Agora seu Wii tem HDMI! Ei… eu não estou brincando!

Tem um monte de donos de Wii que fazem aquela choradeira, desde de 2006, sobre o fato do sistema não ter uma saída de alta resolução, batendo e batendo no assunto que com o Vídeo componente, o máximo de resolução que se consegue é 480P. Pessoalmente tenho uma TV Full HD e nunca senti o menor problema em usar o Wii com cabo vídeo componente nela, mas todos temos nossas reclamações…

… e algumas tem solução.

Agora o Wii tem um upscaler, o VD-W3 Wii HDMI Upscaler Processor, que recebe o sinal da saída do Wii, e com seu processador de 10 bits dedicado a HD video upscalling, permite saída de resolução do Wii em cabo HDMI. Sim… eu usei o termo HDMI em um post sobre o Wii! YES! YES! Posso morrer feliz agora!

Conecte sua HDMI no acessório e os gráficos serão lançado no monitor na maior resolução em que tenham sido criados. Testes disponíveis na net mostram que os valores irão variar loucamente de jogo para jogo, ou mesmo dentro dos jogos (a abertura de SSBB alcança 1080i enquanto o resto do jogo funciona a 720p, por exemplo).

O aparelho tem ainda uma saída de fone de ouvido padrão e não tem tomada pois utiliza uma USB do Wii. Lançado nos EUA por US$ 75,00 – algumas telas de comparação, com ou sem o aparelho, disponíveis abaixo:

http://reviews.dcemu.co.uk/vdigi-releases-vd-w3-wii-hdmi-upscaler-processor-303442.html

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Pikmin 3 está quase pronto!

Se você é fã de Pikmin (e quem não é?) segure seu chapéu… segundo a britânica Official Nintendo Magazine‘s o mestre, o cara, the man, o unânime, o ninja, o papai Mario, Shigeru Miyamoto confirmou que Pikmin 3 está em desenvolvimento e em um estágio muito avançado – a entrevista ocorreu durante a entrega do prêmio da British Academy of Film and Television Arts show onde Miyamoto foi homenageado pelo seu legado.

Se vocês tem boa memória (e nós temos), devem se lembrar que Miyamoto já havia comentado sobre o desenvolvimento do game em 2008, na E3. Agora é só esperar, rezar e torcer para vermos algo na E3 desse ano… em junho.

Já estamos salivando!

Quer trabalhar no McDonalds? Vá jogar DS!

De acordo com o jornal japonês Nikkei, a rede de fast food mais famoso do mundo vai cortar seu tempo de treinamento pela metade utilizando o portátil mais famoso do mundo; é isso aí, o Nintendo DS será usado para treinar novatos no McDonald´s. O software está em desenvolvimento pela Nintendo e será usado, segundo um porta-voz da rede de lanchonetes “como um serviço de treinamento de várias tarefas de limpeza, de cozinha e de atendimento ao cliente”.

Segundo o jornal o plano está custando ao McDonald´s 200 milhões de yen (algo próximo de 2 milhões de doláres) e deve ser implantado ainda em 2010…

… finalmente o pessoal no Mc vai ter algo para fazer com o Wi Fi!

Nintendo teria vergonha se fosse a Sony!

Depois de a Sony mostrar seus movimentos (entenderam hein?! Entenderam? Seu “move”) na GDC o site Kotaku entrevistou Reggie Fill-Aime, presidente da Nintendo dos EUA, sobre a tecnologia da Sony… e a resposta fez todo mundo pensar. “Acho que a marca da Nintendo é que estamos constantemente tentando inovar”, comentou. “Acho que ficaríamos envergonhados se fizéssemos o que nossos competidores estão fazendo”.

E ao comentar inovação, segundo Aimes, o caminho óbvio não é o da Nintendo “Para nós, a alta definição por si só não representa a próxima fronteira. Precisamos oferecer uma experiência totalmente diferente em nossa próxima geração”, afirmou o executivo “Quando o sr. Miyamoto for até o sr. Iwata e disser ‘Eu tenho esta grande ideia, mas não posso fazer isso no Wii’, então aí nós teremos nossa próxima geração de consoles”.

