criação, para guiar o jogador a um tour pelo cenário levando-o a áreas que ele poderia não ver em sua primeira interação. “ enquanto o sempre genial criador de Fable (e mentiroso de galocha) Peter Molineux é contra eles “Eu as odeio. Conquistas matam toda a imersão do jogador com a trama e o universo do game. Quando o jogador começa um épico fantasioso ele quer achar seus aliados, destruir a besta e ficar com a princesa. Ele não quer ter que perseguir todos os leprechaus ou ver todos os desenhos feitos pelos elfos da floresta. Mas existe tamanha competição entre os gamers que jogos sem ou com poucas conquistas acabam mal falados e muitos jogadores ligam seus aparelhos e olham quais troféus podem ser atingidos em cada área antes mesmo de iniciar o jogo. Antes, descobrir que podia-se derrubar uma porta para matar um determinado monstro ao invés de minar as forças dele as poucos era considerado um momento incrível de esperteza – agora é premiado com um símbolo ou uma barulhenta tarja cinza.” mas não a ninguém que discorde que elas vieram para ficar. Até mesmo o Wii U já mostrou que terá um sistema semelhante aos Achievements para coroar os momentos incríveis feitos pelo seus jogadores. Mas será que paramos de jogar os games por eles e começamos a jogar pelos achievements/troféus?

 

Se você olhar a estatística de locação de games da Gamestop e da Rent-a-game americana você vai ver que sim! Principalmente nas épocas de vacas magras (sem nenhum grande lançamento bombando as prateleiras) os jogos mais alugados nos EUA são os que figuram no topo das listas de Easy achievements – com especial atenção a Avatar: The Last Airbender que tem um Achievement de 200 G só para ser terminado em qualquer nível de dificuldade e outro por golpear 300 vezes que vale 100 G (eu já comentei lá em cima sobre 100 G, lembram?!). Aparentemente, nós, gamers, somos, sim, muito pressionados por nossos pares em conseguir Achievements e troféus – se não pelo direito de nos gabar deles pelo menos para sermos reconhecidos como membros capazes em nosso hobby (eu não estou zoando. Clãs de WOW não aceitam certos jogadores que não tenham certas conquistas enquanto guildas de Halo: Reach já fecharam a porta na cara de jogadores bons que simplesmente não tinham os achievements requeridos).

E quando eu percebi que fazia isso, e que não só fazia mas que vinha participando de uma batalha voraz de mais de um ano e meio com um amigo (período no qual nos, literalmente, dobramos nossos Gamescores) desistindo por muitas vezes de jogar games que queria jogar em favor de mais e mais achievements eu fui tomado por um terror súbito – quando havia sido a última vez que eu havia feito uma maratona de Zelda? Quando foi a última vez que eu sentei para simplesmente jogar Mario 3 (não conta jogar nos portáteis – estamos falando de sentar na sala e literalmente escolher entre jogar Crysis 2 e Super Mario 3; acreditem entre um jogo da Nintendo e Crysis, que é um jogão, a Big N sempre vence!)? Quando vezes eu reprimi a vontade de jogar Alan Wake ou Half Life 2 de novo simplesmente porque “eu não consigo pegar os últimos malditos achievements e isso me frustra”? É quase como um crítico de cinema que decidisse criar um check list e desse nota para filmes com base nele (“Uhm… vejamos… nenhum pênis frontal, -0,02, nenhuma nudez, -0,5, nenhuma cena de ação, +3,5, dirigido por Scorcese, +4,0…”). Embora eu não tivesse diminuído o número de games sem achievements que eu jogava, assim que terminados umas 2 vezes, ainda que fossem incríveis, eles eram colocados de lado em nome de mais achievements. Eu olhei para Skyward Sword e tive vergonha de mim. É o melhor Zelda de todos os tempos e eu só o terminei 2 vezes – mas já estou no caminho da redenção tendo começado mais um gameplay dele. 

E é sobre isso que eu venho falar aqui. No passado eu falei de dificuldade: de como eu achava que a dificuldade frustrante de certos games e certos modos tornavam o processo de jogá-los pouco divertido e imensamente estressante – quase elevando o ato a um nível profissional de habilidade. Agora eu venho perguntar: ficamos escravos do score? Platinar (para quem não conhece a gíria é o ato de pegar todos os troféus) um game se tornou mais importante do que jogá-lo do começo ao fim e simplesmente viajar na atmosfera proposta? Eu realmente preciso de um achievement para me dizer que foi incrível terminar Dead Space, Skyward Sword, Mario Galaxy ou Mass Effect? E já que levantamos essa pergunta eu realmente preciso de um achievement para dizer que eu terminei meus games no nível mais difícil? Será que ainda posso sentar e jogar videogame como na época dos arcades e só comentar com os meus amigos como foi incrível quando “matei o Bison com um soco fraco!”? 

