Wii Fit Plus baratinho, baratinho

Se você está preocupado com o quanto vai gastar para continuar vivenciado divertidos novos exercícios em sua casa, depois de gastar mais de R$ 390,00 no jogo original mais o Wii Balance Board, pode continuar seu bambolê com mais tranquilidade – vai ser mais barato.

Tendo em vista que o game será lançado em duas edições, uma com o Wii Balance Board e outra sem, fontes internas da Nintendo confirmam que você, que adquiriu o primeiro game com o Wii Balance Board, vai gastar algo entre US$ 18,00 a 25,00 para ter o novo game. É quase o preço de um downloadable content, só que você tem um diskinho novo para brincar.

É claro que se você não pegou o jogo original terá que optar pelo pacote completo, que deve custar algo entre US$ 60,00 e US$ 70,00… elevando bastante o valor final. Aposto que agora US$ 55,00, o preço inaugural do primeiro Wii Fit, parece uma pechinca. Não é?!

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Nintendo te ensina a fazer dinheiro….

… ou quase isso.

Não se preocupe. Sua empresa do coração não irá ensiná-lo a falsificar notas ou a vender drogas. A Nintendo tem, ao longo de todos esses anos, sido muito boa em 2 coisas: Ganhar dinheiro e fazer jogos. Agora ela resolveu somar essas habilidades.

You’ll Incur Losses If You Remain Ignorant: How Money and Things Work DS.” é o novo game da Big N que irá ensiná-lo a investir em ações, futuro e commodities, além de dar-lhe lições valiosas sobre o funcionamento da economia e o manutenção de uma vida econômica regrada. Sabemos que parece um conceito bizarro para um game, mas lembre-se que estamos falando da empresa que criou Wii Fit e Brain Age.

O game está sendo co-desenvolvida pelo Nihon Keizai Shimbun, a bolsa de valores japonesa, como uma maneira de influenciar e educar investidores e (potenciais) futuros investidores. A empresa, mas conhecida no mundo todo pelo nome comercial de Nikkei, está provendo, nomes, gráficos e algorritmos de comportamento reais de ações para a Big N. Se for um sucesso por lá, com certeza teremos o gostinho por aqui.

O Japão recebe essa maravilha dia 27 de agosto, por 3,800 yen.

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Jogos Difíceis, Jogos Pedreira, Jogos Impossíveis ! Eles te divertem?

Videogames, como todos sabem, nasceram como uma forma de diversão pública, e seus mais diretos ancestrais são as máquinas de leitura da sorte e pinball que se abarrotavam em parques e bares do começo do século 20. As primeiras apresentavam sua sorte por uma moeda… e eu imagino que o fator replay de uma máquina dessas fosse muito baixo (eu sei… péssima piada) mas o pinball era uma história completamente diferente; construído do início ao fim para levar suas economias em direção a derrocada a máquina era impiedosa, engolindo bolinha após bolinha em cada mínimo erro seu, pedindo sempre mais moedas para liberar mais um grama de diversão – por vezes o erro era verdadeiramente seu, por vezes era incompetência do desenhista da pista (o nome que os colecionadores dão as “áreas de jogo” das máquinas de pinball) e por vezes era um problema mecânico da máquina, mas isso não importava… ops! Lá se foi sua última bolinha… insira outra moeda.

Essa metodologia viajou para os arcades, quando eles surgiram na década de 60, fossem eles beat-up (como Double Dragon) ou Amusements (o nome que o David Wrick, do “History of Video Games” dá para games como Dig Dug e Pac Man) você era constantemente desafiado a vencer a máquina, colocar seu hi-score, e gastar partes expressivas do seus rendimentos em fichas. O Atari não mudou muito a história… poucos games possuíam final e com isso as brigas contra o sistema era para durar mais algum tempo e jogar mais e marcar um hi-score.