O dôssie 3DS – ou – O que diabo é o novo DS/DSi?

Nós resistimos, é verdade, bravamente, nós resistimos em trazer qualquer rumor… mas quando o jornal de maior circulação do Japão confirma o que tudo mundo já sabia a boca pequena na NET é a hora de colocar a boca no trombone e contar: Um novo DS está chegando…

…. e ele é em 3D!!!! (Insira sua cara de espanto aqui!)

Agora segurem seus chapéus e vamos dar uma boa olhada nas centenas de informações conflitantes que surgiram, separando o joio do trigo e vendo o que é real, o que é possível, o que é pouco provável e o que é impossível sobre o novo portátil da Big N.

  • O novo DS utilizará 3D!

    STATUS – Confirmado

    A Nintendo confirmou a notícia do jornal Yomiuri Shimbun de que o novo DS permitirá games em 3D. As fontes do jornal e de diversos sites na NET (como o KOTAKU e GO!NINTENDO e POCKET GAMING) confirmam que 3, isso mesmo, três tecnologias foram disponibilizadas para os desenvolvedores criarem games em 3D (ou com partes em 3D): Emulação por software auxiliada pela câmera interna (o que nos confirma que haverá uma câmera interna no portátil), emulação por software auxiliada por acelerometro e sobreposição de imagens utilizando-se de uma tela SHARP 3D e um filme especial sobre a tela que permite que os olhos captem diferentes ângulos e imagens. O resultado do uso da nova tela LCD 3D ainda é desconhecido, mas o seguinte vídeo mostra um game em 3D utilizando-se da combinação entre emulação de software e câmera interna – o uso do acelerometro vai ficar mais ou menos por aí!

  • O novo DS terá gráficos de Gamecube!

    STATUS – Meh

    Difícil dizer. O novo DS utiliza um sistema de uma única placa, que reune GPU, CPU, placa de som e por aí vai, chamada TEGRA, cortesia da Nvidia. Os últimos modelos da TEGRA foram insanamente poderosos e são grandes as chances de que ela seja tranquilamente capaz de segurar a onda com gráficos de Cube. O problema é que não sabemos qual será a nitidez da LCD do novo DS e nem qual mídia o pequeno utilizará – então ainda não sabemos se sua jogatina portátil vai ganhar um remake de wind waker a altura ou se o espaço de mídia (texturas de alta qualidade ocupam espaço) ou nitidez do display vão forçar os desenvolvedores em outras direções.

  • O novo DS terá uma placa da Nvidia!

    STATUS: Confirmado

    Leia acima

  • Os Kits de desenvolvimento já foram entregues a 36 empresas!

    STATUS: Confirmado

    36 empresas, entre elas a Capcom, a Retro e a Ubisoft, já comentaram sobre o KIT de desenvolvimento, depois dá SQUARE-ENIX ter dado com a língua nos dentes. Segundo os desenvolvedores o software de criação é muito… MUITO… semelhante ao do Wii (o rumor de que teria gráficos de Cube pode ter vindo daí) e que qualquer empresa que já trabalhou com o console de mesa da Nintendo não terá dificuldades com o novo console.

  • O lançamento será ainda em 2010!

    STATUS: Confirmado… se não ocorrerem imprevistos.

    Vários desenvolvedores afirmaram na Game Developers Convention terem games para o novo DS com data de lançamento “final de 2010”… então o aparelho deve estar chegando no final desse ano. O presidente da Nintendo, Satoru Iwata, já havia sinalizado essa possibilidade na demonstração de rendimentos aos acionistas em outubro.

  • As duas telas podem ser usadas como uma só!