Concordam? Discordam? Querem mandar esse gordo ficar quieto? O espaço aí embaixo é todo de vocês!

O produtor Yoshinori Ono se afasta da Capcom por questão de doença

Como já dissemos o responsável pela série Street Fighter desde de Street Fighter 4, teve um problema de saúde e teve que ser hospitalizado as pressas. Agora, segundo a assessoria de imprensa da firma, Yoshinori se afastará de todas as suas tarefas executivas na Capcom até seu retorno a saúde completa. A empresa japonesa ainda não confirma ou informa o que foi que levou a hospitalização e o blog pessoal do diretor/criador de SFIV continua sem atualização desde o incidente.

É… aparentemente a coisa foi bem séria!

Sega demite um monte e prepara-se para nova reestruturação!

SEGA está se restruturando de novo. E sim… em linguagem comum isso significa mais demissões e o corte de mais games. A unidade Européia e Norte Americana da empresa enfrentaram prejuízos astronômicos no ano fiscal de 2011 (que acaba em março de 2012) da casa de 86 milhões de dólares. A empresa pretende diminuir o quadro em 38% na busca de se tornar uma “empresa mais enxuta e com um posicionamento de lucro constante”.

Durante o mesmo ano fiscal a empresa mamãe, SEGA Sammy do Japão, teve um lucro de US$ 243 milhões. Então a situação não está assim tão terrível, né? Né? Na prática o que isso tudo significa?

Significa menos games e menos variedade de games. Segundo a SEGA Sammy do Japão após a reestruturação a empresa americana vai se fixar em marcas mais comerciais como Sonic, Aliens e Football Manager. Isso inclui cancelar títulos mais obscuros em desenvolvimento, cancelar DLCs em produção, desligar servidores onlines e investir mais em conteúdo digital. A SEGA não confirma nem informa quais jogos “obscuros” foram cancelados e nem a extensão da derrubada dos servidores – agora resta esperar.

A equipe do Mini torce pelo rápido reposicionamento profissional dos profissionais desligados da SEGA e espera, com medo, pela lista de servidores desligados – Por favor não desliguem Binary Domain!

 

Indeciso sobre comprar Street Fighter X Tekken? Dr. Junião te ajuda….

O Junião, um dos mantenedores do site http://www.streetfighter.com.br, foi convidado pelo Mini para fazer o review de Street Fighter X Tekken… e concordou! Então… nos próximos dias… preparem-se para um review do game de luta do ano por um especialista em jogos de luta.

Se ele também fizer o review de Tekken X Street Fighter vou acabar tendo que nomear meu primogênito com o nome dele…

Street Fighter X Tekken hackeado e novos personagens já vistos online!

OPS! Sabe aquela ideia imbecil de colocar o material dos seus futuros DLCs direto no disco e só vender um código por download. Então, a Capcom resolveu fazer isso! Vários personagens que deveriam ser lançados apenas como DLCs estavam, trancados, no disco do game – até alguns hackers abrirem o código, escreverem o destravamento eles mesmos e destravarem o código.

Eu sou contra pirataria mas estou tão do lado desses hackers. Se você compra um game, você quer o game por inteiro, não ter comprar pedaços do seu game depois, pedaços estes que já estavam no disco que você originalmente comprou. Isso é tão absurdo que não faz o menos sentido.  E agora a Capcom está toda ofendidinha, com seu gerente de conteúdo, Christian Svensson, que, pasmem, se viu de repente lutando contra um oponente usando o Blanka (que só seria liberado em um DLC daqui a 6 meses) e falou a imprensa que se juntou a microsoft para “Trabalhar em alguns banimentos e na boa ação que é localizar e livra nossa comunidade desses hackers”.

Boa sorte Svensson… isso vai atrasá-los por uma meia hora…

Aliás… se eu achasse uma maneira de destravar esses personagens AGORA, eu, que odeio pirataria, faria! Não estou roubando nada da Capcom, se eu tenho o disco e PAGUEI por ele, o conteúdo, integral, é meu! Pensem nisso…

 

Bioware remodelando o DLC de Abril – podemos ter novos finais para Mass Effect 3!

Sim. Aparentemente a Bioware está realmente preocupada com perder os milhões de fãs de Mass Effect por causa dos finais bem fraquinhos. Segundo um porta voz da empresa novos finais podem ser incluídos junto ou logo depois do DLC que será lançado para o jogo em Abril. Agora a próxima briga é para que esse DLC que altera o final seja gratuito – afinal já pagamos pelo jogo, né?!

Propaganda é, realmente, a alma do negócio!!!

E nós selecionamos algumas para vocês lembrarem de quão louco é esse mundinho de games

Jet Grind Radio – Dreamcast

Cores em profusão e pessoas de roller blades… o que pode ser mais legal que isso? SEGA queremos uma continuação e queremos agora!!!