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Só que aí surgiu o Nes. Um faixo de luz no meio da inequidade que era a raça humana na década de 80 o Nes trouxe melhores controles, melhores gráficos, melhores sons e histórias imensamente adequadas ao videogames da época, mas uma coisa não mudou… em sua absoluta e completa maioria os jogos eram difíceis… as vezes insanamente difíceis. E eu não falo de um jogo “quebrado” – onde a dificuldade é criada por um glitch ou um problema de controle – e sim de jogos difíceis por serem assim desenhados. Jogos programados do início ao fim para não só te derrotar… mas chutar sua bunda no processo. Jogos como Mega Man (o 2 era um pesadelo), Ninja Gaiden (tente terminar o primeiro e verá quão excruciante é) e o famoso Contra (que era impossível mesmo com as trinta vidas do código Konami – imortalizado em cartazes, episódios dos Simpsons e camisetas) faziam o possível e o impossível para acabar com sua raça.

A questão é: Era divertido?

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A resposta: Sim!!! E não!

Sim, todos os jogos citados são games excelentes e eu tenho todos eles em algum formato (Megaman 2 no Megaman Collection, Ninja Gaiden no Virtual Console e Contra – bem eu tenho Super Contra, também chamado Contra III – também no Virtual Console) e eu tenho tenras lembranças de infância envolvendo todos eles (e definitivamente não quero que Michael Bay toque em nenhum deles).  Só que tenho mais lembranças de controles jogados através da sala e no sofá, de gritos, choros e soluços do que de momentos felizes envolvendo eles. E eu me considero um jogador moderadamente bom… não sou um ás, mas tenho mais de duas décadas de experiência com o D-Pad e isso aumenta a minha angústia… pois imagino que muitas pessoas (eu tenho um monte de exemplos) tem menos habilidade, paciência e traquejo do que eu. E estão jogando. Mas serão que estão curtindo… ou odiando.

As questão deste artigo nesse momento é o imenso revival, um momento retro, se me permite, que a indústria de videogame parece estar passando. Jogos como Ninja Gaiden (No XBOX, XBOX 360 e PS3), Megaman 9 (Wii, Xbox LA e PSN), Bit Trip (Wii), Bionic Commando (XBOX 360 e PS3) tem sido lançados contra um público que se acostumou com check points freqüentes, interface amigável, rotas simplificadas e níveis de dificuldades mais moderados. Recentemente em uma conversa com o Mahou e dois amigos mais novos ouvimos um deles dizer o quão difícil era Megaman X2 e eu e o Mahou explodimos em risos. Megaman X2? Difícil? Por Deus! Eu como Megaman X2 no café da manhã! Eu uso Megaman X2 de papel higiênico! Depois de terminar Megaman 2 (e Megaman 9 – que é difícil pacas) você encara qualquer Megaman! Só depois dos risos nos demos conta de como os jogos foram ficando mais fáceis e acessíveis com o tempo… e o advento do Wii e do DS (e seu público casual) acelerou essa curva. Os jogos passaram de chutadores de bundas que o desafiavam a parceiros de diversão que o convidam a explorar seus recursos e o carregam por mundos inesgotáveis de encanto e magia…. Eu já disse que não sou gay!

E com isso voltamos a pergunta inicial: Dificuldade diverte você? Você realmente se sente motivado em atravessar hordas de inimigos utilizando apenas uma pistola d´água e linguagem chula, lutando por arrancar cada vitória dos dentes da derrota, como o Mahou, ou você é como eu, que acredita que os games devem lhe dar um universo imersivo e tirar da sua frente todo o excesso de bagagem como chefões difíceis, hordas de inimigos que respawnam e seqüências intermináveis de abismos mortais (Sim Shinobi… eu estou olhando para você!)?  Por favor dê nos sua opinião!

Round 1! F I G H T!

Extra! Extra! Sky Crawlers vem voando para os Wiis americanos!

Segurem-se em suas cadeiras, pessoal, pois um game que nós nunca achamos que ia ver a luz do dia neste hemisfério está a caminho do nosso Wii. Se você nunca ouviu falar de Sky Crawlers não se sinta mal. O game saiu há pouco mais de um ano no Japão e é um clássico por lá, com gráficos majestosos, controle excepcional e desafio perfeito. Foi criado pelos mestres dos ares, o “Project Aces”, equipe de desenvolvimento responsável pelos Ace Combats da Namco.