    STATUS: Muito provável

    Embora vários desenvolvedores tenham dito que as telas do novo DS podem ser usadas juntas, como se fossem uma só grande tela, e o jornal Yomiuri Shimbun tenha dito que a distância entra as duas é realmente mínima – ainda não sabemos se as duas telas usarão a LCD 3D ou se as duas serão sensivéis ao toque. Como ainda não temos nem mesmo uma única foto do aparelho, permanecemos com quase certeza.

  • O novo DS vai ter sensor de movimento como o Wii!

    STATUS: Confirmado… bem… quer dizer…

    O fato é que o sensor de movimento do Wii depende de informações da barra sensor e de diversos acelerometros e giroscópios enquanto o novo DS contará com uma versão simplificada desse sistema, muito semelhante a disponível no Iphone.

  • O novo DS terá rumble!

    STATUS: Confirmado

    Embora os desenvolvedores terão que sambar para fazer com que o acelerometro não seja atrapalhado pelo rumble (possivelmente desligando o segundo quando o primeiro for funcionar) a Nintendo patentou rumble para portáteis não mais que seis meses atrás.

  • O novo DS terá um direcional analógico!

    STATUS: Muito provável

    Embora tudo que a nintendo tenha dito é que o sistema terá “direcionais que suportam movimento em 3D” nós somos velhos o suficiente para ler “direcional analógico”. Só esperamos que seja como o do Cube e não como o do PSP. Alguns sites chegaram a mencionar 2 analógicos – ISSO SERIA DEMAIS… mas dúvido que venha realmente a acontecer.

  • O novo DS utilizará mini discs como os do Cube!

    STATUS: Impossível

    Eu gostaria de salientar que é mais fácil aprender a voar utilizando-se do sistema descrito por Arthur Dent em “O mochileiro das gálaxias” – Voar é pular em direção ao chão e errar o alvo! – do que a Nintendo utilizar os mini discs em um portátil. A explicação tem duas partes: 1) Mídias ópticas são barulhentas, levam tempo para serem lidas, geram calor no canhão de leitura, são suscetíveis a chacoalhões e consomem MUITA energia (todos problemas que levaram a Sony a lançar o PSP 3000 e depois o PSP TO GO) não sendo exatamente a melhor escolha para um console portátil – e 2) Cartuchos semelhantes aos do DS, mas utilizando memória flash (como pendrives) podem facilmente ultrapassar os 1,8 Gb (espaço máximo dos discos de Cube), são carregados com muito mais rapidez, são completamente silenciosos, consomem menos energia, não sofrem interferências por chacoalhões ou movimentos bruscos (como os que serão utilizados em games com o acelerometro) e, hoje, são baratos pra caramba. Caso encerrado.

  • A tela será do tamanho da do Dsi XL

    STATUS: Rumor vagabundo

    A tela será maior que a do Dsi normal (3,25 polegadas) mas menor do que a do Dsi XL (4,2 polegadas) – fim de história.

  • A bateria terá uma vida útil maior!

    STATUS: Confirmado

    Ainda não sabemos quão maior

  • A velocidade do Wi Fi será maior!

    STATUS: Confirmado

    Vide a de cima

  • O 3DS terá retrocompatibilidade com o DS e o Dsi

    STATUS: Confirmado

    Não só retrocompatibilidade com os games do DS mas também com o browser e o Dsi Shop – ainda não se sabe se você vai levar os games já comprados (ou os Nintendo Points) de um sistema para outro.

E é isso que sabemos até agora… conforme os novos rumores foram surgindo eu os irei comentando e vamos tirando tudo a limpo até junho – E3 é a hora da verdade!

Já estamos salivando!

EDITORIAL – Copiando na cara dura: Playstation Move

– – ESTE É UM ARTIGO OPINATIVO. ELE NÃO REPRESENTA, NECESSARIAMENTE, A POSIÇÃO DESTE SITE OU QUALQUER PESSOA A ELE AGREGADA ALÉM DO AUTOR. O TEXTO TAMBÉM PODE SER ENCONTRADO, NA ÍNTEGRA, NO BLOG PESSOAL DO AUTOR – TELOMETRO.WORDPRESS.COM – –

Em 2006, quando o Wii veio ao mercado, Kaz Hirai, então presidente da Sony, fez duas declarações em relação ao seu concorrente – eu não acho que o Wii está no mesmo patamar de mercado – e – eu não acho que motion control (controle por movimento) seja o que o mercado deseja. Embora não relacionado ao assunto ele também ficou famoso por dizer que rumble não era parte do futuro dos games.

