Minicastle – Um lugar para gamers

Aproveitando que a princesa está sempre em outro castelo!

Archive for julho \27\UTC 2011

A Konami avisa que a cobra pelada vai atrasar para chegar!

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 27, 2011

O remake  Metal Gear Solid: Snake Eater 3D  para 3DS foi adiado pela Konami para 2012. Pelo menos nos EUA e na Europa. O site Kotaku contatou a Konami do Japão sobre a razão, mas sem resposta. A data de lançamento para o Japão continua a mesma no site da empresa: Quarto trimestre de 2011.

Todos nós ficamos desapontados… mas não se desesperem pois Metal Gear Solid HD Collection está a caminho do seu XBOX (e PS3) – e chega em Novembro – quando então você poderá jogar Metal Gear Solid- Peace Walker (sim, o game que muitos consideram o melhor jogo do PSP em uma versão revista e ampliada), Metal Gear Solid 2: Substance HD e Metal Gear Solid 3: Snake Eater Subsistence .

Pessoalmente…. nem sei se fiquei feliz ou triste com o atraso… com Batman, MGS HD Collection, Battlefield 3 e Sky Rim nem sei se vou conseguir jogar mais alguma coisa.

 

 

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Majora Mask pode seguir o irmão mais velho

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 27, 2011

Você era louco por A Lenda de Zelda: Majora´s Mask? Com saudade do templo das Skulltulas e de virar Goron e rolar por aí? Então um certo diretor da Nintendo pode concordar com você!

“Antigamente tinhámos um problema grave em desenhar um Zelda para um portátil, que era o fato de que o game tinha que ser construído de modo que permitisse ao gamer parar a qualquer momento e retornar sem se perder. O DS nos deu um pouco disso e o 3DS nos deu a total liberdade de fazê-lo com um game longo e intrincado como Ocarina of Time, logo eu não vejo porque não o fariámos” disse Eiji Aonuma, o atual diretor responsável pela série “Uma das únicas coisas que fariam a Nintendo revisitar um jogo é a quantidade de emoção e de boas memórias ligados a ele. Foi a razão que nos levou de volta a Ocarina of Time 3D. A muita emoção assim, voltada a Majora´s.” concluiu.

É claro que a Nintendo não confirma nada sobre a produção de um segundo remake do N64 para o 3DS, mas Majora´s Mask, seria perfeito no portátil. Utilizando o relógio interno, forçando o jogador a jogar a cada 3 dias, o game roubaria horas de nossas vidas novamente.

Nintendo, faça acontecer!

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Resident Evil 4 HD ganha algumas imagens

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 27, 2011

Resident Evil 4 e Resident Evil: Code Veronica estão quase em nossos XBOX. Ambos os games, remasterizados para HD, serão disponibilizados na live e na PSN dia 20 e 27 de Setembro, respectivamente, por 1200 MS points (e o que o valha em dólares na PSN), com um combo a ser lançado por um preço especial após o lançamento dos dois.

Durante a Comic Con 2011 a Capcom liberou algumas imagens para darmos uma rápida olhada em como o game está ficando. E o aspecto final parece muito muito bom. Eu estou louco para ir a espanha libertar a filha do presidente novamente.

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O minicastle comemora 5 anos com os 10 jogos sexuais mais embaraçosos de todos os tempos!!!

