Minicastle – Um lugar para gamers

Aproveitando que a princesa está sempre em outro castelo!

Archive for setembro \29\UTC 2011

Jogando: Gears of War 3

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 29, 2011

“Eu sei que nesse momento tudo o que você quer é que eu confesse que sempre te amei… mas eu não amo… nem fodendo!”

Baird, caindo de uma ponte no estágio 1, capítulo 5

 

Tendo ou não tendo um 360, se você não morou em Marte ou em um abrigo anti-nuclear, você jogou Gears of War. O primeiro jogo, em 2006, definiu o que era gráfico de nova geração, criou a mecânica de cobertura por barreira e mostrou que a nova Engine da Epic, a Unreal 3, era o caminho para os games da nova geração.

5 anos depois a épica trilogia da Epic chega ao final após o crescendo regado a adrenalina que foi o segundo game. Gears of War 3 foi antecipado por milhares de fãs, bateu todos os recordes de venda mais rápida da história dos games e conseguiu deixar lerdos os servidores da toda poderosa XBOX live nas primeiras 4 horas da madrugada do dia 20 de setembro. Todos sabiamos que Gears of War 3 seria bom… a pergunta que não queria calar era… quão bom?

Sério concorrente ao melhor jogo do ano… bom! Sério concorrente ao melhor multiplayer até hoje…  bom! As outras empresas vão ter que repensar suas estratégias online… bom! Bom nesse nível!!!

Se o primeiro jogo era sobre cumprir ordens custe o que custar e o segundo game foi sobre a última tentativa desesperada de ganhar a guerra, o tom de GoW3 é outro: A guerra acabou, felizes os mortos, porque pra quem ficou a situação é desesperadora. Findo está o COG (Coalition of Ordered Governs – algo como Coalizão dos Governos Organizados, uma espécie de ONU + OTAN que governava o que sobrou de Sera), os comboios de suprimentos, as oficinas e as fábricas. Como o próprio jogo diz “We are Stranded now!” (Somo todos Encalhados/Naúfragos/Refugiados agora) e a sobrevivência é o principal ponto, com todos os luxos dos Gears deixados para trás. Ainda assim o jogo não é um dramalhão, ele mostra um grupo treinado e imensamente motivado lutando com o que tem em mãos para mudar a face desesperadora do que vêem… e é só isso que eu vou falar para não estragar a história.

O gráfico de GoW 3 é incrível! Cores por todo lugar (ao ínves da palheta monocromática do GoW2), com literalmente centenas de inimigos na tela em todos os tamanhos possíveis e imaginavéis, efeitos em partículas, explosões… um espetáculo. A física ainda é de filme de ação e seu trajeto ainda é marcado por paredes invisiveis e por portas que apesar de serem idênticas não podem abrir, mas nada que vá atrapalhar sua diversão.  Os Lambents, os Locusts contaminados pela emulsão, são um show a parte, vibrando e criando tentáculos como algo fugido de um Resident Evil contemporâneo.

Se o gráfico te deixou de queixo caído, o som vai esmigalhar seu crânio. A música é grandiosa, ao estilo Star Wars, com imensa quantidade de metais, cordas e percursão, sem nunca se tornar prepotente. Os efeitos sonoros das explosões e as vozes dos personagens pedem por um som mais potente e se você estava esperando por uma boa razão para instalar um Home Theather ou duas belas caixas de som, sua espera chegou ao fim.

A clássica jogabilidade de Gears está de volta, ainda mais rápida, com um sistema de cobertura mais compreensivo e bem mais realista, onde o fogo inimigo, pouco a pouco, pode arregaçar o lugar onde você está escondido forçando-o a pensar rápido e concentrar fogo para sobreviver. Some a isso as novas armas como o Digger (que torna a cobertura completamente ineficaz por vir por baixo da terra) ou o One-Shot (uma super sniper que mata qualquer coisa – QUALQUER COISA!!! – em um único tiro) e o jogo se torna uma das mais exilerantes experiências disponíveis nos games.