2010 chegou e Rumble é o futuro dos games (e está no novo controle da sony, estranho isso…), o Wii é o console mais bem sucedido de todos os tempos (sim, fanboys, vendeu mais que o PS2 e que o PS1) e agora…. aparentemente… motion control é o que o mercado deseja – então sem cerimônia nenhuma a Sony decidiu colocar no mercado sua tacanha solução, seu tapa buraco, para o motion control – o Playstation Move.

Dê uma boa olhada nisso….

É um wiimote! Parece um vibrador e essa bola colorida é coisa mais mal concebida que já vi nessa hemisfério, mas é um wii mote. É agora que os fanboys vem e dizem que tecnologicamente é muito superior, trabalha com um padrão de transmissão de dados mais eficiente, consegue detectar mais eixos, consegue lidar com distância, etc….

Me avisem quando vocês terminarem… porque isso tudo é perfumaria. O conceito está aqui, direto e reto, estampado para qualquer pessoa que quiser ver. Dizem que o mais direto elogio é a cópia, mas algumas empresas deveriam ter pelo menos a descência de colocar uma cara nova em seus Rip-offs. E como se isso já não fosse suficientemente ruim, eles orgulhosamente mostraram a “segunda unidade” – o Nunchuk

´Cê tá de brincadeira comigo…

Eu tenho as três plataformas… tenho o XBOX 360, tenho o PS3 e tenho o meu querido Wii – além de portáteis, PC, etc… e neste momento eu estou com vergonha, isso mesmo, VERGONHA, de ter um console da Sony na minha sala. Esse é o tipo de empresa que eu quero produzindo consoles? Uma empresa carrancuda, cabeçuda, megalomaniaca e cheia de si, que acha que pode, com um acessório, dominar o mercado. O PS3 passou 3 anos como um fracasso de venda global, e agora que começou a andar…. a empresa mais uma vez comprova que não sabe lidar com o mercado.

A idéia da Sony, e de muitos analistas de mercado, é que o Move traga para o PS3 o público do Wii. E me permitam, como Master Business Administrator que sou (eu tenho um MBA em gestão estratégica de empresas – com um TCC em “Mercado Brasileiro de Videogame”), fazer uma análise rápida do mercado e do consumidor médio do Wii:

Primeiro Ponto: Pense rápido, você é um pai de família, com dois filhos pequenos (4 a 12 anos), e um salário que o classifica como classe média – média/alta. Você e sua esposa tiveram Nintendinhos ou Super Nintendos (ou Master System e mega drives) e trabalham 8 horas por dia. Parabéns – você é o grosso da estatística da PEA (População economicamente ativa). Você preferiria gastar US$ 200,00 por um videogame, segundo controle e dois jogos (além de Wii motion + para os dois controles) com o selo Nintendo, que cresceu com você, que sua esposa tem interesse (de ouvir amigas, ver comerciais) e que é nativamente capaz (Deus, essa é a diferenciação de mercado do console) de motion control  – OU – colocar US$ 400,00 em um videogame com um controle “normal” (não motion control), um controle motion control, e dois jogos – sobre o qual sua esposa nunca ouviu falar e que você não tem certeza do contéudo ou qualidade dos games.