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 20, 2011

Assim como China e trabalho escravo, Sony e coisa mal projetada, órfãos e dança de salão… eeehhh… videogame e sexo nasceram para ficar juntos. Afinal gorilas que jogam barris e nudez têm tudo a ver. Inclusive, historiadores, recentemente encontraram imagens que mostram que os antigos egípcios já misturavam pornografia e R-Type 4.000 anos antes de cristo. No final de 2002, a EGM até tentou ir lá com sua lista de “The 9 Naughtiest Games of All Time” – só que diferente deles eu vou além… muito além. Minha lista comemora os 5 anos do site no ar (sim, começamos em 2006)  com 10 jogos e uma falta total e absurda de conteção no processo de falar sobre eles, então PAIS PREOCUPADOS, PROFESSORES, RELIGIOSOS, FALSOS MORALISTAS E QUALQUER PESSOA QUE SE SINTA OFENDIDA PELO O QUE EU ESTOU ESCREVENDO AQUI, fodam-se!!! Eu não ligo. Eu não vou dançar em volta do assunto, lançando pistas e dizendo frases como “você sabe o que” ou “as bondongas dela” – até porque qualquer um que fizer isso não vai estar lendo isso, vai estar com vaginite no cérebro preparando seu piquenique de final de ano com os ursinhos carinhosos. Haverá situações onde conteúdo adulto será repassado e descrito (na medida do possível enquanto digito usando meu imenso pênis) e eu espero não receber e-mails sobre o assunto “Eu sou ??? e eu fiquei ofendido” porque eles serão sumariamente ignorados.

Bem vindo ao Top Ten dos jogos de videogame mais sexualmente embaraçosos do mundo. Tirem a roupa e fiquem bem confortáveis… eu volto já.

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Wii U não terá Assassins Creed Revelations… pelo menos por enquanto!

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 19, 2011

O CEO da Ubisoft Yves Guillemot confirmou ao site Aftonbladet, traduzido do finlandês e disponibilizado em inglês pelo site Eurogamer, que o Assassin’s Creed que está sendo produzido para o lançamento do Wii U não é Revelations.

“Não. Não é Revelations. Temos outro projetos para o futuro.” – disse o executivo. Essa escolha de palavras podem significar duas coisas: Que a história do game do Wii U se passa depois de Revelations ou que o game simplesmente não tem ligação com Ezio.

No entanto o executivo confirma que a franquia estará entre os jogos de lançamento do Wii U. “A parceria Nintendo + Ubsisoft tem sido muito frutifera, e vários games nosso atingiram performances sensacionais no aparelho. Queremos que nossas franquias possam todas revisitar o Wii U”.

Enquanto isso Assassin’s Creed: Revelations continua em rota de colisão com o 360, PS3 e PC para chegar em 15 de Novembro 2011.

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A sega atrasa dois games do 3DS

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 19, 2011

A SEGA, de forma nem um pouco surpreendente, afirmou que tanto o revival de Shinobi quanto CRush 3D vão atrasar… um pouquinho…

A nova data para Shinobi é 15 de novembro deste ano…

… e Crush 3D chega em 21 fevereiro do ano que vem!

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Jogando: L.A. Noire

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 17, 2011

Eu demorei um pouco para fazer o review deste jogo (assim como vou demorar um pouco para fazer o review de Catherine), em parte por que eu o amei e em parte porque ele é tão diferente do que já existe no mercado que é meio difícil de explicá-lo sem estragar o game, criar uma imagem incorreta do mesmo, ou estragar alguma surpresa.

Então, para tornar o meu trabalho mais fácil deixa eu dizer primeiro o que L.A. Noire não é: Ele não é um GTA “do bem”, não é um joguinho de polícia e ladrão e não é uma recriação fiel de investigações criminais do pós guerra da década de 40.

Com isso em mente pense em L.A. Noire como uma soma dos melhores trechos dos filmes de Sherlock Holmes, com 1/3 de “The Mentalist”, 1/3 de “Lie to Me” e 1/3 de “Los Angeles: Cidade do Pecado”. Nos sapatos de Cole Phelps, um jovem tenente retornando da guerra para enfrentar uma cidade pior que o front alemão, você começa na polícia como patrolman – o nosso policial civil de policiamento ostensivo – fazendo rondas e protegendo locais de crimes de contaminação, enquanto tenta auxiliar detetives a resolver crimes. Ao longo do jogo você galga posições como detetive nos departamentos, em ordem, de trânsito, homicídio, antidrogas e incendiários – sempre seguindo o mesmo “modus operanti”: Receba um caso de seu chefe, capitão, amigo, parceiro, cachorro golden retriever que insiste que o desgraçado do Timmy caiu no poço (se vocês não rirem da piada… tudo bem… é muito muito velha), pegue a viatura e vá até lá, examine o local, veja as primeiras provas, entreviste as testemunhas e a partir daí você pode andar pela cidade, atrás de complementar suas pistas, entrevistar suspeitos e outras pessoas, construir seu caso e, invariavelmente, derrubar a espada da justiça sobre os malfeitores da cidade dos anjos .

