Rumor Control – Primeira foto “divulgada” do Wii 2 pode não ser verdadeira!

Diversos sites tem apresentado como verdadeira (ou possivelmente verdadeira), a imagem de um protótipo do Wii 2. A imagem em questão, que apareceu primeiro no Destructoid, sexta 20/05, é esta:

A imagem é bastante convincente. O aparelho é da mesma cor e estilo “Clean” e “Apple” do Wii, com um Led azul demonstrando funcionamento e dois cabos partindo do aparelho (supostamente alimentação – tomada – e HDMI – vídeo e audío). Por mais impressionante que a imagem seja e por mais desesperado que eu esteja em ver uma imagem do console… acho que estamos olhando para um Hoax, uma trapaça…

… eu acho que essa imagem é sexualmente curiosa e moderamente falsa. Por duas razões:

1) Se isso é um protótipo e a foto foi tirada de cima de uma mesa na Nintendo, porque o aparelho já está com acabamento final, gabinete, sistema de indicação, drive, em suma… porque o aparelho está pronto! Protótipos normalmente só um conjunto de placas disformes até uns 6 meses antes do lançamento, quando marketing se junta a engenharia para construir algo que seja visualmente aceitável e funcional. A única forma da Nintendo já ter uma aparelho pronto, em maio de 2011, é que o lançamento estaria sendo esperado para, sei lá, o final deste ano… e toda a informação que temos fala em 2012.

2) E essa é a razão mais forte… eu já vi esse formato antes. E em uma rápida passada de olho eu consegui lembrar porque. Porque é igualzinha a caixa do Windows 7. Sim aquele que desliza para o lado! Dêem uma olhada!

E ai? Caixa do Windows 7 editada com Photoshop para enganar os desesperados ou a Nintendo realmente conseguiu pegar todo mundo de calça curta e o console já está pronto para produção em massa. Faltam menos de 15 dias para a E3. Segurem seus chapéus moças e rapazes…

O mundo parou de respirar para a E3…

Todo mundo percebeu que o mercado parou! Não há uma única novidade. Ninguém confirma nenhuma informação! Todo ano essa doença chega… e todo ano só um remédio para ela!

A Eletronic Entertainment Expo ou E3!

Onde a Nintendo com certeza mostrará baldes de games novos e ainda mais incríveis! E um novo console de mesa! E Super Mario 3DS ! E um Wii Fit que ensina a voar e soltar haduken….

… eu posso ter ficado um pouco empolgado nessa última.

Preparem-se… a E3 está chegando!

A SNK manda todos para a PQP!!! – ou – Como uma empresa de Arcades aterrizou a SEGA e a NINTENDO durante mais de uma década!

O Atari 2600 chegou a ter 100% do mercado de games. O Genesis chegou a reter 75% das vendas em um natal. O SNES tem games que são negociados hoje por US$ 300,00.

Mas só um videogame tem games que ainda alcançam US$ 1.000,00 no EBay. Só um videogame durou 14 anos com vendas altas. Só um videogame não competiu com ninguém.

O NEO GEO!!!

 Sim! Se você foi criança ou adolescente na década de 90, e você jogava videogame, você queria um. Vamos lá! Pode dizer! Eu sei…

A história do NEO GEO se confunde com a história da própria SNK. Na década de 80 a SNK resolveu investir na criação de um sistema de Arcade (gabinete de jogo) modulável de placas de boa qualidade, acessíveis e relativamente poderosas, onde as roms fossem intercambiáveis, como cartuchos de videogames da época. O MVS (Multi Video System) teve muitos games conhecidos, como NAM ’76 e SideKickers, mas em uma época onde os videogames começavam a florescer novamente os Arcades começaram a perder mercado. A SNK, correndo no sentido contrário das outras empresas da época, investiu ainda mais dinheiro em tecnologia e desenvolvimento do mercado moribundo. A aposta se pagou em 1990, quando Street Fighter 2 levou milhares de jogadores de volta aos salões de arcades e o mundo para a mania dos fighters. E de Fighter a SNK entendia. Com uma base instalada na casa das centenas de milhões, a SNK simplesmente começou a bombardear o mercardo com fighter após fighter, cada um com um estilo próprio e a cada continuação melhor e melhor. Em poucos meses o mercado recebeu Art of Fighting, Fatal Fury e World Heroes.