Segundo Ponto: Além da questão de preço, o casal acima ainda tem mais um ponto a ser considerado no Wii – eles são a definição básica do público casual. Eles podem ter sido jogadores brilhantes de Final Fantasy VI e terem detonado Chrono Trigger, mas agora eles tem 8 horas de trabalho + tarefas domésticas + relações sociais + filhos … tudo isso antes do entretenimento. Se você colocar um game para esse casal que exija deles 1 hora por dia (metade do tempo médio que um “hardcore gamer” joga por dia) eles teram dificuldades em prosseguir. Mas se lhes for ofertado games que possam ser jogados em intervalos de 10 a 15 minutos – como Mario Galaxy, Wii Fit, Wii Sports, Super Mario Wii, etc… – eles terão mais facilidade e mais prazer no game.

Terceiro Ponto: Identidade. Você é um composto multifacetado de tudo que ouviu, viu, jogou, brincou, leu, realizou, falou… em suma, você é, grandamente, suas memórias. E você tem memórias de Mario, Sonic, Alex Kidd, Contra, Metroid, Ninja Gaiden – memórias essas, que por uma fração do preço dos jogos atuais, podem ser suas de novo através do serviço de virtual console. Lembre-se, muitos casuais gostariam de retornar a jogar, mas falta-lhes tempo. E o que poderia ser melhor do que deixá-lo voltar a infância e ainda permitir que ele pare de jogar um game que não tem saves ou passwords e que retome do exato lugar que parou – digamos, uma semana depois. É o “game stand”, um feature exclusivo do virtual console e uma saída muito legal para quem tem pouco tempo.

Quarto Ponto: A Nintendo levou quase 4 anos e um periférico de auxílio (o Wii motion plus) para “dominar” a arte de games com movimento. Quanto tempo será necessário para a Sony demonstrar o mesmo know-how?

Quinto ponto: Ponto positivo para a Sony! Se o PS Move der certo (com um bancada de jogos de qualidade que façam valer o investimento) ele será o segundo valor de venda intrínseco do aparelho – somado a capacidade de rodar Blue Rays.

Placar Final: 4 X 1 para o Wii.

Eu disse lá em cima e digo de novo: É uma cópia Xexelenta e fedida – cheirando a amadorismo e falta de profissionalismo – que vem para o mercado encher um espaço que não existe. Resta-nos esperar pelo projeto Natal da Microsoft e ver os dois consoles “High Definition” se degladiarem por espaço…

… nesse meio tempo, acho que vou jogar Mario Galaxy 2, Metroid Other M, o novo Zelda e o novo Pikmin. Até mais caras!

Mais informações de “The Last History”

Por enquanto só arte conceitual, mas já uma visão de The Last Story,  o novo game de Hinoboru Sakagushi, exclusivo para o Wii.

O que já sabemos é que a história se passa na ilha Ruri (ou ilha de Ruri… japonês é foda) que fica no delta de um rio com o oceano e que tem um porto enorme que serve de entrada e saída para os materiais advindos do enorme continente rochoso que faz o anteparo da ilha. Essa posição tornou a ilha riquíssima e o centro de diversas intrigas tanto por parte da realeza do continente quanto pelas famílias burguesas da ilha.

A ilha é governada pelo conde Arganon, um homem de grandes ambições…. e é isso que sabemos. Sakgushi também adiantou que suas ações traram efeitos na Geografia e nas atividades, além da aparência da ilha. Resta agora esperar para saber o quanto disso será verdade.

Já estamos salivando!

Perdemos mais uma….

Primeiro o site sumiu do ar. Ai o site Data Max obteve  os documento relativo ao caso e , infelizmente, descobrimos que o estúdio japonês Cing, responsável pelos ótimos “Hotel Dusk” e “Little King´s story”,  declarou falência no dia 1º de março. O último game da produtora, “Last Window”, já saiu no Japão e virá para o ocidente… mas ainda não tem data.

Ainda não sabe quando a Cing sumirá… ou o que será de seus funcionários. Força para eles.