A ideia era interessante, mas a concepção tropeçou um pouco na realização; embora isso seja mais culpa da estupidez própria das pessoas do que um defeito do jogo em si. Depois dos primeiros beta-testers tentarem incluir maços de cigarros vazios como pistas e concluírem que pistas reais eram apenas cenário, os criadores do jogo incluíram a habilidade extraplanar mediúnica de ??? saber, com uma vibração de controle e um jazz leve, quando algo é realmente uma pista ou quando é circunstancial. Eles também criaram diversos substratos de história, de forma que, caso o babuíno segurando o joystick fosse impermeável a lógica e ao auxílio visual e auditivo, ele ainda fosse capaz de terminar um caso, mesmo que seja com o jogo pegando o imbecil pela mão e dizendo a ele que o culpado é fulano, vá pegá-lo. O controle foi construído em volta dessa jogabilidade, permitindo mover Phelps de forma simples e garantindo que a ação seja fluída o suficiente para ser sincera, mas sem deixar o jogo virar um 3PS (Third Person Shooter – Jogos de ação em 3° pessoa). E para falar a verdade, o controle fica no meio do caminho entre a fluidez fantástica de “Red Dead Revolver” e o controle blocado de “GTA4”.

Os gráficos cumprem seu papel. O jogo tem uma temática adulta e realista, visando uma época onde o estilo de roupas, o uso de tom-sobre-tom e a combinação de cores pastéis com vibrantes eram a regra, logo, não haverão muitos momentos de queixo no joelho. Mesmo os corpos que você examina são claramente artificiais, com a pele tendo uma textura por vezes estranha, principalmente quando o corpo é movido para ser examinado, quase como borracha. Dito isso a distância de horizonte é bem feita, os objetos são bem criados e atmosfera é interessante. A movimentação dos personagens principais é boa, não particularmente impressionante, mas boa; a animação do restante do universo depende de quão importante seja o acontecimento, ladrões tem boa movimentação, enquanto pedestres atravessam postes, flutuam calçada acima ou entram em prédios atravessando portas, como fantasmas.

Falando em coisas não especialmente incríveis, esqueça o som rico, fluído e eclético dos GTAs. O rádio toca Jingles de época, um ou outro noticiário e música de estoque – quase como se alguém tivesse ido ao Apple Itunes, colocado data de gravação entre 01/01/1946 a 31/12/1949, escolhido 50 delas, e colocado no game. São ruins? Não! Ajudam no clima e melhoram a atmosfera, mas não espere cantar junto ou lembrar delas daqui a 10 dias.

É na história que L.A.Noire brilha. Cada caso é separado e independente, com seu personagem citando casos anteriores, vez por outra, mas sem influência entre eles (inclusive, não importa se você falhou miseravelmente em qualquer um deles, seu chefe ainda sorrirá para você no próximo). O jogo é denso, adulto e explora de forma respeitosa e sem polêmica uma época absurdamente tumultuada da história americana, onde a violência policial era constante, os detetives dependiam de instinto e a ciência criminal estava em seu início. Entre os casos você vai vislumbrar um ou outro trecho da vida de Phelps, o suficiente para simpatizar com o personagem; um toque legal que prova que havia muito carinho na produção desse game.

No geral L.A. Noire é como uma criança começando a andar. São passos vencedores e cultivados, baseados na certeza inexorável de que se está na direção certa. No entanto é preciso entender que existirão tropeços, escorregões e vez por uma outra uma batida de boca no chão. Ainda assim precisa andar! Se você está em busca de inovação e não liga de sacrificar gráficos foto realistas e som orquestrado em busca de diversão de qualidade, vai adora L.A. Noire.

 Vejo você na central, novato!

PS: Agradecimentos ao gametag Cidbrazzoka pela game. Sem ele o review seria possível.