E se o single player repleto de revelações e momentos emotivos (Não filha da puta…. Não… Não seu filha da puta sai desse caminhão seu merda…. Não …. …. …) te deixou querendo mais ainda tem um dos multiplayers mais sadios do mercado, com 6 modos de jogos versus entre humanos (Wingman – Quatro duplas lutando até a morte / Capture the Leader – É como o pegue a bandeira, só que a bandeira corre por aí e pode atirar de volta… muito muito muito mais divertido / King of the Hill – Tente manter um lugar sobre seu domínio enquanto 3 metros de fêmea Locust raivosa estão vindo na sua direção…. vamos lá… eu te desafio! / Entre outros menos inovadores…) e dois modos contra o computador: Horde, onde você e mais quatro amigos tentam sobreviver a 50 hordas de inimigos, cada vez mais fortes com um chefão a cada 10 ondas; e Beast, onde você e mais quatro amigos se juntam para destruir os humanos como os Locusts sedentos de sangue que são. Todos os modos são divertidíssimos, mas Horde e Beast conquistaram o meu coração.

Não há muito a ser dito sobre GoW 3 além de COMPRE JÁ… COMPRE-O AGORA… É um dos melhores jogos do ano e definitivamente acaba de tornar o ato de achar tempo para outras coisas como sair com os cães, caminhar e respirar ainda mais difícil. Agora dá licença que eu estou fazendo a campanha pela terceira vez….

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Video Games Live Brasil 2011 – Mini estará por lá (Prequel)

Publicado por Michela Yaeko em setembro 28, 2011

Olá fãs de games!

Como é tradição desde 2009, o Minicastle marcará presença no evento Video Games Live, no show de São Paulo. Para 2011, Tommy Talarico e sua gangue traz o show para 3 cidades brasileiras – Sampa, Rio e Porto Alegre. E é com muita alegria que eu informo que neste ano vamos numa “caravana da coragem” composta por nada menos do que SETE pessoas.

Em 2009, a grana estava curta, então fomos apenas eu e o Marcel. Na edição do ano seguinte, conseguimos carregar, em plena quarta-feira, nosso caro amigo Bruno Brandão. Para 2011, levaremos além do Bruno: Monique (irmã do Bruno), Raul Franco, Henrique Lira e Henrique Silva (do aclamado Blog Le Culhões). E se você é um perdido que não viu o relato escrito pelo Marcel Bonatelli em 2009, clique aqui e vá lá antes de continuar a ler este post (shame on you!)

Os ingressos foram comprados com MESES de antecedência. Desisti de ir na JediCon e de buscar um autógrafo do Maurício de Sousa no dia 1º de outubro) só pra guardar dinheiro para ir pra Sampa no dia 15/10 – eu falei que em Sampa vai ser nessa data?

Pois é isso mesmo. E para 2011, Tommy Talarico já prometeu um show complemente novo. Já foram confirmadas as presenças de Laura Intravia (Flute Link), Maestro Wataru Hokoyama (Resident Evil 5 e Afrika) e Russell Brower (jogos da Blizzard, como WoW, Diablo 3 e etc).

E se você, meu caro perdido, também não estava sabendo e agora está desesperado por um ingresso, sinto informar que está tudo ESGOTADO. Em todas as cidades. Ou seja, aguarde vídeos da galera. E nós também colocaremos nosso parecer sobre o grande evento do Minicastle.

Este ano, a princípio está tudo acertado para participarmos do “Meet and greet” com o Talaricão e o resto da tchurma dele, então isso também será uma novidade. Como em todos os anos eu paro o carro em locais pouco salubres, sempre vamos embora correndo. Dessa vez usarei o valet da casa de shows, então vai dar pra enrolar umas horinhas antes de voltamos a Campinas.

Beijos e até lá!

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Jogando: Resident Evil 4 HD

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 22, 2011

Eu conheci todo tipo de pessoa imaginável na minha vida: Pessoas que gostaram do filme “Mulher Gato”, pessoas que gostavam de picolé de chuchu, pessoas que gostavam de palhaços… conheci até mesmo pessoas que nunca jogaram Ocarina of Time. Uma coisa que eu não conheci foi uma pessoa que tivesse jogado Resident Evil 4, jogado mesmo, e tenha me dito algo pior do que: O jogo é excelente!

E é! Realmente é! A joia do GameCube, aguardado por fãs quase como a segunda vinda de Cristo, Resident Evil 4 destruiu cabeças e esmigalhou adversários com sua atmosfera fantástica, sua jogabilidade diferenciada e seus gráficos animais. Agora, 6 anos depois, no meio da era HD, a Capcom tentou emplacar um jogo de 2005 com uma plástica e todos nós estamos nos perguntando se vale pagar US$ 19,99 (R$ 36,81 pelo dólar de 21/09/2011) para ter Resident Evil 4 de novo…

A resposta é: Depende… … … …

Se você não teve um GameCube, não quis jogar aquela versãozinha de segunda do PS2 e não pegou o jogo no lançamento para PC ou Wii, ou seja, se você não jogou Resident Evil 4, PARE AGORA MESMO DE LER, LIGUE SEU 360 E BAIXE O JOGO. É ANIMAL, FANTÁSTICO E VAI DEIXÁ-LO NA PONTA DA CADEIRA!!!