Gears of War “Mad World” – 360

Se você não soltou pelo menos um lágrima pelo Dom quando viu essa propaganda após jogar Gears 3 você é um robô russa que vive de Vodka.

Super Smash Bros. – N64

Minha reação na primeira vez que eu vi essa propaganda foi “Que bonitinho… os amigos todos juntos e… wtf!!!”

Crash Bandicoot – PS1

“Sai aqui fora seu encanador gordo! Tá com medinho, tá?!”

Propaganda banida da Xbox Live

Essa propaganda foi considerada ofensiva e retirada do ar menos de uma semana depois da primeira veiculação. Não entendi porque… mas vai lá!

Battletanx – N64

Nossa! Nem nos meus sonhos mais loucos eu conseguiria pensar em uma propaganda assim!!! Awesome!

Jet Moto 2 – PS1

Clássica e fundamental. Uma das propagandas mais engraçadas do PS1

Ratchet & Clank -Going Commando – PS2

E é por isso que precisamos de laboratórios, jalecos e tetos, principalmente tetos, quando testamos projetos experimentais!

Super Mario Galaxy 2 – Wii

Já pensou como seria a Disneylandia se ela fosse criada pelo cérebro da Nintendo. Aí está…

Metroid Prime Live – Gamecube

Se depois desse comercial você não sentir vontade de jogar Metroid você simplesmente não GOSTA de videogame!

Mass Effect 2 – Propaganda de pré-compra da GameStop 

Hum!!! Eu sempre pensei para onde eles iam…

Battlefield: Bad Company Propaganda “Snake Eyes” 

E é por isso que Metal Gear Solid 4 é pior que Splinter Cell Conviction!

Propaganda assustadora do Virtual Boy

Nintendo… eu não sei ao certo se eu entendi a propaganda. Pessoas correndo de um Virtual Boy em um cenário pós Skynet. Hum?! Tem certeza que pessoas fugindo em desespero e preferindo viver de água da chuva e calangos em um deserto pós apocalíptico do que usar seu aparelho era, realmente, a mensagem que você queria passar?

Halo 3 “Believe” – 360

Como todas as propagandas de Halo 3. Linda!

Sega Saturn – Segata Sanchiro

Os monstros se escondem de Chuck Norris. Chuck Norris se esconde do Segata Sanchiro.

Propaganda Game Boy Advance 

Putz!!! Eu seria tão assim se morasse no Japão!

Killer Instinct – SNES

Os sonsinhos tornam a propaganda ainda mais legal… e  o fato que dá para ler os lábios dos atores e saber exatamente as atrocidades que estão sendo ditas é uber legal!

Propaganda Japonesa de Rez  – PS2

No Brasil, quando alguém bate na parede do banheiro, só quer papel higiênico.

PS3 “Michael”

Eu não gosto do PS3… mas está propaganda ruleia!

Propaganda Genesis Does

E a mentalidade matadora da SEGA aflorando a toda nos anos 90… que pena que o Saturn veio e destruiu tudo!

O melhor para o final: A propaganda de A link to the Past japonesa

(sim… é o Zelda do Super NES – eu SOU um Fan Boy!)

Ideias, links, opiniões… deixem tudo aí embaixo

Mass Effect 3 vai literalmente para o espaço

Quer uma cópia de Mass Effect 3 antes do dia 07 de Março. Fique com um olho no céu e o outro no site http://www.masseffect.com/space ! A BioWare se juntou ao Dr. Ben Longmier do Projeto Aether da  Universidade de Houston (que, antes que entusiastas das teorias de conspiração pensem alguma besteira,usa balões atmosféricos para estudar efeitos de longo termo na troposfera) para utilizar balões especiais em órbita baixa, equipados com sistemas de GPS e câmeras HD para colocar cópias de Mass Effect 3, quase que literalmente, em órbita.
Os lançamentos terminam hoje, 27 de Fevereiro de 2012.
Acessando o site ali em cima você poderá ver a posição, em tempo real, dos balões com os games enquanto eles perdem altitude ao sabor dos ventos. Se você conseguir localizar um deles poderá retirar da carcaça uma cópia do game Mass Effect 3 para XBOX 360 (sorry sonistas – não foi dessa vez... de novo!) e um código para permitir utilizar o game antes da data de lançamento oficial SEM SER BANIDO DA LIVE (atenção a todos os espertões que downlodaram         a versão que vazou na net  – se vocês utilizaram esses discos em seus 360 você JÁ estão banidos... só que vão receber  a mensagem apenas a 00:01 do dia 07 de Março – bom divertimento ^_~).
Senhoras e senhores Mass Effect 3 está tentando de tudo para chamar a atenção. Se o jogo for um quinto do que foi Mass Effect 2 já estaremos plenamente satisfeitos. Mas que eu queria assistir um desses balões cair devagar no meio     de um treino de futebol americano e ver a galera se trucidar tentando pegar... isso eu queria.