Retrô – o seu espaço de Virtual Console

Blaster Master

Sim! Mais um clássico do NES, com direito a apresentação cinemática e aquela dificuldade brutal, chega ao virtual console. Blaster Master tinha uma das capas mais esqueciveis da história e uma das apresentações mais imbecis do universo (o sapo de estimação do menino foge do “áquario” e vai para o quintal, onde acaba entrando em contato com um frasco que foi desenterrado por uma tempestade, onde tem o simbolo internacional de material nuclear. O sapo fica enorme e salta em um imenso buraco, no fundo da propriedade. O menino, sem nem titubear que sua família enterrou lixo nuclear no quintal, salta atrás do sapo Hulk e acaba por… nossa que coincidência… encontrar um super tanque no fundo do buraco e usa o super tanque e um super traje (pink) para encontrar e destruir o sapo abominação) mas quem dá a mínima para isso… O JOGO É BOM PRA CARA@#$!!! Gráficos bem legais para um 8 bits, som esquecível, controle no talo e fase após fase de ação sem escalas, com alternância entre visão isométrica e side-scrolling. Game muito bom, seu, por bem gastos, 500 Nintendo Points.

Final Fantasy IV

O primeiro Final Fantasy do Super Nes ganha seu lugar no Virtual Console… e… bem… eu ficaria com a versão do Nintendo DS. Os gráficos são fracos (havia outros RPGs na época com gráficos bem melhores), parecidos com FF 3 do NES, o som não surpreende ninguém e o controle é basicamente inexistente. A história envolve os cristais (de novo) e segue o cavalheiro negro Cecil, enquanto ele tenta impedir o feiteiceiro Golbez de usa-los (os cristais) para destruir o universo, as crianças, os esquilos e os peixinhos dourados. Se você realmente tiver que jogar todos os Final Fantasy.. pegue. Caso contrário, gaste 800 Nintendo Points em outro lugar.



Ghoul Patrol

Você jogou “Zombies ate my neighbors”, também da Lucasarts? Não… então Ghoul Patrol pode te interessar. Essa continuação retira o básico de seu predecessor e põe um pouco mais de cor no cozido. Visão isométrica criando uma ilusão crua de 3D, com gráficos funcionais, som ridículo (os montros mais assustadores soam como um senhor de meio idade fazendo barulhos com o sovaco) e controle escorregadio carregam você por um sem números de estágios em que você deve salvar as pessoas de basicamente todo o tipo de monstro que os filmes de Hollywood criaram em algum momento. Parece ruim? Talvez por que seja! Seu… se você realmente quiser… por 800 Nintendo Points.

Final Fight 3

Final Fight foi sensacional, Final Fight 2 nos mostrou que a forma estava envelhecida… Final Fight 3 mostra que com os ajustes corretos ainda dá para curtir um Beat´up. Controles excelentes, gráficos de final de plataforma (lembravam os primeiros games do PS1), Som esquecível (o problema é que o som de Street of Rage, o concorrente direto da série Final Fight é tão bom, que qualquer coisa que você ponha aqui fica meio fraco) e uma colagem de clichês criam um game que não é memorável, mas está longe de ser ruim… quatro personagens, quatro estilos de luta, quatro botões no controle e umas 3 horas de bordoadas até o chefão final. Seu por 800 Nintendo Points.

Pilotwings

Ele era um dos primeiros games do SNES, basicamente uma demo técnica das capacidades de mode 7 do aparelho, mas nos jogamos o desgraçado até o %& fazer bico… e foi bom! Pilotwings era raso, direto e não deixava margem para erro… ou você mandava bem ou podia passar o controle – contava com cinco “esportes” áereos (light plane, rocketbelt, hand gliding, skydiving e chopter) e conseguir a medalha de ouro dava trabalho. Honestamente é um jogo bem simples, que não deve encantar os gamers mais novo, mas aqueles que tiveram um Supe Nes nos idos de 1991/92 tenham a obrigação cívica de comprar esse game – 800 Nintendo Points.