Se por outro lado você jogou RE4 antes, talvez seja melhor pensar um pouco antes de gastar seu rico dinheirinho, por três razões principais:

  1. O gráfico em HD, não é bem HD. Na verdade as texturas ainda são as mesmas do GameCube, que tendem a ficar bem menos atraentes nas enormes telas de TV atuais, sem falar que o gráfico foi feito para rodar no máximo a 480p (no Wii) e recebeu um Up scalling para 1080p que ficou extremamente aparente. O jogo é bonito? Sim, mas muito mais pela qualidade da construção de cenários e pela ambientação, sem falar na brutal qualidade que o jogo já tinha em 2005, do que por qualquer “Hdzada” que o jogo possa ter recebido;
  2. O controle do personagem principal, Leon (o mesmo policial sem um pingo de sorte de Resident Evil 2) é, na melhor das hipóteses, nessa era acostumada a dois analógicos, TRAVADA. O mesmo direcional controla Leon e a mira, o que faz com que você tenha que plantar os pés no chão enquanto mira no inimigo. Some a isso a impossibilidade de se mover para as laterais e um nível de dificuldade que não perdoa os erros e muitos jogadores vão se sentir frustrados.
  3. Está não é a versão definitiva do jogo, tendo os mesmos elementos de jogabilidade da versão do Wii, sem tirar nem por. E como hoje você vai achar a versão do Wii pelo mesmo preço ou mais barato, com um sistema de controle bem melhor, eu recomendaria essa versão… a não ser que você queira achieviments, pois tem 1000 G bem “facinhos” aqui!

No mais, o controle ainda é bisonho e leva um tempo para se acostumar, os gráficos são bem legais e seguram a onda, a música e os efeitos sonoros são animais e o jogo em si é brilhante. Era um jogo que merecia um tratamento como o que foi dado para Metal Gear Solid 2 e 3 em vez de um Up-Scalling feito as pressas para ganhar dinheiro do pessoal. Se você está em busca de um bom jogo por um preço bem camarada e não teve a chance de jogar RE4 lá atrás, com certeza vale o investimento, quanto aos gamers que, como eu, já destruíram o jogo em todos os níveis de dificuldades possíveis e imagináveis, resgatar a filha do presidente de uma vila de monstros espanhóis continua tão legal quanto quando você colocou aquele Mini-disk dentro do seu GameCube em janeiro de 2005.

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Eu queria que esse “Mario” me pegasse atrás do armário…

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 20, 2011

A todos os interessados, a modelo Lee Ana Vamp, vestida de Mario…

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Jogando: Star Fox 64 3D

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 20, 2011

Se você teve um Nintendo 64 você provavelmente tem lembranças de Star Fox 64. Não só porque o jogo era fantástico, tinha gráficos animais, música brilhante, jogabilidade divertida e controle perfeito, mas também porque era a melhor opção de Shooter no N64 e vinha com o Rumble Pak, o acessório que fazia o controle vibrar quando você era atingido (sim, houve um tempo romântico e antiquado quando não existia vibração no controle… aparentemente só a Sony sente falta dessa época. Sim, Sixaxis… eu estou olhando para você, escondido aí no canto, cobrindo a cabeça.).

Agora a Nintendo traz uma remake do game para o 3DS e o mundo, cansado dos dois Star Fox do GameCube, que foram bem ruins, segura o fôlego esperando alguma novidade. E querem saber?

Quase 15 anos depois o jogo ainda é tão atual quando era no lançamento! E as novidades acrescentadas a jogabilidade garantem que esse é o Shooter da Nintendo, de volta em toda a sua glória! É um jogaço!!!

Embora os estágios sejam exatamente os mesmos da versão do Nintendo 64 (com a diferença é que agora você pode escolher a direção que quer ir sem perder uma vida), os novos gráficos vão garantir que seja uma aventura totalmente nova para você. Centenas de efeitos top de linha, de cenários construídos com normal mapping a partículas texturizadas compõe o arsenal que derruba os queixos dos donos de 3DS. O jogo é tão bonito, dentro de sua temática, quanto Ocarina of Zelda ou Super Street Fighter IV, e o efeito 3D torna tudo ainda mais vívido e charmoso – você verá quando chegar no espelho d’água no final da primeira fase… é animal!!!

