A Konami avisa que a cobra pelada vai atrasar para chegar!

O remake  Metal Gear Solid: Snake Eater 3D  para 3DS foi adiado pela Konami para 2012. Pelo menos nos EUA e na Europa. O site Kotaku contatou a Konami do Japão sobre a razão, mas sem resposta. A data de lançamento para o Japão continua a mesma no site da empresa: Quarto trimestre de 2011.

Todos nós ficamos desapontados… mas não se desesperem pois Metal Gear Solid HD Collection está a caminho do seu XBOX (e PS3) – e chega em Novembro – quando então você poderá jogar Metal Gear Solid- Peace Walker (sim, o game que muitos consideram o melhor jogo do PSP em uma versão revista e ampliada), Metal Gear Solid 2: Substance HD e Metal Gear Solid 3: Snake Eater Subsistence .

Pessoalmente…. nem sei se fiquei feliz ou triste com o atraso… com Batman, MGS HD Collection, Battlefield 3 e Sky Rim nem sei se vou conseguir jogar mais alguma coisa.

 

 

Majora Mask pode seguir o irmão mais velho

Você era louco por A Lenda de Zelda: Majora´s Mask? Com saudade do templo das Skulltulas e de virar Goron e rolar por aí? Então um certo diretor da Nintendo pode concordar com você!

“Antigamente tinhámos um problema grave em desenhar um Zelda para um portátil, que era o fato de que o game tinha que ser construído de modo que permitisse ao gamer parar a qualquer momento e retornar sem se perder. O DS nos deu um pouco disso e o 3DS nos deu a total liberdade de fazê-lo com um game longo e intrincado como Ocarina of Time, logo eu não vejo porque não o fariámos” disse Eiji Aonuma, o atual diretor responsável pela série “Uma das únicas coisas que fariam a Nintendo revisitar um jogo é a quantidade de emoção e de boas memórias ligados a ele. Foi a razão que nos levou de volta a Ocarina of Time 3D. A muita emoção assim, voltada a Majora´s.” concluiu.

É claro que a Nintendo não confirma nada sobre a produção de um segundo remake do N64 para o 3DS, mas Majora´s Mask, seria perfeito no portátil. Utilizando o relógio interno, forçando o jogador a jogar a cada 3 dias, o game roubaria horas de nossas vidas novamente.

Nintendo, faça acontecer!

Resident Evil 4 HD ganha algumas imagens

Resident Evil 4 e Resident Evil: Code Veronica estão quase em nossos XBOX. Ambos os games, remasterizados para HD, serão disponibilizados na live e na PSN dia 20 e 27 de Setembro, respectivamente, por 1200 MS points (e o que o valha em dólares na PSN), com um combo a ser lançado por um preço especial após o lançamento dos dois.

Durante a Comic Con 2011 a Capcom liberou algumas imagens para darmos uma rápida olhada em como o game está ficando. E o aspecto final parece muito muito bom. Eu estou louco para ir a espanha libertar a filha do presidente novamente.

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O minicastle comemora 5 anos com os 10 jogos sexuais mais embaraçosos de todos os tempos!!!

Assim como China e trabalho escravo, Sony e coisa mal projetada, órfãos e dança de salão… eeehhh… videogame e sexo nasceram para ficar juntos. Afinal gorilas que jogam barris e nudez têm tudo a ver. Inclusive, historiadores, recentemente encontraram imagens que mostram que os antigos egípcios já misturavam pornografia e R-Type 4.000 anos antes de cristo. No final de 2002, a EGM até tentou ir lá com sua lista de “The 9 Naughtiest Games of All Time” – só que diferente deles eu vou além… muito além. Minha lista comemora os 5 anos do site no ar (sim, começamos em 2006)  com 10 jogos e uma falta total e absurda de conteção no processo de falar sobre eles, então PAIS PREOCUPADOS, PROFESSORES, RELIGIOSOS, FALSOS MORALISTAS E QUALQUER PESSOA QUE SE SINTA OFENDIDA PELO O QUE EU ESTOU ESCREVENDO AQUI, fodam-se!!! Eu não ligo. Eu não vou dançar em volta do assunto, lançando pistas e dizendo frases como “você sabe o que” ou “as bondongas dela” – até porque qualquer um que fizer isso não vai estar lendo isso, vai estar com vaginite no cérebro preparando seu piquenique de final de ano com os ursinhos carinhosos. Haverá situações onde conteúdo adulto será repassado e descrito (na medida do possível enquanto digito usando meu imenso pênis) e eu espero não receber e-mails sobre o assunto “Eu sou ??? e eu fiquei ofendido” porque eles serão sumariamente ignorados.

Bem vindo ao Top Ten dos jogos de videogame mais sexualmente embaraçosos do mundo. Tirem a roupa e fiquem bem confortáveis… eu volto já.

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Wii U não terá Assassins Creed Revelations… pelo menos por enquanto!

O CEO da Ubisoft Yves Guillemot confirmou ao site Aftonbladet, traduzido do finlandês e disponibilizado em inglês pelo site Eurogamer, que o Assassin’s Creed que está sendo produzido para o lançamento do Wii U não é Revelations.

“Não. Não é Revelations. Temos outro projetos para o futuro.” – disse o executivo. Essa escolha de palavras podem significar duas coisas: Que a história do game do Wii U se passa depois de Revelations ou que o game simplesmente não tem ligação com Ezio.

No entanto o executivo confirma que a franquia estará entre os jogos de lançamento do Wii U. “A parceria Nintendo + Ubsisoft tem sido muito frutifera, e vários games nosso atingiram performances sensacionais no aparelho. Queremos que nossas franquias possam todas revisitar o Wii U”.

Enquanto isso Assassin’s Creed: Revelations continua em rota de colisão com o 360, PS3 e PC para chegar em 15 de Novembro 2011.