Super Smash Bros 64

Eu sei que não tinha aquele 64 no final… mas foda-se… por que para mim game do 64 tem 64 no final do título. Agora que tiramos isso do caminho vamos falar de SSB 64, um game que roubou mais horas de mim do que uma especialista em sexo tântrico poderia pensar em conseguir, colocando 8 amados (12 se você ativar os secretos) personagens da Nintendo frente a frente para resolverem suas diferenças na bifa. Gráficos bem legais (agora está no inferno poligonal.. mas na época era o que havia), som fantástico (tudo bem que nenhuma música era original… todas eram remixes de outros produtos nintendo) e controle perfeito… PERFEITO… faziam desse game uma necessidade. Se você não tem Brawl, compre esse game até a hora que tiver tempo para ir comprar Brawl. Se você tem Brawl, compre esse game para se lembrar de como tudo começou… e se você não gosta de Smash… você tem problemas que precisam de drogas de tarja preta. Seu por 1000 Nintendo Points.

Alex Kidd in Shinobi World

Você gosta de Ninjas? Gosta? E gosta de inimigos demoniácos e de longas lutas de espada? Que bom. E de chefes gigantescos e arremesos de shurikens? Sim? Então vá o próximo review… porque Alex “xexelento” Kidd in Shinobi “fedido” World não tem uma gota de aventura Ninja em si. Claro que Alex Kidd, um mascote com o mesmo carisma de uma colonoscopia, está vestindo um pijama que lembra… vagamente… se você estiver sob medicação pesada, um kimono ninja. E que algumas partes do game ele carrega uma espada. Mas esse game continua sendo uma Alex Kidd e eu continuo com a minha posição de que a SEGA devia ter parado Miracle World. Algumas coisinhas fofinhas sem mais nada para fazer resolvem que vão ficar no seu caminho e você vai pular sobre a cabeça delas, dar socos nelas, espadadas ou soltar shurikens azuladas nelas. Os gráficos são rosa bebê, o controle é escorregadio, o som causa esclerose multípla e, provando que são um povo muito inteligente, após os japoneses terminarem de fazer esse jogo ele foi lançado NO MUNDO TODO, MENOS NO JAPÃO. Se isso não disser nada.. eu não sei o que diz – seu… se você quiser um enema.. por 500 Nintendo Points.

Shadow Dancer

Agora sim estamos falando de Ninjas. Ninjas assassinos, com shurikens, espadas, feitiços e… cachorros. Sim, uma das marcas de Shadow Dancer é que você tinha um cachorro, que era como um ataque especial – você segurava o botão e o cachorro marcava o inimigo e depois voava nele. Literalmente voava – o cachorro virava uma mancha de tão veloz e mordia o inimigo por um tempo, mas do que o suficiente para você ir lá e acabar com a raça do desgraçado. Além disso você tinha magias que destruiam tudo na tela (e tiravam bastante life dos chefes) e chefes QUE OCUPAVAM TODA A TELA. Gráficos que ainda são bons, som animal (a música dá fase de bônus ainda é cantada por mim e pela patroa) e controle perfeito dão o toque que esse game é sensacional. Seu – por muito muito bem gastos – 800 Nintendo Points.

Sonic & Knuckles

Sonic 3 era pra ter sido enorme. ENORME! Mas o projeto foi dividido em dois games… Sonic 3 (que ficou sem começo nem final) e Sonic & Knuckles que foi o primeiro cartucho com a tecnologia Lock-on, que permitia colocar Sonic 2 e 3 sobre o Sonic & Knucles e abrir novas fases, novos trechos e jogar com o Knuckles – embora porque alguém iria querer jogar com uma doninha com luvas de boxe que corre na metade da velocidade do personagem principal escapa ao meu raciocínio. E é isso! Os gráficos eram os mesmos de Sonic 3 – bons, não excelentes, mas bons – o controle era o mesmo de Sonic 3 – Perfeito – e o som era… o som era novo.. e bom! De resto é um… game do Sonic… para se jogar com Sonic 3 e fazer o game fazer sentido. Para usar o lock-on você tem que ter o Sonic 3 ou o Sonic 2 também no seu virtual console e o sistema detecta sozinho. Se você nunca jogou… vale pera curiosidade – 800 Nintendo Points.