O som ainda é tão bom quanto era no Nintendo 64, embora em novos arranjos, as músicas ainda são bem características. É gostoso, algo tão bom que você vai sair cantarolando depois. A jogabilidade permanece a mesma, com dificuldade moderada, controlando sua nave em três visões (do cockpit, por cima do “ombro” da nave e por trás da nave) enquanto desvia de milhares de inimigos e explode outros milhares. Os tiros podem ser melhorados e você pode usar bombas, mas é no campo da jogabilidade que o game dá Barrel Rolls em volta dos concorrentes.

Além do modo de controle tradicional, usando o direcional para controlar sua nave e R e L para fazê-la virar de lado e inclinar-se mais rapidamente para a direita ou esquerda (respectivamente), com dois apertões seguidos dando um “Barrel Roll” (uma volta completa da nave que desvia tiros, muito útil contra inimigos múltiplos) – que é excelente – você pode optar por jogar com o detector de movimento do console e movimentar o portátil para esquerda e para direita para puxar nave, inclinando-o para um Barrel Roll. Comigo falando parece imbecil… mas acredite… é bem divertido a hora que você perde a vergonha. Não muito recomendado para usar no ônibus ou no almoço do serviço… mas bem legal, mesmo assim.

Enquanto o single player ficou o mesmo a Nintendo adicionou um Time trial (para vencer chefes e fazer os estágios) e um modo multiplayer local para até 4 jogadores usando só um cartucho que foi melhorado com o uso de poderes especiais, semelhantes aos de Mario Kart (como super velocidade, tiro reforçado, etc….).

No mais, o jogo continua tão bom quanto era no Nintendo 64. Ou seja, animal! Se você jogou no Nintendo 64 está na hora de entrar na sua Arwing denovo e frustar os planos de Andross mais uma vez. Se você nunca jogou Star Fox 64… não poderia haver hora melhor.

 

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Gerigasmo: Nosso review do Nyko Kinect Zoom

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 18, 2011

Em muitas e muitas casas o Kinect passa por períodos de massivo usado seguidos por períodos de total inatividade. E isso não se deve a qualidade dos jogos produzidos ou algo assim, mas ao fato que a maior parte absoluta dos gamers acaba tendo que afastar seus móveis para jogar, o que resulta em uma sala bagunçada e que muitas vezes acaba tendo que ser arrumada para a chegada de uma visita ou para permitir aos seu amigos chegarem ao banheiro sem ter que pular o sofá. O 1,80 a 2,30 metros consumidos pelo Kinect já geraram uma legião de piadas e críticas; mas e se você pudesse cortar a necessidade de espaço pela metade?

Bom a Nyko, a campeão dos acessórios autorizados, fez exatamente isso. Ela fez uma peça de plástico preta com três lentes que fazem com que a imagem fique um pouco curvada e pareça bem mais distante do que realmente está. Isso faz com que o Kinect leia seus movimentos com perfeição mesmo a distâncias tão curtas quanto 1,20 m para um player e 1,60 para dois players. E a única coisa que o gamer perde com isso? Bem, resolução… Deixa eu explicar melhor! Ao fazer as imagens ficarem mais distantes o Nyko Kinect Zoom cria um efeito de curvatura na imagem, que faz com que fotos e vídeos (como aqueles em Dance Central ou Kinect Adventures) pareçam um pouco deformados, como se estivessem sendo gravados através do fundo de uma garrafa. O aparelho também dificulta a captação de jogadores a distâncias maiores do que 2,5 m… mas se você tiver esse tanto de espaço não vai precisar da merda do Kinect Zoom de qualquer jeito…

O acessório foi lançado lá fora por US$ 29,99 e já está disponível em algumas lojas brasileiras por R$ 120,00 (eu sei…. salgado….) resolvendo o problema de muitos que querem usar kinects mas moram em apartamentos. É uma pecinha de plástico com três lentes grudadas nelas e está claro que a Microsoft vai utilizar lentes auto ajustáveis em um futuro Kinect 2… mas por enquanto o Nyko Kinect Zoom resolve sua situação muito bem.

 

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Jogando: Deus EX: Human Revolution

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 18, 2011

O primeiro Deus Ex foi uma obra prima dos jogos para PC em 1999, ganhando versões menos brilhantes para o PS2 e XBOX em 2001, que permitia que você, dentro das premissas do jogos, chegasse aos objetivos propostos, da forma como você preferisse – fosse matando tudo e todos no seu caminho ou agindo de forma stealth ou hackeando ou…. você entendeu.