 

A SNK havia encontrada seu filão de ouro.

 E quanto ouro havia lá! Originalmente o MVS eram apenas alugados/vendidos para salões de festas ou para salões de arcades (restaurantes e bares acabavam comprando muitos MVS também, devido a capacidade de trocar os games e a decoração do gabinete de tempo em tempo). No entanto, a SNK começou a perceber que usuários domésticos estavam interessados em gastar mais de 700 doletas para ter um arcade em casa. E resolveram se aproveitar. A SNK desenhou uma pequena e pouco atraente carcaça de plástico preto (com aproximadamente uma régua escolar de comprimento e uns 23 cm de largura) para rodear o coração de sua MVS e implementou um sistema de memory cards (sim… o memory card não nasceu no 32 bits) que permitia levar as informações entre seu console em casa e o arcade na loja. Uma versão muito convincente e extremamente bem feita de um controle arcade era enviado junto ao console, com todas as peças exatamente iguais as utilizadas nos controles do MVS. No final de 1990 o mundo tremia diante do poder do AES…

 

Nintendo e SEGA preciavam ter dominado a arte da publicidade como a SNK fez!!!

… e de seu preço: US$ 649,99 (sim, isso é quase o preço do 3DO – US$ 700,00 – e mais que o PS3 modelo completo – que saiu pelo absurdo preço de US$ 599,00).

Mas o que exatamente era o NEO GEO e por que seus gráficos e games eram tão incrivelmente a frente de seu tempo que permitiriam a ele competir com o mercado de 16 bits, 32 bits e 64 bits e continuar existindo, com seu status cult inalterado?

 

Não havia nada de absurdamente diferente debaixo do chassi de plástico do NEO GEO (ou no coração MVS). O processador principal era um motorola 68000 (semelhante ao do mega drive, mas funcionando em um clock de 12 Mhz) com um coprocessador Zilog Z80 (de novo igual ao coprocessador de som do Mega Drive ou ao processador principal do Master System, só que funcionando a 4MHz). A memória principal era de 64KB e era diretamente ligada ao processador motorola 68000 – aliás diretamente ligada é uma ótima frase… a porcaria era basicamente soldada em contato direto com a placa; com uma memória de vídeo principal de 74KB, uma memória de vídeo secundária de 64KB, uma memória de palheta de 8KB (que permitia uma palheta de cores de 65,536 cores com profundidade de 16 bits) e 2KB de memória de som (que era soldada no Z80). A placa de som principal era uma Yamaha YM2610 de 15 canais de áudio (uma versão mais robusta e mais cara, mas muito melhor, da placa do Mega Drive), sendo 4 canais de som FM (com 4 operadores por canais), 7 canais ADPCM, 1 canal de ruído branco e 3 canais SSG – uma curiosidade é que dos 128Kb onboard da placa, menos de 32Kb eram usualmente utilizados. Já a placa de vídeo era um chipset customizado da SNK que permitia uma resolução de 320 X 224 pixels (embora a maior parte dos games só usa-se os 304 pixels centrais) com 4.096 cores simultâneas e até 384 sprites em movimento na tela (com cada sprite tendo no mínimo 1×2 e no máximo 16×512) mas, pasmem, sem paralaxe por hardware (o efeito tinha que ser gerado via software) – o aparelho tinha saída composta e RF, mas no final da vida seus modelos começaram a ganhar saída de super vídeo (e placas “filhas”, daughterboards, para clarear a sinal de vídeo e permitir uma resolução maior) com cabo FCG-9 de 21 pinhos RGB.

Comparação lado a lado entre Garou Densetsu 2 (Fatal Fury 2)  no mega dive/genesis a esquerda e o Neo Geo SNK AES a direita

Cores, Qualidade da animação, detalhes de cenários e personagens são bem melhores no Neo Geo que ainda tem 16:9!

Bom, mas nada de outro mundo. O Super Nes comeria essa configuração no café da manhã com seu mode 7 e sua capacidade moderada de trabalhar com transparência e paralaxe. Só que estamos olhando no lugar errado… estamos olhando para o console, quando devíamos olhar para o cartucho.