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Jogando: Crysis 2

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 17, 2011

Quando você vai a uma loja de Tvs, preste atenção no que está passando nas lindas e enormes telas. Eu consigo apostar, e ganhar, que em pelo menos metade delas vai estar passando um documentário em Blu Ray, chamado Earth Imax, que utiliza as famosas câmeras Imax de hiper resolução para mostrar nosso planeta. A imensa resolução e a grande quantidade de cores são perfeitas para mostrar a qualidade da tela em funcionamento.

Se você fosse a uma loja de computadores no final de 2008 teria tido uma experiência parecida. Lindas praias de areia branco, montanhas nevadas, palmeiras verdejantes e Norte Coreanos… lutando com alienígenas! Era Crysis, que assim como o documentário, mostrava bem a capacidade dos computadores mais poderosos da época. Se você queria um computador que aguentasse qualquer coisa no mercado, tudo que precisava perguntar ao vendedor era:

__ Roda Crysis?

A pergunta normalmente era respondida com um sorriso amarelo. Ou com um pequeno limpar de garganta seguido da frase “Com tudo no médio e sem anti-aliasing” bem baixinho.

Não é de admirar, portanto, que diante de um jogo que não havia chegado aos videogames de nova geração pois era considerado pesado demais, que seu sucessor, Crysis 2, estivesse a caminho do XBOX 360 e do PS3. Nas palavras de um amigo meu, ao colocar o disco de Crysis 2 no aparelho dele: __ É agora que vai dar RROD!

Mas não deu RROD. E todos nós tivemos que coletar nossos queixos da altura dos nossos joelhos e começar a jogar. E quando o gráfico e o som sensacional já tinha martelado em nosso cérebro uma fantástica impressão, aos 17 minutos de jogo, surge na tela a seguinte frase:

 “Conquista desbloqueada – 10 G – Can it run Crysis?”

Dizem que o sinal de um grande homem é saber rir de si mesmo; Crysis 2 ri da dúvida que seria possível trazer seu explendor para os consoles. Mas quem ri por último somos nós. E acredite em mim, será aquela risada sinistra, aquela risada cheia de malícia, maldade e perversão.

Crysis 2 não funciona como o seu FPS normal. Aliás nem dá para dizer que Crysis 2 é um jogo de ação. O jogo mais próximo que posso descrever é Metroid Prime, principalmente o MP 2: Echoes: Há cena imensas de ação, com centenas de inimigos e várias maneiras de derrotá-los, mas normalmente o jogo é refletivo e calmo, enquanto você tenta atingir seus inimigos com táticas de bater e correr, ficar invisível, etc… A armadura oferece um novo limiar e um completo novo conjunto de táticas a serem utilizadas, mas tente enfrentar o exército inteiro do inimigo no dente e vai acabar desdentado.

Claro que trazer todo esse novo conjunto de habilidades e deixar você sem acessá-las, ou fazer com que acessá-las fosse complexo e chato, seria completamente inócuo. Logo que você iniciar o game vai perceber o quanto o controle foi trabalhado. Correr muito rápido deixou de ser um poder específico e passou a estar incorporado no botão de correr normalmente, o super salto consiste simplesmente e apertar e segurar o botão de salto, etc… Os únicos poderes que você tem que efetivamente ativar são a invisibilidade e a super armadura, embora todos, da corrida ao super salto, da armadura a invisibilidade, os diferentes visores e a super força, todos, consumam energia da armadura. A energia se recarrega rapidamente, mas você vai se surpreender com a velocidade com que você irá gastá-la. E quão lento aquela recarga parece quanto projéteis de energia alienígenas estão arrancando pedaços da parede por todos os lados.