Neste game, no entanto, você não será um piloto de guerra. Em um mundo que finalmente atingiu a paz, a guerra virou uma espécie de de esporte entre grandes empresas. Nessa briga, você será um “novato”, que participa de missões arriscadas em busca de dinheiro para melhorar sua aeronave e até mesmo comprar novas armas e aviões.

O jogo dura boas dez horas, e tem ótimo multiplayer online. Estamos salivando também!

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Nintendo compra programa de TV britânico

Quando é que se tem certeza que uma empresa de videogame está realmente ganhando dinheiro? Quando ela compra um show de TV. E isso aconteceu nas terras da Rainha, onde a Big N comprou um programa de TV chamado “Britain’s Best Brain”.

Como informado pela MCV, aparentemente o programa trará dicas e falará sobre usos dos produtos Nintendo, com ênfase no DS e DSi, que irá ao ar em outubro. Lembrando que no Japão a Nintendo é dona de 32% da NHK, a “Rede Globo” japonesa.

Será que a Big N quer avançar para TVs do mundo todo? Esperamos que sim.

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Sega não desiste de “Hardcores” do Wii – Valeu Sega!

Sega! Ah… a velha Sega! A monumental Sega! A Cega Sega (tem que ser cego para lançar os últimos Sonics). A Sega não se deixou levar pelo índice de attachment dos jogos classificados como “Mature” (consumidores acima de 16 anos) e mostra que deseja permanecer na posição de produtora de conteúdo hardcore para o Wii. Nas palavras de seu Diretor de Mídia Europeu, Gary Dunn: “You have to push boundaries and explore. I think whilst MadWorld commercially didn’t sell what we were expecting I wouldn’t say it’s game over for mature Wii titles from Sega” (Você tem que empurrar os limites e explorar. Eu acho que embora MadWorld não tenha vendido o que esperávamos isso seja o fim dos jogos “mature” da Sega no Wii). E prosseguiu: “We’re taking a look at the resources we have now. We’ve got money to invest in development, we’re just considering where to invest it next” (Nós estamos vendo os recursos que temos agora. Nós temos dinheiro para investir em desenvolvimento e estamos considerando onde investi-lo agora, – numa tradução bem livre) e, embora as vendas iniciais de “The House of the Dead: Overkill” tenham sido modestas, elas alcançaram ótimos patamares em poucos meses, fato que o levou a concluir a entrevista ao site 1Up com a seguinte afirmação: “House of the Dead: Overkill was quite a profitable title for us,” (House of the Dead: Overkill foi um título muito lucrativo para nós).

É isso aí, Sega! Agora queremos Bayoneta e Skies of Arcadia 2 para Wii!!!

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Sem Onimusha, mas com algo bem legal a caminho!

A batalha de Sekigahara, que ocorreu no Japão em 1600, é o cenário do jogo que todos, inclusive nós no Mini, torcíamos para ser um novo Onimusha. Mas não é! Ainda assim é legal pacas! Se preparem para o próximo Sengoku Basara, que conhecemos aqui no ocidente como Devil Kings. O primeiro saiu no PS2 e o segundo no PSP, mas agora o game deve atingir as duas plataformas da Sony, o 360 e o Wii! E nós vamos ganhar uma versão com Wii Motion Plus!!!

Os detalhes ainda são pequenos e esparsos,mas pode-se esperar a qualidade Capcom nesse título!

Estamos salivando…

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Wii vende – com Wii Sports Resort ou sem!!!

Às vezes um game muito esperado segura um console sozinho. Às vezes um game muito esperado não faz a menor diferença. Metal Gear Solid 4 era um exemplo, e agora Wii Sports Resort também. Embora tenha sido a terceira melhor estreia de um jogo para Wii – 360 mil cópias entre 22 e 28 de junho – o game “carregou” apenas 2 mil unidades do console, de acordo com dados da Media Create, empresa de marketing que acompanha o mercado japonês de games.