Jogando: L.A. Noire

Eu demorei um pouco para fazer o review deste jogo (assim como vou demorar um pouco para fazer o review de Catherine), em parte por que eu o amei e em parte porque ele é tão diferente do que já existe no mercado que é meio difícil de explicá-lo sem estragar o game, criar uma imagem incorreta do mesmo, ou estragar alguma surpresa.

Então, para tornar o meu trabalho mais fácil deixa eu dizer primeiro o que L.A. Noire não é: Ele não é um GTA “do bem”, não é um joguinho de polícia e ladrão e não é uma recriação fiel de investigações criminais do pós guerra da década de 40.

Com isso em mente pense em L.A. Noire como uma soma dos melhores trechos dos filmes de Sherlock Holmes, com 1/3 de “The Mentalist”, 1/3 de “Lie to Me” e 1/3 de “Los Angeles: Cidade do Pecado”. Nos sapatos de Cole Phelps, um jovem tenente retornando da guerra para enfrentar uma cidade pior que o front alemão, você começa na polícia como patrolman – o nosso policial civil de policiamento ostensivo – fazendo rondas e protegendo locais de crimes de contaminação, enquanto tenta auxiliar detetives a resolver crimes. Ao longo do jogo você galga posições como detetive nos departamentos, em ordem, de trânsito, homicídio, antidrogas e incendiários – sempre seguindo o mesmo “modus operanti”: Receba um caso de seu chefe, capitão, amigo, parceiro, cachorro golden retriever que insiste que o desgraçado do Timmy caiu no poço (se vocês não rirem da piada… tudo bem… é muito muito velha), pegue a viatura e vá até lá, examine o local, veja as primeiras provas, entreviste as testemunhas e a partir daí você pode andar pela cidade, atrás de complementar suas pistas, entrevistar suspeitos e outras pessoas, construir seu caso e, invariavelmente, derrubar a espada da justiça sobre os malfeitores da cidade dos anjos .

A ideia era interessante, mas a concepção tropeçou um pouco na realização; embora isso seja mais culpa da estupidez própria das pessoas do que um defeito do jogo em si. Depois dos primeiros beta-testers tentarem incluir maços de cigarros vazios como pistas e concluírem que pistas reais eram apenas cenário, os criadores do jogo incluíram a habilidade extraplanar mediúnica de ??? saber, com uma vibração de controle e um jazz leve, quando algo é realmente uma pista ou quando é circunstancial. Eles também criaram diversos substratos de história, de forma que, caso o babuíno segurando o joystick fosse impermeável a lógica e ao auxílio visual e auditivo, ele ainda fosse capaz de terminar um caso, mesmo que seja com o jogo pegando o imbecil pela mão e dizendo a ele que o culpado é fulano, vá pegá-lo. O controle foi construído em volta dessa jogabilidade, permitindo mover Phelps de forma simples e garantindo que a ação seja fluída o suficiente para ser sincera, mas sem deixar o jogo virar um 3PS (Third Person Shooter – Jogos de ação em 3° pessoa). E para falar a verdade, o controle fica no meio do caminho entre a fluidez fantástica de “Red Dead Revolver” e o controle blocado de “GTA4”.

Os gráficos cumprem seu papel. O jogo tem uma temática adulta e realista, visando uma época onde o estilo de roupas, o uso de tom-sobre-tom e a combinação de cores pastéis com vibrantes eram a regra, logo, não haverão muitos momentos de queixo no joelho. Mesmo os corpos que você examina são claramente artificiais, com a pele tendo uma textura por vezes estranha, principalmente quando o corpo é movido para ser examinado, quase como borracha. Dito isso a distância de horizonte é bem feita, os objetos são bem criados e atmosfera é interessante. A movimentação dos personagens principais é boa, não particularmente impressionante, mas boa; a animação do restante do universo depende de quão importante seja o acontecimento, ladrões tem boa movimentação, enquanto pedestres atravessam postes, flutuam calçada acima ou entram em prédios atravessando portas, como fantasmas.

Falando em coisas não especialmente incríveis, esqueça o som rico, fluído e eclético dos GTAs. O rádio toca Jingles de época, um ou outro noticiário e música de estoque – quase como se alguém tivesse ido ao Apple Itunes, colocado data de gravação entre 01/01/1946 a 31/12/1949, escolhido 50 delas, e colocado no game. São ruins? Não! Ajudam no clima e melhoram a atmosfera, mas não espere cantar junto ou lembrar delas daqui a 10 dias.

É na história que L.A.Noire brilha. Cada caso é separado e independente, com seu personagem citando casos anteriores, vez por outra, mas sem influência entre eles (inclusive, não importa se você falhou miseravelmente em qualquer um deles, seu chefe ainda sorrirá para você no próximo). O jogo é denso, adulto e explora de forma respeitosa e sem polêmica uma época absurdamente tumultuada da história americana, onde a violência policial era constante, os detetives dependiam de instinto e a ciência criminal estava em seu início. Entre os casos você vai vislumbrar um ou outro trecho da vida de Phelps, o suficiente para simpatizar com o personagem; um toque legal que prova que havia muito carinho na produção desse game.

No geral L.A. Noire é como uma criança começando a andar. São passos vencedores e cultivados, baseados na certeza inexorável de que se está na direção certa. No entanto é preciso entender que existirão tropeços, escorregões e vez por uma outra uma batida de boca no chão. Ainda assim precisa andar! Se você está em busca de inovação e não liga de sacrificar gráficos foto realistas e som orquestrado em busca de diversão de qualidade, vai adora L.A. Noire.

 Vejo você na central, novato!

PS: Agradecimentos ao gametag Cidbrazzoka pela game. Sem ele o review seria possível.