 Os cartuchos do NEO GEO eram monstros de mais de 100 Mega (os maiores jogos da última leva do Super Nes não chegavam aos 50 Mega)!!! O aparelho tinha uma mensagem de inicialização que trazia a mensagem “MAX 330 MEGA PRO-GEAR SPEC” mas era a maior balela; o aparelho não tinha limite máximo algum de mega por cartucho, ainda mais quando o console começou a utilizar bank-switch nos cartuchos… e a memória dos mesmos encostou nos 850 Mega!!! Com quase um gameboy de placas passivas no interior do cartucho e roms gigantescas, com games imensamente detalhados e dezenas de tecnologias gráficas invejáveis (dilatação de pixels – que era utilizado para zoom / animação de pixels renderizados / utilização de bibliotecas de texturas de alta resolução que eram aplicadas sobre os pixels ) o NEO GEO ERA o arcade na sua casa (só para se ter uma idéia, o Last Blade de 1999 do NEO GEO era melhor que a versão do Saturn e do PSX, ambos consoles de 32 bits).

O último jogo lançado pela SNK oficialmente para o AES (o Arcade Entertainment System, o nome técnico do NEO GEO) foi Samurai Shodown V Special lançado em 2004. Ademais o status cult do aparelho e seus preços nada modestos de mercado, a SNK parou com a fabricação do hardware doméstico em 1997, culpando a pirataria no mercado. Após a compra pela Capcom, (devido a falência em 2001) e o domínio quase total da mídia óptica, a empresa resolveu aposentar definitivamente o NEO GEO.

 Embora o mercado ainda espere o King of Fighters do ano com grande ansiedade.

 

O NEO GEO foi uma peça de entretenimento sem igual, que ficou afastada do consumo de massa devido ao seu alto preço, mas que literalmente era um arcade em casa. Ele povou o pensamento de todos os donos de NES, SMS, SMD e SNES e assombrou as plataformas de 32 bits. Se você tem um NEO GEO – parabéns. Se você quer um NEO GEO, hoje os preços ainda são bem salgados (embora muita gente esteja hoje comprando os games em suas versões arcade, que são basicamente os mesmo chips, mas sem os cartuchos plásticos, nem a caixa do cartucho, nem posters os manuais… mas são mais baratos), mas é um investimento que com certeza vale a pena. Agora, se você só quer os jogos da SNK e não se importa de jogá-los com uma palheta de cores um pouco diferente, uma velocidade um pouco diferente ou uma música um pouco diferente, pegue uma das muitas coletâneas de jogos do NEO GEO (que saíram para PS2, PS3, XBOX, Game Cube, XBOX 360, Wii, DS, PC) conecte um controle Arcade (imprescindível) e prepare-se para muita, mas muita diversão mesmo. O NEO GEO é bom assim.

 E na próxima o Rei dos 16 bits….

Mais detalhes sobre o multiplayer do novo Star Fox 64 3D

A Nintendo resolveu conversar com os vendedores japoneses (que a sorte a deles) sobre Star Fox 64 3D‘ e o expressivo modo multiplayer “Battle Mode” que foi desenvolvido só para o game. Usando download play até 4 jogadores podem competir entre si com uma cópia do game – utilizando a câmera interna do 3DS para tira fotos de si mesmos e utilizá-las como avatares representados nas naves.

???  …  ??? … ainda não temos uma única foto de como isso funciona …

Apesar disso os representantes das lojas sairam da reunião extremamente impressionados com o produto final e dizendo que a novidade facilita muito a localização e a diferenciação entre amigos e inimigos.

Star Fox 64 3D tem data de lançamento para 14 de Julho, logo após The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3DS. Estamos salivando!!!

Jogando: Thor – The God of Thunder (DS)

O filme do deus do trovão chegou aos cinemas e aos videogames. A versão do Cinema é bem legal, mas a versão do DS é ANIMAL!!! Vocês lembram de Actraiser? Thor é como Actraiser do SNES, um beat up side scrolling onde você aniquila hordas de inimigos indo da esquerda para a direita com direito a centenas de golpes e animações fantásticas.

