E ele é essa lindeza que Eiji Aonuma está segurando…
O novo aparelho será vendido em um bundle contendo ele e uma digital de The Legend of Zelda: A link between worlds no dia 22 de Novembro (mesmo dia de lançamento do jogo) por um preço ainda não divulgado.
É o ano do Luigi e ele vai ter um 3DS para chamar de seu!
Na verdade é um modelo de 3DS que já havia sido lançado no Japão em formato de bundle com o Luigi’s Mansion: Dark Moon, mas agora o aparelho vai chegar nos EUA pelo preço padrão de 3DS em número LIMITADÍSSIMOS.
E um novo trailer, novinho em folha, está dando o que falar sobre a contra parte maligna de Hyrule, Lohule (Eu vi a piada Nintendo… eu juro que eu vi…).
Não só um retorno a Hyrule de A Link to the Past mas um mapa maior e um jogo totalmente em 3D! Já estamos salivando!
Dixie Kong, a priminha macaquinha fofinha de Diddy Kong, está de volta – e ainda MAIS fofinha!
E não só Dixie está de volta mas ela não uma mera skin para Diddy Kong! Ela tem habilidades próprias completamente diferentes que facilitam certas situações, dificultam (ou impossibilitam) outras e fazem com que as fases tenham áreas que só podem ser explorados com um ou o outro!
Depois que lojas brasileiras foram multadas pela Nintendo por terem vendido/enviado Pokemon X e Y antes do dia marcado para centenas de pré-compradores (infelizmente não recebi essa mamata… snif snif) a Pokemania invadiu o mundo. E o Mini leva para você alguns dos comerciais lindos que a Big N esta levando a TV.
Pessoal… vamos estar parados por uma semaninha… voltando ao normal em 12/13 de Outubro. O motivo é que precisamos de férias de verdade, sabáticas mesmo, então o Minicastle para um pouquinho.
No retorno vai haver a matéria sobre o VGL São Paulo 2013, assim como o nosso Sábado Retrô e muitos reviews dos jogos que nós vamos destruir nessas férias sabáticas! Vejo todos vocês do outro lado!
Yu Susuki é um gênio. O homem tirou da cartola jogos fantásticos como Hang On, After Burner e, é claro, Out Run, sem falar em um número de clássicos da SEGA sem o qual a história do videogame séria um lugar bem mais inóspito e bem menos divertido.
E, embora nós vamos falar das 3 criações do cara aqui, no Sábado Retrô, nós vamos começar hoje com o fantástico clássico de corridas que, ao contrário do que muita gente acredita, não foi nem o primeiro jogo de corrida da SEGA (O primeiro jogo de corrida da SEGA foi Motocross em 69) nem o primeiro jogo de Yu Susuki (foi Hang On). Out Run começou sua vida como um arcade de corrida revolucionário em 1986, usando e abusando de scrolling e gráficos de alta qualidade, com uma música de derrubar o queijo do peão da boca, enquanto você voava por aí em sua Ferrari F40 vermelha.
Embora o Arcade tenha sido um sucesso, e lançado em 02 versões (no formato de um cabinete simples de Arcade, onde você jogava em pé, e uma versão mais luxuosa, no formato de um carro ou de um F1, em que se jogava sentado), a maior parte das pessoas teve contato com jogo em sua versão do Mega Drive/Genesis – um port extremamente competente do Arcade. A versão foi um dos jogos de lançamento do Genesis (chegando ao Japão 1 ano depois do lançamento do aparelho por lá) em 89 contando com as três rádios do Arcade (Splash Wave, Magical Sound Shower e Passing Breeze) além de uma exclusiva (chamada Step on Beat) todas compostas pelo mago da SEGA Hiroshi Miyauchi, que fez as músicas de After Burner e trabalhou em diversos outros jogos. Ao contrário do que popularmente se acredita a versão do Genesis/Mega Drive não foi feita pela SEGA (ao contrário da versão do Master System/Power Base de 87) mas portado do Arcade por uma softhouse japonesa chamada Sanritsu.
A versão do MD/Genesis conta com exatamente as mesmas “fases”(porque o estágio nunca terminava até a linha de chegada) do Arcade, com gráficos semelhantes. Tá… semelhantes eu posso ter forçado um pouco a amizade: o scrolling era bem mais simples e a sensação de velocidade bem menor, havia um número menor de carros ao mesmo tempo na tela, quase não havia variações no veículos a serem ultrapassados e, para economizar memória, os objetos ao lado da estrada se repetiam a exaustão… pode olhar… os totens, as lojas de artigos para pescaria e as árvores são os mesmos sprites, repetidos de novo e de novo e de novo.
A qualidade do Som, no entanto, continua igualzinha a do Arcade, com uma qualidade simplesmente fantástica. Só não é tão boa se você escutar sem fones de ouvido (ou estiver jogando em um Mega Drive/Genesis que não seja o primeiro modelo) porque o som do MD é mono, mas fora isso simplesmente animal. O controle é perfeito e reage instantaneamente aos comandos… simplesmente animal.