Desde de 1999 a Ion Storm, agora uma subsidiária da Eidos, vinha tentando ressucitar a fagulha do game original. Dois projetos se passavam no “universo” de Deus Ex: Deus Ex 2 Invisible Wars foi um jogo mediano, sem o brilho da originalidade do primeiro, enquanto que problemas de licenciamento impediram o jogo Snow Blind (de Ps2 e XBOX) de ser lançado como o nome que teve durante todo o desenvolvimento Deus Ex: Snow Blind (aliás… excelente jogo… mostra bem como é o dia a dia dos soldados rasos que o personagem de Deus Ex esmigalha como se fossem insetos). Em 2009 a Eidos soltou um teaser que informava ao mundo que ela tinha começado o desenvolvimento de um novo Deus Ex, um verdadeiro Deus Ex 3. E em 2011 nos colocamos a mão em Deus Ex: Human Revolution.

A pergunta é: O jogo é bom!

A resposta é: Depende.

Se você nunca jogou Deus Ex antes, o sistema de inventário com blocos de espaço (como o de Resident Evil 4) pode desagradar uma legião de jogadores acostumados com armas e munição variadas; o sistema de praxis, que você utiliza para melhorar seus poderes e augmentações parece mais complexo do que realmente é; sem falar em um sistema de Hacking que podia ter sido melhor explicado para o jogador. Nada disso realmente vai acabar com o jogo, que é sólido, tem uma jogabilidade extremamente diferenciada e tem uma história incrivelmente bem escrita e refinada, com duas reviravoltas bem estabelecidas e bem construídas.

Se você jogou Deus Ex antes, esqueça o paragráfo anterior. O jogo é tudo aquilo que Deus Ex um foi, e muito muito muito mais. Os cenários são maiores e ainda mais ricos, com milhares de pequenas coisas a serem feitas. A liberdade de como lidar com o cenário é imensa e, com exceção dos chefes (o ponto mais baixo do jogos) você sempre encontrará uma maneira de lidar com os objetivos que esteja perfeitamente alinhada com a maneira que você joga.

Graficamente Deus Ex: Human Revolution é bonito. Não é um Crysis 2, mas é bem bonito. Por alguma razão (provavelmente pela quantidade de Neon, de telas holográficas e de Robôs que realmente parecem robôs) o estilo e a qualidade gráfica me lembram Mass Effect 2. A física é funcional, mas não impressionante e o jogo usa e abusa de métodos inteligentes para limitar o espaço de jogo (é uma ilha, um prédio gigantesco, etc…) sem quebrar o clima de “Você é livre para fazer o que bem entender”. Não vai te desapontar no quesito gráfico, mas não será um daqueles jogos que você vai guardar lembranças pela vida toda. O controle é funcional, e lembrando que o jogo não é um shooter, e sim um RPG com elementos de shooter, a maior parte dos fãs de Cod, Cod:MW, MoH e afins vão ficar um pouco desesperado com o fato que Adam Jensem não reage como um super soldado nem vai resistir a milhões de projetéis sendo jogados contra ele ao mesmo tempo (pelo menos não no ínicio do game).O departamento sonoro é bom, as músicas desempenham bem o papel, com especial atenção a sonoridade dos ambientes, que parecem ricos e cheios, com pessoas conversando assuntos aleatórios que podem ou não ter a ver com a história. Não é o melhor som já visto, mas é bem legal.

É na jogabilidade e na história que Deus Ex: Human Revolution vai ganhar você. O jogo é muito muito muito muito muito muito muito muito muito bem escrito, com uma história que, embora não seja original, é feita de uma maneira tão gostosa que deixa transparecer que Adam Jensem, o personagem principal é mais uma engrenagem em um mecanismo mundial de conspirações sobre conspirações que ele não vai conseguir parar, frear ou fazer diminuir de velocidade, mas cada pequena vitória mostra que você atrapalhou, pelo menos um pouco, os reais senhores do mundo. O fato de que você pode dar literalmente centenas de upgrades para Adam, incluindo, mas não limitado a, visão através das paredes (e depois socar ou matar seu inimigo através dela), sistemas de detruição radial (ele dá um soco no chão e mata tudo… tudo… a volta dele!) , saltar de qualquer altura e não se machucar, não sofre recuo das armas, correr tão veloz quanto um carro ou levantar objetos imensamente pesados e jogá-los na direção dos inimigos (com resultados frequentemente fatais), hackear sistemas e utilizar as defesas do inimigo contra ele mesmo, permite que o game fique customizado para como você quiser fazer a missão ao invés de como você acha que ela poderia ser mais facilmente cumprinda. E a liberdade é constante e bem vinda… basicamente se você ver uma maneira de fazer algo, muito possivelmente você conseguira fazer daquela maneira… desde de que pague pelas consequências.