Assim sendo, a maioria dos compradores de “Wii Sports Resort” já possuía o console. Mas o jogo fez aumentar a procura pelo Wii Remote (passou de 13 mil para 30 mil) e pelo Nunchuk (de 8 mil para 27 mil) no mesmo período. Além disso, as vendas avulsas do Wii MotionPlus foram de 296 mil unidades. Se somadas com os exemplares encartados com “Wii Sports Resort”, o total de MotionPlus nas mãos dos consumidores é de 656 mil unidades, o que dá quase dois para cada cópia do game. Multiplayer alguém?!

O campeão da semana, no entanto, continuou sendo o Nintendo DSi, com quase 40 mil unidades vendidos. Seguem as vendas:

1. Nintendo DSi – 39.885 – 1.363.629
2. PSP – 26.789 – 1.161.805
3. Wii – 21.790 – 622.169
4. PlayStation 3 – 11.310 – 589.937
5. Xbox 360 – 5.766 – 229.608
6. Nintendo DS Lite – 5.595 – 292.448
7. PlayStation 2 – 3.578 – 132.459

Retrô – Seu espaço para o Virtual Console

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Space Harrier

Um dia um homem tomou drogas demais. Ele sonhou que podia voar usando um canhão que disparava tiros para frente e chamas para trás, enquanto lutava com dragões de duas cabeças, elefantes ciclópicos e múmias voadores, enquanto passava sobre uma imensa planície formada de blocos coloridos em duas cores que se repetiam ad infinitum… e você vai jogar o delírio desse drogado. Essa é a única explicação possível para Space Harrier ou Space Harrier 3D… um shooter disfarçado (você comando um toximániaco invés de uma nave) onde você enfrenta centenas de criaturas que… …desafiam a concepção… …. desafiam a… … ao caralho! Que só poderiam ter sido concebidas se você estivesse tão drogado que seria incapaz de discernir a sua mão de um poste. Os gráficos são interessantes e o som é muito simples, com um midizinho que não convence… Seu por 600 wii points!

Sim Earth - The Living Planet

Sim Earth

Algum de vocês tentou jogar Sim City do SNES… e Populous de Mega Drive/Genesis… e Warcraft 2 de PS1/Saturn… e Star Craft 64, no… você sabe muito bem em que videogame. Tentaram? Conseguiram? Imaginei! Todos os jogos sitados são ports de jogos de PC, pensados do chão ao final no uso corajoso, contínuo e absolutamente necessário do mouse. Sem o mouse, por mais incrível que seja o trabalho dos criadores com o controle dos console, os jogos ficam duros e frios. Eis aqui outro exemplo… Sim Earth para SNes não faz feio. Tem bons gráficos (um PC de ponta para 1991), som funcional e um ótimo nível de desafio para um “simulador”… só que o controle é simplemente muito ruim… e embora os programadores tenham lhe permitido mudar a velocidade do cursor durante o jogo, o processo de escolhas e movimentação entre os pontos do mapa, os pontos dos menus e entre os mapas e os menus é complexa e exige treinar uma centopéia para apertar botões junto com você. É uma pena… mas eu não recomendo para ninguém – até porque o jogo é freeware hoje e qualquer carrossa de escritório roda ele, com mouse.

Por que Tingle merece um novo jogo? Por que Tingle merece viver… já que tocamos no assunto?!

Imagine que você está andando na rua e topa com um homem de 35 anos baixinho, com um cavanhaque de pontinha, careca, barrigudo (não gordo… pois todo gordo tem um estilo… aqueles caras magros que tem pança de cerveja) que está vestindo um colã verde, sapatinhos marrons  e dançando e saltando como uma gazela efeminada falando sobre fadas… e que ele está em busca da dele. Esse é Tingle… um estorvo que vem acompanhando os jogadores de Zelda a anos… ele ganhou um game para o DS… mas há busca dele por enfernizar sua vida ainda não acabou.

Segundo um anúncio, da própria Nintendo, onde Tingle diz algo como “Ah!”, uma grande revelação seria feita na Net no dia 26/06/2009…

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… e no dia 26/06/2009 um site com Tingle e uma Tv com vários canais foi ao ar neste site – http://www.nintendo.co.jp/yousei/index.html – só que está todo em japonês e qualquer auxílio seria super-bem-vindo. No mais estamos imaginando o que é que a Big N tem nas mangas… e que titica tem na cabeça de Tingle.