Não custa lembrar que o jogo permitia escolher o próprio caminho, sendo que os caminhos mais fáceis eram os que estavam a esquerda das bifurcações (indo na direção do Objetivo A)
Out Run continua divertido e gostoso, mais de 25 anos depois de seu lançamento. E se não acredita em mim, tente: Pegue um Mega Drive/Genesis, coloque o cartucho lá (ou jogue na versão de SEGA CD, ou no Virtual Console do seu Wii) e descubra o que muita gente da época já sabia…
Quando o público estava esperando uma continuação uber violenta e agressiva de Ocarina of
Time/Majora’s Mask, baseada nos vídeo revelados na Spaceworld de 2000…
… a Nintendo veio e mostrou ao mundo uma versão fofa e cartunesca da franquia.
A galera foi ao delírio, e do jeito ruim: críticas voando de todos os lados, cobrando da Nintendo uma posição mais adulta… enquanto a Nintendo tentava apagar o fogo pedindo ao público que esperasse um pouco e jogasse o game antes de criticá-lo. O game chegou ao mercado em 03 de Maio de 2003.
E foi um sucesso de público e critica sem tamanho!
A Nintendo ainda não nós deu um Zelda novo para o Wii U, no sentido de um título novo criado apenas para o aparelho. Mas ela deu ao mundo um novo Zelda, o remake de um dos mais controversos títulos da franquia, o lindíssimo The Wind Waker do Game Cube.
E que Remake!!!
Wind Waker HD é muito mais do que só uma repaginada gráfico. É um jogo refeito, dos pés a cabeça, para um novo hardware e um novo público. Os controles foram melhorados (o que parecia impossível!) e respondem tão maravilhosamente que parece que o console está lendo sua mente. Uma nova vela (opcional, caso você seja um purista) permite deslocamento mais veloz entre as ilhas enquanto várias Dungeons foram melhoradas, dificultadas e tornadas mais longas. Duas quests foram melhoradas e tornadas mais fáceis de serem entendidas e realizadas. E um novo modo de jogo, chamado “Heroes Mode”, vai testar até mesmo os maiores especialistas no game: O jogo não dá corações quando você derrota inimigos (só rúpias ou magias), os inimigos causam 3 vezes mais dano e são duas vezes mais numerosos e a única forma de cura no jogo é através de poções – não tem nem mesmo fadas para ressuscitar nosso herói (caiu em combate… morreu).
A música é simplesmente perfeita. Perfeita! Ela vai te deixar com medo quando você tiver que ficar medo, fazer seu coração bater descompassado nos chefões mais difíceis e aniquilar seu traseiro quando você se embrenhar mar adentro. O som é muito bom mas o jogo perdeu pontos por continuar sem vozes… seria ótimo que ele começasse a ter pelo menos narradores em alguns pontos. Os gráficos são simplesmente arrasadores – rodando lisos em 1080p com luz e sombra de matar jogos da nova geração de inveja e novas engines de física para sustentar movimento de mar, velas e tecidos. Mas não acreditem só na minha palavra não – vejam funcionando!
O Wii U Game Pad permite um controle de personagem e câmera soberbos, enquanto permite a visão de mapas ou o do inventário de itens sem ter que apertar start e pausar a ação. Além disso você pode fazer anotações no mapa, usando sua Stylus, ou, utilizando um item interno do jogo, tirar fotos com ou sem link nelas (fazendo caras e bocas), e deixá-las por aí, em mensagens em garrafas, ou postá-las no mural do miiverse. E acreditem em mim: a experiência criada pela possibilidade de tirar fotos e deixá-las com mensagens, para outros jogadores encontrarem online, por todo lugar, é imensamente divertida – e hilária.
O jogo só não é perfeito por alguns pontinhos meio desajustados: Falta um botão maior no Game Pad para a espada (como no Cube) fazendo com que as vezes você pressione o botão incorreto quando quer atacar (no Japão foi lançado uma réplica do controle do Cube para ser usado nesse jogo… mas isso não vai vir para o Ocidente) e as mudanças de cores (de preto e branco para sépia em várias regiões do jogo) tiraram um pouco do brutal efeito que a colorificação daquela região dava ao game. Mas são apenas pequenos pontos que nem de perto tiram o brilho dessa maravilha.
The Legend of Zelda: The Wind Waker HD é uma obra prima. É um jogo que já era sensacional em 2003 tornado ainda melhor pela aplicação de nova tecnologia e mais tempo de trabalho em cima. É obrigatório na biblioteca de todo dono de Wii U e um jogo que nenhum fã de aventura deveria deixar passar. Bom divertimento e bem vindos ao grande oceano.
… e pelo andar da carruagem parece ser um Remake do primeiro game do personagem, usando e abusando do efeito 3D que só 3DS pode criar. Ataques virão da frente e do fundo, inimigos irão swingar em cordas na sua direção e efeitos de paralaxe serão utilizados para mandar Kirby para planos no fundo da tela ou no rosto do jogador.