O que me lembra: Crysis 2 é lindo!!! Tranquilamente o game mais foto-realisticamente lindo que eu já vi. Texturas de altíssima qualidade, suplementadas por um sistema de luz e sombra de dar inveja e uma animação soberba. Os prédios fazem sentido, tem banheiros, telefones e adendos (como lápis em uma caneca de lápis, mouses penduradas das mesas pelos fios, tiros nas paredes ficam nas paredes, etc…). Some a isso uma física animal (sistema de ragdoll para os inimigos), um sistema de armas competente e uma armadura que tem HUD, aparência e reações gráficas fantásticas e você tem um colosso nas mãos. É tão bonito quanto Crysis 1? Difícil responder isso, visto que Crysis 1, no máximo, exigia que você conecta-se um dos transformers para conseguir jogar na resolução ultra (Fica quieto Megatron! Eu vou matá-lo por isso, verme!) e podia utilizar diversos softwares constantemente atualizados, uma regalia que os consoles muitas vezes não tem. E recentemente eu vi Crysis 2 funcionando em um PC top de linha com DirectX 11, e era bem diferente do game que eu tenho em casa. Ainda assim o jogo é muito bonito (dentro da estética dele, quando comparado com outros games no mesmo estilo – eu ainda acho Zelda Wind Waker, e seus gráficos em Cell Shading vibrantes, bem mais bonitos que qualquer Halo, MW ou Crysis).

O som é tudo que você poderia esperar de um game desse calibre, competente e arrebatadora, mas não vai ter o impacto de um Symphony of the Night ou de um Megaman 2. As vozes foram bem escolhidas e são entregues com confiança; o repertório de som, principalmente vozes e sons da sua armadura e dos alienígenas, é excelente – sério, nível de Oscar mesmo.

O jogo é perfeito? Claro que não! Por vezes texturas demoram por carregar, corpos mortos ficam em posições impossíveis e, por duas vezes, as rotinas dos inimigos não iniciaram como deveriam, me deixando em frente a um pequeno batalhão de inimigos parados por vários segundos, enquanto eu transformava quantos deles eu podia em peneiras, até que eles reagissem a minha presença. O jogo tem diversos bugs que transparecem a massagem programatória necessária para fazê-lo rodar nos consoles – se você tiver acesso a versão do 360, ela é um pouco menos bugada, visto que os arquivos de PC podem ser convertidos diretamente para funcionar no 360, enquanto o PS3 exige um compilador todo especial.

Em suma, Crysis 2 cumpre brilhantemente seu papel. Ele é um FPA (First Person Adventure) competente, bem escrito e muito bonito, com um ambiente tenso e silencioso pontuado por ápices de ação de boa qualidade. Se você gosta de se sentir o predador (ou o Batman) e que a hora que seus inimigos o virem, já é tarde demais, esse é o seu jogo até o momento onde Arkham City sair. Se, no entanto, você achar que sutileza é coisa de “franga”, vá jogar Duke Nuken Forever.

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O duelo que nunca acaba: FIFA X PES

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 8, 2011

Eu não conheço esportes… não jogo esportes… e sou horrível mesmo nos games deles. Só que o site precisava de mais esporte… e eu precisava de ajuda. Com vocês,  nosso especialista em esportes: Rafael Belatini.

Convidado para falar de jogos esportivos aqui no blog, era inevitável que a primeira pauta fosse a eterna disputa entre Fifa e Pro Evolution Soccer, ou Winning Eleven, com preferir.

Primeiro vou dar uma passada rápida pela história das franquias.

Fifa, da EA, apareceu pela primeira vez em 1994, para Mega Drive e PC, e contava apenas com algumas seleções e jogadores com nomes fictícios.

No ano seguinte a Konami lançou seu jogo de futebol para o Super Nintendo, o International Superstar Soccer, seguindo mais ou menos o mesmo padrão: seleções e craques como o camisa 7 Allejo, considerado por muitos como um mito acima de Pelé.

A concorrência ficava mais por conta das plataformas, já que cada jogo era exclusivo de um console.

Fifa seguiu com suas edições anuais e em 1997, enfim, saiu para Snes, entrando na concorrência com ISS.

Em paralelo, a Konami, com outra equipe de produção, trabalhava em outro título de futebol.

E de Goal Storm, ISS Pro (já chamado de Winning Eleven 97 no Japão) começou uma das grandes rivalidades do mundo dos games.

No Playstation 2 e Xbox 360, Winning Eleven reinou absoluto.