Em suma Deux Ex: Human Revolution é o tipo de jogo que, se você gostar, vai gostar muito e provavelmente será um dos seus favoritos de 2011, mas se você não gostar, realmente não irá gostar, achando o processo de desenvolvimento penoso e lento. Eu recomendo a todos que tenham jogado o primeiro, a todos que gostem de Borderlands e a todos que queiram experimentar um novo estilo de RPG. Bom divertimento.

 

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Cansado de esperar por Twilight Princess? Que tal um Zelda de graça?

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 13, 2011

O misterioso Zelda que será dado de presente para todos os usuários de 3DS e Dsi foi revelado como sendo The Legend of Zelda: Four Swords. Mas o jogo foi modificado para ter uma história melhor, mais longa e intrincada e… permitirá ser jogado no multiplayer. Infelizmente o game não vem acompanhado de The Legend of Zelda: A link to the Past como vinha no GBA.

Por outro lado ele custa R$ 0,00…

O game estará disponível para download a partir de 28 de Setembro (e até 20 de Fevereiro do ano que vem) no eShop.

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Um pouco sobre o novo Mario Kart e uma data de lançamento para ele e Super Mario 3D Land

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 13, 2011

Se você não consegue mais aguentar esperar pela continuação “espiritual” de Super Mario 3 – o Super Mario 3D Land do 3DS – está com sorte. O game chega as lojas nipônicas no dia 3 de Novembro e nos Eua no dia 13 de Novembro.

Mas se o seu negócio é velocidade o novo Mario Kart do 3DS está a acelerando e vai chegar no dia 7 de dezembro no Japão e 4 de Dezembro nos EUA. O novo Mario Kart vem com dois novos personagems – Lakitu (sim, aquela tartaruga que mora em uma nuvem… não me perguntem nada eu só trabalho aqui!) e Metal Mario (a versão T1000 do Mario) – e incorpora um novo item a jogabilidade, a flor de fogo, que permitirá jogar bolas de chamas pela frente e pela traseira do veículo. O game permitirá até oito jogadores por multiplayer local ou via internet , com funções especiais para o StreetPass e o SpotPass.

O game permitirá ainda customização total do kart ou moto, com troca de pneus, aerofólios e chassis. Cada peça terá funcionalidade e influenciará a corrida: pneus pesados e grandes, por exemplo, darão mais tração e melhorarão a dirigibilidade em pistas off-road enquanto pneus finos permitirão melhora aceleração nas estradas.

Eu definitivamente estou salivando!

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O 3DS vai mesmo ganhar um segundo analógico!

Publicado por Marcel Bonatelli em setembro 13, 2011

É! Não é um 3DS Lite (graças a Deus), mas é uma benção dos céus. A Big N confirmou, através da maior revista de videogames do mundo, a Famitsu, que irá lançar um acessório para adicionar um segundo direcional analógico ao 3DS – o acessório sai no Japão dia 10 de dezembro deste ano, por 1,500 yen (aproximadamente 15 a 20 doláres) e vai exigir uma bateria AAA para funcionar.

A pergunta óbvia que esta se formando na sua cabeça é: Por que não saiu com essa porra logo no começo?

É…. pois é…. não é…. porra podia ter saído com essa merda logo de início!!! Mas a Nintendo disse (e continua dizendo) que o segundo analógico pode ser substituído pela função de giróscopio e detecção de movimento do console , ou seja, você pode controlar a câmera mexendo o console ao ínves de usar um segundo analógico. Mas a Big N quer garantir que as pessoas tenham a opção de um segundo analógico, se assim preferirem.

A lista inicial de jogos que serão compatíveis já foi revelada: .Monster Hunter 3G, Resident Evil Revelations, Metal Gear Solid Snake Eater 3D, Ace Combat 3D Cross Rumble, Dynasty Warriors Vs e Kingdom Hearts 3D.

E aí? O que você acha disso? Ponha sua opinião aí embaixo!

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