Graficamente falando o jogo é sensacional. A produtora Wayfoward conseguiu extrair cada grama de poder do DS e a utilizou de uma forma fantástica, animando pixels profundos e detalhados. Sim!!! Esse game não é poligonal! Embora utilize polígonos em alguns cenários e chefes o jogo lembram uma soma entre Shank (do XBLA/PSN) e Castlevania: Simphony of the Night – personagens extremamente bem animados (eu não vou conseguir frizar isso o suficiente… Thor, os chefes, os inimigos, os cenários… tudo é tão bem animado que parece um novo console) feitos em pixels bem delineados utilizando um visual colorido e cartunesco. Impressionante. É um dos melhores gráficos do DS, uma animação ímpar e um estilo gráfico tão vibrante que o jogo vai continuar atual daqui a dez anos.

Mas isso não iria muito longe sem jogabilidade. Se o controle do jogo responde no talo (é perfeito, sem um lag sequer) e é super enxuto, a capacidade de Thor jogar centenas de milhares de golpes em sucessão sem parada (com um contador de hits bastante permissivo) torna o jogo imperdível. Vá da esquerda para a direita, salte para a tela de cima, acabe com todos os inimigos com o poderoso Mjolnir.

E inimigos você terá! Já que a história não tem qualquer ligação com o filme, você passará por seis mundos diferentes (e temáticos) enfrentando inimigos locais até chegar a chefões imensos (que ocuparão as duas telas e muito mais – alguns deles ocuparão as duas telas só para serem mostrados até a cintura). Parece batido, mas acredite em mim… essa versão de Thor é animal.

O som é legal, mas definitivamente não é o ponto alto do game. As músicas são interessantes e acompanham o ritmo, com efeitos sonoros muito bem feitos e extremamente convincentes, mas não há nada aqui que faça você escrever para sua mães.

Mais e mais o jogo é muito muito bem feito e embora todas as plataformas (com exceção do moribundo PSP) estão recebendo suas versões (As do 360/PS3 são rip-offs de God of War, a do Wii nos vamos visitar no futuro e a 3Ds ainda não saiu) a do DS é simplesmente sensacional. Você vai sentir-se o verdadeiro deus do trovão quando derrubar Mangog ou Surtur.

Imperdível!!!

Quem disse que você tem que ter um 3DS para ter jogos do Cube para viajar? Faça você mesmo seu GameCube portátil…

… é fácil, é só… peraí… não, não é fácil não…

O modder Ashen transformou seu NGC (Nintendo GameCube) em um portátil pequeno, de tela cristalina e com leitor de SD. E o produto final é tão legal, que nós realmente ficamos “aguados” de vontade! O modder dispensou o drive de disco (que como a Sony aprendeu com o PSP, consome bateria demais e deixa o aparelho sujeito a falhas de leitura devido a movimentação dos braços) em troca de uma entrada de cartão SD com as Roms (segundo o modder apenas as Roms cujos os discos ele possui… vamos manter isso fora do campo da pirataria).

O GameCube Fusion não possui o modelo de controle caracteristíco do NGC, com aquele botão A enorme, por uma questão de espaço, usando um sistema de botões mais próximos dos do 3DS, mas tem uma entrada de controle de Cube caso você queira conectar um controle de um amigo e jogar a dois. O aparelho também tem saída de vídeo e aúdio, mas não possui baterias, tem que ser utilizado ligado a uma tomada.

Mas isso é um pormenor em um senhor mod… um belo exemplo de imaginação e genialidade. E não machuca nada que ficou a cara do que imaginamos ser o próximo controle do Wii 2. Um sinal… talvez…

Confirmado! O Wii ganha novo conjunto, novo visual e novo preço após anúncio do Project Café

A Nintendo confirmou hoje que o Wii terá um corte de preço e uma repaginação. O novo pacote do console sai por US$ 149,99 e vem com Mario Kart Wii e o Wii Wheel (aquela direaçãozinha de plástico que não faz a menor diferença). O novo bundle vem em um caixa com um projeto visual mais arrojado e menos “apple”, com duas opções de cores, o tradicional branco ou o sexy preto.

As mudanças começam a valer a partir de 15 de maio.

Além disso a Nintendo pretende lançar uma linha de games mais baratos, com títulos do lançamento do console, ou que simplesmente não venderam como deveriam, pelo preço de US$ 19,99. A linha de games relançados sairá pelo nome de ‘Nintendo Selects’ e, por enquanto, compreende The Legend of Zelda: Twilight Princess, Animal Crossing: City Folk, Mario Super Sluggers e Wii Sports.

É… mais e mais parece que 2011 é totalmente focado no 3DS!