Seu jogo era mais fluido, mais real e, mesmo com mais times licenciados, era difícil ver alguém que preferia o duro jogo do Fifa.

No Brasil, então, a preferência era muito clara. Ou será que ninguém ouviu, ao dizer que tinha videogame, a famosa frase: “Você joga UINING ELEVI (sic)?”

Para resolver a falta de licenças, oras, tínhamos os patchs. Quem jogou a série, já jogou Brazucas em uma de suas inúmeras edições que contaram até com toscas narrações recortadas de Galvão Bueno e comentários do “craque” Neto.

Mas eis que surgiu uma nova geração de videogames e o pessoal da Konami parece não ter sido avisado.

Porque Pro Evolution Soccer 08 (a série Winning Eleven adotou mundialmente seu nome europeu a partir da 11ª edição, quando seria Winning Eleven Eleven), lançado para Playstation 3 e Xbox 360, trazia tudo o que víamos na geração anterior.

Só que queríamos mais.

Fifa 2009 reformulou toda sua engine e, contando até com narração brasileira como DLC no PS3, tornou-se o novo queridinho, trazendo até a opção de editar o controle do jogo para facilitar a adaptação dos migrantes da série da Konami.

É lógico que alguns “istas”, surgidos da época áurea de WE, preferiram seguir fieis a marca a aproveitar um jogo melhor, como já havia acontecido com fãs de Fifa que não suportavam WE.

Mas a nossa sorte é que atualmente podemos jogar as demos antes de fazer a opção de compra.

Em 2011 baixei ambas as demonstrações e confesso que estava propenso a dar mais uma chance ao PES, já que a franquia estreava a disputa da Taça Libertadores da América e traria a narração do impagável Silvio Luís e comentários de Mauro Beting.

Mas na primeira bola que recebi com o canhoto Messi, desci pela direita e cruzei de perna esquerda sem virar o corpo. O cruzamento, feito com dois toques no botão, saiu como um chute e Mascherano, dentro da área, colocou a cabeça na bola para fazer 1 a 0.

Imediatamente saí do jogo e apaguei a demo.

A jogada era a mesma que usava no Playstation 2, a mesma que me garantia vitórias e, apesar de achar absurdo cruzamento com tal precisão com o pé trocado, creditava o feito à pouca capacidade dos consoles.

Mas a nova geração, como já disse, permite muito mais.

Para não ser injusto voltei a jogar PES 2011 na casa de amigos, mas me assustava toda vez que fazia gols maravilhosos, chutando de muito longe, e sequer precisando ajeitar a bola.

Mas as versões 2012 chegarão em breve. Ambas prometem mundos e fundos, melhorias que não perceberemos e, é claro, elencos atualizados.

Fifa já tem data para chegar às lojas: 27 de setembro.

PES, com Libertadores novamente e narração e comentários em português, ainda não revelou quando chegará às prateleiras.

Porém, sem querer causar revolta de istas, mas sabendo que causarei, talvez fosse melhor a Konami lançar apenas uma atualização de elencos, ficar um ano sem lançar uma edição e refazer o trabalho que era excelente, mas ficou para trás.

Rafael Belattini é jornalista, trabalha no site do Juca Kfouri, assiste basicamente todos os esportes já criados pelo homem e nas horas de fora detona Zelda, Gears, Uncharted e Final Fantasy.

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A PSN é de graça… quer dizer… é de graça se você for o primeiro dono do jogo!

Publicado por Marcel Bonatelli em julho 7, 2011

Você achou estranho a defesa contra a revenda inventada pela EA – colocar um código em cada jogo que destravava o uso das funcionalidades online somente para o a primeira pessoa que colocar aquele código. Então, a Sony resolveu utilizar o método também. A partir do lançamento de Resistance 3, todos os games virão com um PSN PASS, um código que deve ser digitado para ter acesso as funcionalidades online dos games.

Isso dará um golpe enorme na venda de jogos usados e deve diminuir muito o preço de revenda. E deve deixar muitos usuários do PS3 muito tristes… é sério… eu acho até que vai descer uma lágrima do canto do olho… 

 

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